- Incentivar a Empatia e o Afeto Embora a linguagem e a lógica da parte do cérebro responsável pelo raciocínio sejam importantes para ensinar valores às crianças, não moldam o comportamento delas como as emoções e os sentimentos.2. Honestidade e Integridade A honestidade e a ética podem ser assunto de permanentes conversas desde tenra idade, escolhendo livros e vídeos para compartilhar com elas, utilizando jogos que desenvolvam a confiança.3. Vergonha e CulpaA vergonha e a culpa não são vilãs emocionais. Quando utilizadas de forma apropriada, são recursos importantes para os pais ensinarem valores morais aos filhos.4. Pensamento RealistaIsto é o oposto da auto-ilusão. Livros ou histórias contadas pelos pais podem modelar este tipo de pensamento. As crianças aprenderão a pensar de forma realista sobre os seus problemas ou preocupações se os pais fizerem o mesmo. A verdade, mesmo dolorosa, não deve ser escondida.5. Optimismo (fundamental para uma personalidade sadia!!!)O optimismo aprende-se com os pais. É mais do que um simples pensamento positivo. É um hábito de pensar positivamente, uma disposição ou tendência de olhar para o lado mais favorável dos acontecimentos ou condições e esperar pelo resultado mais favorável.6. Humor (decisivo para uma personalidade sociável!!!)As crianças bem-humoradas apresentam um quociente de inteligência emocional superior às outras. O seu sucesso social é geralmente muito grande e fácil de obter.O humor aprende-se a desenvolver desde muito cedo. A boa disposição e o clima reinante em casa ajudam a modelar um espírito bem-humorado. As brincadeiras divertidas favorecem os alicerces do humor.7. Amizades Devem ser incentivadas pelos pais e na escola. Participar em festas e em grupos é um bom meio de fortalecer a inteligência social.8. Boas Maneiras Desde muito nova, a criança deve aprender a comportar-se bem mas sem constrangimentos. A melhor forma de educar boa maneiras é mostrar como é. As crianças aprendem por imitação.9. Persistência e Esforço Na adolescência, muitas crianças perdem interesse em lutar pelas coisas quando enfrentam a realidade das coisas. Já nem tudo é fácil como antes, durante a infância. Assim, é necessário ensinar as crianças a perceber o que é a perseverança e a persistência. As biografias de gente de sucesso é um bom meio. É também muito importante ajudá-los a administrar o tempo.10. Enfrentar e Superar Fracassos Na adolescência, as crianças são particularmente vulneráveis aos problemas ligados à motivação. É útil ensinar-lhes que as ameaças e os problemas da vida são desafios a serem estudados e vencidos. Deve-se ensiná-los a saber tirar partido das suas habilidades e pontos fortes.11. Consciência Emocional Incentivar as crianças a verbalizarem os seus sentimentos como maneira de lidarem com conflitos e preocupações. Ajudá-las a ouvirem e estudarem soluções para os problemas emocionais.12. Controle Emocional Desde muito novas, as crianças devem aprender a gerir as suas emoções, conversando, dialogando, ouvindo, dando opiniões, pesquisando soluções para os seus problemas emocionais e sentimentais.
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Acções a empreender para aumentar a auto-estima e a confiança
http://terrear.blogspot.com/2011/01/accoes-empreender-para-aumentar-auto.html
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January 23 2011, 7:58am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Histórias pedagógicas - O GRANDE SONHO DO ESQUILO
http://terrear.blogspot.com/2011/01/historias-pedagogicas-o-grande-sonho-do.html
- Aspectos pedagógicos: O objectivo do conto é que as crianças captem o facto de todos os seres terem coisas de que gostam e outras que invejam aos outros. Quer dizer, devemos estar contentes pelo que somos, fazemos ou temos. Este conto permite iniciar os alunos na auto-imagem positiva e levá-los a reconhecer as vantagens e desvantagens de qualquer situação.- Desenvolvimento do conto:«Era uma vez um velho bosque cheio de árvores grandes e pequenas onde vivia uma família de esquilos. O pequeno esquilo era o mais pequenito de seis irmãos. Naquela tarde, de tanto nevar, estava tudo como um grande pastel de nata muito branco. O pequeno esquilo não sentia frio porque estava muito bem aconchegado no ninho junto a seus pais e irmãos. Sonhava. E no bosque continuava a nevar. E o pequeno esquilo continuava a dormir quentinho.Às tantas, começou a sonhar que era um cavalo. Sorriu feliz, porque conseguia trotar mais depressa que o vento, dando música ao bosque com os seus cascos: cataclic, cataclic, tão suave que todos os animais do bosque ficavam de boca aberta. Saltava todos os obstáculos e tinha uma crina larga e muito bonita. Oh!, mas um cavalo também tem que levar gente montada e isso deve ser muito cansativo ou arrastar carros carregados ...E o pequeno esquilo mexia-se intranquilo na sua camita, embora continuasse a dormir.Depois, começa a sonhar que era uma tartaruga. Oh!, se fosse tartaruga dormia todo o Inverno e no Verão caminharia devagar sem se cansar, comeria coisas suaves: alfaces, tomates, morangos ... E se algum dia tivesse medo de alguma coisa podia esconder-se rapidamente dentro da carapaça dura e forte. Ninguém poderia fazer-lhe mal. Oh, mas não poderia saltar, nem correr, nem brincar, nem fazer piruetas ...E o pequeno esquilo mexia-se intranquilo na sua camita, embora continuasse a dormir.Depois, começa a sonhar que era uma truta. Se fosse uma truta estaria todo o dia fresquinha, nadando na água: cnip, cnap, cnip, cnap ... Dormiria em cima das algas, faria grandes viagens pelo rio e chegaria até ao mar, ouviria a música das ondas e nenhum caçador lhe apontaria uma arma Oh!, se fosse uma truta nunca sentiria o calor do Sol e teria que fugir dos pescadores para não ser caça.E o pequeno esquilo mexia-se intranquilo na sua camita, embora continuasse a dormir.Depois, começa a sonhar que era uma aranha. Se fosse uma aranha não teria medo, nem dos caçadores nem dos pescadores. Estaria todo o dia a tecer. Faria bonitas teias de aranha que seriam redes para caçar as desgraçadas moscas. E quando chovesse, as gotas de água fariam lindos colares ao cair da teia. Teria um ninho, viveria numa árvore e passsaria o tempo a balouçar-se. Oh!, mas não teria amigas, comeria sempre moscas e ficaria triste sempre que me rompessem a teia.E o pequeno esquilo mexia-se intranquilo na sua camita, embora continuasse a dormir.Depois começou a sonhar que era um faisão.Oh!, que maravilha. Voaria por cima das árvores e muito alto, junto das nuvens. Comeria todo o tipo de grãos e de sementes. Saberia cantar e avisaria todos os habitantes do bosque quando os caçadores se aproximassem. Oh!, mas os caçadores apanhavam-me com os seus cães, depois comiam-me e enfeitavam os seus chapéus com as minhas penas.E o pequeno esquilo mexia-se intranquilo na sua camita, embora continuasse a dormir.Depois, começou a sonhar que era um menino. Podia correr, saltar, dançar, cantar, nadar. Não teria medo dos homens nem dos animais. Não teria frio porque vestiria bonitas roupas feitas pela avó. Oh, mas não poderia estar todo o dia no bosque, porque teria que aprender coisas, não poderia saltar nem correr sempre. Não teria cauda ..Então, o pequeno esquilo acordou e disse:- Sou um esquilo.Tenho uma cabeça pequena, umas orelhas direitas, uns olhos vivos, umas patitas muito fortes. O meu pelo é muito bonito e a minha cauda é muito suave. Tenho todo o Inverno para dormir e um grande bosque para brincar e muitos pinhões para comer. Estou muito contente por ser um esquilo.»- Orientação didáctica:Com os mais pequenos basta explicar o conto. Utilizando as marionetas de pau (simples cartolinas recortadas depois de desenhados e pintados os animais). Terminado o conto, deve ajudar-se as crianças a estarem contentes com tudo o que têm: mãos para moldar plasticina, pernas para saltar, corpo para brincar. etcCom os mais crescidos, o conto pode ser explicado, preparando-o com sombras chinesas e. uma vez finalizada a exposição, estabelecer um diálogo levando-os a entender que não temos, todos, as mesmas coisas ou as mesmas facilidades e que devemos estar contentes com o que somos. Devem ser sugeridos outros animais, para que as crianças vejam outras habilidades ou qualidades que gostaríamos ou não de possuir. Cada aluno ou cada grupo da turma poderá escolher um animal como seu mascote. Poderiam os próprios alunos construir o referido mascote ..inGomez, Mª, Mir, V., Serrats, Mª (2003). Como criar uma boa relação pedagógica. Porto:ASA
January 8 2011, 5:03pm | Comments »
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