The confidence to make it happen.The only way to do great work is to love what you do.Stay angry, stay foolish.We are what we learn.How can you encourage a child?Use your imagination.:-)
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
Connecting the DOTS
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November 30 2009, 7:43am | Comments »
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The Fun Theory
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A ideia é bem simples. Será que conseguimos mudar o comportamento das pessoas para o melhor fazendo com que as coisas sejam (mais) divertidas?Parece que sim, que tornar as coisas divertidas faz com que as pessoas mudem o comportamento. Se com isso aprenderem, isto é, se a mudança de comportamento não for circunstancial, parece ser uma boa solução. Mudar os comportamentos para com a preservação do ambiente, para com a saúde, alimentação, exercício físico, ensino e aprendizagem, são algumas das áreas que teriam a ganhar com esta "Fun Theory".Para ver mais visitem: http://www.thefuntheory.com
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November 28 2009, 4:20am | Comments »
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Descubra os ERROS!
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Parece que a "Face Oculta" está para durar. Mas não era sobre isso que queria falar. Queria só que jogassem comigo ao "descubra os erros".Armando Vara enviou um carta ao conselho superior de supervisão do BCP pedindo "suspenção"/suspensão dos seus mandatos no banco. Mas teve o cuidado de dizer: é uma "suspenção"/suspensão e não uma "renuncia"/renúncia, pois isso poderia ser interpretado como "assumpção"/assunção* de culpa.Veja a carta aqui e descubra os erros de ortografia do administrador do BCP que pelos vistos também suspendeu o Português.:-( É a vida.Isto faz-me lembrar um livrinho muito engraçado que ofereci há dias à minha filha mais nova (a Beatriz de 7 anos). Intitula-se "A menina que não gostava de livros", da autoria de uma senhora indiana a viver no Canadá (Manjusha Pawagi). Muito interessante, fácil de ler e que incentiva a ler. Pode custar no início, como ao gato Max que ficou marcado na cauda com a forma de um grande livro que lhe caiu em cima :-)Mas ajuda pela vida fora, e é uma enorme fonte de prazer.De vez em quando ofereça um livro ao seu filho(a). E leia-o com ele(a), substituindo algum do tempo em frente à televisão. Vai fazer toda a diferença. *assumpção é uma variante de assunção
November 10 2009, 4:25am | Comments »
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Skinner e os Magalhães
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Burrhus Frederic Skinner, um dos nomes mais importantes da investigação sobre a aprendizagem, que se fez no quadro behaviorista , viveu no lugar errado (Estados Unidos da América), no tempo errado (1904-1990). Na verdade, ele deveria viver em Portugal, no presente.Explico:A sua proposta pedagógica revolucionária para que todos os alunos dispusessem duma máquina de ensinar, de modo a chegarem às mesmas aprendizagens, ainda que ao ritmo de cada um, não foi além de umas quantas experiências pontuais.Imagine-se, portanto, a felicidade que Skinner sentiria se lhe tivesse sido dada a possibilidade de viver num país onde cada aluno é dono e senhor de um Magalhães...Para perceber melhor o que digo, deve o leitor dar uma vista de olhos a este vídeoAgora, imagine-se, o jeito que nos dava ter alguém como Skinner (talvez um pouco mais ecléctico, sob o ponto de vista teórico, admito), que tivesse alguma ideia com princípio, meio e fim acerca do que fazer com o Magalhães.
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January 15 2009, 1:57pm | Comments »
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Piaget I: Ensinar pode impedir a compreensão?
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“Cada vez que se ensina prematuramente a uma criança algo que ela poderia ter descoberto por si, ela fica impedida de a inventar e, por isso, de a compreender completamente.” (Jean Piaget, 1937.Esta foi a frase do biólogo, psicólogo e epistemólogo suíço, Jean Piaget (1896-1980), constante sua obra La construction du réel chez l'enfant, datada de 1937, que Nuno Crato recordou e discutiu na sua crónica do Semanário Expresso, de 20 de Dezembro do ano passado.Trata-se duma frase que é frequentemente invocada como argumento de autoridade por académicos e responsáveis por políticas educativas: se Piaget escreveu o que escreveu, então, é verdade. E o que é verdade?É verdade que a criança não deve ser ensinada, ou seja, direccionada para determinada aprendizagem pelo professor, porque, quando se encontra no momento apropriado para a fazer, é capaz de a fazer autónoma e criativamente (por si só e em colaboração com outras crianças) sendo que (só) desta maneira, atinge a compreensão.Esta ideia de Piaget aparece reforçada numa outra obra de 1969 - Psychologie et Pedagogie -, que foi apresentada como “A resposta do grande psicólogo aos problemas do ensino”.Num tópico dedicado aos métodos activos, este autor adverte para o facto de as actividades educativas proporcionadas à criança não deverem ser entendidas apenas como manipulação de objectos, mas também e, principalmente, como reflexão, abstracção e exploração verbal. Terão, no entanto, de ser espontâneas, e não impostas, sob o risco de permanecerem parcialmente incompreendidas (página 102).Como Nuno Crato notou, temos hoje suficientes evidências científicas para afirmar que, no essencial, esta ideia de Piaget está errada: as crianças precisam de ser ensinadas (ou seja, ajudadas pelo professor) para compreenderem e criarem. Não basta, para tanto, o jogo de assimilação e de acomodação ou o jogo da carga genética e da maturação combinadas com a simples exposição ao meio, por muito rico que ele seja. Ou, pelo menos, não basta para se adquirirem saberes e princípios civilizacionais abstractos e eruditos a que atribuímos valor e para se desenvolverem capacidades cognitivas que nos tornam verdadeiramente humanos.Sabemos hoje, portanto, com grande certeza, que os processos de compreensão e de criação não despontam naturalmente: requerem uma estimulação direccionada, que é, no presente, em grande medida, da responsabilidade das escolas e, claro, dos professores, seguida de um trabalho, necessário, por parte do aluno.Acontece que os investigadores, mesmo os maiores, enganam-se e, neste particular, como, certamente, noutros, Piaget enganou-se. Mas, como já tive oportunidade de dizer a Nuno Crato, o mais grave não foi este investigador ter-se enganado; o mais grave é que dispondo-se de dados científicos credíveis que vão em sentido contrário, o erro em causa continue afirmar-se como um princípio pedagógico inquestionável, sendo invocado para justificar medidas educativas que vão no sentido de deixar as crianças mais ou menos entregues a si própria ou entregues umas às outras, na esperança de que, assim, atinjam a verdadeira compreensão e se tornem criativas.
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January 11 2009, 9:18am | Comments »
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