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Ceu de Salamanca 3
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June 12 2009, 3:46am | Comments »
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Ceu de Salamanca 2
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June 12 2009, 3:45am | Comments »
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Ceu de Salamanca
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Anteontem, aproveitando o feriado nacional, e porque e o Ano Internacional da Astronomia, fui ver o ceu de Salamanca. A imagem esta acima e a explicacao aqui.Nota: peco desculpa, mas nao ha acentos portugueses no teclado espanhol, ponho-os quando regressar.
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June 12 2009, 3:40am | Comments »
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CIENTISTAS AO PALCO
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June 8 2009, 7:14am | Comments »
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O desenho do corpo na Arte e na Ciência
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Informação recebida do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa (na Figura "Nu vermelho" de Modigliani):É já amanhã, dia 20 de Maio, no Auditório da Fundação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Edifício C1, Piso 3, o workshop “O desenho do corpo na Arte e na Ciência”, para o qual todos estão convidados. Este workshop contará com a presença do Prof. Maxime Coulombe.PROGRAMA10h00 | Cristina Azevedo Tavares - “O desenho do corpo e do gesto na colecção da Sociedade Nacional de Belas-Artes”10h30 | Alberto Faria - “O Estudo da Anatomia na Colecção de Desenho Antigo da SNBA"11h00 | Cristina Branco - “Cartografia do corpo I”11h30 | Coffee break12h00 | Margarida Calado - “Desenhar o corpo - uma metodologia de ensino constante na arte ocidental”12h30 | Palmira Fontes Costa - “A representação do corpo hermafrodita em obras médicas dos século XVI ao século XVIII"tarde15h00 | Nuno Nabais - “O corpo nú e a ideia de ciência”15h30 | Marta de Menezes - "O corpo obsoleto: arte contemporânea ligada às ciências biomédicas"16h00 | Isabel Ritto - “Dürer, um pioneiro da antropometria“16h30 | Catarina Nabais - “O corpo sem órgãos segundo Gilles Deleuze”17h00 | Coffee break17h30 | Luísa Arruda - “As imagens do corpo no ensino artístico da Academia de Belas - Artes de Lisboa”18h00 | Maxime Coulombe - “Dreaming of the Future Body: Posthuman Art and Technological Fascination”ORGANIZAÇÃO:Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de LisboaProjecto “A Imagem na Ciência e na Arte” | http://ica.fc.ul.pt/COLABORAÇÃO:Faculdade de Belas Artes - Universidade de LisboaSociedade Nacional de Belas Artes
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May 19 2009, 12:15pm | Comments »
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MOSTEIRO E MUSEU DE SANTA CLARA A VELHA EM COIMBRA
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Na próxima segunda-feira comemora-se o Dia Internacional dos Museus. Ors aqui está uma boa razão para chamar a atenção para o novo Museu anexo ao Mosteiro de Santa Clara a Velha, em Coimbra, num edifício do arquitecto Alexandre Alves Costa. Vale a pena visitar a ruína medieval, esplendorosa depois de um demorado trabalho de resgate das águas do rio Mondego e de escavação arqueológica dirigido por Artur Corte Real (um dos maiores trabalhos desse tipo a nível nacional, senão mesmo o maior!) e o museu que mostra como era a vida das monjas clarissas, incluindo pormenores científicos como a farmacopeia do convento. No final, tome um bom café na esplanada com uma das melhores vistas da cidade!
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May 16 2009, 4:40am | Comments »
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UMA VIAGEM AO INTERIOR
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Informação recebida da editora Alma Azul (na imagem, paisagem de Monsanto, e Pedro Martins):A Alma Azul tem o prazer de o(a) convidar para visitar a Exposição A Natureza das Paisagens – Uma Viagem ao Interior, de Pedro Martins, que inaugurou no dia 1 de Maio, na Livraria Alma Azul, em Alcains.Pedro Martins é fotógrafo há dez anos e encontrou na Natureza a maior referência para o seu trabalho.São algumas dessas fotografias que apresenta nesta exposição que estará disponível durante todo o mês de Maio na Livraria Alma Azul, inserida no Projecto de Fotografia: Em Nome da Beira.Será esta uma boa oportunidade para apreciar o trabalho de Pedro Martins e trocar algumas impressões sobre a fotografia e a Beira.
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May 3 2009, 4:59am | Comments »
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ARTE, RELIGIÃO E CIÊNCIA
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Recentemente participei com o Arquitecto Souto Moura e o Padre Jorge Cunha num debate organizado pelo "Porto Cidade de Ciência" sobre o triângulo "Arte - Religião - Ciência". Eis o resumo da minha intervenção: O triângulo arte- religião - ciência, apesar de ter vértices bem definidos (a arte ligada à emoção, a religião à revelação e a ciência à razão), tem lados mal definidos: pode-se ir de um para outro vértice por um ou por outro caminho. Os vértices comunicam entre si de várias maneiras. Õ físico Albert Einstein compreendeu a unidade e virtuosidade desse triângulo, quando escreveu: “Todas as religiões, artes e ciências são ramos da mesma árvore. Todas elas são aspirações direccionadas ao enobrecimento da vida humana, elevando-a acima da esfera dam era existência física e conduzindo o indivíduo a um estado de maior liberdade”. Vejamos em primeiro lugar o caminho que vai da religião para a arte ou vice-versa. São profundas as relações entre religião e arte. Basta tomar, por exemplo, a arquitectura: as catedrais são obras de arte que, na feliz expressão de um outro físico de ascendência judaica, tal como Einstein, Julius Robert Oppenheimer, pretendem “fazer chegar as torres até à altura de Deus, enquanto as portas permanecem da altura dos homens”.Será preciso ter fé para construir um tempo? A história da arquitectura mostra que não. Se há arquitectos extremamente crentes como Antoni Gaudí. autor da Igreja da Sagrada Família em Barcelona (um grupo de seus admiradores está a tentar até a sua beatificação e, se o conseguir, será a primeira vez que um artista se torna beato), outros há que são ateus como Le Corbusier e Oscar Niemeyer (disse este arquitecto brasileiro: “Não acredito em nada. Acredito na Natureza: tudo começou não se sabe quando nem como. Eu bem que gostaria de acreditar em Deus".) Mas isso não impede que a religião tenha uma forte influência na arte. O arquitecto Daniel Libeskind (também judeu tal como Einstein e Oppenheimer), quando interrogado sobre o papel da arquitectura na religião, afirmou: "O primeiro nome que vem à mente é, obviamente, Antoni Gaudí. Mas em alguns aspectos, é demasiado óbvio. Eu sempre me fascinei com a inescapável espiritualidade de uma pessoa considerada um herege, como Le Corbusier, ou um místico, como Mies van de Rohe, que lêem São Tomás e Santo Agostinho e têm os seus livros na cabeceira. Gostaria de concluir dizendo que não houve um grande arquitecto, que não tenha tido um forte elemento de espiritualidade".Com efeito, o ateísmo de Le Corbusier não o impediu de construir a bela, embora estranha, Chapelle de Notre Dame du Haut, em Ronchamp, assim como o Convento Dominicano de La Tourette, perto de Lyon. Por sua vez, o ateísmo de Niemeyer não o impediu de construir a bela igrejas como a de S. Francisco de Assis, em Belo Horizonte. As opções estéticas são individuais. Ao contrário de Le Corbusier e de algum modo à semelhança de Gaudi, Niemeyer privilegia a linha curva em relação à recta, invocando a ciência: "Não é o ângulo recto que me atrai, nem a linha recta, dura, inflexível, criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual, a curva que encontro nas montanhas do meu país. No curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, no corpo da mulher preferida. De curvas é feito todo o universo, o universo curvo de Einstein." O lado do triângulo, necessariamente curvo, entre ciência e arte, é muito rico. Que é possível ser simultaneamente cientista e artista mostra o caso de Abel Salazar (é conhecida a sua recusa positivista, ou melhor neo-positivista, da religião). No livro “O que é a Arte” chamou a atenção para a dupla leitura que se fazer de uma linha, seja esta recta ou curva, uma leitura científica e uma leitura estética, uma leitura racional e uma leitura emotiva: “A linha, pelas suas propriedades geométricas e analíticas é um ser autónomo, que pertence integralmente ao campo matemático: é um ser matemático. Mas, pela sua propriedade ’forma’, ela entra em relação com a emoção...: e é a síntese da ‘forma’ e da ‘emoção’ que estabelece a ligação entre a arte e a ciência.”Para reconhecer que a ciência tem implicações na arte basta lembrar o caso da arquitectura, uma arte que muito deve à ciência, nomeadamente a procura de novos materiais e técnicas construtivas. Mas o mesmo podemos reconhecer se se analisarmos as tentativas, tão antigas como a ciência e de sucesso muito irregular, de cientifização da arte, nomeadamente a busca que se tem feito desde os antigos Gregos da matematização da estética. A chamada “razão dourada” é um bom exemplo da ligação entre ciência e arte. No Renascimento esse tema foi retomado no livro de há exactamente 500 anos, da Fra Luca de Pacioli, De Divina Proportione. E, desde então, os rectângulos e triângulos dourados têm sido procurados nos mais diversos edifícios (o Parténon de Atenas), esculturas (a Vénus de Milo, que para Álvaro de Campos era "tão bela como a binómio de Newton") e quadros (a Gioconda, de Leonardo da Vinci, que aliás ilustrou o livro de Pacioli). Este tema da preferência humana pela razão dourada parece ser, por vezes, algo forçado: o belo contém sempre um lado que escapa à razão.Le Corbusier foi um dos adeptos da razão dourada. Procurou usá-lo nos seus edifícios, nomeadamente na Unité d’Habitation à Marseille. Escreveu mesmo um livro teorizando essa proporção (“Le Modulor”). Em 1945, discutiu o assunto com Einstein em Princeton e foi este quem lhe disse que a escala de proporções, procurada pelo arquitecto, era “a que tornava o mau difícil e o belo fácil.” Einstein tinha abandonado a sua casa em Berlim antes da Segunda Guerra Mundial. Também já não ia visitar a estranha Torre Einstein, um observatório astronómico que o arquitecto Erich Mendelsohn tinha construído em Potsdam, nos arredores de Berlim, inspirado nas ideias relativistas. Ali a torre procurava subir não para Deus, mas para as estrelas, enquanto a porta ficava do tamanho do homem. Um tempo profano, portanto.Menos conhecida que a influência da ciência na arte é a influência da arte na ciência. Einstein (que, apesar da sua ascendência judaica, não cultivava a religião dos seus avós, professando antes uma crença panteísta na Natureza, à la Espinosa, o judeu herege de origem portuguesa, e que, entre todas as artes, mais do que a arquitectura, apreciava a música) declarou: “Fazemos ciência quando reconstruímos na linguagem da lógica o que vimos e experimentámos; fazemos arte quando comunicamos por formas cujas ligações não são acessíveis à mente consciente mas, no entanto, reconhecemos intuitivamente nelas algum sentido.” As duas são bem diferentes, mas gostam de se relacionar. A busca da ciência é até muitas vezes informada por critérios estéticos: por vezes, as equações são escolhidas por serem mais bonitas...As relações entre ciência e religião são também vastas. A crença religiosa muitas vezes precedeu a ciência. E, mesmo quando largou a religião, a ciência sempre precisou de crenças: os cientistas, religiosos ou ateus, acreditam, por exemplo, na existência de leis universais e acreditam no primado da lógica. Mas há, evidentemente, uma diferença entre a crença justificada racionalmente da ciência e as muitas crenças injustificadas que encontranmos fora dela.O que têm, enfim, em comum ciência, arte e religião? As três, cada uma a seu modo, poderão servir para elevar o homem, mas as três, também cada uma a seu modo, servem decerto para penetrar o mistério. Citemos de novo Einstein:“A coisa mais bela que podemos experimentar é o mistério. É a emoção fundamental que está no berço da verdadeira arte e da verdadeira ciência. Aquele que desconhece essa emoção, aquele que deixou de se maravilhar, que deixou de admirar, é como se estivesse morto, é uma vela apagada. Foi a experiência do mistério que... originou a religião. Saber que existe algo que não podemos captar, a percepção da razão mais profunda e da beleza mais radiante, que só são acessíveis à nossa mente nas suas formas mais primitivas – é a experiência dessa emoção que constitui a verdadeira religiosidade: e, neste sentido, e só neste sentido, sou um homem profundamente religioso.”
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April 28 2009, 10:51am | Comments »
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CAMÕES, O CÉU E ATERRA
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Informação recebida do Museu de Ciência da Universidade de Coimbra (no quadro camões na gruta bde Macau):Camões transformou a geografia de lugares exóticos como as ilhas Maldivas e inculcou no imaginário português territórios paradisíacos como as Seychelles ou as ilhas do Caribe. Geração após geração, Camões continua a imortalizar o fascínio insular e a determinar a forma como viajamos. Os investigadores João Luís Fernandes e Isabel Almeida vão estar no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra (UC) para explorar as "Novas Terras" do poeta d'Os Lusíadas. A sessão decorre no dia 29 de Abril às 16 horas. A entrada é livre."A visão camoniana antecede a actual percepção da ilha enquanto lugar de atracção, enquanto Éden e território de sedução e enquanto espaço de centralidade turística. A visão camoniana mudou a geografia de lugares como as Maldivas e enriqueceu o imaginário colectivo com territórios paradisíacos como as Seychelles ou as ilhas do Caribe", avança João Luís Fernandes, especialista em Geografia da Universidade de Coimbra.Organizada pelo Museu da Ciência da Universidade de Coimbra (UC) e pelo Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos (CIEC), a conferência "Novas Terras" é a primeira das três sessões do ciclo "Camões, o Céu e a Terra", dedicado à Ciência na obra de Luís de Camões."Vai ser um ciclo verdadeiramente surpreendente. Pelos temas escolhidos, pelo contraponto de perspectivas entre investigadores das ciências exactas e especialistas em Literatura, vão ser certamente conferências cativantes tanto para o público em geral como para audiências especializadas", garante o coordenador científico do CIEC, José Carlos Seabra Pereira.Na sessão "Novas Terras", o geógrafo João Luís Fernandes explorará o modo como Camões mudou para sempre o imaginário turístico, o marketing e a paisagem cultural portuguesa. A par desta reflexão, o investigador fará ainda uma breve incursão pela geografia de Portugal e do mundo na época de Camões.Professor de Geografia na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, João Luís Fernandes é especialista em Geografia do Turismo e Geografia de Portugal e das comunidades de expressão portuguesa.Na mesma conferência, Isabel Almeida, especialista em Literatura Portuguesa da Universidade de Lisboa, vai explorar a simbologia por detrás dos espaços da obra de Camões. "A Geografia e a poesia articularam-se? Como entra a Geografia n'Os Lusíadas? Explorando estas questões, seremos levados a notar que, na época camoniana, o "debuxo dos lugares" faz parte de uma intensa reflexão sobre possibilidades de conhecimento, comportamentos humanos e desejos de plenitude", explica a investigadora.Isabel Almeida é professora da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e membro do CIEC. Estuda Literatura Portuguesa dos séculos XVI e XVII, com destaque para Camões e para o Padre António Vieira.Integrado nas comemorações do Ano Internacional da Astronomia (AIA 2009) e dos duzentos anos do nascimento de Darwin e da publicação da sua obra mais influente, "A Origem das Espécies", o ciclo "Camões, o Céu e a Terra" prossegue a 21 de Maio com uma sessão dedicada aos "Novos Céus" de Camões. A investigadora da Faculdade de Ciências e Tecnologia Carlota Simões e o professor de Literatura da Universidade Católica Portuguesa Luís Silva Pereira são os convidados de uma sessão dedicada à Astronomia camoniana.As sessões sobre a Ciência em Camões terminam a 24 de Junho com as "Novas Gentes" da obra do poeta d'Os Lusíadas. A conferência sobre a importância da Antropologia na obra camoniana contará com a presença do antropólogo social Luís Quintais e do coordenador científico do CIEC, José Carlos Seabra Pereira.Ciclo CAMÕES, O CÉU E A TERRA29 de Abril: novas terras, 16.00, João Luís Fernandes (FLUC) e Isabel Almeida (FLUL)21 de Maio: novos céus 16.00 Carlota Simões (FCTUC) e Luís Silva Pereira (UCP)24 de Junho: novas gentes 16.00 Luís Quintais (FCTUC) e José Carlos Seabra Pereira (FLUC)Organização:Museu da Ciência da Universidade de CoimbraCentro Interuniversitário de Estudos Camonianos
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April 22 2009, 7:27am | Comments »
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NATURE?
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Informação recebida do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra:XI Semana Cultural da UC - NATURE?5 de Março de 200916H30Entrada livreFalar sobre Arte e Ciência: no ano em que se celebram 200 anos sobre o nascimento de Charles Darwin e 150 sobre a publicação da Origem das Espécies, faz-se congregar a dinâmica conceptual de um mundo em evolução e o desafio a reflectir criativamente sobre as expectativas da nossa circunstância contemporânea.16H30 - A EVOLUÇÃO DO NATURAL - ARTIFICIALMarta de Menezes16H50 - DESCONTINUIDADESPaulo Pereira e Herwig Turk17H10 - O ARTISTA COMO FIELDWORKER: REFLEXÕES ADICIONAIS SOBRE NATURE? DE MARTA MENEZESLuís Quintais17H30 - Mesa-redonda (Arte & Ciência):Luís Quintais, Marta de Menezes, Paulo Pereira, Herwig Turk e João Urbano. Moderador: Paulo Gama MotaOrganização: Reitoria e Museu da Ciência da UC
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March 5 2009, 7:38am | Comments »







