(...) Neste sentido, concebe-se a natureza humana como "contingente"17 face às margens das "zonas de incerteza" e dos recursos que controlam, pressupondo que as organizações constituem o "reinado das relações de poder, da influência, da compra e do cálculo",18 rompendo-se com concepções deterministas do comportamento humano.
Nesta perspectiva, o homem não podia ser considerado somente como uma