outras leituras, novos olhos para ler o mundo.... - tagged with geologia http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/feed en-us http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss Sweetcron joaojosemarques@sapo.pt Uma Mina de Ciência http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/7680/uma-mina-de-ciencia

Recebi do geólogo Fernando Barriga esta excelente sugestão para uma viagem ao Alentejo durante as férias, que tenho todo o gosto em divulgar (logo que possa vou lá!):"No passado dia 30 de Junho foi inaugurado o mais recente Centro da Rede Ciência Viva: a Mina de Ciência - Centro Ciência Viva do Lousal. Trata-se de um Centro moderno e fascinante, com conteúdos interactivos e espaços dedicados às Ciências Naturais e Exactas - Geologia, Biologia, Fisica, Química e Matemática - e às Ciências do Virtual e Computação Gráfica. Poderá descobrir o novo centro em http://www.lousal.cienciaviva.pt/home/.Os conteúdos científicos disponibilizados neste Centro foram desenvolvidos por investigadores e docentes da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, Museu Nacional de História Natural e Museu de Ciência da Universidade de Lisboa, entre várias outras instituições. A equipa do Centro inclui monitores - licenciados e mestres - especialmente preparados nas áreas científicas em causa.O Lousal é uma antiga aldeia mineira do Concelho de Grândola, situada apenas a 1.15h de Lisboa, cujo programa de reabilitação, verdadeiramente exemplar a vários níveis, inclui, para além do Centro Ciência Viva, várias outras iniciativas já concluídas, que incluem um Museu Mineiro, um Centro de Artesanato, uma moderna Albergaria e um excelente Restaurante Regional.Durante as férias ou ao longo do próximo ano lectivo, convidamo-lo a divulgar ou a ponderar a possibilidade de planear uma visita pessoal, familiar ou com alunos ao Mina de Ciência - Centro Ciência Viva do Lousal .Contactos para esclarecimentos e marcações de grupos deverão ser feitos através do número 269 508 160 (número provisório), ou do e-mail: info@lousal.cienciaviva.pt - contacto preferencial Dr.ª Mafalda Abrunhosa."

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Thu, 12 Aug 2010 06:15:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/7680/uma-mina-de-ciencia
GRUTAS NO VERÃO http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/7543/grutas-no-verao

Informação recebida da Sociedade Portuguesa de Espeleologia (SPE):Com o apoio da Agência Ciência Viva a SPE organiza dez visitas geológicas a regiões cársicas num total de 62 sessões:- Grutas e nascentes do vale em canhão do Rio da Ota e de Alenquer;- Grutas da Praia da Adraga e Pedra d'Alvidrar, com a serra de Sintra à vista;- Passeio pela serra de Montejunto entre o Vale das Rosas e o anfiteatro de Pragança;- Grutas e Nascentes de Porto de Mós;- Do canhão da Caranguejeira, pelo menino do Lapedo, às fontes do rio Lis e ao Buraco Roto;- Da Arriba Fóssil da Serra dos Candeeiros às Grutas e Nascentes de Chiqueda;- As grutas que escondem as águas subterrâneas da Serra da Arrábida;- As nascentes dos rios Almonda e Alviela e a água que forma as grutas e os tufos calcários;- A Lapa da Ovelha, a Pincha de Minde e o Regatinho;- Do Olho da Mira à Pedra do Altar e às Ventas do Diabo;Consulte mais pormenores em http://www.spe.pt .

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Fri, 16 Jul 2010 16:56:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/7543/grutas-no-verao
O VELHO ZIRCÃO (3) http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/7523/o-velho-zircao-3

António Piedade continua série de artigos sobre zircão, que tem saído no "Despertar":Os elementos não permanecem eternamente no mesmo estado.O mesmo é dizer que, caso conseguíssemos viver bilhões de anos, ou seja, uma eternidade de tempo humano (mas apenas alguns instantes na escala cósmica), sofreríamos um processo de erosão por irradiação de energia, que mudaria progressivamente a nossa composição elementar.E isto porque somos feitos de uma argamassa espantosa de diversos elementos atómicos e estes tendem a transformar-se em outra entidade elementar e em energia radiante. A forma como se transformam no tempo, fornece-nos uma ferramenta analítica preciosa, uma espécie de cronómetro com um código de barras associado (que pode ser colorido – espectro visível), muito útil para “medir" o tempo que passou desde a sua última transformação.O que se passa é que os átomos que agitam o Universo são forjados nos cadinhos ou “úteros” das estrelas, fruto de reacções de fusão e cisão atómica, em que partículas subatómicas se agregam e desagregam consoante o balanço entre várias forças, temperaturas e pressões que também variam com o tempo. O maravilhoso, é que esta aparente “confusão” pode ser e é descrita por leis científicas. Uma vez descobertas e formuladas, estas leis permitem-nos descrever e prever a história natural de um determinado átomo.Mas, retomemos algumas noções sobre a natureza dos átomos antes de prosseguirmos. O modelo atómico que actualmente melhor descreve os factos e dados que possuímos sobre a constituição íntima da matéria, “diz-nos” que todos os átomos são formados por diversas partículas subatómicas com propriedades distintas. Em geral, um átomo é constituído por um núcleo composto por protões (partículas com carga positiva) e neutrões (partículas sem carga eléctrica mensurável), e que se mantêm agregados devido a forças nucleares fortes. Ao redor deste agregado que compõe o núcleo atómico e responsável pela massa atómica, “encontram-se” os electrões nas designadas nuvens electrónicas. Os electrões são partículas elementares e apresentam uma carga eléctrica negativa e a sua massa é desprezível relativamente ao das outras partículas nucleares referidas. O número atómico de cada elemento é definido pelo número de protões que, no átomo neutro, é igual ao número de electrões distribuídos probabilisticamente em nuvens electrónicas. A massa do átomo é depende do número de protões mais o número de neutrões de cada átomo. É na combinação e número destas partículas associadas, não aleatoriamente mas devido às propriedades da matéria e da energia, que surgem as diferentes “combinações” características dos elementos químicos.Os cientistas sabem hoje muito mais sobre o comportamento do hidrogénio (H, número atómico 1 – um protão, zero neutrões), do que sobre o zircónio (Zr, número atómico 40 – 40 protões, 51 neutrões). Mas o que sabem sobre o Zr e outros elementos mais pesados, tais como o urânio (U), o tório (Th) ou o chumbo (Pb), tem-se mostrado suficiente para podermos ler, pelo menos, os contornos da história “geobiológica” da Terra e, mais recentemente, de outros planetas distantes. Mas como?(continua)António Piedade

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Tue, 13 Jul 2010 18:04:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/7523/o-velho-zircao-3
O VELHO ZIRCÃO (2) http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/7411/o-velho-zircao-2

Crónica de António Piedade saída antes no "Despertar":O Zircão é um mineral que nos conta a história da formação da crusta terrestre e marítima. Permite-nos, também, determinar qual a idade deste “planeta azul" e perceber a dinâmica da formação dos continentes e dos oceanos.O zircão é um mineral classificado no grupo dos nesossilicatos. É, de facto, um silicato de zircónio (elemento químico com o número atómico 40, descoberto em 1789 por Martin Klaproth, e isolado impuro, em 1824, por Berzelius) que apresenta a fórmula química ZrSiO4.O seu nome deriva do termo “zargum”, que é palavra árabe para “vermelho” e também nome persa para “dourado”.Dependendo do local onde é encontrado, o minério zircão pode ser incolor ou ter matizes amarelo douradas, vermelhas, castanhas ou mesmo verdes! E este minério pode ser encontrado em quase todas as partes na Terra! A razão para esta ubiquidade terrestre advém da sua antiquíssima origem e formação. De facto, ele está presente nos três principais grupos de rochas: as ígneas, que são aquelas que resultam da cristalização directa; das metamórficas, que resultam da transformação química e física de outras rochas que lhes dão origem; das sedimentares, formadas da acumulação em determinadas zonas, depressões na topografia, de sedimentos de outras rochas transportados pelo vento e pela água (erosão).Esta constância geológica dos zircões e a sua dispersão por todo o planeta, indica que ele pode, e de facto tem sido, ser utilizado para estudar, não só os estados iniciais da formação e estabilização do planeta Terra, como a génese de magmas, mas também a formação de outros planetas. Ou seja, esta gema semi-preciosa, substituto do diamante, é uma jóia analítica para a emergente astro-geobiologia.Mas como é que a partir de um minério, como o zircão, é possível sabermos a idade dos estratos geológicos, das rochas onde ele é encontrado?É referido que o zircão mais velho até à data encontrado (na Austrália) foi formado há cerca de 4,38 mil milhões de anos! Como é que os geoquímicos e geofísicos sabem medir isto?Felizmente para a nossa curiosidade científica e para a nossa vontade/necessidade em compreender como a Terra e, consequentemente, a vida de que fazemos parte, se formou, o minério zircão é “hospedeiro”, ou “aloja”, duas “impurezas”, cujas propriedades radioactivas nos oferecem, de bandeja, a datação de períodos de tempo muito longos. Esses elementos da engrenagem do nosso contador de idade da Terra são o urânio e o tório (símbolos químicos U e Th, respectivamente). Assim, temos o compósito montado para abrir uma janela no passado longínquo: um minério, o zircão, que se forma desde o início do planeta; dois elementos radioactivos que nos fornecem informação sobre há quanto tempo estão alojados no zircão, ou seja, quando é que ele foi formado.Na próxima cónica, sobre este assunto, explicarei como é que esta datação é efectuada e o que é que tem sido possível saber através dela.

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Tue, 29 Jun 2010 09:42:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/7411/o-velho-zircao-2
Dinossáurios chegaram ao Geopark Naturtejo http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/7250/dinossaurios-chegaram-ao-geopark-naturtejo

Informação recebida do Geopark Naturtejo, Castelo Branco:A maior exposição itinerante do Mundo sobre Dinossáurios, alguma vez reunida, está patente no Centro de Exposições do NERCAB, em Castelo Branco, Portugal, até final de Outubro.Esqueletos, crânios de dinossáurios, garras e dentes são algumas das dinocuriosidades que poderão ser exploradas durante a DinoExpo intitulada “Dinossáurios invadem o Geopark Naturtejo”, a qual é promovida pela empresa holandesa Creatures & Features em parceria com o Geopark Naturtejo.São cerca de 3000 m2 de descoberta, nesta fascinante viagem ao passado, que conta também com aves e répteis voadores, contemporâneos dos gigantes do passado. Um dos grandes protagonistas será um enorme saurópode, um Diplodocus de 17 metros, que viveu na América do Norte há cerca de 150 milhões de anos e que, apesar da sua grande envergadura, se alimentava apenas de plantas. Outro dos protagonistas será um gigantesco Tyrannosaurus rex, o mais conhecido e impressionante de todos os dinossáuriosA apresentação pela primeira vez ao púbico da escavação de um original de saurópode (Diplodocus), proveniente do Wyoming (E.U.A.), é mais um destaque. Além de réplicas provenientes dos quatro cantos do mundo a DinoExpo mostra fósseis reais de dinossáurios de Portugal, também nunca antes apresentados ao público.A CP - Comboios de Portugal, a Rodoviária da Beira Interior e a organização da MAIOR exposição itinerante sobre Dinossáurios, alguma vez reunida no Mundo, criaram uma iniciativa denominada “De Comboio aos Dinossáurios - uma campanha amiga do Ambiente”, que oferece descontos no bilhete do comboio e na entrada da exposição, com garantia de transfer entre a Estação e Centro de Exposições, através do “autocarro dos Dinossáurios”.Esta exposição encontra-se aberta diariamente entre as 10h00 e as 19h00, e pode ser visitada por todos, com acompanhamento feito por geólogos ou através de uma visita pedagógica no âmbito de programas educativos.Saliente-se que as visitas pedagógicas, inseridas nos programas educativos do Geopark Naturtejo, estão sujeitas a marcação e destinam-se a alunos e professores do Ensino Pré-Escolar, Básico, Secundário, Profissional e Superior. Este programa é dinamizado por técnicos com formação adequada para explorar pedagogicamente os conteúdos adaptados aos diferentes níveis de ensino e para apoiar as actividades.A esta oportunidade única de ver em Portugal uma grande exposição, que os Museus mais importantes do Mundo gostariam de ter, a Naturtejo acresce a oportunidade de explorar as belezas do Geopark Naturtejo, embarcando numa viagem que recua milhões de anos. O programa especial constituído pela Naturtejo inclui 3 dias / 2 noites de alojamento com pequeno-almoço, 1 Almoço com produtos regionais, visita acompanhada à Exposição “Dinossáurios invadem o Geopark”, realização do PR3-Rota dos Fósseis em Penha Garcia, com passagem pela aldeia típica, pelas ruínas do castelo templário, pelo Parque Icnológico (icnofósseis) e pelos moinhos de rodízio, visita ao Centro de Interpretação Ambiental de Castelo Branco: introdução da paisagem do Tejo Internacional (actividades virtuais) e visita aos Troncos Fósseis da Casa de Artes e Cultura do Tejo com 10 Milhões de Anos.Não perca a oportunidade de visitar esta fascinante exposição dirigida para todas as idades e a preços acessíveis para os diferentes públicos: Individual: 6€ | Grupos Escolares e Grupos Seniores (+25 participantes): 3.5€ | Crianças 6 a 12 anos: 4€ | Cidadãos Seniores (sujeito a apresentação do cartão de pensionista): 4€ | Empresas (+25pessoas): 4€.Para mais DinoInformações encontram-se disponíveis os seguintes contactos: Telefone: 272 320 176 | Fax: 272 320 137 | Central de Reservas: 707 200 065 | Email: geral@naturtejo.com | Programas Educativos: programas_educativos@naturtejo.com; http://www.dinoexpo.com.pt ou http://www.naturtejo.com.Ao longo da exposição não vai faltar animação, através de espectáculos de teatro, música, gastronomia, actividades lúdicas sobre paleontologia e apreciar encantadoras peças de merchandising relacionadas com o tema, entre outras.Local e Duração da Exposição:Centro de Exposições do NercabAvenida do Empresário – Praça Nercab6000 – 767 Castelo Branco - PortugalDe 27 de Março a 30 de Outubro entre as 10h00 e as 19h00

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Sun, 13 Jun 2010 20:14:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/7250/dinossaurios-chegaram-ao-geopark-naturtejo
O VELHO ZIRCÃO (1) http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6804/o-velho-zircao-1

Nova crónica de António Piedade publicada há pouco n'"O Despertar":É comum dizermos que o nosso planeta Terra se formou há cerca de 4500 milhões de anos. Que a vida surgiu no planeta, na forma unicelular, há cerca de 3400 milhões de anos. Que a atmosfera, desta Terra primeva, era pobre em oxigénio - hoje essencial à nossa respiração -, mas rica em outros gases hoje tóxicos à vida (como o dióxido de carbono, o amoníaco ou metano). Mas como sabemos isso?Sabemos hoje que as células eucarióticas, com núcleo e outros organelos, semelhantes àquelas que hoje nos edificam, terão surgido há cerca de 2000 a 1400 milhões de anos. E que 700 milhões de anos depois, terão ganho estabilidade uma miríade de organismos multicelulares, e uma explosão de formas inundou o planeta. Sabemos isso pela biodiversidade lacrada em estratos geológicos com essa e posteriores idades. Mas como é que marcamos os ponteiros dessas movimentações da crusta e manto terrestre?Perante estes números, de uma cronologia astronómica em escala, surge-me sempre uma mesma pergunta curiosa: como é que sabemos datar estes eventos, que ocorreram há tanto tempo, um tempo inalcançável pela imaginação mais abstracta, tangível quiçá pela brisa imagética de inúmeras poesias, mas que se volatiliza ao a tentarmos focar?É, com certeza, através de alguma coisa que, estando presente entre nós, hoje, possa ser analisada pelas técnicas mais finas e nos forneça um número, que nos abra uma janela sobre o passado. Não um número qualquer, mas aguçado pela aresta de acontecimentos catastróficos que evoluíram num determinado sentido e, aparentemente, só nesse, direccionando a história do planeta e da vida que nele floresceu.Por exemplo, fomos interrogativamente encontrando esqueletos fósseis que, pela análise comparada com os dos animais (e plantas, apesar de elas não terem um esqueleto com um mesmo significado) nos indicaram que já não existia nada igual hoje que vivesse na Terra. Mas quando teriam então vivido, há quanto tempo teriam deixado de existir? Como determinar o há quanto tempo?As ciências geológicas, físicas e químicas foram determinantes para este conhecimento, ao fornecerem ferramentas analíticas, qualitativas e quantitativas.O progressivo conhecimento da natureza da matéria e principalmente de uma das suas propriedades intrínsecas veio permitir ler a escala de tempos remotos. Estou a referir-me à radioactividade. Esta, enquanto fenómeno físico, foi descoberta em 1896 por A.H. Becquerel, pela observação que o elemento urânio escurecia uma chapa fotográfica, mesmo quando esta era isolada por um vidro ou papel negro. Mas a dedução que este fenómeno é expressão da natureza dos átomos e que ele é independente do estado físico ou químico em que eles se encontram, foi realizada em 1898 pelos químicos Marie e Pierre Curie.Na próxima crónica, sobre este tema, irei mostrar como é que o conhecimento da radioactividade foi determinante para a datação das “idades da Terra” e como é que o mineral conhecido por Zircão (de formula química ZrSiO4) nos permite saber quão nova ela é (em relação ao Universo!).(continua)Antómio Piedade

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Thu, 06 May 2010 18:30:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6804/o-velho-zircao-1
IMAGENS FABULOSAS DO VULCÃO http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6580/imagens-fabulosas-do-vulcao

O blogue Astro.pt, dinamizado por Carlos Oliveira, brinda-nos aqui com 50 belas imagens do vulcão islandês que tanto tem perturbado o espaço aéreo europeu. Escolhemos três, mas o melhor é ver no Astro.pt.

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Tue, 20 Apr 2010 02:29:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6580/imagens-fabulosas-do-vulcao
NOITE DA TERRA: COMO FOI A VIDA NA TERRA http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6501/noite-da-terra-como-foi-a-vida-na-terra

Estou a organizar este evento em conjunto com a Câmara Municipal de Coimbra, no Dia Internacional da Terra, 22 de Abril, na Feira do Livro de Coimbra (Praça da República):Painel "Como Foi a Vida na Terra"- Vanda Faria dos Santos (Museu Nacional de História Natural, Lisboa), "Pegadas de Dinossauros em Portugal"Explica-se como se formam os icnofósseis em geral e as pegadas de dinossauros, em particular. Apresentar uma retrospectiva das jazidas com pegadas e trilhos de dinossauros no Jurássico e Cretácico de Portugal; sua importância patrimonial.- Octávio Mateus (Museu Municipal da Lourinhã, Lourinhã), "Dinossauros de Portugal"Explica-se em que condições se formaram jazidas com esqueletos e ninhadas de ovos de dinossauros. Apresenta-se uma retrospectiva das principais jazidas e novas descobertas de dinossauros em rochas do Jurássico e Cretácico de Portugal.- Pedro Miguel Callapez (Museu Mineralógico e Geológico da Universidade de Coimbra, Coimbra, "Fósseis da região de Coimbra"Mostram-se aspectos da evolução do espaço geográfico de Coimbra ao longo dos tempos geológicos. Apresenta-se uma retrospectiva sucinta dos principais fósseis e jazidas da região de Coimbra e Baixo Mondego.- Eugénia Cunha (Departamento de Ciências da Vida da Universidade de Coimbra), "Como nos tornámos humanos"Apresenta-se a história do homem na Terra como vem contada no livro com esse título que a autora acaba de publicar na Imprensa da Universidade de Coimbra.Moderador:Carlos FiolhaisOrganizadores: Carlos Fiolhais e Pedro CallapezApoios: Câmara Municipal de Coimbra, Centro de Ciências da Terra da Universidade de Coimbra e Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho

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Wed, 14 Apr 2010 04:15:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6501/noite-da-terra-como-foi-a-vida-na-terra
AS GRUTAS MAIS LONGAS DO MUNDO http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6420/as-grutas-mais-longas-do-mundo

Como não há duas sem três, eis o top ten final das cavidades subterrâneas, o das grutas mais longas. Só há, de facto, dez sistemas com um comprimento total de galerias superior a 100 quilómetros e a primeira, nos Estados Unidos da América, é de facto colossal: 591 km!1 Mammoth Cave System, EUA (Kentucky) 590,629 km 2 Jewel Cave, EUA (South Dakota) 241,595 km 3 Optymistychna (Optimisticeskaja ), Ucrânia (Ternopil) 230,140 km 4 Wind Cave, EUA (South Dakota) 214,429 km 5 Lechuguilla Cave, EUA (New Mexico) 206,946 km6 Hoelloch, Suíça (Schwiz) 195,914 km 7 Fisher Ridge Cave System, EUA (Kentucky) 182,067 km8 Sistema Ox Bel Ha, México (Quintana Roo) 180,038 km, o maior sistema subaquático do mundo9 Sistema Sac Actun (Nohoch Nah Chich) México (Quintana Roo)175,721 km 10 The Clearwater System (Gua Air Jernih), Malásia (Sarawak) 175,664 km

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Tue, 06 Apr 2010 16:30:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6420/as-grutas-mais-longas-do-mundo
OS POÇOS MAIS PROFUNDOS DO MUNDO http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6416/os-pocos-mais-profundos-do-mundo

O poço do México no filme anterior, apesar dos seus quase 400 m de profundidade, não é o mais profundo do mundo (poços naturais entenda-se). Esta é a lista actual dos maiores poços directos, sem ressaltos, em grutas. Desta vez a Eslovénia ganha, o que significa que países pequenos podem ter recordes geográficos:1 Vrtoglavica, Eslovénia, 603 metros 2 Patkov gust, Croácia, 553 3 Da Keng, China, 5194 Lukina jama, Croácia, 516 5 Velebita, Croácia, 513 6 Brezno pod velbom, Eslovénia, 501 7 Miao Keng, China, 491 8 Melkboden-Eishohle, Áustria, 451 9 Hollenhohle Hades, Áustria, 450 10 Baiyu Dong, China, 424

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Tue, 06 Apr 2010 14:11:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6416/os-pocos-mais-profundos-do-mundo
SALTOS NO ESCURO http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6414/saltos-no-escuro

Do espaço para a terra. Início de um documentário da BBC sobre saltos de páraquedas num poço de 400 m numa gruta na floresta tropical do México (San Luis Potosi) com David Attenborough.

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Tue, 06 Apr 2010 13:00:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6414/saltos-no-escuro
AS GRUTAS MAIS PROFUNDAS DO MUNDO http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6415/as-grutas-mais-profundas-do-mundo

Quando era mais novo compilei lista de cavidades subterrâneas mais profundas e mais longas que publiquei num boletim a stencil ("A Gruta"). Já há muito tempo que não ia ver o progresso neste recorde mundial de profundidade humana. Agora, com a ajuda da Internet (que na altura estava ainda por aparecer) encontrei um recente top ten das grutas mais profundas do mundo. A maior, na Geórgia, tem um desnível de 2191 m: é a única com mais de 2 km, que é a altitude da Serra da Estrela. E as dez que aqui indica são até à data as únicas com mais de 1,5 km de desnível. A Georgia tem quatro grutas na lista, ao passo que a espanha tem duas:1 Krubera (Voronja) Cave, Georgia (Abkhazia, West Caucasus) 2191 m2 Illyuzia-Mezhonnogo-Snezhnaya, Georgia (Abkhazia West Caucasus) 1753 m3 Lamprechtsofen Vogelschacht Weg Schacht, Austria (Salzburg, Loferer Steinberge) 1632 m4 Gouffre Mirolda / Lucien Bouclier, France (Haute Savoie, Samoens) 1626 m5 Reseau Jean Bernard, France (Haute Savoie, Haute-Giffre ) 1602 m6 Torca del Cerro del Cuevon (T.33)- Torca de las Saxifragas, Spain (Asturias, Picos de Europa), 1589 m7 Sarma, Georgia (Abkhazia, West Caucasus) 1543 m8 Shakta Vjacheslav Pantjukhina, Georgia (Abkhazia, West Caucasus) 1508 m 9 Sima de la Cornisa - Torca Magali, Spain (Leon, Picos de Europa) 1507 m10 Cehi 2, Slovenia (Julian Alps, Rombonski Podi) 1502 m

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Tue, 06 Apr 2010 12:30:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6415/as-grutas-mais-profundas-do-mundo
Porque a Terra Treme (1) http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6124/porque-a-terra-treme-1

Nova crónica de António Piedade saída no Despertar:Terramotos ou maremotos nunca vêm a propósito. Mas, perante a impotência humana para fazer face às mais recentes e violentas movimentações das camadas superficiais da crosta do nosso planeta, reacende-se o apelo mais genuíno à habilidade humana em compreender a natureza deste fenómenos devastadores. Apesar da aparente fragilidade dos actuais modelos geológicos em prever, com uma antecedência humanamente útil, as movimentações da crosta terrestre, a acumulação de informação que resulta da observação e registo dessas mesmas movimentações validam o conhecimento e permitem corrigir e ajustar os modelos.Por exemplo, a observação e análise do grande terramoto que em 1906 flagelou São Francisco (Estados Unidos da América) permitiu ao geofísico norte-americano Harry Fielding Reid propor, faz agora 100 anos, uma teoria para explicar a causa dos terramotos. Segundo o modelo nela incluso, os terramotos resultariam do movimento relativo de uma falha ou fractura na crosta do planeta, contra ou sobre um outra falha. As teorias anteriores invertiam a relação causa – efeito e postulavam, de acordo com o senso comum, que seriam os terramotos que originavam as falhas.Também nesse mesmo ano de 1910, Frank B. Taylor propôs, por intuição, a movimentação dos continentes na litosfera terrestre (a camada exterior do planeta composta por rochas no estado sólido) e que uma região menos profunda no atlântico (hoje identificada como a dorsal meso-atlântica) seria o resquício da separação dos continentes africano e sul-americano. Esta proposta seria mais tarde incorporada na teoria mais ampla da deriva continental. Esta, proposta pelo meteorologista alemão Alfred Lothar Wegener em 1912, sugeria a partir de dados provenientes de várias disciplinas científicas, que os continentes actuais teriam divergido, quais jangadas, a partir de um continente único e primevo, designado por Pangea (do grego: todas as terras).A confirmação destas teorias ocorreria décadas depois e, principalmente, devido à instrumentação de observação, detecção e análise derivadas de tecnologia militar desenvolvida para as grandes guerras, de que o sonar é um bom exemplo. Isto permitiu um acumular de conhecimento geológico sem precedentes. Foi assim confirmada não só a deriva continental, assim como identificada a expansão dos fundos oceânicos (por Hess, em 1962). Assim, inúmeras observações da dinâmica da litosfera levaram à incorporação das interpretações sísmicas anteriores na teoria designada por tectónica de placas. A formulação desta teoria, através dos contributos complementares e multidisciplinares de Wilson, (1966), McKenzie e Parker (1967), Morgan (1968) e Le Pichon (1968) durante a década de 60 do século XX, proporcionou uma abordagem interdisciplinar no estudo da Terra, confluindo o conhecimento fornecido por diversas ciências como a sismologia, a paleontologia, a petrografia, a física dos materiais, entre outras.(Continua)António PiedadeLegenda da figura:Actividade sísmica registada durante o sismo de 27/02/2010 no Chile.

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Wed, 10 Mar 2010 18:55:00 -0700 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6124/porque-a-terra-treme-1
O TEMOR DA TERRA´ http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6069/o-temor-da-terra

Minha crónica na rev ista "Tabu" do semanário "Sol": No Chile a terra costuma, de vez em quando, tremer. E, quando treme, é de temer! Na lista dos dezoito tremores de terra mais violentos de todos os tempos que a Wikipedia elenca, seis tiveram epicentros no território chileno. O mais recente, ocorrido na região de Maule, no Norte do Chile, no dia 27 de Fevereiro último, alcançou a magnitude 8,8 na escala de Richter, causando 730 óbitos até à data. O mais violento terramoto de todos os tempos ocorreu também no Chile, a 22 de Maio de 1960: localizado na cidade de Valdivia, no Sul, teve a magnitude de 9,5 na mesma escala e originou cerca de 1700 mortos. Para termo de comparação, acrescente-se que o terramoto do Haiti de 12 de Janeiro passado teve a magnitude 7,0 e fez mais de 220 000 mortos. Ainda para comparação: ao grande terramoto de Lisboa de 1 de Novembro de 1755 é atribuída a magnitude de 8,7 (um cálculo, pois na época não havia os sismógrafos que há hoje) e cerca de 60 000 mortos (um número muito incerto). Viu-se agora relegado do 10.º para o 11.º lugar na referida lista dos terramotos. O que significa o valor de 8,8 na escala de Richer, que acaba de ser registado no Chile? Essa escala mede a energia libertada no sismo, o que se traduz no seu potencial poder de destruição. Claro que se o sismo destrói muito (como aconteceu no Haiti ou em Lisboa) ou pouco, causando mais ou menos vítimas mortais, depende de outros factores como a densidade e a qualidade da construção. A energia libertada no Norte do Chile foi o equivalente a 16 mil milhões de toneladas de TNT, o que contrasta brutalmente com a energia correspondente a 15 mil toneladas da bomba atómica que explodiu sobre Hiroxima no final da Segunda Guerra Mundial. Impressiona a energia do último abalo de terra chileno, e mais ainda a do abalo de terra extremo de 1960, quando cotejada com a das armas de destruição massiça que o homem inventou. Num dos versos de “A Fala do Homem Nascido”, escreveu o poeta António Gedeão: “as forças da Natureza nunca ninguém as venceu”. De facto, o homem tem de se sentir pequeno perante as fúrias do seu planeta. No Chile, agora como de outras vezes, deu-se um embate frontal da placa Nazca, no Pacífico, e da placa da América do Sul, mergulhando a primeira por baixo da segunda. A tendência, que se manifesta de forma muito lenta, consiste no alargamento do Atlântico e na diminuição do Pacífico. Mas o homem quer ser grande: “Quero eu e a Natureza que a Natureza sou eu”. Por enquanto, não é capaz de prever quando se libertará a gigantesca energia acumulada na zona de contacto entre placas tectónicas. Mas persegue essa possibilidade. Pode bem ser que, com o progresso da sismologia, consiga um dia antecipar catástrofes iminentes. Nessa altura diminuirá o temor da Terra...

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Thu, 04 Mar 2010 17:49:00 -0700 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/6069/o-temor-da-terra
HUMOR - CHÁVEZ E O TERRAMOTO http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/5722/humor-chavez-e-o-terramoto

O David Marçal que se cuide. O Presidente da Venezuela Hugo Chávez pede meças aos mais imaginativos escritores de humor científico. Mas alguém que quisesse competir com Chávez sempre poderia dizer que foi a queda ao chão do computador Magalhães que ele estava a testar que provocou, ao retardador, o recente terramoto e, já agora, os próximos que houver...

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Sat, 30 Jan 2010 04:32:00 -0700 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/5722/humor-chavez-e-o-terramoto
Terra Bola de Neve http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/5088/terra-bola-de-neve

Informação recebida da Dom Quixote sobre um livro acabado de sair:"Terra Bola de Neve", de Gabrielle WalkerEditor: Dom QuixoteAno de Edição: 2009ISBN: 9789722035545PVP: 15,5 €Sinopse:«Abruptamente, de um momento para o outro, há aproximadamente 600 milhões de anos algo sacudiu a Terra e fê-la sair da sua letargia. Daí surgiu o início dos olhos, dos dentes, das pernas, das asas, das penas, do cabelo e do cérebro de cada insecto, símio e antílope, cada peixe, ave e verme. O que quer que tenha desencadeado este começo foi, afinal, responsável pela sua existência e pela de todos os que conhecemos. Então o que foi? Paul Hoffman, maratonista a meio-tempo, geólogo a tempo-inteiro e um intenso e obsessivo perseguidor da glória, acha que sabe. Acredita que encontrou, por fim, o filão de ouro da ciência. Professor catedrático na Universidade de Harvard e cientista de renome internacional, descobriu provas da maior catástrofe climática de sempre que a Terra enfrentou e, segundo ele, dessa catástrofe brotou uma notável e nova redenção.» Gabrielle Walker

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Thu, 26 Nov 2009 15:26:00 -0700 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/5088/terra-bola-de-neve
AS PEDRAS PRECIOSAS NO MUSEU EPISCOPAL DE BEJA http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/4118/as-pedras-preciosas-no-museu-episcopal-de-beja

Recebemos o seguinte convite da diocese de Beja:O Bispo de Beja, o Director do Departamento de Mineralogia e Geologia do Museu Nacional de História Natural, o Presidente da Câmara Municipal de Beja e o Director do Departamento de Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja têm a honra de convidar V. Ex.a para a sessão AS PEDRAS PRECIOSAS NO MUSEU EPISCOPAL DE BEJA - Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres pelo Dr. Rui Galopim de Carvalho, gemólogo e Executive Liaison Embassador, ICA - International Colored Gemstone Association, que terá lugar a 5 de Setembro de 2009, pelas 16.30 horas, na Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres, em Beja.Actividade integrada no âmbito do Programa Geologia no verão da Agência Ciência Viva do Ministério da Ciência, da Tecnologia e Ensino Superior.Entrada Livre

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Fri, 04 Sep 2009 04:25:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/4118/as-pedras-preciosas-no-museu-episcopal-de-beja
PASSEIOS SUBTERRÂNEOS http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3723/passeios-subterraneos

Informação recebida da Sociedade Portuguesa de Espeleologia, SPE (na foto grutas de Mira de Aire):Com o apoio do Programa Ciência Viva do Ministério da Ciência e Tecnologia a SPE organiza oito visitas geológicas a regiões cársicas num total de 60 sessões:- Grutas e nascentes do vale em canhão do Rio da Ota e de Alenquer;- Grutas da Praia da Adraga e Pedra d?Alvidrar, com a serra de Sintra à vista;- Passeio pela serra de Montejunto entre o Vale das Rosas e o anfiteatro de Pragança;- Grutas e Nascentes de Porto de Mós;- Do canhão da Caranguejeira, pelo menino do Lapedo, às fontes do rio Lis e ao Buraco Roto;- Da Arriba Fóssil da Serra dos Candeeiros às Grutas e Nascentes de Chiqueda;- As grutas que escondem as águas subterrâneas da Serra da Arrábida;- As nascentes dos rios Almonda e Alviela e a água que forma as grutas e os tufos calcários;Consulte mais pormenores aqui .

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Sun, 12 Jul 2009 18:27:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3723/passeios-subterraneos
Pesquisa de petróleo em Portugal http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3671/pesquisa-de-petroleo-em-portugal

Informação recebida da Fábrica Ciência Viva de Aveiro:Espaço Ciência – Café de Ciência«O petróleo e a pesquisa em Portugal» é tema de conversa com o geólogo Rui Alves Vieira. No dia 15 de Julho, quarta-feira, pelas 21h30, acontece mais um Espaço Ciência – Café de Ciência. O geólogo Rui Alves Vieira é o convidado deste encontro e conversará sobre o petróleo e a sua pesquisa em Portugal. A organização está a cargo da Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro e da Câmara Municipal de Estarreja. A sessão terá lugar na Casa Museu Egas Moniz, em Avanca.Petróleo (do latim petrus, pedra e oleum, óleo) significa "óleo de rocha" e conhece-se desde a mais remota antiguidade. A primeira menção à sua utilização, figura na Bíblia, que nos diz que Noé, antes de navegar, impermeabilizou a arca com betume, o que nos levaria a cerca de 6000 anos antes de Cristo. Os chineses, egípcios e assírios usaram-no para diversas finalidades – na medicina, na construção, no embalsamamento, etc. – e, em França, a exploração do petróleo de Péchelbronn, começou em 1498. Quando no dia 27 de Agosto de 1859, o Coronel Drake (que não era Coronel) encontrou petróleo numa sondagem realizada a 23 metros de profundidade e iniciou uma produção diária de 25 barris em Titusville, na Pennsylvania (Estados Unidos), certamente não imaginaria que iria moldar para sempre a história da humanidade com o nascimento da indústria petrolífera. Estava finalmente feita a prova de que o petróleo, tão procurado para a iluminação, podia ser encontrado em grandes quantidades.Rui Alves Vieira tem 30 anos de experiência na pesquisa de hidrocarbonetos em vários países do mundo, nomeadamente em Portugal, onde, durante os últimos 13 anos, tem colaborado com a empresa americana Mohave Oil and Gas Corporation e vem à Casa Museu Egas Moniz conversar sobre petróleo e a sua pesquisa em Portugal, que remonta a 1844 com a descoberta da mina de asfalto denominada Canto de Azeche, situada numa falésia próximo da Praia da Vitória (concelho de Alcobaça). Para além da pavimentação de estradas, o asfalto retirado dessa mina terá sido usado para pavimentar as estações de caminho-de-ferro construídas no final do século XIX e início do século XX.Espaço Ciência, acontece na Casa Museu Egas Moniz, em Avanca, integrado nas comemorações do 60º aniversário da atribuição do Prémio Nobel da Medicina ao Prof. Egas Moniz. A entrada é livre. Contamos consigo!

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Wed, 08 Jul 2009 15:14:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3671/pesquisa-de-petroleo-em-portugal
FALTA DE RECURSOS AMEAÇA TESTEMUNHOS DA HISTÓRIA DA TERRA http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3354/falta-de-recursos-ameaca-testemunhos-da-historia-da-terra

Informação recebida do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra (na foto Museu de Geologia de Barcelona. um exemplo aqui difícil de seguir):O alerta é do investigador Pedro Callapez e surge na semana em que especialistas portugueses e estrangeiros se reúnem no Museu da Ciência da UC para a primeira conferência internacional realizada em Portugal sobre a gestão de museus de geociênciasSão testemunhos únicos da história do nosso planeta e estão em risco. A escassez de recursos humanos está a ameaçar as colecções dos museus das Ciências da Terra, adverte o investigador da Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra (UC), Pedro Callapez. O alerta surge nas vésperas da primeira conferência internacional realizada em Portugal sobre a gestão de museus de geociências, que decorre nos dias 5 e 6 de Junho no Museu da Ciência da UC.Para Pedro Callapez, do Museu Mineralógico da UC, um dos problemas mais graves das geociências é "a inexistência de museus com equipas suficientemente numerosas, capazes de integrar conservadores especializados em Ciências da Terra e de gerarem uma escola para que esse conhecimento e experiências se transmitam à geração seguinte".De acordo com o mesmo investigador, "as colecções de história natural, e as geológicas em particular têm sofrido vicissitudes várias na sua conservação, por força de conjecturas e jogos de interesse variados, a que não é estranho um certo alheamento da sua importância como repositório do mundo natural". As consequências, sublinha, são "simples": a incúria e os acidentes, fomentados e aliados à inexistência de técnicos especializados, ameaça os testemunhos da história da Terra.E como se pode fazer frente a esta ameaça? "O futuro estará numa gestão aberta e integrada das geocolecções, reconhecendo a sua importância histórica, científica, didáctica e estética, de forma a que os museus que as integram recorram facilmente à colaboração de técnicos ou especialistas exteriores à unidade, facultando, em troca, portas abertas ao estudo e à divulgação dos seus acervos", avança Pedro Callapez. E em Portugal essa postura é fulcral, na medida em que o país "contém um acervo considerável e uma história notável para contar" na área das geociências, sublinha.Integrada nas comemorações do Ano Internacional do Planeta Terra, a conferência internacional "Colecções e Museus de Geociências: Missão e Gestão" é organizada pelo Centro de Estudos de História e Filosofia da Ciência e pelo Museu Mineralógico da UC.

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Wed, 03 Jun 2009 20:06:00 -0600 http://www.joaojosemarques.net/outrasleituras/items/view/3354/falta-de-recursos-ameaca-testemunhos-da-historia-da-terra