Uma ordem não tem de ser explicada, tem de ser executada. A explicação que é dada ao mesmo tempo que a ordem apaga a hierarquia. Se quiser explicar, só depois da ordem cumprida. A figura parental nunca, mas nunca, tem de se justificar perante o filho.Aldo Naouri, Educar os Filhos, Livros d'Hoje
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Reinventar a relação parental (e pedagógica)
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July 8 2010, 11:09am | Comments »
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Crime público, disse ela! E todos parece que querem ir atrás…
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Mais um contributo de Joaquim Azevedo para sustentar um debate. Porque, muitas vezes, como parece ser agora o caso, as soluções ofuscam e desviam do necessário combate ao problema.Esta deriva securitária tem agora mais uma expressão concreta, que vale a pena combater, em nome da convivência, da democracia, da sociedade de direito e da política como regulação pessoal e sociocomunitária, muito antes de ser regulação estatal.A Fenprof invoca um parecer do CNE, de 2002, “Para combater a indisciplina nas escolas”, para vir agora propor que as agressões aos professores sejam consideradas agressões e ofensas contra autoridades públicas. Mais até já se invoca que os professores possam dar voz de prisão a um aluno, um pai ou uma mãe, um autarca, sei lá.Primeiro, do ponto de vista jurídico, o novo quadro legal (Código Penal) instituído em 2007, veio tornar isso mesmo claro ao consagrar como ofensa qualificada a que seja cometida contra “docente ou membro da comunidade escolar”, o mesmo sucedendo se se tratar de difamação e ameaça. Logo, dizem os penalistas, é crime público (apesar da jurisprudência ser ainda escassa, como é óbvio). Basta, por isso, agir em conformidade e accionar a lei.Segundo, do ponto de vista social e comunitário, é bem evidente que este não é o caminho, pois a lei até já existe e as situações de indisciplina e violência na escola existem e continuam a existir. E se mais normas vierem a ser instituídas, como fuga para a frente, as “lixeiras sociais” continuarão com o mesmo lixo. Andamos a empurrar os problemas com a barriga e colocamos a cabeça e a palavra, o diálogo uns com os outros, de lado, secundarizados e até bem escondidos. Instituimos a ideia de que se castigarmos bem dois ou três alunos, de modo exemplar, expulsando-os das escolas, de preferência com a pena máxima e com direito a “prime-time” nos telejonais, resolvemos o problema. Se conseguirmos mudar as normas, então é que os problemas da violência e da indisciplina ficam mesmo resolvidos!Foi assim em 2002, será assim em 2010 e será pior ainda em 2015, muito pior, não só porque nenhum dos problemas sociais que existem actualmente se resolverá por esta via, mas também porque as escolas irão ter de acolher obrigatóriamente todos os jovens não só até aos 15, mas até aos 18 anos.Dei o exemplo, nos textos anteriores (aqui inseridos) , do Agrupamento de Beiriz e da Escola da Damaia. Há muitas outras escolas que fazem o que vale a pena ser feito, com muita determinação e coragem: criar um clima escolar rigoroso e construído sob a ética do cuidado, com professores muito bem preparados e com bons e eficazes sistemas de trabalho em equipa, pois estes caminhos são muito exigentes; estabelecer ambientes de boa comunicação entre os alunos, os professores e os pais-famílias, pois estes circuitos de comunicação, por mais difíceis que sejam, são os que têm de ser accionados, para que quando algo falhe seja possível imediatamente agir, ou seja, actuar sempre preventivamente e muito pouco correctivamente; envolver todos estes actores nos debates dos problemas e nas principais decisões a tomar, estabelecendo-se regras claras e sanções precisas, que todos entendam e cumpram e façam cumprir; criar pontes permanentes entre as escolas e outros agentes sociais locais, desde os assistentes sociais aos técnicos da justiça e da solidariedade social, desde o pessoal técnico da saúde às instituições de solidariedade social; nunca deixar ninguém pelo caminho (mesmo que “cheire mal e fique ali sentada a um canto da sala”, como disse a professora da criança de dez anos que lhe mordeu o braço, “negra” que bem mostrou à televisão), accionando todos os dispositivos de alerta, de encaminhamento e de solução social dos problemas de violência e agressão mútua que estão instalados no nosso quotidiano (a articulação com as CPCJ, a proximidade das respostas sociais com as famílias e o trabalho interprofissional são bens sociais inestimáveis a preservar e a desenvolver).Se, mesmo assim falharem as respostas que existem instituídas, é preciso criar outras, muito mais flexíveis e abertas à inspiração humana, instituídas sob o signo do máximo cuidado e da máxima atenção a cada pessoa que mora em cada aluno, a cada situação envolvente, e dirigidas à edificação de novos projectos de vida, que só os próprios podem construir, passo a passo, com muita paciência, resistência e determinação. Temos tantos técnicos tão capazes de o fazer, que já o fazem e que o podem fazer ainda melhor! É só incentivar e proporcionar os meios! Os governos e os líderes locais são orquestradores e não solistas!Ninguém pode cair da malha que temos de saber tecer, com laços sociais fraternos, com muito trabalho e esperança. Os seres humanos são capazes de milagres quando se unem na procura da satisfação do bem comum. É certo que hoje, em todos os concelhos do país, há adolescentes e jovens que passam esta malha, e habitam o que alguns chamam a “exclusão social”. É isso que temos de corrigir, na escola e nas comunidades, dando as mãos.Deixem lá a juridização dos problemas, porque perdem tempo e nada resolvem!Deixam lá de alimentar o jogo daqueles que querem desviar a atenção da população para violências, crimes e situações extremas, para que os cidadãos esqueçam as magnas questões que eles e todos temos de resolver!Deixem lá as derivas autoritárias e securitárias e vamos dar força, energia, coragem e esperança a quantos reconstroem e constroem esses difíceis laços sociais e relações entre todos os membros das nossas comunidades locais!
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March 28 2010, 10:37am | Comments »
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Autoridade
http://terrear.blogspot.com/2010/03/autoridade.html
Por 23 vezes, já aqui convoquei o tema da Autoridade. Talvez seja oportuno reler.
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March 15 2010, 6:27pm | Comments »
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PODERES (e micropoderes)
http://terrear.blogspot.com/2010/02/poderes-e-micropoderes.html
Aqui.
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February 15 2010, 10:41am | Comments »
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Como formar delinquentes
http://terrear.blogspot.com/2010/01/como-formar-delinquentes.html
Sem o saber, a familia e a sociedade vão formando delinquentes. A solidão e a correria,o predomínio do ter sobre o ser, a crença de que o mundo é um brinquedo, a difusão de referências éticas, o consumismo febril, o império das marcas… são alguns dos sinais do nosso tempo.E a escola é que paga. É que tem de salvar as famílias, regenerar a sociedade, tornar possível o laço social. Numa missão impossível e num processo de destruição psicológica dos professores. Também por isso é preciso acabar com o mito de uma escola ao serviço da sociedade (como há dias aqui diziam as palavras de António Nóvoa) ; e mobilizar a sociedade para estar ao serviçoda escola. Eis as práticas eficazes de uma formação para a delinquência:1) Comece desde a infância a dar ao seu filho tudo o que ele pede. Assim este crescerá convencido de que o mundo inteiro lhe pertence. E que a missão dos pais é satisfazer-lhe os desejos de consumo.2) Não lhe dê qualquer educação moral. Espere que seja de maior idade para que possa decidir livremente.3) Quando disser palavrões, ache graça, ria-se. Isto anima-lo-á a fazer coisas ainda mais graciosas.4) Não o confronte, não lhe diga que errou, que está mal algo que faz, pois poderia criar-lhe um complexo de culpa.5) Apanhe tudo o que ele tiver espalhado: livros, sapatos, roupa, jogos... Assim, ele habituar-se-á a deixar os outros assumir as responsabilidades.6) Deixe-o ler tudo o que lhe caia nas mãos e ver todos os programas que lhe apetecer. Tome cuidado para que os seus pratos, copos e talheres estejam bem esterilizados, mas deixe quea sua mente se encha de imundície, para que ele aprenda a considerar valioso aquilo que é lixo.7) Discuta e brigue com o seu cônjuge na sua presença. Deste modo ele não se surpreenderá nem sofrerá demasiado quando a família se separar.8) Dê-lhe todo o dinheiro que ele quiser gastar para que ele não suspeite que para dispor de dinheiro é preciso esforçar-se e trabalhar.9) Satisfaça todos os seus desejos, apetites, comodidades e prazeres. O sacrifício e a austeridadepoderiam frustrá-lo.10) Ponha-se do seu lado em qualquer conflito que ele mantenha com os professores, vizinhos eamigos. Acredite que todos eles têm preconceitos contra o seu filho e, na verdade, só o queremprejudicar.(a partir de Miguel Santos Guerra)
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January 17 2010, 9:31am | Comments »
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Teoria Crítica_ Hierarquia, poder e autoridade
http://terrear.blogspot.com/2010/01/teoria-critica-hierarquia-poder-e.html
(...)A Teoria Crítica demonstrou que o relacionamento hierárquico, o poder e a autoridade são necessários para a sobrevivência e a funcionalidade da organização, dentro da lógica econômica dominante, mas não necessariamente este modelo de relacionamento hierárquico, cuja origem é uma determinada organização racional do trabalho que se justifica técnica e cientificamente (como a organização taylorista). Por um lado, esclareceu que poder e autoridade poderiam ser exercidos, desde que livre e conscientemente aceitos por indivíduos enquanto agentes esclarecidos e informados sobre a sua finalidade e conseqüências. Por outro, denunciou que a mesma racionalidade que integrou a ciência e a tecnologia invadiu também o campo da interação comunicativa (a esfera pública, por excelência), direcionando-a para fins exclusivamente industriais, embora isto não seja definitivo, não seja completo e tenha que ser continuamente refeito face à possibilidade de os indivíduos recusarem tal invasão.(...)Fonte
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January 7 2010, 3:55am | Comments »
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Autoridade
http://terrear.blogspot.com/2009/12/autoridade.html
A palavra autoridade provém do verbolatino auctor, augere que significa fazercrescer. Tem autoridade a pessoa queajuda a crescer. Que faz crescer o respeito,o amor ao próximo, a coerência,o saber, a sabedoria, o exemplo. Quefaz crescer a tolerância, a cooperação ea entreajuda. Uns têm autoridade. Agempara guiar, libertar, emancipar as pessoase as organizações de tutelas estúpidas.Agem para se tornarem dispensáveis. Eé esta a missão maior do professor, amissão mais nobre e imprescindível. Unstêm autoridade. Outros têm apenaspoder. O poder de mandar, de afirmar oseu estatuto, de destruir, de manipular, guerrear.É, pois, preciso reclamar a autoritaspara as escolas, para os professores,para os pais. Criar dispositivos que afaçam emergir, que a reconheçam e valorizem.Aprender o ofício e o exercíciode ser uma autoridade. Que é reconhecidapelo seu saber (no limite, pela suasapiência), pelo seu exemplo, pela suadedicação ao próximo (e quem é o meupróximo? – pode perguntar o eco bíblico).A autoridade é pois a essência do serprofessor. Quem não exerce autoridadesobre os seus alunos não tem condiçõesde ser professor. E quantas vezes ela éameaçada pelo alheamento e pelo desinteresse,pela balbúrdia e pela desordem.Quanto vezes nos sabemos e nossentimos não estando a ser professores,não por défice de saber, mas por déficede condições de exercício de autoridade.Esta é uma batalha decisiva em que todossomos chamados a participar. Ajudando--nos uns aos outros. Com os laços dosaber e da experiência. Com uma palavra,um olhar, um silêncio. Precisamos, comodo pão para a boca, de uma comunidadede. De ideias, de valores, de afectos. De uma comunidade profissional.
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December 17 2009, 5:46am | Comments »
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Da Autoridade e dos Estrados
http://terrear.blogspot.com/2009/10/excerto-da-cronica-de-miguel-santos.html
Excerto da crónica de Miguel Santos Guerra. Onde se fala da autoridade e do regresso dos estrados para a outorgar.Sé que muchos profesores y profesoras están viviendo momentos difíciles en las aulas. Hay, por parte de algunos alumnos y alumnas, buenas dosis de chulería, displicencia, caradura, insolencia, agresión y pasotismo. La familia, que es un pilar insustituible del edificio educativo, mira para otra parte o se enfrenta abiertamente con quien pretende imponer una autoridad sin la cual no hay aprendizaje. La inspección es proclive a respaldar las quejas de algunos padres que protestan airadamente. No es fácil. Hay que hacer algo. Pero no precisamente lo que propone doña Esperanza.La palabra autoridad proviene del verbo latino auctor, augere, que significa hacer crecer. Creo que tiene autoridad aquella persona que ayuda a los demás a desarrollarse. Quien aplasta, oprime, castiga, silencia y humilla, sólo tiene poder.Los profesores deben tener autoridad. Y esa autoridad dimana del respeto que merece la tarea que se realiza. Dice Rosario Ortega en un reciente artículo titulado “Autoridad docente y tarimas” que “la tarea de enseñar requiere el reconocimiento del valor de lo enseñado y ese reconocimiento lo otorga, de forma voluntaria y feliz el que cuando está aprendiendo siente, en el día a día, que lo que aprende es valioso, interesante y le hace crecer y ser mejor. La tarea de la educación requiere el reconocimiento mutuo –profesor/alumno- de que lo que se tiene en común es algo importante y valioso, personal y socialmente, algo que merece la pena ser protegido”.La autoridad se gana, se conquista con aquello que se hace, con aquello que se siente, con aquello que se es. Deberíamos hacer más hincapié, para fortalecer la autoridad, en cuidar el marco de relaciones interpersonales entre los docentes, potenciar la tarea de equipo (y no encogerse de hombros ante los problemas de los compañeros y de las compañeras), mejorar nuestro autoconcepto, aprender a dialogar, ser un ejemplo vivo de convivencia, amar la profesión y a los alumnos y alumnas, diseñar de manera original y creativa las clases, tener metodologías motivadoras, hacer una evaluación encaminada al aprendizaje, crear un clima de exigencia, respeto y confianza.La familia desempeña un papel fundamental. Tiene que colaborar de forma sincera y comprometida en la tarea de la escuela, participar en la elaboración y el desarrollo del proyecto educativo, dialogar con el profesorado, respaldar sus justas decisiones, exigir a sus hijos e hijas el debido respeto a quien tiene el deber y el derecho de educar. Sin la familia, es imposible.Y la sociedad tiene que tratar dignamente a los profesores porque realizan una función esencial para la mejora de las personas y de las sociedades. ”La historia de la humanidad es una larga carrera entre la educación y la catástrofe”, dice Herbert Wells.Los docentes no deben ser víctimas de los alumnos. La educabilidad se rompe cuando esto sucede. Nadie tiene que ser víctima de nadie. Pero los profesores no deben ser autoridades públicas investidas de ese poder por la ley como si no tuvieran por sí mismos. Los docentes tienen que ser la encarnación misma de la autoridad moral y del espíritu cívico en una sociedad democrática Tienen que ser capaces de dar la respuesta educativa que necesita la sociedad. Sólo así serán autoridad.Texto integral
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October 18 2009, 10:01am | Comments »
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La Recuperación de la Autoridad
http://terrear.blogspot.com/2009/05/la-recuperacion-de-la-autoridad.html
Um livro a ler: En este libro Jose Antonio Marina explica de manera sencilla su proyecto educativo. Está basado en una idea: la de la gran creación ética, o bien el gran proyecto humano. Y debe comenzar revitalizando la educación, en la familia y en la escuela, porque son las dos instituciones fundamentales de la sociedad. El autor argumenta en contra de la educación permisiva y de la autoritaria, que imposibilitan el buen desarrollo de los niños. La educación es instrucción más educación del carácter, y ambos objetivos requieren una autoridad responsable. Es interesante el argumento que lleva desde el concepto de autoridad, que se ha malentendido, como muchos otros que afectan a la educación, hasta las funciones educativas de padres y profesores. El sistema de derechos aparece como el respaldo de un proyecto ético, y no es suficiente si no se complementa con un sistema de deberes. Estos deberes son la conciencia cívica. Por eso el proyecto de “movilización educativa” y el de la “universidad de padres” pueden ayudar a educar mejor, porque responden a una necesidad urgente de nuestra sociedad. INDICEPARTE 1: ... Cap. 1: Nostalgia de la autoridadCap. 2: El sistema invisibleCap. 3: El caso especial de la educaciónCap. 4: La recuperación de la experienciaCap. 5: La educación del carácterCap. 6: Familia y autoridadCap. 7: La autoridad en la escuelaCap. 8: La sociedad de la responsabilidad (fonte)
May 16 2009, 12:09pm | Comments »
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Da lógica de autoridade à lógica de responsabilidade
http://terrear.blogspot.com/2009/05/da-logica-de-autoridade-logica-de.html
As duas noções de autoridade e de poder, muitas vezes assimiladas, devem ser claramente diferenciadas.A autoridade é o poder fundado no posicionamento hierárquico e o direito que legitima a liderança. Esta encontra a sua legitimidade na competência técnica e no saber-fazer ou na moral. A relação de autoridade dá a conhecer os actores e veicula o respeito do detentor da autoridade.O poder resulta da influência, da força, da habilidade, ou ainda da superioridade da informação. O exercício do poder traduz-se pela autoridade e pelo comando. O poder carismático distingue-se da autoridade hierárquica. Progressivamente, assiste-se à evolução da direcção fundada numa lógica de autoridade no sentido de uma lógica de responsabilidade; o controlo interno e auto-controlo substituindo o controlo externo.Xavier Montsserat, obra citada
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May 14 2009, 5:34pm | Comments »
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