outras leituras, novos olhos para ler o mundo.... - tagged with autoridade http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/feed en-us http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss Sweetcron joaojosemarques@sapo.pt Reinventar a relação parental (e pedagógica) http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/7486/reinventar-a-relacao-parental-e-pedagogica

Uma ordem não tem de ser explicada, tem de ser executada. A explicação que é dada ao mesmo tempo que a ordem apaga a hierarquia. Se quiser explicar, só depois da ordem cumprida. A figura parental nunca, mas nunca, tem de se justificar perante o filho.Aldo Naouri, Educar os Filhos, Livros d'Hoje

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Thu, 08 Jul 2010 11:09:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/7486/reinventar-a-relacao-parental-e-pedagogica
Crime público, disse ela! E todos parece que querem ir atrás… http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6319/crime-publico-disse-ela-e-todos-parece-que-querem-ir-atras

Mais um contributo de Joaquim Azevedo para sustentar um debate. Porque, muitas vezes, como parece ser agora o caso, as soluções ofuscam e desviam do necessário combate ao problema.Esta deriva securitária tem agora mais uma expressão concreta, que vale a pena combater, em nome da convivência, da democracia, da sociedade de direito e da política como regulação pessoal e sociocomunitária, muito antes de ser regulação estatal.A Fenprof invoca um parecer do CNE, de 2002, “Para combater a indisciplina nas escolas”, para vir agora propor que as agressões aos professores sejam consideradas agressões e ofensas contra autoridades públicas. Mais até já se invoca que os professores possam dar voz de prisão a um aluno, um pai ou uma mãe, um autarca, sei lá.Primeiro, do ponto de vista jurídico, o novo quadro legal (Código Penal) instituído em 2007, veio tornar isso mesmo claro ao consagrar como ofensa qualificada a que seja cometida contra “docente ou membro da comunidade escolar”, o mesmo sucedendo se se tratar de difamação e ameaça. Logo, dizem os penalistas, é crime público (apesar da jurisprudência ser ainda escassa, como é óbvio). Basta, por isso, agir em conformidade e accionar a lei.Segundo, do ponto de vista social e comunitário, é bem evidente que este não é o caminho, pois a lei até já existe e as situações de indisciplina e violência na escola existem e continuam a existir. E se mais normas vierem a ser instituídas, como fuga para a frente, as “lixeiras sociais” continuarão com o mesmo lixo. Andamos a empurrar os problemas com a barriga e colocamos a cabeça e a palavra, o diálogo uns com os outros, de lado, secundarizados e até bem escondidos. Instituimos a ideia de que se castigarmos bem dois ou três alunos, de modo exemplar, expulsando-os das escolas, de preferência com a pena máxima e com direito a “prime-time” nos telejonais, resolvemos o problema. Se conseguirmos mudar as normas, então é que os problemas da violência e da indisciplina ficam mesmo resolvidos!Foi assim em 2002, será assim em 2010 e será pior ainda em 2015, muito pior, não só porque nenhum dos problemas sociais que existem actualmente se resolverá por esta via, mas também porque as escolas irão ter de acolher obrigatóriamente todos os jovens não só até aos 15, mas até aos 18 anos.Dei o exemplo, nos textos anteriores (aqui inseridos) , do Agrupamento de Beiriz e da Escola da Damaia. Há muitas outras escolas que fazem o que vale a pena ser feito, com muita determinação e coragem: criar um clima escolar rigoroso e construído sob a ética do cuidado, com professores muito bem preparados e com bons e eficazes sistemas de trabalho em equipa, pois estes caminhos são muito exigentes; estabelecer ambientes de boa comunicação entre os alunos, os professores e os pais-famílias, pois estes circuitos de comunicação, por mais difíceis que sejam, são os que têm de ser accionados, para que quando algo falhe seja possível imediatamente agir, ou seja, actuar sempre preventivamente e muito pouco correctivamente; envolver todos estes actores nos debates dos problemas e nas principais decisões a tomar, estabelecendo-se regras claras e sanções precisas, que todos entendam e cumpram e façam cumprir; criar pontes permanentes entre as escolas e outros agentes sociais locais, desde os assistentes sociais aos técnicos da justiça e da solidariedade social, desde o pessoal técnico da saúde às instituições de solidariedade social; nunca deixar ninguém pelo caminho (mesmo que “cheire mal e fique ali sentada a um canto da sala”, como disse a professora da criança de dez anos que lhe mordeu o braço, “negra” que bem mostrou à televisão), accionando todos os dispositivos de alerta, de encaminhamento e de solução social dos problemas de violência e agressão mútua que estão instalados no nosso quotidiano (a articulação com as CPCJ, a proximidade das respostas sociais com as famílias e o trabalho interprofissional são bens sociais inestimáveis a preservar e a desenvolver).Se, mesmo assim falharem as respostas que existem instituídas, é preciso criar outras, muito mais flexíveis e abertas à inspiração humana, instituídas sob o signo do máximo cuidado e da máxima atenção a cada pessoa que mora em cada aluno, a cada situação envolvente, e dirigidas à edificação de novos projectos de vida, que só os próprios podem construir, passo a passo, com muita paciência, resistência e determinação. Temos tantos técnicos tão capazes de o fazer, que já o fazem e que o podem fazer ainda melhor! É só incentivar e proporcionar os meios! Os governos e os líderes locais são orquestradores e não solistas!Ninguém pode cair da malha que temos de saber tecer, com laços sociais fraternos, com muito trabalho e esperança. Os seres humanos são capazes de milagres quando se unem na procura da satisfação do bem comum. É certo que hoje, em todos os concelhos do país, há adolescentes e jovens que passam esta malha, e habitam o que alguns chamam a “exclusão social”. É isso que temos de corrigir, na escola e nas comunidades, dando as mãos.Deixem lá a juridização dos problemas, porque perdem tempo e nada resolvem!Deixam lá de alimentar o jogo daqueles que querem desviar a atenção da população para violências, crimes e situações extremas, para que os cidadãos esqueçam as magnas questões que eles e todos temos de resolver!Deixem lá as derivas autoritárias e securitárias e vamos dar força, energia, coragem e esperança a quantos reconstroem e constroem esses difíceis laços sociais e relações entre todos os membros das nossas comunidades locais!

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Sun, 28 Mar 2010 10:37:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6319/crime-publico-disse-ela-e-todos-parece-que-querem-ir-atras
Autoridade http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6181/autoridade

Por 23 vezes, já aqui convoquei o tema da Autoridade. Talvez seja oportuno reler.

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Mon, 15 Mar 2010 18:27:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6181/autoridade
PODERES (e micropoderes) http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/5883/poderes-e-micropoderes

Aqui.

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Mon, 15 Feb 2010 10:41:00 -0700 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/5883/poderes-e-micropoderes
Como formar delinquentes http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/5607/como-formar-delinquentes

Sem o saber, a familia e a sociedade vão formando delinquentes. A solidão e a correria,o predomínio do ter sobre o ser, a crença de que o mundo é um brinquedo, a difusão de referências éticas, o consumismo febril, o império das marcas… são alguns dos sinais do nosso tempo.E a escola é que paga. É que tem de salvar as famílias, regenerar a sociedade, tornar possível o laço social. Numa missão impossível e num processo de destruição psicológica dos professores. Também por isso é preciso acabar com o mito de uma escola ao serviço da sociedade (como há dias aqui diziam as palavras de António Nóvoa) ; e mobilizar a sociedade para estar ao serviçoda escola. Eis as práticas eficazes de uma formação para a delinquência:1) Comece desde a infância a dar ao seu filho tudo o que ele pede. Assim este crescerá convencido de que o mundo inteiro lhe pertence. E que a missão dos pais é satisfazer-lhe os desejos de consumo.2) Não lhe dê qualquer educação moral. Espere que seja de maior idade para que possa decidir livremente.3) Quando disser palavrões, ache graça, ria-se. Isto anima-lo-á a fazer coisas ainda mais graciosas.4) Não o confronte, não lhe diga que errou, que está mal algo que faz, pois poderia criar-lhe um complexo de culpa.5) Apanhe tudo o que ele tiver espalhado: livros, sapatos, roupa, jogos... Assim, ele habituar-se-á a deixar os outros assumir as responsabilidades.6) Deixe-o ler tudo o que lhe caia nas mãos e ver todos os programas que lhe apetecer. Tome cuidado para que os seus pratos, copos e talheres estejam bem esterilizados, mas deixe quea sua mente se encha de imundície, para que ele aprenda a considerar valioso aquilo que é lixo.7) Discuta e brigue com o seu cônjuge na sua presença. Deste modo ele não se surpreenderá nem sofrerá demasiado quando a família se separar.8) Dê-lhe todo o dinheiro que ele quiser gastar para que ele não suspeite que para dispor de dinheiro é preciso esforçar-se e trabalhar.9) Satisfaça todos os seus desejos, apetites, comodidades e prazeres. O sacrifício e a austeridadepoderiam frustrá-lo.10) Ponha-se do seu lado em qualquer conflito que ele mantenha com os professores, vizinhos eamigos. Acredite que todos eles têm preconceitos contra o seu filho e, na verdade, só o queremprejudicar.(a partir de Miguel Santos Guerra)

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Sun, 17 Jan 2010 09:31:00 -0700 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/5607/como-formar-delinquentes
Teoria Crítica_ Hierarquia, poder e autoridade http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/5507/teoria-critica-hierarquia-poder-e-autoridade

(...)A Teoria Crítica demonstrou que o relacionamento hierárquico, o poder e a autoridade são necessários para a sobrevivência e a funcionalidade da organização, dentro da lógica econômica dominante, mas não necessariamente este modelo de relacionamento hierárquico, cuja origem é uma determinada organização racional do trabalho que se justifica técnica e cientificamente (como a organização taylorista). Por um lado, esclareceu que poder e autoridade poderiam ser exercidos, desde que livre e conscientemente aceitos por indivíduos enquanto agentes esclarecidos e informados sobre a sua finalidade e conseqüências. Por outro, denunciou que a mesma racionalidade que integrou a ciência e a tecnologia invadiu também o campo da interação comunicativa (a esfera pública, por excelência), direcionando-a para fins exclusivamente industriais, embora isto não seja definitivo, não seja completo e tenha que ser continuamente refeito face à possibilidade de os indivíduos recusarem tal invasão.(...)Fonte

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Thu, 07 Jan 2010 03:55:00 -0700 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/5507/teoria-critica-hierarquia-poder-e-autoridade
Autoridade http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/5329/autoridade

A palavra autoridade provém do verbolatino auctor, augere que significa fazercrescer. Tem autoridade a pessoa queajuda a crescer. Que faz crescer o respeito,o amor ao próximo, a coerência,o saber, a sabedoria, o exemplo. Quefaz crescer a tolerância, a cooperação ea entreajuda. Uns têm autoridade. Agempara guiar, libertar, emancipar as pessoase as organizações de tutelas estúpidas.Agem para se tornarem dispensáveis. Eé esta a missão maior do professor, amissão mais nobre e imprescindível. Unstêm autoridade. Outros têm apenaspoder. O poder de mandar, de afirmar oseu estatuto, de destruir, de manipular, guerrear.É, pois, preciso reclamar a autoritaspara as escolas, para os professores,para os pais. Criar dispositivos que afaçam emergir, que a reconheçam e valorizem.Aprender o ofício e o exercíciode ser uma autoridade. Que é reconhecidapelo seu saber (no limite, pela suasapiência), pelo seu exemplo, pela suadedicação ao próximo (e quem é o meupróximo? – pode perguntar o eco bíblico).A autoridade é pois a essência do serprofessor. Quem não exerce autoridadesobre os seus alunos não tem condiçõesde ser professor. E quantas vezes ela éameaçada pelo alheamento e pelo desinteresse,pela balbúrdia e pela desordem.Quanto vezes nos sabemos e nossentimos não estando a ser professores,não por défice de saber, mas por déficede condições de exercício de autoridade.Esta é uma batalha decisiva em que todossomos chamados a participar. Ajudando--nos uns aos outros. Com os laços dosaber e da experiência. Com uma palavra,um olhar, um silêncio. Precisamos, comodo pão para a boca, de uma comunidadede. De ideias, de valores, de afectos. De uma comunidade profissional.

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Thu, 17 Dec 2009 05:46:00 -0700 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/5329/autoridade
Da Autoridade e dos Estrados http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/4608/da-autoridade-e-dos-estrados

Excerto da crónica de Miguel Santos Guerra. Onde se fala da autoridade e do regresso dos estrados para a outorgar.Sé que muchos profesores y profesoras están viviendo momentos difíciles en las aulas. Hay, por parte de algunos alumnos y alumnas, buenas dosis de chulería, displicencia, caradura, insolencia, agresión y pasotismo. La familia, que es un pilar insustituible del edificio educativo, mira para otra parte o se enfrenta abiertamente con quien pretende imponer una autoridad sin la cual no hay aprendizaje. La inspección es proclive a respaldar las quejas de algunos padres que protestan airadamente. No es fácil. Hay que hacer algo. Pero no precisamente lo que propone doña Esperanza.La palabra autoridad proviene del verbo latino auctor, augere, que significa hacer crecer. Creo que tiene autoridad aquella persona que ayuda a los demás a desarrollarse. Quien aplasta, oprime, castiga, silencia y humilla, sólo tiene poder.Los profesores deben tener autoridad. Y esa autoridad dimana del respeto que merece la tarea que se realiza. Dice Rosario Ortega en un reciente artículo titulado “Autoridad docente y tarimas” que “la tarea de enseñar requiere el reconocimiento del valor de lo enseñado y ese reconocimiento lo otorga, de forma voluntaria y feliz el que cuando está aprendiendo siente, en el día a día, que lo que aprende es valioso, interesante y le hace crecer y ser mejor. La tarea de la educación requiere el reconocimiento mutuo –profesor/alumno- de que lo que se tiene en común es algo importante y valioso, personal y socialmente, algo que merece la pena ser protegido”.La autoridad se gana, se conquista con aquello que se hace, con aquello que se siente, con aquello que se es. Deberíamos hacer más hincapié, para fortalecer la autoridad, en cuidar el marco de relaciones interpersonales entre los docentes, potenciar la tarea de equipo (y no encogerse de hombros ante los problemas de los compañeros y de las compañeras), mejorar nuestro autoconcepto, aprender a dialogar, ser un ejemplo vivo de convivencia, amar la profesión y a los alumnos y alumnas, diseñar de manera original y creativa las clases, tener metodologías motivadoras, hacer una evaluación encaminada al aprendizaje, crear un clima de exigencia, respeto y confianza.La familia desempeña un papel fundamental. Tiene que colaborar de forma sincera y comprometida en la tarea de la escuela, participar en la elaboración y el desarrollo del proyecto educativo, dialogar con el profesorado, respaldar sus justas decisiones, exigir a sus hijos e hijas el debido respeto a quien tiene el deber y el derecho de educar. Sin la familia, es imposible.Y la sociedad tiene que tratar dignamente a los profesores porque realizan una función esencial para la mejora de las personas y de las sociedades. ”La historia de la humanidad es una larga carrera entre la educación y la catástrofe”, dice Herbert Wells.Los docentes no deben ser víctimas de los alumnos. La educabilidad se rompe cuando esto sucede. Nadie tiene que ser víctima de nadie. Pero los profesores no deben ser autoridades públicas investidas de ese poder por la ley como si no tuvieran por sí mismos. Los docentes tienen que ser la encarnación misma de la autoridad moral y del espíritu cívico en una sociedad democrática Tienen que ser capaces de dar la respuesta educativa que necesita la sociedad. Sólo así serán autoridad.Texto integral

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Sun, 18 Oct 2009 10:01:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/4608/da-autoridade-e-dos-estrados
La Recuperación de la Autoridad http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3201/la-recuperacion-de-la-autoridad

Um livro a ler: En este libro Jose Antonio Marina explica de manera sencilla su proyecto educativo. Está basado en una idea: la de la gran creación ética, o bien el gran proyecto humano. Y debe comenzar revitalizando la educación, en la familia y en la escuela, porque son las dos instituciones fundamentales de la sociedad. El autor argumenta en contra de la educación permisiva y de la autoritaria, que imposibilitan el buen desarrollo de los niños. La educación es instrucción más educación del carácter, y ambos objetivos requieren una autoridad responsable. Es interesante el argumento que lleva desde el concepto de autoridad, que se ha malentendido, como muchos otros que afectan a la educación, hasta las funciones educativas de padres y profesores. El sistema de derechos aparece como el respaldo de un proyecto ético, y no es suficiente si no se complementa con un sistema de deberes. Estos deberes son la conciencia cívica. Por eso el proyecto de “movilización educativa” y el de la “universidad de padres” pueden ayudar a educar mejor, porque responden a una necesidad urgente de nuestra sociedad. INDICEPARTE 1: ... Cap. 1: Nostalgia de la autoridadCap. 2: El sistema invisibleCap. 3: El caso especial de la educaciónCap. 4: La recuperación de la experienciaCap. 5: La educación del carácterCap. 6: Familia y autoridadCap. 7: La autoridad en la escuelaCap. 8: La sociedad de la responsabilidad (fonte)  

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Sat, 16 May 2009 12:09:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3201/la-recuperacion-de-la-autoridad
Da lógica de autoridade à lógica de responsabilidade http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3185/da-logica-de-autoridade-a-logica-de-responsabilidade

As duas noções de autoridade e de poder, muitas vezes assimiladas, devem ser claramente diferenciadas.A autoridade é o poder fundado no posicionamento hierárquico e o direito que legitima a liderança. Esta encontra a sua legitimidade na competência técnica e no saber-fazer ou na moral. A relação de autoridade dá a conhecer os actores e veicula o respeito do detentor da autoridade.O poder resulta da influência, da força, da habilidade, ou ainda da superioridade da informação. O exercício do poder traduz-se pela autoridade e pelo comando. O poder carismático distingue-se da autoridade hierárquica. Progressivamente, assiste-se à evolução da direcção fundada numa lógica de autoridade no sentido de uma lógica de responsabilidade; o controlo interno e auto-controlo substituindo o controlo externo.Xavier Montsserat, obra citada

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Thu, 14 May 2009 17:34:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3185/da-logica-de-autoridade-a-logica-de-responsabilidade
Da Escuta http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3036/da-escuta

NO CERNE DAS RELAÇÕES CONSTRUTIVAS está uma competência indispensável: a escuta. Nas empresas, como na família, a falta de escuta é o inimigo número um da autoridade natural e das relações construtivas, inimigo tão pernicioso, que, muitas vezes, temos a ilusão de escutarmos os nossos interlocutores, atentamente. Como dominar a autoridade natural e ter relações satisfatórias se a nossa falta de escuta, nos coloca, sem cessar em desencontro, se as palavras são despropositadas…Eis um caminho em três tempos, para desenvolver as suas capacidades de escuta: escutar, é antes de mais nada escutar-se a si mesmo, discernir a sua postura interior, é, em seguida, escutar o outro, compreendê-lo, ter em conta o que ele nos diz, é, finalmente, fazer-se ouvir, afirmar-se e fazer-se compreender (a escuta construtiva é recíproca, em sentido duplo). Em matéria de escuta, as receitas e as técnicas são estéreis quando estão desgarradas do estado de espírito e da atitude interior. Escutar é desenvolver, primeiro, uma atitude interior favorável.Construa a autoridade naturalobra citada

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Sun, 26 Apr 2009 10:37:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3036/da-escuta
A arte de escuta total: perceber o que o outro nos diz através, daquilo que não nos diz http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/2870/a-arte-de-escuta-total-perceber-o-que-o-outro-nos-diz-atraves-daquilo-que-nao-nos-diz

Só uma observação atenta do nosso interlocutor nos dá acesso à escuta total: a escuta da sua linguagem verbal, da sua linguagem não verbal e da linguagem para verbal. Naturalmente, praticamos uma escuta intuitiva da linguagem não verbal dos nossos interlocutores. Para se convencerem disso, podem tentar as seguintes experiências: proponha ao seu par irem ao cinema enquanto se instala confortavelmente no cadeirão e liga a televisão: Observe o resultado…O que é que ele compreendeu? Qual é a usa atitude? Pode também pedir a alguém para fazer alguma coisa utilizando um tom interrogativo e um verbo no condicional: aqui também, observe o resultado… Há nove hipóteses em dez, do seu interlocutor estar desconcertado e de que não faça nada do que lhe pediu. A linguagem não verbal constitui o essencial da nossa comunicação. No entanto, frequentemente, estamos muito pouco conscientes de que ela nos escapa quase totalmente. Eis alguns pontos de referência para uma escuta total do seu interlocutor.Lembremo-nos sempre, quando escutamos a linguagem não verbal de um interlocutor, que esta linguagem é sempre relativa a esta pessoa, num determinado contexto. O mesmo gesto pode ter significados inversos para dois indivíduos em dois contextos diferentes. Um interlocutor que toma uma postura rígida, que se senta cautelosamente na borda da sua cadeira e depois não se mexe mais, pode, desta maneira, manifestar a sua inquietação, o seu mal-estar ou a sua rigidez interior…mas pode também ter um lumbago ou um torcicolo…È por isso que, toda a observação precisa de ser validada, verificada. Frequentemente, as mudanças de atitudes são mais significativas que as próprias atitudes: escutar a linguagem não verbal é pois treinar-se a observar as pequenas mudanças que se produzem em cada interlocutor: mudança de respiração, de ritmo, de tom, de atitude física…É a seguir, relacionar as nossas observações com o conteúdo verbal que as acompanham. Cada mudança tem um sentido, cabe a nós descobri-lo, advinha-lo depois validá-lo permutando as nossas hipóteses com o interessado Neste sentido, uma informação fora do seu contexto não tem qualquer valor. Eis algumas pistas para se treinar escutar o não dito do seu interlocutor.Escutar o corpoOs sinais comportamentais são inumeráveis. Eis alguns. A sua lista está longe de ser exaustiva. A observação dos comportamentos ajuda-nos a entrar no mundo do outro, a compreender as suas emoções, o seu estado de espírito…O modo de se apresentarComo é que o seu interlocutor lhe aperta a mão? O aperto de mão demasiado forte faz pensar que o outro força a sua naturalidade. Demasiado fraco, indica que o outro se posiciona em recuado na relação… ou que ele tem o espírito noutro lugar?Que olhar acompanha este aperto de mão? Um olhar fugidio que traduz um mal-estar, um olhar altivo que assinala um certo desprezo? Um olhar franco e calmo?Que imagem desprende o seu interlocutor? Como caracteriza a sua atitude? Clara, sombria? Espontânea, artificial? Aberta, fechada? À vontade, simples ou reservada? Distante?A ocupação do espaçoComo é que o seu interlocutor ocupa o espaço? Como modifica a sua posição à medida que a troca se desenvolve? Está na ponta da cadeira “ em visita”? Molengão, quase deitado no sofá? Familiar? Demasiado familiar? Provocador? Está tenso, especado, ou muito direito e mobilizado?Como é que ele trata o seu espaço: tem tendência a invadi-lo, a aproximar-se demasiado? Ele limita o espaço dele? Ele tem necessidade de distância física? Tem o sentido dos limites? Deixa-o respirar?O passoComo caracterizar o passo do seu interlocutor? Decidido, hesitante, rápido, lento? Ele dá-vos informações sobre diferentes aspectos. Fornece elementos sobre a sua liberdade de espírito, a sua serenidade: ele força a sua naturalidade? O passo parece-lhe estudado? Espontâneo? Livre? Agitado? Pode igualmente tirar informações da sua relação com o tempo: a que velocidade caminha ele? Tem o passo precipitado de pessoas sempre apressadas, sempre em desequilíbrio? Ele sente, constantemente, a necessidade de se despachar? Ou pelo contrário, adopta de bom grado uma atitude fleumática, mesmo mole?O modo de se manter de péPara caracterizar a sua postura pode fazer as seguintes perguntas: Ela indica uma atitude de fecho ou uma atitude de disponibilidade e de abertura? Os gestos de retorno para si, predominam sobre os gestos para o outro? A postura é tónica? A mobilização sobrepõe-se à espera?Sente-se uma aparência tensa, pressionada ou, pelo contrário, uma descontracção, uma naturalidade ou uma construção? Sente-se uma coluna vertebral sólida? Ele abana o pé com irritação?Os movimentos automáticosDão informações sobre o nível de conforto físico e psicológico da pessoa conforme o que ela mais ou menos se mexe, de modo mais ou menos harmonioso, o que brinca com um objecto, tossica, tem tiques…O modo de se vestir…Dá informações sobre o posicionamento das pessoas face à sociedade, ao grupo. Dá indicações sobre o nível de “ conformidade” do seu interlocutor, sobre os espaços de liberdade que ele se concede, as permissões a que se dá. Informa, também, sobre a sua capacidade de respeitar, ao mesmo tempo, as regras do contexto e o seu próprio conforto pessoal.As diferenças de comportamentoPode discernir a selectividade e mesmo o elitismo do seu interlocutor: como é que ele se comporta perante pessoas de estratos sociais diferentes? Que desvios de comportamento observa em função das pessoas com quem ele fala? A que é que dá importância? Ao estatuto social? Aos sinais exteriores de riqueza?Os gestosA través dos gestos pode diferençar o estado de tensão, de controlo, de impulsividade, de liberdade, de inquietação, mesmo de stress ou de conforto…do seu interlocutor. Claro que, aqui também, este estado pode alterar-se no decorrer da troca: pode mesmo provocar a mudança através das suas palavras e da sua linguagem não verbal. A escuta dos gestos exige, pois, uma vigilância permanente.Os gestos informam-nos sobre a capacidade de expansão do interlocutor ou sobre os limites que ele se impõe, sobre o seu grau de confiança ou de desconfiança: todos os gestos de abertura que se soltam do corpo, favorecem uma respiração ampla e profunda, vão ao encontro da expansão. Os gestos de retracção, de fecho vão ao encontro sentido da desconfiança.Que partes do discurso o nosso interlocutor pontua com gestos? São as partes às quais dá mais importância, mais força. Pelo contrário, de que é que duvida? Em que pontos procura aprovação da nossa parte?Os gestos podem ser dominados ou contidos ou sinais de emotividade ou de tensão. A observação deles deve permitir-lhe distinguir se eles servem para dar contenção, como mexer no anel, no lápis, acender um cigarro, ou, se servem para descontrair uma situação vivida como difícil, como por exemplo acariciar a face ou o braço.Escutar o rosto e a vozO olharComo é que o seu interlocutor o olha? Ele evita o seu olhar? Olha-o nos olhos? o que é que isso quer dizer: firmeza interior, naturalidade forçada, atitude provocadora? Que olhar lança em seu redor? Tem um olhar interior, de quem reflecte quando fala, o olhar fixo de provocador, o olhar móvel do curioso que observa tudo o que o rodeia? Onde vai o seu interlocutor buscar o que lhe diz?[1] Nas imagens (olhar dirige-se mais para o alto?) Num discurso interior (o olhar dirige-se para baixo à esquerda?) Nas sensações cinestésicas (o olhar dirige-se para baixo à direita)?As expressões do rostoA expressão do rosto, e, muito particularmente, dos olhos, do olhar, mas também da boca, tem importância para aceder ao mundo interior do interlocutor. Um rosto diz muito a quem sabe perder o tempo a lê-lo. Revela-se através da mobilização dos seus músculos e do lugar que nele têm os órgãos dos sentidos, e muito em particularmente o nariz, a boca e os olhos. A sua acuidade deve recair sobre a aprendizagem da leitura dos sentimentos interiores exteriorizados pelas expressões visíveis e pelas suas evoluções consoante a evolução dos contextos. Uma boca pode ser desdenhosa, desprezível, desgostosa, sorridente, fina e dura, caricata… Um olhar pode ser vivo, expressivo. Pode também ser fugidio, por vezes perturbado. Pode ser provocador, pelo modo, como a pessoa olha ostensivamente algures ou como fixa o seu interlocutor nos olhos. Pode ser interiorizado como o do investigador. Pode ser exteriorizado, como o do extrovertido que se procura no outro, que vai procurar o outro para o trazer para ele, que procura estabelecer contacto. As narinas podem ser afiladas, podem vibrar e indicar a sensibilidade à flor da pele daquele que “sente”, do instinto criativo…A expressão do discursoDá informações sobre o estado de espírito. Como é que o seu interlocutor pontua a sua expressão? Ele escuta-se falar? Dá-se ou não a grandes ares para dizer as coisas… interessantes? Banais? Complicadas? Concretas? Abstractas? Quem lhes dá valor? Quem o desvaloriza?A respiração, a voz, a sua tonalidade, o seu ritmoA voz dá informações tanto mais importantes quanto ela é difícil de dominar. Ela está ligada às emoções e à respiração cujo ritmo e profundidade, ela segue.O interlocutor está tanto mais à vontade e distendido quanto toma tempo para respirar, quanto retoma a sua respiração, faz pausas…Um bom indicador do conforto emocional é a harmonia entre os gestos e a respiração.Pode reparar nos momentos em que, de repente, a respiração muda: alguma coisa acabou de acontecer na relação. Se a respiração tornou-se curta e rápida, o que é que isso significa?O tom de voz e a fluênciaO tom de voz indica até que ponto o seu interlocutor está mobilizado e presente na relação. Ritmado, claro, firme, distinto, ele favorece a escuta e a expressão do carisma. Como caracterizar o tom do seu interlocutor? Firme? Hesitante?A fluência é rápida? Hesitante? Precipitada? Lenta? As mudanças de tom dão informações sobre o que se passa com a pessoa, no instante presente. Convém, pois, verificar o momento em que elas acontecem, o sujeito que as provoca e de procurar o seu significado através de um questionamento adequado O tom pouco preocupado, pouco convencido indica, quer o grau de interesse da pessoa pela relação em curso, quer uma posição de vida distanciada por defesa, por medo de sofrer. Aquele que gosta de jogar com a sua voz, com o seu ritmo, a sua tonalidade, gosta do jogo da relação e demonstra, na maior parte das vezes, tacto.A nossa observação nunca nos deve fazer esquecer que um comportamento é relativo a uma pessoa num determinado contexto: cruzar as pernas não tem o mesmo significado para todos nós. Por isso, atenção às interpretações apressadas.Conclusão: escutar a acção e a ambiência.Numa relação, a escuta do outro liga-se quer à acção quer à ambiência. No capítulo v encontrará elementos para escutar a acção e a ambiência à sua volta. Eis algumas referências principais de questionamento.Escutar a acçãoQual é o conteúdo das nossas trocas? Que dizemos? Sobre que temas comunicamos? Noutros termos, qual é a intriga da nossa relação? Qual é a história que vivemos juntos? Qual é o explícito da relação?Perceber a ambiênciaEm que atmosfera se desenrola a nossa acção? Trepidante? Tensa? Amigável? Abafante? Fria? Quente? Intrometida? Respeitadora?O que se joga na nossa relação por detrás da intriga? Que jogos de influência estão subentendidos? O que implícito da relação?Escutar a coerênciaA acção que se desencadeia está em coerência com a ambiência latente? A maior parte das vezes, quando sentimos um mal-estar inexplicável numa relação, ele resulta da incoerência entre o explícito da relação e o que se desencadeia de forma implícita. Este mal-estar deve ser sempre para nós, o sinal de um elemento novo a integrar. Ele assinala um problema para resolver.[1] NOE Cf. Blandler et Grinder, inventeurs da PNL, Les secrets de la communication, le Jour, 1982.Mathieu Maurice. Construir a autoridade natural.

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Sun, 05 Apr 2009 16:34:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/2870/a-arte-de-escuta-total-perceber-o-que-o-outro-nos-diz-atraves-daquilo-que-nao-nos-diz
Da autoridade, da obediência, da moral http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/1930/da-autoridade-da-obediencia-da-moral

En los años 60 del siglo XX, el psicólogo Stanley Milgram realizó un controvertido experimento con el que demostró que la obediencia a las órdenes de una autoridad está por encima de la moral de casi cualquier individuo. Personas normales que creían estar aplicando dolorosas corrientes eléctricas a otras personas (en realidad actores que fingían estar sufriendo) no se detuvieron, y siguieron

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Sat, 27 Dec 2008 09:17:00 -0700 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/1930/da-autoridade-da-obediencia-da-moral
Do Pessimismo da Razão e do Optimismo da Vontade http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/1782/do-pessimismo-da-razao-e-do-optimismo-da-vontade

Um texto de Philippe Meirieu a (re)ler:

(...)

Or - et ce n’est qu’un paradoxe apparent - cette fragilisation de l’enseignant intervient au moment où la pression sociale sur les « résultats » n’a jamais été aussi forte. Tout se passe comme si l’on privait l’enseignant, des moyens d’exercer sa mission tout en exigeant de lui une efficacité de plus en plus grande ! En réalité, ces deux aspects

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Wed, 10 Dec 2008 09:54:00 -0700 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/1782/do-pessimismo-da-razao-e-do-optimismo-da-vontade
Das Autoridades http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/1758/das-autoridades

Uma autoridade só é verdadeiramente digna desse nome se seguir o seu étimo latino: o de fazer crescer, o de fazer o outro o autor da sua vida, do seu trabalho, da sua respiração.

Uma autoridade que não liberta é, portanto, uma autoridade em ruínas. E que facilmente se confunde com o autoritarismo.

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Mon, 08 Dec 2008 09:42:00 -0700 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/1758/das-autoridades
Só há autoridade quando é reconhecida e aceite http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/1668/so-ha-autoridade-quando-e-reconhecida-e-aceite

Retirado de JFSantos, um pensamento muito oportuno:

“A autoridade só é eficaz, na medida em que é legitimada pelos níveis inferiores da hierarquia da organização. O que significa que uma parcela do poder, que corresponde à legitimação da autoridade, pertence à base da pirâmide organizacional.”

Gareth Morgan, Imagens da Organização.

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Sun, 30 Nov 2008 06:29:00 -0700 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/1668/so-ha-autoridade-quando-e-reconhecida-e-aceite