Um importante relatório sobre a avaliação de docentes para mais tarde comentar.
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Avaliação dos docentes - Evidências de um engano
http://terrear.blogspot.com/2009/06/avaliacao-dos-docentes-evidencias-de-um.html
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June 19 2009, 12:31pm | Comments »
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CCAP recomenda testagem de modelo de avaliação antes de generalização
http://terrear.blogspot.com/2009/06/ccap-recomenda-testagem-de-modelo-de.html
Quase um ano depois, a recomendação nº 5/CCAP/2009. Com algumas proposições relevantes.
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June 19 2009, 12:26pm | Comments »
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Responsabilidade e Responsabilização
http://terrear.blogspot.com/2009/04/responsabilidade-e-responsabilizacao.html
Natureza colectiva da responsabilização: responsabilidade de todos os participantes. É necessário encararmos a responsabilização como uma responsabilidade colectiva de apoio ao processo de aprendizagem desenvolvida simultaneamente pelos pais, presidentes dos conselhos executivos, membros do conselho escolar e professores, já para não falar nos próprios alunos. Responsabilizar os professores pelo sucesso escolar dos alunos sem reconhecer os papéis desempenhados por esses outros parceiros no processo educativo é claramente injusto e pode assumir o carácter de tentativa de encontrar um bode expiatório. Da mesma forma, exigir que os alunos frequentem uma escola de Verão ou reprová-los com base em progressos limitados, são processos que servem para evitar a própria natureza colectiva da responsabilização, caso os próprios sistemas escolares não tenham prestado a qualidade de instrução necessária para os alunos atingirem notas satisfatórias.Em última análise, a aprendizagem é um fenómeno que ocorre como resultado das interacções entre o professor e o aluno. Os professores não podem ser os únicos responsáveis pela aprendizagem do aluno, porque esta é uma actividade controlada internamente. Contudo, espera-se que os professores possam optimizar as próprias condições de aprendizagem. É para isso que foram contratados e essa é a sua obrigação profissional. Tal como destaca Schalock, "a responsabilização do educador pelo progresso do aluno anda de mãos dadas com o contrato social que atribui a responsabilidade de educar às escolas."21Natureza condicional da responsabilização: recursos e necessidades dos alunos. Tal como muitos outros actores afectam o processo educativo, há inúmeras variáveis que afectam o processo de aprendizagem dentro de uma sala de aula e que, por isso mesmo, estão fora do controlo de cada professor. Estas variáveis externas incluem o nível de apoio fornecido pela comunidade e pelo estado, a disponibilidade de manuais escolares para todas as crianças, a quantidade de computadores, instrumentos e material pedagógico suficientes, o apoio de especialistas curriculares, entre outros. Dentro da sala de aula, a quantidade e o tipo de alunos podem exercer efeitos dramáticos no nível de aproveitamento / sucesso escolar demonstrado pela turma. Por exemplo, o tamanho da turma pode fazer a diferença, sobretudo quando se espera que o professor trabalhe com uma considerável quantidade de alunos de risco, sejam eles alunos portadores de deficiências, com problemas a nível do português, ou oriundos de uma classe social baixa.Aferição da aprendizagem escolar. Um conceito adicional relacionado com a utilização das avaliações da aprendizagem escolar no âmbito do processo de avaliação do professor é a forma como a própria aprendizagem é avaliada. O uso tradicional de notas ou resultados de avaliações padrão é certamente suspeito, por muitas e variadas razões, entre as quais se destaca, por exemplo· Precisão dos processos de avaliação e classificação,· Consonância entre os testes de avaliação e o currículo,· Valor diagnóstico das várias abordagens para a melhoria pedagógica, e ainda a· Natureza pontual e unívoca destes indicadores.No final do ano lectivo, à falta de dados pré-teste significativos, as notas ou os resultados dos testes de avaliação dificilmente poderão ser consideradas medidas válidas indicadoras da influência do professor durante um determinado ano; na realidade, reflectem os efeitos acumulativos daquilo que os alunos aprenderam em casa e na escola nos anos anteriores. Para obtermos uma medida bem mais exacta acerca daquilo que o aluno aprendeu, esta deveria encontrar reflexo numa avaliação desenvolvida em harmonia e consonância com o currículo e administrada no início e no final do ano. Quando analisarmos e compararmos esses ganhos de aprendizagem em relação à turma inteira, obteremos um indicador geral da magnitude de aprendizagem que ocorreu com esse grupo específico de crianças. (No Capítulo 2, será apresentada uma discussão mais aprofundada de possíveis estratégias de avaliação.)Tal como se tornou evidente, a correlação de factores que afectam a aprendizagem escolar é multifacetada, constituindo, por si só, um extraordinário desafio. É igualmente difícil chegar a um consenso sobre como classificar a aprendizagem escolar. Daí que, perante tamanhas complexidades, muitos educadores tenham sempre evitado ser demasiado explícitos publicamente acerca do rastreio da aprendizagem escolar para efeitos de melhoramento da instrução ou avaliação do desempenho. Porém, o actual contexto de responsabilização de alto risco, direccionado para alunos e escolas, que encontramos na grande maioria dos estados norte-americanos e cujo desenvolvimento resulta da política "Nenhuma Criança Deixada para Trás", fornece o ímpeto e a urgência necessários para podermos examinar novas formas de avaliar a qualidade do professor que sejam, efectivamente, justas e realistas. Actualmente, os inspectores escolares, presidentes dos conselhos executivos, professores e alunos começam a ser responsabilizados pela obtenção de níveis de sucesso escolar cada vez mais elevados. Os professores estão a ser pressionados para produzirem resultados, embora, no entanto, careçam frequentemente das informações e apoio necessários para tomarem decisões pedagógicas orientadas para os dados. A utilização de abordagens como as que são sugeridas neste livro podem oferecer algum feedback sobre como melhorar a instrução de uma forma equilibrada e mais significativa.InPamela D. Tucker e James H. Stronge (2007). Avaliação dos Professores e os Resultados dos Alunos. Porto: ASA
April 8 2009, 4:23pm | Comments »
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Processos de avaliação individual de professores poderão ser de acesso livre
http://terrear.blogspot.com/2009/04/processos-de-avaliacao-individual-de.html
São os documentos relacionados com a avaliação de desempenho de um professor confidenciais? O Estatuto da Carreira Docente (ECD) diz que sim. A Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA) entende que não. Se o entendimento da CADA vingar, o processo de avaliação de um professor é de livre acesso e pode ser consultado por outros professores, pais e alunos.Foi no dia 1 de Abril que a CADA - uma entidade independente que funciona junto da Assembleia da República e zela pelo cumprimento da lei em matéria de acesso à informação administrativa - analisou a queixa de um docente da Escola Básica com Secundário S. Martinho do Porto (concelho de Alcobaça).O professor em causa tinha pedido para ter acesso ao processo de uma colega avaliada em 2007/08. O conselho executivo da escola recusara o pedido. Desde logo, porque considerara que um processo de avaliação tem carácter confidencial. Mas também porque o requerente não tinha demonstrado "interesse directo, pessoal e legítimo" para aceder aos documentos - não estava, por exemplo, a recorrer da sua avaliação. Fonte: PúblicoTendo a concordar com a argumentação do Conselho Executivo. Embora estejamos face a um dilema, com argumentos que podem ser mobilizados a favor e contra, discordo da argumentação da CADA pelos seguintes motivos: i) a avaliação de cada docente é já escrutinada por diversos intervenientes, não parecendo haver necessidade de um escrutínio público e geral; ii) o acesso indiscriminado a dados, comentários, juízos de valor sobre a acção profissional introduz na acção organizacional uma lógica não de transparência, mas de devassa, de big brother que me parece condenável; iii) esta angélica transparência iria ter efeitos poderosos a montante, reduzindo os procedimentos avaliativos a codificações ilegíveis; iv) a generalizar este procedimento, gerar-se-ia a espionagem de todos contra todos: os professores poderiam requerer o acesso à avaliação dos pares, dos avaliadores, dos directores; os alunos e os pais, idem; todos poderiam ter acesso aos processos de avaliação individual dos alunos.Enfim, admitindo e defendendo o princípio da transparência, parece-me que neste caso o que se conseguiria seria uma maior opacidade e um acesso ilegítimo a dados que não devem estar na praça pública.
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April 8 2009, 5:04am | Comments »
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Da Persistência do Erro
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“A esmagadora maioria dos professores entregou os objectivos individuais. Mais de 75 por cento fizeram-no e os restantes são os que não tinham de entregar. Uma vez mais, as escolas e os professores mostraram-se muito mais responsáveis do que aquilo que os senhores deputados querem fazer crer”, afirmou Valter Lemos, respondendo aos partidos da oposição que foram unânimes em chumbar as politicas educativas do Governo de José Sócrates.FonteE uma imensa minoria não entregou. Fazer deste assunto um "cavalo de batalha" é um gravíssimo erro educativo e organizacional. É sabido que a entrega, em muitos, se não na maioria dos casos, não serve absolutamente para nada. Um mero ritual sem qualquer consequência na melhoria das práticas educativas. Por outro lado, em termos técnicos, é perfeitamente possível fazer avaliação sem fixar "a priori" objectivos individuais. E era preciso saber ler o significado dos números. E agir em conformidade. Já toda a gente sabe, mesmo aqueles que tudo burocraticamente compriram, que este modelo de avaliação tem seguramente os dias contados. O que torna ainda mais grave a obsessão compulsiva.
April 3 2009, 4:29am | Comments »
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Disposições Mais que Discutíveis, Querelas (que deveriam ser) Inúteis
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«As regras que a lei prevê são que sem avaliação não há progressão e o tempo não releva para efeitos de concurso. E não é possível ver avaliação sem fixação de objectivos globais como é claríssimo para a auto-avaliação e para a avaliação funcional», sublinhou o Secretário de Estado Adjunto e da Educação.O artigo 44º do ECD que define o processo de avaliação do desempenho é claro: as fases do processo de avaliação do desempenho são 8, sendo seis obrigatórias e duas facultativas: i) ficha de auto-avaliação; ii) ficha de avaliação do coordenador do departamento; iii) ficha de avaliação do director; iv) conferência e validação de dados; v) entrevista dos avaliadores com o avaliado; vi) reunião dos avaliadores para decisão; vii) reclamação (eventual); viii) recurso (eventual).É certo que a lei prevê que sem avaliação não há progressão e que o tempo não releva para efeitos de concurso. Mas já é insustentável no plano científico e técnico afirmar que "não é possível ver (haver?) avaliação sem fixação de objectivos". É claríssimo que pode haver avaliação sem objectivos previamente fixados. Há até correntes e paradigmas avaliativas que sustentam (com bons argumentos) que não deve haver objectivos previamente fixados.E mesmo no plano jurídico há dúvidas legítimas. É certo que o nº 1 do artº 9 do DR 2/2008 refere que "Os objectivos individuais são fixados, por acordo entre o avaliado e os avaliadores, através da apresentação de uma proposta do avaliado no início do período em avaliação, redigida de forma clara e rigorosa, de modo a aferir o contributo do docente para a concretização dos objectivos constantes da alínea a) do artigo anterior." Mas também refere que não havendo acordo, prevalece a posição dos avaliadores. Isto é: os avaliadores podem entender atribuir a cada membro da organização a prossecussão de determinados fins/objectivos da organização. Aliás, no ano passado, para realizar a avaliação dos professores contratados, não foi precisa a definição prévia de objectivos. E não pode haver dois pesos e duas medidas.Mas a questão jurídica é, meu ver, a questão menor. A questão maior é persistir num braço de ferro, num simulacro de avaliação, num faz de conta que começa a ser absurdo. É por demais evidente que esta avaliação está a gerar muitos mais malefícios à educação portuguesa que benefícios. E se já há feridas insanáveis, não sei onde nos vai conduzir esta obstinação.
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March 25 2009, 3:03pm | Comments »
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PARÁBOLA DO PROFESSOR
http://terrear.blogspot.com/2009/03/parabola-do-professor.html
Já não é a primeira vez que recebo esta parábola (que agora expando um pouco na sua caricatura). Mas o tempo é de quaresma e a Páscoa está aí. Haverá por aí uma Passagem? Um sinal de redenção? Uma lucidez no olhar? Naquele tempo, Jesus subiu ao monte seguido pela multidão e, sentado sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem.Depois, tomando a palavra, ensinou-os dizendo:Inicio de bloco de citaçãoEm verdade vos digo, bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serãosaciados. Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles...Fim do bloco de citaçãoPedro interrompeu: Temos que aprender isso de cor?André disse: Temos que copiá-lo para o caderno?Tiago perguntou: Vamos ter teste sobre isso?Filipe lamentou-se: Não trouxe o papiro-diário.Bartolomeu quis saber: Temos de tirar apontamentos?João levantou a mão: - Posso ir à casa de banho?Judas exclamou: Para que é que serve isto tudo?Tomé inquietou-se: Há fórmulas, vamos resolver problemas?Tadeu reclamou: Mas porque é que não nos dás a sebenta e pronto!?Mateus queixou-se: eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!Um dos fariseus presentes, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada, tomou a palavra e dirigiu-se a Ele, dizendo:Inicio de bloco de citaçãoOnde está a tua planificação?Qual é a nomenclatura do teu plano de aula nesta intervenção didáctica mediatizada?E a avaliação diagnóstica? E a avaliação prognóstica? E a avaliação diferencial? E a avaliação sumativa?E a avaliação institucional?Quais são as tuas expectativas de sucesso? Quais as mais valias desta aula? Qual a previsão das aprendizagens de cada aluno?Tendes para a abordagem da área em forma globalizada, de modo a permitir o acesso à significação dos contextos, tendo em conta a bipolaridade da transmissão?Quais são as tuas estratégias conducentes à articulação e recuperação dos conhecimentos prévios?Respondem estes aos interesses e necessidades do grupo de modo a assegurar a significatividade do processo de ensino-aprendizagem?Incluíste actividades integradoras com fundamento epistemológico produtivo?E os espaços alternativos das problemáticas curriculares gerais?Propiciaste espaços de encontro para a coordenação de acções transversais e longitudinais que fomentem os vínculos operativos e cooperativos das áreas concomitantes?Quais são os conteúdos conceptuais, processuais e atitudinais que respondem aos fundamentos lógico, praxeológico e metodológico constituídos pelos núcleosgenerativos disciplinares, transdisciplinares, interdisciplinares e metadisciplinares? E quais os conteúdos declarativos que sustentam toda a progressão vertical? E a articulação com o projecto curricular de turma, projecto curricular de ano, projecto curricular de escola, projecto educativo de escola e agrupamento?Fim do bloco de citaçãoCaifás, o pior de todos, disse a Jesus:Quero ver os resultados finais de cada aluno do ano passado. Quero ver as avaliações do primeiro, segundo e terceiro períodos e reservo-me o direito de, no final, aumentar as notas dos teus discípulos, para que ao Rei não lhe falhem as previsões de um ensino de qualidade e não se lhe estraguem as estatísticas do sucesso. Serás notificado em devido tempo pela via mais adequada. E vê lá se reprovas alguém! Lembra-te que ainda não és titular e não há quadros de nomeação definitiva.... E Jesus pediu a reforma antecipada aos trinta e três anos...
March 20 2009, 4:52am | Comments »
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Ver para além do muro
http://terrear.blogspot.com/2009/03/ver-para-alem-do-muro.html
Só muito esporadicamente regresso às questões da ADD (a elas voltarei proximamente). Mas não posso deixar de citar e comentar:Escolas recusam-se a processar professores Avaliação.Ministra remeteu para conselhos executivos decisões sobre penalizaçõesPresidentes sentem-se confusos e reclamam orientações do Ministério"O Ministério da Educação quer passar para as escolas a responsabilidade de punir os professores que não entreguem os Objectivo Individuais (OI) porque também não encontra respostas" para este problema. É assim que Rosário Gama, presidente da Escola Infanta Dona Maria, em Coimbra, interpreta as afirmações da ministra sobre caber às escolas decidir que sanções aplicar a quem não cumprir esta fase do processo. Mas se a responsabilidade recair sobre as escolas, uma coisa é certa: muitas não encontram base na lei para punir os docentes.(Continua no DN)Seriam todos mais sensatos se deixassem os professores trabalhar no que é essencial. Que abandonassem o braço-de-ferro e as ameaças. Como me parece óbvio não transformemos o acessório, um papel com meia dúzia de frases, no essencial da docência. Apelo à lucidez de todos para que paremos os tempos perdidos.
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March 17 2009, 1:56pm | Comments »
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A Obsessão da Medida e os Paradoxos das Evidências
http://terrear.blogspot.com/2009/03/obsessao-da-medida-e-os-paradoxos-das.html
São as prisões que um modelo de avaliação nos induziu a construir e onde vamos morrendo. Por causa da desconfiança e em nome da objectividade (trágica ironia).
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March 13 2009, 6:39am | Comments »
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Procura
http://terrear.blogspot.com/2009/03/procura.html
Mais uma sessão de escuta. Mais 24 vozes. Polifónicas. Mas começa a haver por entre muitas perplexidades, algumas invariantes. Chegará o tempo de as dizer.
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March 11 2009, 5:29pm | Comments »

