Um outro álbum de banda desenhada que mostra uma invasão da Biblioteca Joanina, desta vez por piratas é "L'ombre du démon", de Jean-Michel Charlier (série Barbe Rouge, publicada pela Dargaud). Mostro aqui a prancha original antes das legendas e da colocação da cor.Clicar no na figura para a ver melhor.
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PIRATAS NA JOANINA
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October 20 2010, 8:21am | Comments »
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A República é cidadania
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Informação recebida da Câmara Municipal de Oeiras:A República, Lugar da Utopia. A República é cidadania[debate ]Carlos Fiolhais e Teresa VilaverdeCarlos Pinto Coelho [ moderador ]20 Outubro 2010, 21h30Biblioteca Municipal de Oeiras20.Outubro - 21h30Biblioteca Municipal de OeirasCom Carlos Fiolhais e Teresa VilaverdeModeração: Carlos Pinto CoelhoEm 20 de Outubro terá lugar a quarta e última sessão do projecto “República, lugar da utopia”. Desta feita sob a égide “A República é cidadania. Participa. Constrói a tua República”. O mote em questão centra-se na ideia de participação subentendendo que podemos através deste conceito pensar em aspectos relacionados com a República, como Res Publica, ou seja, responsabilidade pública, ética e cidadania, associando a leitura pública como um dos vectores da construção da participação activa, factor crucial que gera leituras críticas e dinâmicas a partir do material do passado. Deste modo, o que pretendemos é a criação de um ambiente inclusivo que tenha como propósito as seguintes questões: Como gerar participação no espaço social e político? Como contribuir para a construção de comunidades de “vizinhos” que partilham interesses culturais e sociais? Como construir espaços de leitura e de reflexão participativos a partir das diversas ferramentas e suportes de informação? Qual o papel das Universidades na construção do espaço público de acesso ao saber, na aprendizagem e na fixação da memória? Qual o papel da Ciência e das Artes enquanto ferramentas de intervenção, de reflexão e construção de novos paradigmas?Para abordar esta temática convidamos duas personalidades, no caso da área das ciências e da arte cinematográfica, tentando recriar e transpor para o espaço da Biblioteca o registo de questionamento e discussão que permitirá alargar a reflexão e promover o debate, ou não estivéssemos a falar de República…Na verdade, e tendo em atenção esta ideia de construção activa e participada, a obra cinematográfica da Teresa VillaVerde ilustra, na perfeição, esta ideia já que as temáticas dos seus filmes gravitam ao redor de preocupações sociais e culturais (como a questão da marginalidade, da precariedade laboral, do Europeísmo, entre outros) e cujo discurso convoca a um olhar crítico e inclusivo, combatendo a indiferença e promovendo a cidadania.O professor, cientista, comentador Carlos Fiolhais, pelo percurso pessoal e profissional, um percurso que é caracterizado por uma forte intervenção pública. Principalmente, pelo facto de se tratar de uma voz crítica em relação ao ensino em Portugal, às sucessivas reformas de que têm sido objecto, incluindo, naturalmente, nesta reflexão o estatuto das Universidades Públicas. Por outro lado, é sobejamente conhecida o seu contributo no que diz respeito ao incentivo e ensino e divulgação da ciência junto das populações, desconstruído a ideia de que se trata de uma linguagem a que poucos têm acesso.A não perder!Contactos:Tel. 21.440.63.36Biblioteca Municipal de OeirasAv. Doutor Francisco de Sá Carneiro, 172780 Oeirast. 21 440 63 34/35f. 21 440 82 85geral.bmo@cm-oeiras.pt
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October 20 2010, 1:51am | Comments »
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BIBLIOTECA JOANINA: TESOURO PÚBLICO
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Reportagem fotográfica de Ana Baião, com legendas de Christiana Martins, sobre a Biblioteca Joanina na Universidade de Coimbra que saiu na última revista do "Expresso" pode ser vista aqui. Pequenas correcções ao texto: os outros Roteiros da Índia de D. João de Castro também são ilustrados. A Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra não vai ser Património Europeu: já é.
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October 19 2010, 10:18am | Comments »
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UMA NOVA CASA PARA OS LIVROS
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Notícia da RTP1 sobre a necessidade de um novo espaço para a Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra.
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September 8 2010, 2:35am | Comments »
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Da informação ao conhecimento e do conhecimento à sabedoria
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No ano passado, teve lugar em Estocolmo um congresso organizado pela Academia Europea e pela Fundação Wenner-Gren intitulado "From Information to Knowledge and from Knowledge to Wisdom" no qual fiz uma intervenção convidada sobre as bibliotecas da Universidade de Coimbra. O livro com as várias contribuições acaba de ser publicado pela Portland Press: aqui. A minha contribuição, "Conserving ancient knowledge for the modern world", está aqui.
August 12 2010, 6:04am | Comments »
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BIBLIOTECA GERAL DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA EM RUPTURA DE ESPAÇO
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O "Diário de Coimbra" de hoje traz um artigo da jornalista Ana Margalho sobre a ruptura de espaço na Biblioteca Geral da Universidade, no qual é repetida uma proposta para a solução: a Casa do Conhecimento, no local da actual Penitenciária de Coimbra. Ler aqui.
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August 9 2010, 3:15am | Comments »
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ALMA MATER DIGITAL
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Minha crónica no semanário "Sol" de hoje:Alma Mater é uma expressão latina que significa etimologicamente a “mãe que alimenta”. Serve, também, para referir a Universidade onde se estudou. Desde há poucos dias, a expressão passou também a ser o nome da biblioteca digital de fundo antigo da Universidade de Coimbra, a mais antiga das universidades portuguesas. Na Internet está acessível, à fácil disposição de todos os interessados, em http://almamater.uc.pt/ .O leitor que aí clique encontrará cerca de 4000 documentos digitalizados na íntegra, num total de mais de meio milhão de imagens, que incluem livros, periódicos, manuscritos, mapas, fotografias, etc., anteriores a 1940, sobre os mais variados temas, uma vez que o fundo antigo em questão vai desde o Direito e as Letras até às Ciências e Tecnologias. Na área das ciências, poderão ser vistas, por exemplo, magníficas estampas de espécies vegetais portuguesas que constam do livro, publicado em Lisboa no ano de 1800, Phytographia Lusitaniae Selectior, de Félix de Avelar Brotero, lente de Botânica e Agricultura em Coimbra.Como estamos em época de comemorações do centenário da implantação da República em Portugal, a Alma Mater contemplou essa efeméride. Assim, na secção República Digital, exibe, para consulta geral, numerosos documentos, alguns inéditos, do início do século passado. O leitor pode desfolhar as Observações meteorológicas, magnéticas e sísmicas feitas no Observatório Meteorológico de Coimbra no ano de 1909 e publicadas pela Imprensa da Universidade em 1910. O volume seguinte já está a ser digitalizado para divulgar o estado do tempo no dia 5 de Outubro de 1910...Ou pode consultar o Boletim dos Hospitais da Universidade de Coimbra, publicado também pela Imprensa em 1931, onde se diz que a reforma de 1911 veio “transformar de forma mais absoluta e radical os serviços hospitalares”, ficando os referidos hospitais a ser “o mais completo campo experimental da ciência médico-cirúrgica”. As estatísticas das operações cirúrgicas feitas a partir de 1913 documentam isto mesmo: basta ver as extensivas listagens com método e processo, o tipo de anestesia e o resultado (“curado”, “melhorado”, “no mesmo estado” ou “falecido”). Não tem o nome dos operados, mas tem o nome dos operadores.Ou pode ainda ler várias cartas de Afonso Costa, o primeiro-ministro da Primeira República, escritas do exílio após o golpe de Estado de 1926 a um outro exilado, Armando Cortesão, o engenheiro agrónomo (um dos primeiros estudiosos da genética entre nós) que se notabilizou como historiador dos Descobrimentos. Como se compreende, Salazar é aí referido de um modo muito pouco favorável. Na Alma Mater a história está à distância de um clique.Imagem: estampa do livro de Brotero referido no texto.
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July 23 2010, 6:30am | Comments »
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ALMA MATER: A UNIVERSIDADE MOSTRA OS SEUS TESOUROS
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Alma Mater passou recentemente a ser uma nova “marca” no ciberespaço. No sítio http://almamater.uc.pt/ a Universidade de Coimbra passou desde o dia 14 de Julho a disponibilizar a sua biblioteca digital de fundo antigo. Livros, periódicos, manuscritos, fotografias, mapas e outros documentos integram um vasto espólio que está agora à fácil disposição de todos os interessados.Várias bibliotecas universitárias de Coimbra com fundo antigo contribuem para a Alma Mater: a da Faculdade de Direito, a da Faculdade de Letras, a Biblioteca de Botânica do Departamento de Ciências da Vida da Faculdade de Ciências e Tecnologia e a Biblioteca Geral.A Biblioteca da Faculdade de Direito de Coimbra possui uma notável colecção de livro antigo, proveniente em grande parte da livraria do antigo Colégio de São Pedro (que, na sua maior parte, ficou na Biblioteca Geral). Privilegiaram-se na parte incluída na Alma Mater autores portugueses formados pela Universidade de Coimbra e outros que, formados no estrangeiro, foram chamados a Coimbra no tempo do rei D. João III, como Manuel da Costa, que estudou leis em Salamanca. O Doutor Manuel da Costa, sob o nome alatinado de Emanuelis Costae, com o cognome de Lusitaniae Juriconsulti é o autor, entre outras obras, de um tratado jurídico que está em destaque no Alma Mater: “In nonnullas leges et paragraphos commentarii”, publicado na cidade francesa de Lyon (em latim Lugduni) no ano de 1564 (D. João III, que mudou a Universidade de Coimbra de Lisboa para Coimbra em 1937, já tinha morrido sem descendência em 1557, sucedendo-lhe o neto D. Sebastião)Do rico espólio da Biblioteca da Faculdade de Letras foi destacada na Alma Mater um dos vários manuscritos de João Baptista de Almeida Garrett: “Cancioneiro de romances, xacaras, soláos e outros vestígios da antiga poesia nacional, pela maior parte conservados na tradição oral dos povos. E agora primeiramente colligidos...começado 1824”, adquirido no leilão da livraria de Venancio Deslandes. Não é suficientemente conhecido que os manuscritos autógrafos do grande autor romântico português se encontram à guarda da Universidade de Coimbra, repartidos pela Faculdade de Letras e pela Biblioteca Geral. Por este meio, o seu conteúdo fica, pelo menos em parte, à disposição de todos, enquanto os frágeis e preciosos originais são mais bem preservados.Por sua vez, na Biblioteca de Botânica do Departamento de Ciências da Vida da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra conserva um conjunto de livros antigos, manuscritos e parte dos espólios dos cientistas botânicos Félix de Avelar Brotero, Júlio Henriques, Luís Carrisso, entre outros, que integram correspondência manuscrita, fotografias, desenhos, etc. A Alma Mater escolheu para destaque na sua inauguração a obra de Brotero “Phytographia Lusitaniae selectior, seu novarum et aliarum minus cognitarum stirpium, quae in Lusitania sponte veniunt, descriptiones. Fascic. Ius.”, obra em latim publicada em Lisboa na Typographia Domus Chalcographicae, em 1800, que, relativamente à “Flora Lusitana” do mesmo autor, tem a vantagem de conter no fim belas estampas de espécies vegetais portuguesas.A Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, pela variedade e riqueza do seu património bibliográfico e documental, é uma das maiores e melhores bibliotecas nacionais (ainda recentemente anunciou um acordo com a Biblioteca Nacional de Portugal que permite fornecer gratuitamente um cartão de leitor a todos os utentes daquela Biblioteca, que vai ter um encerramento temporário), não podia deixar de ser um outro grande contribuinte da Alma Mater. Em destaque, e para dar a ideia da dimensão internacional que aquela biblioteca também possui, foi colocado um precioso manuscrito de Leonardo Torriani, engenheiro militar italiano ao serviço do rei Filipe II de Espanha (Filipe I de Portugal) que foi engenheiro-mor do reino português, que descreve e representa a geografia e fortificações das ilhas das canárias e da ilha da Madeira: “Descrittione et historia del regno de l'isole Canarie gia dette le Fortvnate con il parere delle loro fortificationi” (“Descrição e história do reino das ilhas Canárias, antes denominadas de 'As Afortunadas', com o parecer das suas fortificações”, datado de cerca de 1588 ou 1590). Inclui 66 desenhos aguarelados, de dimensões variadas, alguns dos quais em folhas desdobráveis, com mapas, paisagens, plantas e desenhos de fortalezas). Por vicissitudes da história esse manuscrito acabou por ficar em território nacional, mais precisamente em Coimbra, onde o seu filho foi professor, embora, como é evidente, a Espanha não desdenhasse a sua posse.Apesar de estar publicada uma edição bilingue (português e italiano) pela Cosmos Editora, com estudo e tradução de José Manuel Azevedo, que inclui uma reprodução integral e a cores das 66 plantas e desenhos, esse livro não é fácil de encontrar, pelo que o acesso na Internet da edição digital do manuscrito constitui um benefício quer para os historiadores quer para os simples curiosos.Por último, o Alma Mater, gozando do patrocínio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, inclui uma subbiblioteca temática: a República Digital, construída a partir de fundos da Biblioteca Geral e da Biblioteca Municipal de Coimbra. Inclui uma colecção de manuscritos inéditos ou pouco conhecidos, correspondência inédita, fotografias do início do século passado, jornais, manifestos, revistas científicas e trabalhos universitários, que documentam as transformações políticas, sociais, científicas e artísticas, que a implantação da República causou em Portugal, em particular na cidade de Coimbra, como sejam:- As “Memórias” e os álbuns de fotografias do Coronel Belizário Pimenta (um militar membro da Maçonaria, que fez um relato muito completo dos acontecimentos do tempo da Primeira República). As fotografias representam Belisário Pimenta, familiares e amigos e alguns tipos populares, estando também retratados vários aspectos da vida académica e militar e paisagens de Coimbra, Miranda do Corvo, Lousã, Foz de Arouce, Buçaco, Batalha, Peniche, Almourol e Lisboa.- O fundo Armando Cortesão guardado durante décadas num cofre da Biblioteca Geral, que documenta a resistência a Salazar nos primeiros anos da Ditadura Militar e do estado Novo, incluindo cartas escritas do exílio pelo ex-primeiro-ministro Afonso Costa ao engenheiro agrónomo que ficou famoso como historiador da cartografia e dos descobrimentos portugueses. Esse fundo está a ser estudado por investigadores do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX. com quem a Biblioteca Geral celebrou um acordo de cooperação.- E os periódicos "Ultimato", "Resistência" e "Revolta", entre outros, cujos títulos são bem elucidativos sobre uma conturbada época da nossa história.Na Alma Mater, vários séculos de história estão ao nosso alcance...
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July 21 2010, 6:18am | Comments »
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ACORDO DAS BIBLIOTECAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA COM A BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL
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Informação recebida do Serviço Integrado de Bibliotecas da Universidade de Coimbra:Bibliotecas da Universidade de Coimbra vão disponibilizar gratuitamente os seus serviços aos utentes da Biblioteca Nacional de Portugal durante o fecho da Sala de Leitura Geral.A Biblioteca Geral (BGUC), associada à rede de Bibliotecas da Universidade de Coimbra, a pedido da Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), com a qual desde sempre tem colaborado, vai passar a disponibilizar os seus serviços de forma mais alargada aos utentes da BNP, durante o período de fecho da Sala de Leitura Geral da BNP, de 15 de Novembro de 2010 a 31 de Agosto de 2011. Assim, os portadores de cartão de leitor da BNP terão direito gratuitamente a um cartão da rede de Bibliotecas da Universidade de Coimbra, que lhes permitirá não só o acesso à leitura presencial como o usufruto de outros serviços, como o empréstimo domiciliário, tanto da BGUC como das outras bibliotecas da rede.A BGUC tem quase 500 anos de história, com uma longa tradição de abertura ao público (pelo menos desde 1559). Reparte-se por dois edifícios, sendo a Biblioteca Joanina, construída no início do século XVIII, pela sua riqueza arquitectónica e decorativa, Monumento Nacional. O edifício joanino alberga um riquíssimo conjunto bibliográfico constituído por obras impressas que vão do século XVI ao início do século XIX, que tem vindo a ser objecto de tratamento técnico informatizado.A BGUC tem, desde há muito tempo, o benefício do Depósito Legal, e tem incorporado, ao longo dos anos, aquisições e doações várias, que lhe trouxeram um progressivo e vultuoso crescimento, tanto em monografias, como em periódicos, em manuscritos, iconografia, etc. Alberga bibliotecas pessoais notáveis como as de Oliveira Martins, Lopes de Almeida e Luís Albuquerque. Alguns dos mais valiosos fundos do país encontram-se à sua guarda, como uma primeira edição de “Os Lusíadas”, manuscritos originais de Almeida Garrett, as Tábuas do Roteiro da Índia de D. João de Castro, a música do Mosteiro de Santa Cruz, o espólio de Carolina Michaelis de Vasconcelos e do Instituto de Coimbra. No total, a BGUC possui mais de um milhão de volumes, dos quais cerca de um quarto são de fundo antigo. Desde 2008 que alargou ao público em geral o empréstimo domiciliário de obras publicadas depois de 1970.A BGUC e as cerca de 70 bibliotecas da Universidade de Coimbra dispõem de um catálogo comum com acesso na Web e de um serviço de empréstimo comum, num trabalho coordenado pelo Serviço Integrado de Bibliotecas da Universidade de Coimbra (SIBUC). O número total de volumes da rede de bibliotecas excede os dois milhões, boa parte dos quais fundo antigo, estando actualmente cerca de 1,2 milhões no catálogo informático comum (existem catálogos mais antigos, em fase de reconversão). O mesmo serviço disponibiliza na Web a biblioteca de fundo antigo da Universidade “Alma Mater”, recentemente inaugurada com 4000 itens, e o repositório de produção científica corrente da Universidade de Coimbra “Estudo Geral”, com 7500 itens.
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July 20 2010, 12:55pm | Comments »
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Entrevista à Antena 1 sobre o Alma Mater
http://dererummundi.blogspot.com/2010/07/entrevista-antena-1-sobre-o-alma-mater.html
Entrevista que dei à Antena 1 sobre a Biblioteca Digital de Fundo Antigo da Universidade de Coimbra - ALMA MATER.
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July 14 2010, 5:29pm | Comments »





