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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Histórias para agir III
http://terrear.blogspot.com/2011/01/historias-para-agir-iii.html
January 15 2011, 11:35am | Comments »
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Histórias para agir I
http://terrear.blogspot.com/2011/01/historias-para-agir-i.html
A pedra no caminhoView more presentations from matiasalves.
January 15 2011, 11:28am | Comments »
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O "fracasso" não existe
http://terrear.blogspot.com/2010/05/o-fracasso-nao-existe.html
Uma das lições mais importantes que aprendi, trabalhando com pessoas de sucesso ao longo dos anos, é que o "fracasso" é uma atitude e não um resultado. Ou seja, não tem nada a ver com os resultados produzidos, e tem tudo a ver com a forma como se enquadram as coisas. Por exemplo, depois da tentativa infrutífera número 700 de Thomas Edison para inventar a lâmpada eléctrica, foi interrogado por um repórter do New York Times: "Como se sente por ter falhado setecentas vezes?" O grande inventor respondeu com um exemplo clássico de perspectiva positiva: "Não falhei setecentas vezes. Não falhei uma única vez. Consegui provar que essas setecentas formas de fazer não funcionam. Quando tiver eliminado todas as formas em que não funciona, terei descoberto a forma como funciona." Milhares dessas provas de sucesso do que não funcionava sucederam-se, mas Edison descobriu finalmente "a forma que funcionava", e ao fazê-lo. iluminou o mundo.Acima de tudo, o que Edison conseguiu fazer foi enquadrar o seu desafio específico para se manter motivado. Foi suficientemente flexível na sua forma de pensar para ter mais escolhas. E você, consegue ter a mesma flexibilidade!(Paul McKenna)
May 27 2010, 1:15pm | Comments »
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Rir para não chorar
http://terrear.blogspot.com/2010/03/rir-para-nao-chorar.html
Mueren varios mandatarios en una convención de jefes de Estado. Entre otros mueren Bush, Blair y el entonces presidente argentino Eduardo Duhalde.Se encuentran en el infierno. Bush está intrigado por lo que estará sucediendo en el país sin su presencia. Le dicen que hay un teléfono desde el que puede llamar. Lo hace y, cuando pide la factura, le dicen:- Son cien mil dólares....A pesar del fuerte impacto del precio, Tony Blair quiere hablar con su país. Comprueba, después de hacerlo, que ha estado hablando media hora. Cuando pregunta por el precio le dicen:- Doscientos mil dólares.Eduardo Duhalde, espoleado por la crisis, quiere hablar con su país. Así lo hace. Se lleva las manos a la cabeza cuando se da cuenta de que ha estado hablando tres horas.- Usted debe solamente setenta y cinco centavos de dólar.- ¿Cómo es posible? Un cuarto de hora, cien mil dólares; media hora, doscientos mil y tres horas sólo setenta y cinco centavos de dolar?- Sí, es su tarifa. De infierno a infierno se considera llamada local.Es importante lo que sucede, cómo no. Es también importante la actitud ante lo que sucede. Y en muchas ocasiones hay que reír para no llorar.Miguel Santos Guerra
March 25 2010, 5:46am | Comments »
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A História do Monge
http://terrear.blogspot.com/2010/03/historia-do-monge.html
Um mosteiro atravessava dificuldades. Ele antes fizera parte de uma grande ordem que, em consequência de perseguições religiosas nos séculos dezessete e dezoito, perdera todas as suas ramificações. Estava dizimado a ponto de só haver cinco monges no mosteiro: o abade e quatro outros monges, todos eles passavam dos setenta anos de idade. Claramente esta era uma ordem nos seus estertores.Dentro da floresta em redor, havia uma pequena cabana que um rabino, de uma cidade próxima, usava ocasionalmente para retiros. Um dia ocorreu ao abade visitar a cabana para ver se o rabino poderia dar-lhe algum conselho para salvar o mosteiro. O rabino recebeu o abade e condoeu-se. "Sei como é isto", ele disse, "a espiritualidade desapareceu de todas as pessoas. Quase ninguém mais vai à sinagoga". Assim, o velho rabino e o velho abade choraram juntos, leram partes da Torah e conversaram calmamente sobre temas profundos.O tempo passou e chegou o momento em que o abade tinha de partir. Eles abraçaram-se. "Foi maravilhoso ter estado com o senhor", disse o abade, "mas eu falhei em meu propósito de vir aqui. O senhor não teria um pequeno conselho para salvar o mosteiro?" "Não, desculpe-me", respondeu o rabino, "não tenho nenhum conselho para dar. A única coisa que posso dizer é que o Messias é um de vocês". Quando os demais monges ouviram as palavras do rabino, puseram-se a imaginar o possível significado que isto poderia ter. "O Messias é um de nós? Um de nós, aqui, no mosteiro? Será o abade? É claro - deve ser o abade, que tem sido nosso líder por tanto tempo. Por outro lado, pode ser que seja o Irmão Thomas, que certamente é um homem santo. Ou será que ele quis dizer ser o Irmão Elrod, que é tão diferente? No entanto, Elrod é muito sábio. Certamente, ele não quis dizer que era o Irmão Phillip - ele é muito passivo. No entanto ele, milagrosamente, está sempre presente quando se precisa dele. Por certo ele não quis dizer eu - será que ele quis dizer isto? Meu Deus, não eu! Eu não posso significar tanto para vocês, posso?" Conforme ponderavam sobre isso, os velhos monges começaram a tratar-se com um extraordinário respeito, na possibilidade de que um deles fosse o Messias. E pela remota possibilidade de que cada um deles fosse o Messias, passaram a tratar a si próprios com um extraordinário respeito.Como a floresta na qual eles estavam situados era muito bonita, as pessoas ocasionalmente vinham visitar o mosteiro, para um piquenique ou para passear ao longo das velhas trilhas, a maioria levava à capela destruída. Eles percebiam a aura de extraordinário respeito que circundava os cinco velhos monges, impregnando a atmosfera. Eles passaram a vir mais frequentemente, trazendo seus amigos, e seus amigos trouxeram amigos. Alguns dos jovens que vieram visitar passaram a conversar com os monges. Após algum tempo, um perguntou se podia juntar-se a eles. Então outro, e outro. Em alguns poucos anos, o mosteiro tornou-se uma vívida ordem novamente, e - graças ao presente do rabino - uma vibrante e autêntica comunidade de luz e amor para todo o reino.Zander, Rosamund e Zander, Benjamin, ob citada
March 23 2010, 4:52pm | Comments »
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Teachers attitudes toward students with disabilities
http://terrear.blogspot.com/2009/10/teachers-attitudes-toward-students-with.html
The importance of teacher attitudes toward inclusion is reflected by the numerous studies conducted in that area (Pace, 2003). Teachers must believe that their behaviors can effect the education of their students. They must recognize that they have the capacity and power to make key decisions which will effect their role and their students production. Bandura (1982) posited that even when individual's perceive that specific actions will likely bring about the desired behavior, they will not engage in the behavior or persist after initiating the behavior, if they feel that they do not possess the requisite skills. Scruggs and Mastropieri's (1996) meta-analysis of 28 studies conducted from 1958 to 1995 found that, overwhelmingly, teachers endorse the general concept of providing support to students with disabilities. In spite of that, only one third of the teachers felt that they had the time, preparation, resources, and skills needed for successful instruction. Teachers would like classes to be inclusive but the realities of every day school life dictate otherwise (Van Reusen, Shoho, & Barker, 2001). Various studies show how teacher attitudes have a direct bearing on instructional decision.The shaping of positive attitudes toward students with disabilities is an important aspect of the education of pre-service teachers. Teacher training in the awareness of disabilities and appropriate strategies for teaching students with disabilities has a positive impact on academic success. Teachers who feel negatively toward students with disabilities or have not been trained in the appropriate strategies are less likely to be successful.Teachers also influence the facilitation of inclusion programs based on their own philosophies and willingness to include students with disabilities in their classrooms. Although there is no doubt about the importance of examining the attitudes of teachers, one must be aware of the reality that attitudes are also being formed in the teacher education experiences of pre-service teachers. Teachers' own cognitions and beliefs, in part, may have their sources in their experiences while they were students. It may be the product of their teacher training (Pajares, 1992), or it may be a combination of their training and falling in line with the prevailing ideas or beliefs within the context of the school (Acker, 1990; D'Andrade, 1981). Accordingly, if pre-service teachers are appropriately trained in strategies and interventions for working with students with disabilities as well as being exposed to different types of disabilities, they may exhibit more positive attitudes toward inclusion (Cook, 2002 & Coates, 1989).Fonte
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- relação pedagógica
- atitude
October 4 2009, 1:54pm | Comments »
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Os Outros Resultados Escolares
http://terrear.blogspot.com/2009/05/os-outros-resultados-escolares.html
A parte final da crónica de hoje de Miguel Santos Guerra: (...)La responsabilidad de cada persona, configurada a través de múltiples influencias y, en definitiva, por la propia libertad, nos hace adoptar hacia los demás una postura de empatía o de rechazo, de ayuda o de perjuicio, de amor o de odio. Cada uno va haciendo cristalizar en su corazón una actitud básica hacia el prójimo. ¿Cómo sería el mundo si todos y todas cultivásemos actitudes de solidaridad, de respeto y de compasión hacia el prójimo? Ante el chico de los libros unos compañeros reaccionan burlándose, humillándolo y despreciándolo y otro le tiende la mano y le ofrece su ayuda y su amistad. ¿Cómo potenciar esas actitudes de respeto y de solidaridad? ¿Cómo desarrollar la empatía? Creo que la respuesta básica a estas cuestiones está en la educación. En la educación entendida no como mera transmisión de conocimientos sino como aprendizaje de los valores. Educación que no sólo tiene lugar en la escuela y en la familia sino que tiene como agentes a todos los miembros de la sociedad. El ejemplo es la forma más bella y más eficaz de enseñanza de los valores. Y también lo es el amor. “Quien ama educa”, reza el título de un libro que acaba de publicar la Editorial Aguilar y cuyo autor es un reconocido psiquiatra, asesor de familias y psicoterapeuta de adolescentes llamado Içami Tiba. El autor habla de un amor generoso, de un amor que enseña, de un amor que exige, de un amor que intercambia y de un amor que recibe. Hay que subrayar, ante la actitud de quienes en nombre del amor sobreprotegen, la necesidad de mantener una consistencia normativa que despierte el sentido de la responsabilidad y que lleve al fortalecimiento de la voluntad, tantas veces olvidada. Me remito al interesante libro de José Antonio Marina, tan certeramente titulado “El misterio de la voluntad perdida”. Y a otro que acaba de publicar el mismo autor y que se titula “La recuperación de la autoridad”. Hay gestos, nacidos de la empatía, que conllevan unas consecuencias de valor incalculable. No siempre se conocen en el momento de realizarse. Es probable que, en ocasiones, no se conozcan nunca. De cualquier manera, la persona que cultiva una actitud de empatía, actúa de forma generosa y desinteresada ayudando a los demás, sin exigir (sin esperar siquiera) una reacción compensatoria. El amor es gratuito.Fonte
May 16 2009, 11:56am | Comments »
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A pedra no caminho
http://terrear.blogspot.com/2009/03/pedra-no-caminho.html
Conta-se a lenda de um rei que viveu há muitos anos num país para lá dos mares. Era muito sábio e não poupava esforços para inculcar bons hábitos nos seus súbditos. Frequentemente, fazia coisas que pareciam estranhas e inúteis; mas tudo se destinava a ensinar o povo a ser trabalhador e prudente.— Nada de bom pode vir a uma nação — dizia ele — cujo povo reclama e espera que outros resolvam os seus problemas. Deus concede os seus dons a quem trata dos problemas por conta própria.Uma noite, enquanto todos dormiam, pôs uma enorme pedra na estrada que passava pelo palácio. Depois, foi esconder-se atrás de uma cerca e esperou para ver o que acontecia.Primeiro, veio um fazendeiro com uma carroça carregada de sementes que ele levava para a moagem.— Onde já se viu tamanho descuido? — disse ele contrariado, enquanto desviava a sua parelha e contornava a pedra. — Por que motivo esses preguiçosos não mandam retirar a pedra da estrada?E continuou a reclamar sobre a inutilidade dos outros, sem ao menos tocar, ele próprio, na pedra.Logo depois surgiu a cantar um jovem soldado. A longa pluma do seu quépi ondulava na brisa, e uma espada reluzente pendia-lhe à cintura. Ele pensava na extraordinária coragem que revelaria na guerra.O soldado não viu a pedra, mas tropeçou nela e estatelou-se no chão poeirento. Ergueu-se, sacudiu a poeira da roupa, pegou na espada e enfureceu-se com os preguiçosos que insensatamente haviam deixado uma pedra enorme na estrada. Também ele se afastou então, sem pensar uma única vez que ele próprio poderia retirar a pedra.Assim correu o dia. Todos os que por ali passavam reclamavam e resmungavam por causa da pedra colocada na estrada, mas ninguém lhe tocava.Finalmente, ao cair da noite, a filha do moleiro passou por lá. Era muito trabalhadora e estava cansada, pois desde cedo andara ocupada no moinho. Mas disse consigo própria: “Já está quase a escurecer e de noite, alguém pode tropeçar nesta pedra e ferir-se gravemente. Vou tirá-la do caminho.”E tentou arrastar dali a pedra. Era muito pesada, mas a moça empurrou, e empurrou, e puxou, e inclinou, até que conseguiu retirá-la do lugar. Para sua surpresa, encontrou uma caixa debaixo da pedra.Ergueu a caixa. Era pesada, pois estava cheia de alguma coisa. Havia na tampa os seguintes dizeres: “Esta caixa pertence a quem retirar a pedra.” Ela abriu a caixa e descobriu que estava cheia de ouro.A filha do moleiro foi para casa com o coração cheio de alegria. Quando o fazendeiro e o soldado e todos os outros ouviram o que havia ocorrido, juntaram-se em torno do local onde se encontrava a pedra. Revolveram com os pés o pó da estrada, na esperança de encontrarem um pedaço de ouro.— Meus amigos — disse o rei — com frequência encontramos obstáculos e fardos no nosso caminho. Podemos, se assim preferirmos, reclamar alto e bom som enquanto nos desviamos deles, ou podemos retirá-los e descobrir o que eles significam. A decepção é normalmente o preço da preguiça.Então, o sábio rei montou no seu cavalo e, dando delicadamente as boas-noites, retirou-se.William J. BennettO Livro das Virtudes IIEditora Nova Fronteira, 1996(adaptação) Via Clube de Contadores de HistóriasClaro que é uma estória, uma fantasia, uma parábola. Mas as nossas des graças vêm muitas vezes das atitudes que assumimos, face às pedras no meio do caminho. E é uma outra forma de olhar para além do muro. E de sair dos labirintos onde nos vamos perdendo com as ilusões das frentes e das vitórias.
March 19 2009, 8:34am | Comments »
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