O webservice Twitter conheceu no início de 2009 um grande impulso de popularidade. Atingiu a massa crítica suficiente para atrair os media — e entrou numa espiral de atenção por vezes disparatada. Apesar disso, e por paradoxal que pareça, não existia ainda uma publicação portuguesa dedicada ao Twitter. Os novos utilizadores — que chegam agora às dezenas — vão recebendo alguma informação dos mais adiantados, muitas vezes sob a forma de links para os manuais, how-tos, normas e regras em inglês e para públicos um pouco mais evoluídos. Quando lancei o TwitterPortugal, está a fazer um ano, tinha em mente simplesmente agregar alguma informação sobre os utilizadores portugueses e criar um “ponto de encontro” rudimentar, onde pudessem os recém-chegados descobrir afinidades e apoio para criarem as suas redes. Não me preocupei — nem me preocupo — com modelos de negócio, nem sequer coloquei anúncios. Nem tudo na vida tem de ter um modelo de negócio escarrapachado; podemos fazer projectos apenas pelo prazer — ou ter um plano um pouco mais sofisticado do que explorar as migalhas com que a Google brinda os autores de conteúdos. Para não mencionar as empresas ainda piores que a Google. Em Janeiro — e em boa hora — decidi abrir um wiki para servir de apoio às TwitListas, uma espécie de páginas amarelas muito simples, com uma auto-organização básica. O wiki tornou-se bastante popular. O que me encorajou a dar o passo lógico seguinte: publicar alguma informação sobre o Twitter e o seu uso, que seja sobretudo acessível aos iniciados, sem perder de vista os públicos mais experimentados, para os quais reservamos dados estatísticos, relatórios e artigos de fundo. O Raul Pereira, que vai editar a maior parte deste blog, é um twitter antigo e traquejado, além de um bom autor e blogger, com vasta experiência acumulada. Aderiu entusiasticamente à minha ideia — e eis lançada uma publicação, ou blog se preferirem, exclusivamente dedicada ao Twitter, com particular atenção à língua portuguesa e às linhas de evolução dos dois lados do Atlântico. O Alexandre Gamela, jornalista com um conhecimento profundo dos meios sociais e também antigo no Twitter, juntou-se para formar um trio que, espero, venha a marcar informativamente esta área. Começamos devagar. O blog iniciou-se esta terça-feira ainda com a tinta fresca no desenho gráfico e ainda sem algumas funcionalidades básicas, como… os botões para partilha e following no Twitter! Virão nos próximos dias, portanto mantenha-se atento. Aqui na web, no seu agregador RSS favorito ou no Twitter através da conta oficial, @TwitPortugal, ou das nossas, @PauloQuerido, @Raul_Pereira e AlexGamela. PS: o que eu não sabia, quando lancei mais esta publicação digital, é que seis horas depis do primeiro post ela viria a ser integrada no naipe de blogs convidados do Público!
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Nasceu uma publicação portuguesa sobre Twitter
http://pauloquerido.pt/tecnologia/nasceu-uma-publicacao-portuguesa-sobre-twitter/
March 12 2009, 3:30am | Comments »
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Você, leitor, quer passar-se?
http://pauloquerido.pt/tecnologia/voce-leitor-quer-passar-se/
Você, leitor, quer passar-se? Completa, total, irredutivelmente? Passar-se a sério? Então gaste 8 minutos do seu tempo para se passar. Não me responsabilizo pelo eventual regresso à órbita da realidade. Boa viagem.
(via João Bordalo)
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March 11 2009, 7:02pm | Comments »
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Istórico: ionline.pt
http://pauloquerido.pt/media/istorico-ionlinept/
Como Paulo Pinto Mascarenhas tanto gosta de dizer sempre que se refere ao futuro jornal, o i: istórico, o registo do domínio que vai dar conta dos primeiros recados. Já tem correio, mas ainda não tem www. Nome de domínio / Domain Name: ionline.pt Data de registo / Creation Date (dd/mm/yyyy): 27/02/2009 Estado / Status: ACTIVE Titular / Registrant Sojormedia Capital, S.A. Rua D. Carlos I n? 2, Apt 102 Leiria 2415-405 Leiria PT Email: dsi@sojormedia.pt
March 10 2009, 6:13pm | Comments »
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Um dia perfeito
http://pauloquerido.pt/pessoal/um-dia-perfeito/
Hoje é o dia da Mulher. Desejo a todos os homens a mesma felicidade que eu tive — encontrar um anjo — e passar cada dia perfeito ao lado da sua mulher.
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March 8 2009, 10:55am | Comments »
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O efeito Sócrates
http://pauloquerido.pt/politica/o-efeito-socrates/
Na Internet há o conhecido efeito Slashdot — o disparo nos acessos a um site quando este é referenciado por outro maior. <veneno>Em Portugal a coisa mais parecida que vi com o efeito Slashdot foi o patente pulo do Sitemeter do Causa nossa — o blog de Vital Moreira — em dias, sábado e domingo, em que devia estar na parte mais baixa da curva. Bem pode ficar na história deste invulgar ano político como “o efeito Sócrates”.</veneno>
March 6 2009, 4:16pm | Comments »
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O mais social dos congressos
http://pauloquerido.pt/politica/o-mais-social-dos-congressos/
O congresso do Partido Socialista que hoje terminou em Espinho foi o mais social de quantos congressos partidários já se realizaram em Portugal. Social de redes sociais, entenda-se. A cobertura dos cidadãos, armados em jornalistas ocasionais ou nem por isso, terá mesmo ultrapassado a dos órgãos de comunicação. Escrevo “terá” por precaução. Por um lado é difícil contabilizar estas acções de forma objectiva. Os minutos de televisão podem ser contados e o espaço nos principais jornais também — mas da rádio em diante, passando pelos jornais locais e terminando na rede, fica muito difícil rastrear numericamente as intervenções. Por outro, não estive lá e obtive números apenas aproximados. Apurei que entre jornalistas e bloggers — ou, como prefiro em casos de cobertura de eventos, profissionais e não-profissionais — acreditados, o número esteve entre os 50 e os 65. Sendo que a fatia dos não-profissionais está entre um quarto a um terço desse número. Importa também que a cobertura dos não-profissionais já deixou a era da novidade, em que dois ou três pioneiros iam para os congressos sobretudo falar sobre si próprios e a importância de lá estarem. A rivalidade provocou não diria maior isenção, mas mais rigor e atenção aos pormenores. Acresce ainda o impacto, sentido pela primeira vez neste congresso do PS, das redes sociais. As primeiras reacções que li sobre a surpresa Vital Moreira foram… no Facebook, de pessoas que o conhecem desde os tempos do Partido Comunista. Mas a novidade maior é mesmo o Twitter. Pelo menos 155 pessoas escreveram activamente sobre o Congresso, uma boa parte das quais, como se depreende das conversas, o fizeram a partir do pavilhão. Ou seja, um número de cidadãos não acreditados observou, comentou e analisou os trabalhos, reportando para as suas audiências — dispensando completamente a intermediação dos órgãos de comunicação social que antes monopolizavam a cobertura directa, a cobertura informativa e até a cobertura analítica e opinativa. Reforçando a independência: seguindo a emissão web no site do próprio partido, lendo os comentários em directo do pavilhão e as análises em diferido nos blogs, a completa cobertura do congresso pde ser operada sem o recurso a um único órgão tradicional e nem mesmo aos portais agregadores de conteúdos, que em Portugal souberam roubar as audiências naturais dos jornais. E não estou a falar de um cenário hipotético ou futurista, mas do que aconteceu este fim de semana em Portugal, usando as redes sociais e ferramentas de distribuição de conteúdos acessíveis a qualquer pessoa. Voltando ao Twitter, que é peça central disto: organizados ad-hoc em torno de uma simples expressão, #CongressoPS (o cardinal é a forma encontrada pelas pessoas para formar as hashtags, mecanismos de seguir assuntos tão simples quanto poderosos), jornalistas profissionais (incluindo 1 director de 1 diário), bloggers presentes no congresso, congressistas, ministros, políticos e cidadãos interressados ou ocasionais construíram um ambiente relativamente formal de divulgação de informação, debate, análise e até algum calor já erradicado dos media convencionais. E embora eu tenha centrado a minha atenção na tag #CongressoPS, esta não foi a única tag — e muitas pessoas nem sequer as sabem, ainda, usar. (”Ensinei” 3 ou 4 congressistas a fazê-lo no sábado.) Não se pense que essa comunidade só funcionava em circuito fechado. O Twitter serve, isso sim, de plataforma mínima e rápida, cujas mensagens puderam ser lidas nos vários blogs (como o meu) que quiseram retransmitir o debate em tempo real, e que dispararam em todas as direcções, dos blogs ao Facebook passando pelas televisões (foi a TVI24 que lançou a hashtag #CongressoPS, aliás) e jornais. Não foi certamente apenas do meu posto de observação que este congresso foi seguido quase exclusivamente pela Internet e, dentro desta, através dos canais das redes sociais, que não dos agregadores convencionais (e insípidos). Top 10 mais prolixos Da lista, fixada às 22:15 de domingo, dos 10 twitters mais activos sobre o congresso, conto 1 jornalista, 1 congressista do PS e dois bloggers acreditados. @jovemsocialista 200 @tiagoms 63 @goncalovaz 62 @CatPereira 49 @vascocampilho 49 @designerferro 40 @jota21 39 @mfrancopt 39 @Diz_se 36 @G_L 36
March 4 2009, 7:53am | Comments »
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Twitter frenzy chega ao Daily Show (e Jon Stewart não gosta)
http://pauloquerido.pt/tecnologia/twitter-frenzy-chega-ao-daily-show-e-jon-stewart-nao-gosta/
Só faltava Jon Steward explicar o que é o Twitter (no piiiiiii clue) para todos ficarem a saber!
(Leitores de feed e newsletters, este link)
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March 3 2009, 6:54am | Comments »
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A campanha #mrsPE (Marcelo Rebelo de Sousa ao Parlamento Europeu)
http://pauloquerido.pt/politica/a-campanha-mrspe-marcelo-rebelo-de-sousa-ao-parlamento-europeu/
Diz-se que é o primeiro movimento espontâneo de cibercidadania activa na campanha eleitoral que se avizinha — e provavelmente é. A campanha #mrsPE (Marcelo Rebelo de Sousa no Parlamento Europeu) iniciou-se oficialmente ontem, com a abertura de uma petição. Nasceu no Twitter na noite de anteontem, tal como aqui referi. Ganhou lastro nas últimas horas, muito por acção das próprias bases do PSD com voz na blogosfera. A conversa no Twitter sobre a campanha #mrsPE, baptizada a partir da hashtag que permite seguir o assunto em tempo real, pode ser consultada aqui. A petição é esta e na altura em que a consultei, pouco tempo depois de aberta, levava já 64 assinaturas. Os peticionários subscrevem que, “para responder a estes dois desafios, o PSD não pode ceder ao tacticismo interno nem a lógicas de equilíbrios: deve escolher sem hesitações o melhor candidato possível. E o melhor candidato possível, nas actuais circunstâncias, é o Prof. Marcelo Rebelo de Sousa“. Já foi também registado o domínio http://www.marcelo2009.eu, com o mote “Apelo à candidatura de Marcelo Rebelo de Sousa às Europeias 2009 pelo PSD”, onde esperam coligir todos os elementos publicados na web sobre o movimento, ou campanha. É, sem dúvida, uma iniciativa ousada e inovadora!… A seguir com atenção, na medida em que é um teste à capacidade de os meios sociais influenciarem a política partidária também em Portugal.
March 2 2009, 5:37pm | Comments »
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Estreia: imagens do novo site noticioso da RTP (e o que muda)
http://pauloquerido.pt/media/estreia-imagens-do-novo-site-noticioso-da-rtp-e-o-que-muda/
(clique para maior) Obtive algumas imagens da remodelação do site noticioso que a RTP vai passar a ter dentro de instantes. As novidades, em estreia:
A homepage das notícias, com excepção do topo, pode ser adaptada ao gosto de cada um. As secções movem-se e minimizam-se. Da próxima vez que se entra no site ele mostra da forma que escolhemos A notícia é apresentada de forma a que, sem sair do sítio, se possa ler o texto, ver os vídeos relacionados da RTP e os áudios relacionados da Antena 1 - mas também slideshows e no futuro informação georeferenciada da notícia. A Minha Antena 1. Nova página dos áudios da Antena 1, dividida por secções, e onde se pode fazer playlist - a que passamos a chamar de “A Minha Antena 1″ “O Meu Telejornal” - Nova página de vídeos, com janela maior, onde se pode - tal como já era possível - ver peça a peça dos blocos informativos da RTP e, grande aposta, fazer uma playlist dessas mesmas peças, intitulado de O Meu Telejornal Integração com o Twitter quer nas notícias, quer no áudio ou no vídeo. Por exemplo, poderemos fazer um “O Meu Telejornal” e colocar o link no Twitter. Quem seguir vai ver as nossas escolhas.
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March 2 2009, 7:48am | Comments »
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E agora, Manuela? Como “desvitalizar” o PS?
http://pauloquerido.pt/politica/e-agora-manuela-como-desvitalizar-o-ps/
Penso ao contrário da “maioria” sobre o congresso do PS: passou-se ali de facto alguma coisa — e coisa importante. Algumas coisas, plural. O Partido Socialista deu o mote para o ano eleitoral. A estratégia dificilmente seria mais adequada, de tão realista. Por exemplo: vendo as sondagens com olhos de ver, sem o PSD como preconceito, é óbvio que a ameaça vem dos votos somados à esquerda pelos BE e PCP. Seria — desculpem a crueza — estúpido concentrar a artilharia pesada no adversário à direita que, histórico embora, erra pelo deserto do centro como um cadáver ambulante.
Não. Bazucas para Louçã — que de imediato agradeceu a lisonja, corado e sorridente, e suspirou de alívio pela “resolução” do seu problema a prazo, o confronto internamente com as vozes que lhe iriam pedir uma desconfortável aproximação ao governo. Assestar as armas grossas ao Bloco deixou o PSD a ranger os dentes. Simplesmente, não há palco para si. Nem nos temas das campanhas, nem sequer no coração do adversário. É uma amante velha, jogada para o lado. Resta-lhe o coro dos cronistas publicados e fiéis — isto se a imprensa não der um grande estoiro entretanto. Segundo tiro no porta-aviões: Vital Moreira. Com Vital o bordo esquerdo do PS troca o susurro pelo silêncio. Até Junho, garantidamente, mas com efeito prolongável por mais seis meses, o efeito-Vital serenerá mesmo o eleitorado “de esquerda” do PS que não simpatiza por ai além com o “centrista” Sócrates. Tem o seu pretexto para por 3 vezes meter a cruzinha à frente do símbolo rosa. Desde que nos media não aumente o nível da escandaleira, por ali (pela esquerda) este PS safa-se. Uma pitada de energia e a maioria absoluta ficará a descoberto desse lado. Vital é um (inesperado) trunfo pesado. Porque, pontualmente embora, colhe na frente de batalha com a direita. Não pelo lado do voto — não arrancará nenhum dali, mas esse é um trabalho para o secretário-geral, não para ele. Mas pelo lado da amedrontação, do jogo, da fasquia. Pois. Quem, justos céus, vai Manuela inventar para cabeça de lista? Tem de ser alguém com uma imagem pública de — ups, sorry! — credibilidade pelo menos à altura da imagem de Vital, o constitucionalista que mesmo os que são contra respeitam. Ora, na colecção de cromos mediáticos o PSD só tem 2 figuras de primeira estampa. Passos Coelho e — tcharam! — Marcelo, como superiormente lembrou Vasco Campilho em Lançar o lançador, e cito: “ninguém poderá contestar que Portugal ficaria soberbamente representado na Europa por alguém com a craveira intelectual de Marcelo Rebelo de Sousa. E na perspectiva mais que provável de uma renovação da maioria PPE, Marcelo poderia seguramente aspirar a um papel de destaque no Parlamento Europeu“. Até já há mote e tudo, lançado no Twitter há instantes: PSD tem o candidato ideal para “desvitalizar” o PS nas Europeias! Passos, lançado em pirueta por Marcelo, só se fosse louco é que aceitava trocar as livrarias de Bruxelas pelo frenesim de reconstruir o PSD, a tarefa que lhe vai cair no colo na noite das legislativas, se não for antes. Ná. A coisa é entre Marcelo e Pacheco Pereira. Sei que não é 1 figura com a imagem das anteriores e tem aquela discórdia com o partido. Mas a sua combatividade, ser repetente no cargo, capacidade retórica (contra Vital vai ter de ser assim) e o seu próprio interesse em voltar a Bruxelas recomendam-no sobre o professor. E para o partido — desculpem qualquer coisinha — era um alívio. Ora, o PSD tem usado Bruxelas para se aliviar, comprova a sua lista de cabeças de lista. Daqui para baixo não estou a ver nada que possa sequer sonhar em “desvitalizar” a campanha do PS. Dois singelos tiros, o primeiro disparado por António Costa, o segundo pelo próprio líder, foram suficientes, numa época de rarefacção de alvos, para cumprir o calendário político do congresso. O outro calendário, o de treinar a máquina, também terá sido cumprido. Suspeito que o PS vai surpreender nas campanhas com a sua juventude, em particular. Já a presença online… o começo do http://www.socrates2009.pt não foi o melhor. Se era para copiar Obama, podiam ao menos ter metido o discurso do líder online atempadamente. Tinha dado um jeitão. Quero com isto tudo dizer que o PS tem um tapete vermelho à frente? Qual, não. Apenas que o congresso teve muito mais interesse do que a maioria admitiu. Lançou o ano eleitoral, sendo o próprio PS a jogar ao ataque, quando devia ser o challenger a marcar o ritmo. Fê-lo com um trunfo pesado que resolve à esquerda e leva o nível à direita a uma altura que o PSD não poderá cobrir facilmente. Isto para começo de conversa e falando estritamente de política (há muito mais para avaliar em campanhas eleitorais, do desempenho às envolventes judiciais que este ano podem pesar). Sidenote. Achei descabido José Sócrates não ter ido à reunião dos líderes marcada pelo Presidente da Comissão. Por causa do congresso? De Falcon, no domingo de manhã, era um tirinho. (Foto do Congresso: Sara Marques)
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March 1 2009, 5:51pm | Comments »





