outras leituras - tagged with avaliacao-professores http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/feed en-us http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss Sweetcron joaojosemarques@gmail.com Do Valor Acrescentado http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/10856/do-valor-acrescentado

Value-added measurement has proven that very good teaching can enhance student learning; that family background does not determine a student’s destiny; and that decisions made about teacher hiring, placement, and training make a difference for academic achievement.Effective policymaking needs to focus on improving teacher practices, not just measuring how teachers compare to other teachers. As teaching improves, policymakers should strive to spread the benefits by adding more capacity. Such expansion helps to avoid playing the “trading game” of assigning the best teachers to some students while denying top-quality instruction to others.Fonte

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Mon, 21 Feb 2011 18:11:00 -0700 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/10856/do-valor-acrescentado
Aviso n.º 7173/2010, Concursos e Iniquidade http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6511/aviso-n-71732010-concursos-e-iniquidade

Escreve o SPN:(...)Um dos aspectos mais polémicos deste concurso será, decerto, a aplicação, pela 1.ª vez, de uma norma do Decreto-Lei n.º 51/2009, diploma que regula os concursos, que prevê o impacto da última avaliação do desempenho obtida na graduação profissional. Concretamente, a graduação seria bonificada em um valor se essa menção, obtida em 2009, for de Muito Bom, ou em dois valores, se a menção obtida tiver sido Excelente.(...)E escreve bem. Podendo, no plano teórico, ser admissível e até defensável esse efeito, nas condições concretas em que foram produzidas essas classificações, é manifestamente iníquo impor já essa consequência. Porque, podendo ter havido- e houve certamente - situações justas e lisas, outras houve marcadas pelo mais completo descalabro e compadrio.

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Thu, 15 Apr 2010 03:18:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6511/aviso-n-71732010-concursos-e-iniquidade
Avaliação de Professores http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6024/avaliacao-de-professores

An effective system of teacher evaluation accomplishes two things: it ensures quality teaching and it promotes professional learning. The quality of teaching is the single most important determinant of student learning; a school district’s system of teacher evaluation is the method by which it ensures that teaching is of high quality. Therefore, the system developed for teacher evaluation must have certain characteristics: it must be rigorous, valid, reliable, and defensible, and must be grounded in a research-based and accepted definition of good teaching. The Framework for Teaching provides such a foundation. In addition, however, the procedures used in teacher evaluation can be used to promote professional learning. When teachers engage in self-assessment, reflection on practice, and professional conversation, they become more thoughtful and analytic about their work, and are in a position to improve their teaching. Evaluators can contribute to teachers’ professional learning through the use of in-depth reflective questions. By shifting the focus of evaluation from “inspection” to “collaborative reflection” educators can ensure the maximum benefit from the evaluation activities.Fontehttp://www.danielsongroup.org/coaching.htmSendo, em consequência, sensato retirar todas as consequências desta tese.

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Sun, 28 Feb 2010 08:55:00 -0700 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6024/avaliacao-de-professores
Fenprof impõe lista de 30 pontos para assinar acordo com o ministério http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/5434/fenprof-impoe-lista-de-30-pontos-para-assinar-acordo-com-o-ministerio

Notícia aqui. De alguns discordo totalmente. Exemplo flagrante é a prova de acesso à profissão. Deveria ser dispensável. Mas não é. No estado em que está a formação inicial de professores assumir esta exigência é um atentado à imagem social da classe docente.

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Wed, 30 Dec 2009 11:36:00 -0700 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/5434/fenprof-impoe-lista-de-30-pontos-para-assinar-acordo-com-o-ministerio
Encurralados? http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/5367/encurralados

A propósito da avaliação dos professores ouvi nestes dois últimos dias duas "teses" (certamente localizadas e por isso não generalizáveis...) que me deixaram inquieto (não que seja surpreendente, mas porque indicia que a serenidade é apenas aparente e isso é que me inquieta): que o sistema em acção finalizado agora em Dezembro foi gerado mais pela lógica do favoritismo do que pela justiça; e que as direcções das escolas se sentem encurraladas numa teia de sentidos paradoxais.Sobre a avaliação de professores, o que se está a passar e o que se anuncia, não tenho opinião porque não estudei a matéria. Devido a alguma saturação e por ter privilegiado outros temas e enfoques. Mas parece ser incontornável regressar a este tema que já me ocupou muito tempo.

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Mon, 21 Dec 2009 17:06:00 -0700 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/5367/encurralados
Plano de carreira e avaliação dos professores: encontros e desencontros http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/5321/plano-de-carreira-e-avaliacao-dos-professores-encontros-e-desencontros

Um estudo que conclui o óbvio (e ninguém liga).O objetivo deste estudo foi verificar se os critérios de progressão na carreira de uma instituição de ensino superior são os mesmos que formam um bom docente na perspectiva dos alunos. A literatura destaca vários fatores que interferem no desempenho dos alunos, mas considera que os critérios clássicos de progressão tendem a não exercer claramente efeitos sobre o rendimento dos alunos. A pesquisa exploratória utilizou, como instrumento de coleta de dados, um questionário preenchido pelos alunos, previamente construído, testado e aprovado como parte do processo de avaliação institucional. Além de verificar o desempenho dos docentes na perspectiva dos alunos, relacionaram-se as respostas ao questionário com as características docentes valorizadas pelo Plano de Carreira (titulação, experiência, tempo de serviço e publicações científicas). Concluiu-se que, na instituição estudada, não houve relação significativa entre a avaliação dos docentes e as variáveis para progressão na carreira, confirmando a literatura sobre a educação básica.Palavras-chave: Educação superior. Carreira do magistério. Economia da educação. Avaliação de professores. Avaliação institucional.Texto integral

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Tue, 15 Dec 2009 17:52:00 -0700 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/5321/plano-de-carreira-e-avaliacao-dos-professores-encontros-e-desencontros
Avaliação, Desempenho, Resultados Alunos http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/5200/avaliacao-desempenho-resultados-alunos

ReverAvaliação do desempenhoe melhoria dosresultados dos alunosAlexandre VenturaDepartamento de Ciências da EducaçãoUniversidade de AveiroAqui

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Fri, 04 Dec 2009 16:38:00 -0700 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/5200/avaliacao-desempenho-resultados-alunos
Avaliação e consequências http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/4928/avaliacao-e-consequencias

É um lugar comum a tese de que a avaliação deve ter consequências. Mas as consequências dependem do paradigma e do modelo/modalidade de avaliação.No caso da avaliação dos alunos entendem-se as diferentes consequências da avaliação diagnóstico, formativa e sumativa.No caso da avaliação dos professores algo de similar se passa. Mas a consequência que ocupou grande parte das preocupações e dis posições foi a que tinha a ver com as classificações e o seu efeito na progressão da carreira.Para mim, a consequência mais importante da avaliação não devia ser essa, mas sim a de melhorar as práticas profissonais, isto é, os modos de fazer aprender os alunos. E neste paradigma avaliativo, é óbvio que a avaliação só podia ter uma forte componente interna à escola e à profissão.Para que esta focalização venha a ser possível, torna-se necessário, a meu ver, desconectar esta avaliação da classificação/progressão na carreira. Para retirar o efeito selectivo e de ameaça, as sementes da discórdia e da desconfiança e induzir a um trabalho de base cooperativo e mais solidário.E porque esta avaliação e estas consequências são, de longe, as mais importantes, deveria dedicar-lhes o primeiro esforço. E inventar, depois, os processos e os dispositivos que pudessem ter efeitos na progressão da carreira.

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Sun, 15 Nov 2009 11:36:00 -0700 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/4928/avaliacao-e-consequencias
Programa de Governo, Avaliação de Professores e etc http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/4805/programa-de-governo-avaliacao-de-professores-e-etc

Vi por breves momentos segmentos do debate parlamentar a propósito do programa de governo. Vi e entristeci-me. Jogos de pura retórica e dissimulação. De faz de conta que responde, mas não responde. De faz de conta que é para defesa da honra, mas afinal não é. De guerrilha institucional. Assim, não vamos lá.Sobre a educação. É evidente que há temas muito mais importantes do que a avaliação de professores. Por exemplo, a sua carreira (que regrediu), as suas condições de trabalho. Por exemplo, a promoção do sucesso real dos alunos, a descentralização efectiva da máquina administrativa, a autonomia e a responsabilidade.Mas, persistir na crença irracional de que o modelo imposto contribuiu para melhorar o desempenho docente e as aprendizagens dos alunos e para premiar o mérito e a excelência só pode ser uma ficção. Começam, aliás, a surgir os primeiros estudos empíricos que provam o contrário. E branquear a realidade, fazendo crer que o povo é estúpido e não quer que rasguem papéis maléficos é estar prisioneiro de um pré-conceito que não é benéfico para a educação portuguesa. E não permitir a saída do labirinto. Aliás, os pais dos nossos alunos começam a perceber isso mesmo.Se o senhor primeiro-ministro persistir nesta cegueira pode começar a escrever o seu irremediável declínio. Não por causa da avaliação. Mas pelo que revela da impossibilidade de compreender o que se passa.

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Thu, 05 Nov 2009 07:13:00 -0700 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/4805/programa-de-governo-avaliacao-de-professores-e-etc
Denúncia e apelo http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/4651/denuncia-e-apelo

Eu não posso compactuar com um sistema que age como se um relato com este que me chega de madrugada não pudesse existir. Eu não posso compactuar com este desejo de fuga da escola, sentido pelos melhores profissionais que temos, com o "chico-espertismo" que obtém muito bom e excelente numa avaliação supostamente destinada a distinguir o mérito. Eu não posso ser cúmplice da mediocridade. Tenho de erguer a minha voz contra a "tentação do rebanho" que venho denunciando há mais de 30 anos, em textos dispersos por diversos media. Vou agora dormir, pela 1:20 da manhã, deixando este lamento, misturado com uma réstea de esperança. Como sinal de alento e a convicção de que é possível construir uma solidariedade exigente.(...)Um post sobre as aulas assistidas fez-me relembrar uma conversa que ouvi hoje na sala de Profs. Um colega de EDF, que nem se dá por ele, dizia muito eloquentemente que tinha recebido a avaliação da escola do ano passado: Muito Bom. Afirmava que o avaliador tinha sido amigo e tinha-lhe dado 9 e o executivo 7. Outro referia que tinha tido excelente. O colega mais incompetente que tive no curso EFA teve Muito Bom , no ano anterior, pelo tempo de serviço e assiduidade. Não se falava dos alunos, dos problemas da escola, formas de ultrapassar dificuldades mas... às vezes ponho-me a pensar o que faço no ensino. Tenho um Director que não gosta que os professores leccionem as aulas de porta aberta; que organiza uma lista ao conselho geral onde os docentes efectivos são só 1º e 2º ciclos. Desculpe o desabafo mas ando a ficar mesmo desanimada com o que observo. Ainda bem que este ano só dou aulas e não tenho nenhum cargo. Ainda bem que vou lendo pensamentos que vão ao encontro do que eu penso, que me dão ânimo e me ajudam a pensar que o importante, o ponto central são os alunos que, na maior parte das vezes, são os mais esquecidos. Hoje fez-me relembrar uma oral cujo tema principal, na cadeira de História clássica, era a Alegoria da Caverna. Durante anos odiei Platão, tinha lido o texto mas não o tinha sentido não o tinha compreendido. É óbvio que passados 20 anos dou-lhe uma importância diferente e acredito que na maior parte das vezes não passamos de prisioneiros a quem é difícil libertar-se... Uma boa noite e obrigada .Boa noite. Não desista. Os alunos precisam de si.

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Wed, 21 Oct 2009 18:11:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/4651/denuncia-e-apelo
OCDE - Avaliação da Avaliação de Professores http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3758/ocde-avaliacao-da-avaliacao-de-professores

Outro Excerto do Relatório da OCDE, agora em Português. Curiosa a forma como se procura gerir as tensões.Reforçar a avaliação dos professores para o desenvolvimento profissionalÉ necessário valorizar fortemente a avaliação de professores tendo em vista oaperfeiçoamento contínuo das práticas docentes na escola (i.e. avaliação paradesenvolvimento). No modelo actual, é feita em simultâneo com a avaliação documprimento de objectivos, o que pode reduzir a eficácia da avaliação enquanto umimportante instrumento para promoção do mérito. Desenhar uma componente deavaliação predominantemente orientada para o desenvolvimento profissional etotalmente desenvolvida no interior da escola poderá evitar esse risco. Esta abordagem éconsistente com o espírito de autonomia das escolas, com as novas responsabilidadespedagógicas dos directores e com a necessidade de reforçar o desempenho dos órgãosde gestão dentro das escolas, embora no respeito pelo profissionalismo dos professores.Esta componente seria um processo interno, que consideraria os desempenhospedagógico e funcional dos professore e teria em conta os objectivos da escola assimcomo as especificidades do professor avaliado. O principal resultado seria poderassegurar ao professor feedback sobre o seu desempenho, assim como sobre o seucontributo para a escola, e resultaria numa avaliação estritamente qualitativa (i.e. semqualquer classificação quantitativa) e na elaboração de um plano de desenvolvimentoprofissional, que passariam a integrar os registos profissionais do professor. Estacomponente seria organizada anualmente para cada professor ou até com menosfrequência, dependendo das avaliações anteriores, e seria assegurada pelos órgãos degestão intermédia (por exemplo, coordenadores de departamento), por pares maisqualificados e pelo director da escola ou por outros membros da direcção. Desta práticadeveria resultar um relatório com consequências para o desenvolvimento profissional doprofessor, com recomendações para o seu plano de desenvolvimento individual econstituiria um complemento a sessões informais de apoio profissional que decorreriamao longo do ano lectivo.Há sempre o risco de uma avaliação para o desenvolvimento, sem ligações directasà progressão na carreira, não ser suficientemente levada a sério, especialmente quandoainda não existe uma cultura de avaliação consolidada. Para evitar este risco é requeridauma validação externa dos processos desenvolvidos, responsabilizando, se necessário, odirector da escola. O conselho geral poderia ser também envolvido no processo, namedida em que este órgão deveria exigir anualmente informações ao director da escolasobre as medidas tomadas para monitorizar e melhorar a qualidade do ensino e daaprendizagem ao longo do ano lectivo.Simplificar o modelo actual e utilizá-lo predominantemente para a progressão nacarreiraA avaliação do desempenho para a progressão na carreira é um mecanismoessencial para avaliar o desempenho do professor, orientar a sua evolução na carreira,incentivá-lo a melhorar as suas práticas lectivas e para disponibilizar informação para aelaboração do seu plano de desenvolvimento profissional. A avaliação para a progressãona carreira pode ser concretizada através do modelo actual, mas consideramos que há nomeadamente três ajustamentos que poderiam facilitar a sua implementação: Em primeiro lugar, atendendo ao tempo necessário para desenvolver competências de avaliação e às dificuldades com que se debatem os intervenientes no processo, seria sensato aligeirar o modelo, em particular através da redução da frequência dosmomentos de avaliação e da simplificação dos critérios e instrumentos de avaliação. Emsegundo lugar, embora sendo predominantemente desenvolvido no interior da escola, aavaliação para progressão na carreira deveria incluir uma componente externa. Emterceiro lugar, a avaliação para progressão na carreira deveria estar ligada a critérios eindicadores padronizados ao nível nacional (tendo embora em consideração o contextode cada escola). Estes elementos iriam reforçar a equidade das avaliações dos professores em todas as escolas.Articular a avaliação para o desenvolvimento profissional e a avaliação para progressão na carreiraA avaliação para o desenvolvimento e a avaliação para progressão na carreiradeverão permanecer ligadas e é importante conceber uma base sólida para a suainterligação. Desde logo a avaliação para progressão na carreira baseia-se nasapreciações qualitativas obtidas no processo de avaliação para o desenvolvimento,incluindo as recomendações feitas para melhoria do desempenho. Pode inclusivamenteexistir uma interacção entre o avaliador externo e os avaliadores internos responsáveispela avaliação para o desenvolvimento. Do mesmo modo, os resultados da avaliaçãopara progressão na carreira podem disponibilizar informação para o plano dedesenvolvimento profissional de cada professor e fornecer um feedback útil para amelhoria dos processos de avaliação para o desenvolvimento. Ao propor diferentesprocedimentos para a avaliação para o desenvolvimento e para a avaliação paraprogressão na carreira, não se pretende aumentar o trabalho dos professores e dosavaliadores, pelo contrário, pretende-se um cenário de reequilíbrio, que permita umautilização mais eficaz do tempo já investido na avaliação.Garantir uma articulação adequada entre a avaliação das escolas e a avaliação dos professoresA avaliação das escolas é uma componente importante de um quadro avaliativomais abrangente, que pode fomentar e até enquadrar o processo de avaliação deprofessores e o respectivo feedback. Tanto a avaliação das escolas como a dosprofessores têm por objectivo a melhoria do desempenho dos alunos e, neste sentido,uma eficaz avaliação das escolas deveria incluir a monitorização da qualidade do ensinoe da aprendizagem. Em concreto, a avaliação das escolas deveria incluir uma validaçãoexterna do processo de avaliação para o desenvolvimento. Paralelamente, os resultadosda avaliação das escolas devem ter impacto na definição das quotas para atribuição aosprofessores das classificações de Muito Bom e de Excelente, na avaliação paraprogressão na carreira, tal como prevê o sistema de avaliação português.Os directores das escolas devem ser os responsáveis pela gestão dos recursoshumanos, e prestar contas perante os respectivos conselhos gerais. Idealmente, deveriaexistir um sistema de garantia da qualidade, em que a estratégia da escola e osresultados da sua auto-avaliação assegurassem uma contínua monitorização e melhoriada qualidade da escola e dos professores. A auto-avaliação das escolas também deveabranger mecanismos de aferição do processo interno de avaliação para odesenvolvimento profissional dos docentes e de acompanhamento dos resultados daavaliação do desempenho para a progressão na carreira.Fonte

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Wed, 15 Jul 2009 12:57:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3758/ocde-avaliacao-da-avaliacao-de-professores
AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES - ESTUDO DA OCDE http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3757/avaliacao-dos-professores-estudo-da-ocde

Disponível o relatório da OCDE em diferentes formatos. Visões sustentadas que indiciam o "enorme ruído" onde nos perdemos e a necessidade de muito caminho a percorrer. Apenas um excerto:Teacher engagement and motivation is needed for successful school reformMeaningful teacher evaluation and the resulting feedback, reflection and professional development will only happen if teachers are motivated to make it work. Hence, it is essential to find ways for teachers to identify with the goals and values of teacher evaluation arrangements and practices. This includes providing support to teachers to help them understand what evaluation involves, how it can strengthen their role as professionals and how it can help them to improve student performance. Also, by having the opportunity locally to develop instruments and procedures for teacher evaluation, based on central guidance, teachers have the scope to develop a clear, fair and rigorous approach in every school.FonteRelatório completoPágina inicial

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Wed, 15 Jul 2009 08:47:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3757/avaliacao-dos-professores-estudo-da-ocde
Empowerment Evaluation http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3745/empowerment-evaluation

Empowerment evaluation is the use of evaluation concepts and techniques to foster selfdetermination.The focus is on helping people help themselves. This evaluation approachfocuses on improvement, is collaborative, and requires both qualitative and quantitativemethodologies. It is also highly flexible and can be applied to evaluation in any area,including health, education, business, agriculture, microcomputers, non-profits andfoundations, government, and technology. It is a multifaceted approach with many forms,including training, facilitation, advocacy, illumination, and liberation.Texto IntegralEra esta a avaliação que deveria ser prosseguida.

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Tue, 14 Jul 2009 16:18:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3745/empowerment-evaluation
Práticas de avaliação http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3731/praticas-de-avaliacao

Pede-se a uma pequena turma de mestrado: usando este cartão escrevam 50 palavras que avaliem o que foi para cada um de vós esta disciplina ao longo deste ano. E o resultado foi o seguinte:1. Avaliação: mto bomA disciplina foi de grande utilidade. Foram abordadas muitas metodologias diferentes que permitiram "alargar" conhecimentos e "abrir horizontes". As aulas foram muito diversificadas, bem como os trabalhos solicitados.2. Para mim, a unidade curricular (...) foi uma oportunidade de reflectir sobre temas ligados à educação de que estava "desligada" por estar focada noutros. Uma óptima oportunidade de continuar a evoluir.3. Na disciplina de seminário:- o 1º semestre: gostei da organização da disciplina, achei motivadora e cativante.- o 2º semestre: gostaria de ter feito em sala de aula mais trabalho específico no que respeita ao pré-projecto: pesquisa, construção de leitura (acompanhada) de artigos.4. Avaliação: Muito Bem.A disciplina (...) ulltrapassou as minhas expectativas e contribuiu para a minha valorização profissional.5. Encontro de saberes diferenciados.6. Gostei da organização dos temas e trabalhos ao longo do ano. No entanto, no 2º semestre teria sido importante utilizar mais aulas para construir o pré-projecto (em sala de aula).7. Avaliação: Bom +.8. As aulas foram interessantes, diversificadas e motivadoras.Sugestão: explorar mais situações reais vividas nas escolas.9. A disciplina (...) foi pertinente e ajudou-me a reflectir sobre muitas questões relacionadas com o que se passa nas escolas.10. Foi um espaço de partilha de ideias pertinentes que foram fluindo à medida que íamos sendo provocados.11. Muito...Muito bem...Muito Trabalho...Muito Bom Clima...Muito Obrigado.12. O Seminário foi um espaço de debate e reflexão sobre as nossas práticas e as nossas escolas. Obrigada pela instigação ao debate.13. Bom local de partilha.14. Para a disciplina de (...) foi CLARA, OBJECTIVA e bem SISTEMATIZADA.15. A aula de seminário foi promotora de reflexão e debate sobre variados temas sobre as nossas práticas como professores. Como futuros mestres considero um aspecto positivo neste projecto a percorrer.16. Muito positivo, enriquecedor, momentos de partilha.17. Muito Boa. Deu-me uma visão global da temática do curso e "obrigou-me" a reflectir e a investigar. Isto é, a acordar.São 17, as visões. Todas claras, objectivas subjectivas. Pertinentes e relevantes. Todas justas e ajustadas. Todas formativas e formadoras. Todas simples, breves, económicas. Todas equivalentes a dezenas de fichas e grelhas de avaliação. E assim é. Quando a avaliação quer estar ao serviço do des envolvimento, da melhoria, da aprendizagem, da crítica e da felicitação. Com a consciência tranquila, é bom ter o privilégio deste registo. Ainda que saiba que se pode fazer melhor (há aliás sugestões muito pertinentes neste sentido). Como gostaria que a avaliação dos professores se inspirasse em dispositivos simples, econonómicos, relevantes. Muito longe da parafernália tecnocrática das condutas, das grades, da asfixia e da opressão.

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Mon, 13 Jul 2009 07:21:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3731/praticas-de-avaliacao
Do Inacreditável... http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3685/do-inacreditavel

Um colega e amigo escreve:A Recomendação nº 2/CCAP/2008 apontava claramente para a necessidade de a avaliação final do desempenhoo do professor ser realizada por "dimensão/domínio/parâmetro", de modo a evitar a segmentação artificial do trabalho do professor introduzida pelo Despacho nº 16872/2008 (o das fichas). Depois de tanto verbo, (...) lá acabaram por aceitar esta recomendação e alterar o nº 3 deste despacho, através de uma nova redacção dada pelo despacho nº 3006/2009 (23 de Janeiro). Em consequência, na escola, elaborámos a referencialização nesta linha, isto é, definindo descritores para os cinco níveis de desempenho possíveis em cada domínio/parâmetro.Contudo, na formação recentemente realizada sobre o processo de classificação, já me tinha "cheirado a esturro" porque a aplicação informática para "apoiar" as escolas estava elaborada na lógica da classificação por indicador/item, como se o despacho nº3006/2009 não tivesse existido. Contestei a plataforma e continuámos o trabalho na escola com a orientação que havíamos traçado. Um "cândido" despacho hoje publicado, que te envio, considera o 3006/2009 um erro e repristina o anterior nº 3 do despacho nº 16 872/2008. Mas isto pode lá ser? É possível continuar a trabalhar com este modo de agir da equipa do ME?Por mim, respondo:Num Estado de bem não poderia ser.Não é possível trabalhar com seriedade com este modo de regulamentação. Despacho n.º 15772/2009 de 10 de JulhoO despacho n.º 3006/2009, de 6 de Janeiro, publicado no Diário daRepública, 2.ª série, n.º 16, de 23 de Janeiro de 2009, alterou e republicouo anexo XVI ao despacho n.º 16872/2008, de 7 de Abril, publicadono Diário da República, 2.ª série, n.º 119, de 23 de Junho de 2008, queaprova os modelos de impressos das fichas de auto -avaliação e avaliaçãodo desempenho do pessoal docente, bem como as ponderações dosparâmetros classificativos constantes das fichas de avaliação, visandodesburocratizar os procedimentos de avaliação e facultar maior autonomiaaos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas.Por lapso, a alteração ao n.º 3 do citado anexo contém um erro queimportaria corrigir. Tendo já decorrido o prazo para rectificação domesmo, procede -se desta forma à sua correcção.Assim, nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 44.º do Estatutoda Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos EnsinosBásico e Secundário e nos artigos 20.º, n.º 2, e 35.º do Decreto Regulamentarn.º 2/2008, de 10 de Janeiro, determina -se o seguinte:1 — É revogado o n.º 3 do anexo XVI ao despacho n.º 16872/2008, de7 de Abril, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 119, de 23 deJunho de 2008, na redacção do despacho n.º 3006/2009, publicado noDiário da República, 2.ª série, n.º 16, de 23 de Janeiro de 2009.2 — É repristinado o n.º 3 do anexo XVI na redacção original dodespacho n.º 16872/2008, publicado no Diário da República, 2.ª série,n.º 119, de 23 de Junho de 2008.3 — O presente despacho produz efeitos a partir da data da assinatura.1 de Julho de 2009. — O Secretário de Estado Adjunto e da Educação,Jorge Miguel de Melo Viana Pedreira.

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Fri, 10 Jul 2009 12:36:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3685/do-inacreditavel
Depois do tempo perdido, regressar ao princípio http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3609/depois-do-tempo-perdido-regressar-ao-principio

A presidente do PSD prometeu hoje mudar os estatutos do aluno e da carreira docente, o sistema de avaliação dos professores e aliviar a carga burocrática a que estão sujeitos, caso vença as eleições legislativas.Esses quatro compromissos farão parte do programa eleitoral social-democrata, anunciou Manuela Ferreira Leite, em declarações aos jornalistas, em Lisboa, a meio de uma reunião sobre educação enquadrada no Fórum Portugal de Verdade do PSD.“No nosso programa não poderemos deixar de contemplar a alteração destes quatro aspectos que estão a paralisar o sistema, estão a torná-lo inviável, desmotivador da acção dos professores”, declarou.FonteCirculam, entretanto, notícias roxas sobre condutas e companhia, agora numa versão mais reduzida (já não as 96 ou as 100 do dr. Fatal, mas a mesma filosofia). Tristes tópicos.

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Thu, 02 Jul 2009 08:23:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3609/depois-do-tempo-perdido-regressar-ao-principio
Uma Vergonha Nunca Vem Só http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3598/uma-vergonha-nunca-vem-so

Avaliação do Desempenho DocenteModelo de avaliação docente não põe em causa o trabalho nas escolas29 de Jun de 2009A aplicação do modelo de avaliação dos professores exige menos tempo do que o estipulado, tanto na versão do modelo completo como na do simplificado, concluiu a consultora Deloitte, no estudo de impacto do modelo de avaliação dos docentes entregue ao Ministério da Educação.Informação completa no site do ME.Por uma questão ética, deve, no entanto, referir-se que este estudo não tem qualquer valor e não merece qualquer confiança. Chegar a estas conclusões a partir de 9 escolas que tinham o modelo de avaliação "em marcha" e ter ainda o desplante de afirmar que o que lá existe é factual e objectivo só pode merecer uma gargalhada.Já que esteve no segredo dos deuses desde Abril, bem poderia lá continuar, pois é o tipo de estudo perfeitamente inútil.Já agora, em nome da transparência, também seria interessante conhecer o estudo da OCDE prometido para este mês.

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Tue, 30 Jun 2009 16:00:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3598/uma-vergonha-nunca-vem-so
Avaliação de escolas, avaliação de professores http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3567/avaliacao-de-escolas-avaliacao-de-professores

L’évaluation des enseignants évoque encore aujourd’hui l’image d’une relation duale, une rencontre entre un observateur de passage et un enseignant observé. Peut-être est-il temps de rompre avec cette figure traditionnelle. À l’heure où on constitue les établissements en personnes morales et en acteurs collectifs, où on leur demande d’avoir un projet et de rendre des comptes sur son avancement, comment ne pas envisager de connexions entre l’évaluation des compétences et l’accompa­gnement de projets d’établissement ?Le sort d’un projet d’établissement dépend, parmi d’autres facteurs, des compé­tences individuelles et collectives des enseignants impliqués. Concevoir, négocier, conduire un projet d’établissement et en rendre compte offrent à chacun l’occasion de se confronter aux pratiques des autres et de prendre la mesure soit de ses choix implicites, de ses limites et du rapport entre les premiers et les se­condes.Dans la mesure où le corps enseignant d’un établissement est solidairement en­gagé dans un projet, chacun devient dépendant des autres et a donc des attentes légi­times en termes de disponibilité, de force de travail, d’attitude, mais aussi de com­pétences apportées à la tâche collective ou dans le cadre d’une division équitable du travail. Le fonctionnement même d’un projet constitue donc un premier niveau de régulation des compétences, à la condition que l’institution rende la solida­rité à la fois nécessaire et vivable, ce qui suppose sans doute un aménagement du statut des établissements.Un second niveau de régulation apparaît dans le dialogue entre l’établissement et un interlocuteur externe, au stade de la genèse d’un projet aussi bien que de son évaluation après une ou plusieurs années. Cela suppose que les projets d’établisse­ment aient un statut, s’inscrivent dans un contrat qui oblige les parties à négocier et aussi bien des ressources que des franchises, libertés accordées en dérogation de la règle commune.Le problème se pose évidemment dans des termes différents selon que l’organi­sation scolaire prévoit ou non un chef d’établissement. S’il existe, il est préférable qu’il soit solidaire du projet ; il ne peut donc être en même son interlocuteur, même s’il est l’interlocuteur interne des équipes pé­dagogiques et du corps ensei­gnant. L’interlocuteur d’un projet d’établissement peut être le responsable adminis­tratif d’une zone plus large, mais on peut envisager des formules différentes, par exemple une équipe d’accompagnement ou d’audit.Dans le cadre de la rénova­tion de l’enseignement primaire à Genève, l’interlocu­teur des écoles est un “ groupe de recherche et d’innovation ” (GRI) sans autorité hiérarchique, mais qui est garant d’un suivi du contrat passé entre les écoles et l’autorité scolaire. Ce groupe est composé pour l’essentiel d’enseignants s’investis­sant dans cette tâche à temps plein ou temps partiel.Autre piste : dans l’académie de Lille, tous les établissements ont fait l’objet d’un audit, dans le cadre d’une démarche expérimentale (Demailly, 1996). Des équipes de quatre personnes ont été constituées : deux inspecteurs, un chef d’établissement et un formateur. Elles se sont organisées, dans le cadre d’un cahier des charges gé­néral, pour préparer, conduire, interpréter et restituer un audit, avec analyse de documents, visites dans les classes, entretiens, rencontres avec les groupes d’acteurs.On peut imaginer d’autres dispositifs encore. L’important est, dans le contexte de l’évaluation des compétences, que le feed-back ne porte pas seulement sur le fonc­tionnement, le réalisme d’un projet ou l’écart entre le plan et sa réalisation, mais s’inscrive dans un bilan et une analyse des ressources humaines et propose une poli­tique de formation faisant partie du projet d’établissement.Philippe Perrenoudhttp://www.unige.ch/fapse/SSE/teachers/perrenoud/php_main/php_1996/1996_30.rtf

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Sat, 27 Jun 2009 17:46:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3567/avaliacao-de-escolas-avaliacao-de-professores
Avaliação de docentes - Visões de escola http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3522/avaliacao-de-docentes-visoes-de-escola

Reafirmo a primeira impressão: o relatório do CCAP sobre o que se passou em 30 escolas/agrupamentos é, muito provavelmente, a evidência empírica mais consistente e credível sobre a avaliação dos docentes no chamado 1º ciclo de avaliação.Esperemos pelo que vai escrever a Deloitte e a OCDE.

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Mon, 22 Jun 2009 15:52:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3522/avaliacao-de-docentes-visoes-de-escola
Avaliação dos Docentes e Impressão Digital http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3515/avaliacao-dos-docentes-e-impressao-digital

Os meus olhos são uns olhos,e é com esses olhos unsque eu vejo no mundo escolhos,onde outros, com outros olhos,nao vêem escolhos nenhuns.Quem diz escolhos, diz flores!De tudo o mesmo se diz!Onde uns vêem luto e dores,uns outros descobrem coresdo mais formoso matiz.Pelas ruas e estradasonde passa tanta gente,uns vêem pedras pisadas,mas outros gnomos e fadasnum halo resplandecente!!Inútil seguir vizinhos,querer ser depois ou ser antes.Cada um é seus caminhos!Onde Sancho vê moinhos,D.Quixote vê gigantes.Vê moinhos? São moinhos!Vê gigantes? São gigantes!in "Movimento Perpétuo", 1956E tudo isto a propósito da leitura que o Ministério da Educação fez do Relatório do CCAP e da Recomendação 5/2009. Aqui. Lendo, pode colocar-se a hipótese do ME querer transformar a derrota em vitória. E até que quer encostar o CCAP à parede, aprisionando-o numa alternativa que na actual circunstância não pode ser equacionada. Depois da proibição do estudo amostral que o CCAP queria fazer e da hipótese de demissao em bloco, este Despacho acaba por ser muito revelador.

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Mon, 22 Jun 2009 03:57:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3515/avaliacao-dos-docentes-e-impressao-digital