A revista de livros do "The New York Times" de hoje tem na lista dos livros de não-ficção mais vendidos o livroTHE IMMORTAL LIFE OF HENRIETTA LACKSBy Rebecca SklootIllustrated. 369 pp. Crown Publishers. $26Conta a história de uma senhora com cancro a quem em 1951 tiraram células numa biópsia, que depois cultivaram sem autorização, tornando uma partte dela praticamente imortal. A recensão "Eternal Life" de LISA MARGONELLI publicada em 5 de Fevereiro começa assim:"From the very beginning there was something uncanny about the cancer cells on Henrietta Lacks’s cervix. Even before killing Lacks herself in 1951, they took on a life of their own. Removed during a biopsy and cultured without her permission, the HeLa cells (named from the first two letters of her first and last names) reproduced boisterously in a lab at Johns Hopkins — the first human cells ever to do so. HeLa became an instant biological celebrity, traveling to research labs all over the world. Meanwhile Lacks, a vivacious 31-year-old African-American who had once been a tobacco farmer, tended her five children and endured scarring radiation treatments in the hospital’s “colored” ward." O resto pode ser lido aqui.
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A vida imortal de Henrietta Lacks
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April 24 2010, 2:50am | Comments »
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NOITE DA TERRA: COMO FOI A VIDA NA TERRA
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Estou a organizar este evento em conjunto com a Câmara Municipal de Coimbra, no Dia Internacional da Terra, 22 de Abril, na Feira do Livro de Coimbra (Praça da República):Painel "Como Foi a Vida na Terra"- Vanda Faria dos Santos (Museu Nacional de História Natural, Lisboa), "Pegadas de Dinossauros em Portugal"Explica-se como se formam os icnofósseis em geral e as pegadas de dinossauros, em particular. Apresentar uma retrospectiva das jazidas com pegadas e trilhos de dinossauros no Jurássico e Cretácico de Portugal; sua importância patrimonial.- Octávio Mateus (Museu Municipal da Lourinhã, Lourinhã), "Dinossauros de Portugal"Explica-se em que condições se formaram jazidas com esqueletos e ninhadas de ovos de dinossauros. Apresenta-se uma retrospectiva das principais jazidas e novas descobertas de dinossauros em rochas do Jurássico e Cretácico de Portugal.- Pedro Miguel Callapez (Museu Mineralógico e Geológico da Universidade de Coimbra, Coimbra, "Fósseis da região de Coimbra"Mostram-se aspectos da evolução do espaço geográfico de Coimbra ao longo dos tempos geológicos. Apresenta-se uma retrospectiva sucinta dos principais fósseis e jazidas da região de Coimbra e Baixo Mondego.- Eugénia Cunha (Departamento de Ciências da Vida da Universidade de Coimbra), "Como nos tornámos humanos"Apresenta-se a história do homem na Terra como vem contada no livro com esse título que a autora acaba de publicar na Imprensa da Universidade de Coimbra.Moderador:Carlos FiolhaisOrganizadores: Carlos Fiolhais e Pedro CallapezApoios: Câmara Municipal de Coimbra, Centro de Ciências da Terra da Universidade de Coimbra e Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho
April 14 2010, 4:15am | Comments »
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HUMOR: PEC prevê aumento da biodiversidade até 2013
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Pássaros loucos vão proliferar nas SCUTsTeixeira dos Santos não se esqueceu dos bichinhos, uma vez que o PEC é apresentado em 2010, Ano Internacional da Biodiversidade. Assim, além do crescimento moderado da economia, redução progressiva do défice das contas públicas e inversão do crescimento da dívida pública, o PEC prevê o aumento moderado da biodiversidade, com 0,7% de novas espécies já em 2010, fruto da selecção natural e da adaptação ao meio. Em 2013 já será possível avistar nas ex-SCUT svários exemplares de Raphus cucullatus, o conhecido Dodo ou pássaro louco, que não voava nem fugia aos predadores, extinto no século XVII pouco depois de ser descoberto. Nas antigas SCUTs os Dodos poderão finalmente encontrar um habitat sossegado e proliferar longe da pressão predatória humana.David Marçal, no Inimigo Público
March 22 2010, 5:56am | Comments »
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"Perturbações" no Porto
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Informação recebida dos organizadores (na imagem o Museu Nacional Soares dos Reis, Porto):Perturbações – Inauguração da Instalação IBMC.INEB, Nomadic.0910O IBMC.INEB apresenta a interpretação do artista Manuel Sarmento sobre o uso e abuso de psicofármacos, consubstanciada na instalação “Perturbações”, patente no Museu Nacional Soares dos Reis, a inaugurar a 18 de Fevereiro.Enquadrada no ciclo Nomadic.0910 – Encontros entre Arte e Ciência, a projecção audiovisual de uma performance improvisada apresenta interpretações e sugere auto-reflexões sobre os psicofármacos como conquista da medicina contemporânea ou problema a ter em conta, intercalando momentos de carga intensa com cenas de alívio e de introspecção. Esta dinâmica da performance, conjugada com um minimalismo cénico, abre espaço a discursos que o público legitimamente conduzirá para interpretações pessoais e diversificadas.Convidados especialmente para a inauguração da instalação, Alexandre Quintanilha (IBMC.INEB; ICBAS), João Marques Teixeira (FPCEUP), Lúcia Matos (FBAUP) e Teresa Summavielle (IBMC.INEB) participarão da mesa redonda à volta das emoções, perturbações e arte, com contributos diferenciados sobre a temática apresentada.A instalação integra o ciclo Nomadic.0910 e faz parte das iniciativas paralelas à exposição "Exuberâncias da Caixa Preta" promovida pelo IBMC.INEB; MSNR; Ciência Viva; ESAD.A entrada é livre.Mais informações aqui.Programa:18h-19h Emoções, Perturbação e Arte - Mesa redonda com Alexandre Quintanilha (IBMC.INEB; ICBAS), João Marques Teixeira (FPCEUP), Lúcia Matos (FBAUP) e Teresa Summavielle (IBMC.INEB)19h-19h30 Inauguração da última Sala da Exposição “Exuberâncias da Caixa Preta” e da instalação “Perturbações”.
February 16 2010, 5:20pm | Comments »
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HUMOR - BURACOS DE MINHOCA
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February 16 2010, 10:41am | Comments »
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As Hormonas Incretinas e a Diabetes
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Nova crónica do bioquímico António Piedade publicada n' "O Despertar":A diabetes mellitus tipo 2, vulgarmente designada só por diabetes, é uma doença cardiometabólica complexa, caracterizada por um aumento de glicose (açúcar) no sangue, ou hiperglicemia, crónica. A glicose é o principal “combustível” para as células de todo o corpo. A sua concentração no sangue aumenta após uma refeição, devido à digestão dos alimentos, ou quando precisamos de um reforço de combustível celular, por exemplo durante esforço físico intenso ou durante uma situação de perigo como resposta normal do organismo para podermos agir, lutar ou fugir. A sua concentração no sangue diminui nos intervalos entre as refeições ou nos períodos de jejum prolongado. Mas quando a sua concentração no sangue está continuamente acima do normal, a glicose desencadeia processos patológicos, como sejam o aumento do risco cardiovascular, insuficiência renal, problemas visuais, entre outros.A regulação fisiológica da glicemia é um processo complexo que não cabe explicar nesta crónica. Contudo, o papel da hormona insulina é indispensável. Produzida por células especializadas no pâncreas, a insulina funciona como uma chave possibilitando que a glicose seja assimilada pelas células. Na falta de insulina, ou se o receptor dela (fechadura) estiver ausente ou não funcional, a glicose não entra para as células permanecendo na corrente sanguínea. Por isso, a insulina foi e ainda é a principal personagem farmacêutica no tratamento da diabetes.Recentemente, descobriu-se que a ocorrência de hormonas segregadas por células especializadas nos intestinos, conhecidas desde 1902 e rebaptizadas por La Barre, em 1932, como hormonas incretinas [1], desempenham um papel importante no desenvolvimento e progressão da diabetes [2].Após a ingestão de alimentos, principalmente se forem ricos em hidratos de carbono (como os cereais), verifica-se, durante o trânsito intestinal e absorção dos nutrientes, a secreção para o sangue de duas hormonas incretinas: o peptídeo insulinotrópico glicose-dependente ou GIP (do inglês gastric inhibitory peptide), e o peptídeo tipo glucagina-1 ou GLP-1 (do inglês glucagon-like peptide-1).Estas hormonas incretinas actuam sobre as células dos ilhéus de Langerhans pancreáticos, “avisando-as” de que o organismo recebeu glicose e que, por isso, é preciso segregar insulina para que aquela possa ser assimilada a nível celular.Sabemos hoje que estas hormonas actuam de forma glicose-dependente, estimulando a secreção de insulina pelas células beta, e inibindo a secreção de glucagina (outra hormona relacionada com o controlo da glicemia) pelas células alfa, dos ilhéus de Langerhans pancreáticos [2,3].Estes mensageiros bioquímicos, qual correio expresso, são eliminados da circulação ao fim de cerca dois minutos, por uma (ou um) enzima a eles especifica(o): a dipeptidil peptidase-4, ou DPP-4 [4]. Ou seja, os intestinos, em resposta à absorção de glicose, comunicam ao pâncreas, através das incretinas, a necessidade de mais insulina mas não durante muito tempo. E porquê? Porque uma produção continuada de insulina faria com que a concentração de glicose no sangue caísse para valores também perigosos: é sempre preciso um mínimo de glicose para o normal e continuado funcionamento das células. Sem glicose o organismo “desliga-se”.Contudo, em situação patológica como a diabetes em que se verifica uma hiperglicemia continuada, seria conveniente manter as incretinas a circular durante mais tempo, de forma a estimular a secreção pancreática de insulina e diminuir a de glucagina. Isto seria naturalmente possível se a acção proteolítica da DPP-4 fosse inibida durante um período de tempo conveniente.Este tipo de racionalização tem ocasionado, nos últimos anos, uma atenção crescente da indústria farmacêutica sobre as incretinas e levado ao desenvolvimento de novas farmacoterapias, de toma oral, que visam inibir a DPP-4 e assim manter as incretinas durante mais tempo em circulação sanguínea. Estudos clínicos recentes mostram, de facto, que esta estratégia terapêutica permite controlar a glicemia sem algumas das inconveniências da terapêutica baseada na injecção periódica de insulina e pode devolver mais qualidade de vida aos doentes diabéticos [5].Referências:(1) E. Zunz and J. La Barre, Contributions a l'etude des variations physiologiques de la secretion interne du pancreas. Relations entre les secretions externe et interne du pancreas, Arch. Int. Physiol. Biochim., 31 (1929) 20-44.(2) J. Girard, The incretins: From the concept to their use in the treatment of type 2 diabetes. Part A: Incretins: Concept and physiological functions, Diabetes & Metabolism, 34 (2008) 550-559.Your browser may not support display of this image. doi:10.1016/j.diabet.2008.09.001(3) R. Burcelin, M. Serino and C. Cabou, A role for the gut-to-brain GLP-1-dependent axis in the control of metabolism, Curr. Op. in Pharmacology, 9 (2009) 744-752. doi:10.1016/j.coph.2009.09.003(4) D.J. Drucker and M.A. Nauck, The incretin system: glucagon-like peptide-1 receptor agonists and dipeptidyl peptidase-4 inhibitors in type 2 diabetes, Lancet, 368 (2006) 1696-1705. doi:10.1016/S0140-6736(06)69705-5(5) L.L. Nielson, Incretin mimetics and DPP-IV inihibitors for the treatment of type 2 diabetes, Drug Discovery Today, Reviews, 10 (2005) 703–710 doi:10.1016/S1359-6446(05)03460-4
January 31 2010, 6:50pm | Comments »
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Naturalismo atlântico
http://dererummundi.blogspot.com/2010/01/naturalismo-atlantico.html
Informação recebida do Centro Interuniversitário de História da Ciência e da Técnica:No próximo dia 27 Janeiro 2010, 17h, na FCUL, Campo Grande Edifício C8, Sala 8.2.23 vai realizar-se uma Conferência CIUHCT: "O naturalismo atlântico e a divulgação da história natural portuguesa nos séculos XVI e XVII: Focas versus manatins."Por:Cristina Brito (Centro de História de Além-Mar, Escola de Mar, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Universidade Nova de Lisboa).
January 21 2010, 7:42pm | Comments »
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VÁ A PANDORA
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Num artigo publicado hoje na secção de ciência do "New York Times" a jornalista Carol K. Yoon recomenda aos biólogos para irem conhecer o fantástico mundo vivo do planeta pandora no filme "Avatar" de James Cameron, que se está a transformar rapidamente no filme mais lucartivo de sempre. Leia aqui.
January 19 2010, 3:12am | Comments »
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HUMOR: Defensores dos direitos animais querem acabar com o conceito de predação e outros anacronismos desanimais
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"Mal posso esperar por um bom naco de tecido muscular estruturado com sistema vascular na brasa", revelou ao IP um vegetariano desejoso que os próximos cinco anos (o tempo previsto para que a carne in vitro possa chegar às prateleiras dos supermercado) passem a correr. Mas as organizações de defesa dos direitos dos animais querem que o tecido muscular estruturado produzido in vitro chegue a todo o reino animal: "que justificação há para o morticínio das zebras e toda essa violência da cadeia alimentar? Porque não podem todos os animais viver em paz, comendo carne artificial?", questiona o responsável pela organização ambientalista PETA, que confessou no entanto não saber o significado da palavra "anacronismo", situação em que o repórter IP também não pôde ajudar.David Marçal, no Inimigo Público
January 9 2010, 12:07pm | Comments »
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O TELEMÓVEL E O ALZHEIMER
http://dererummundi.blogspot.com/2010/01/o-telemovel-e-o-alzheimer-dos-ratos.html
Habitual destaque de fim de semana para a coluna "Whats New" do físico Robert Parks, desta vez traduzido:ESPERANÇA DE VIDA: SE FOR UM RATO DEMENTE E TIVER UM TELEMÓVELUm estudo da doença de Alzheimer realizado pelo Alzheimer's Disease Research Center da Flórida descobriu que a radiação dos telemóveis protegia as células de ratos alterados geneticamente para terem doença de Alzheimer.O estudo foi conduzido pelo professor Gary Arendash que já tinha encontrado antes que o café podia proteger contra o Alzheimer. Hmm, eu não me consigo lembrar se já tomei o meu café hoje...Se a exposição às microondas for iniciada quando os ratos sujeitos a Alzheimer são jovens, antes que os sinais dos problemas de memória se tornam aparentes aparentes, a sua capacidade cognitiva fica protegida. Os ratos foram alterados geneticamente para desenvolver placas de proteína beta-amilóide que é característica de Alzheimer à medida que se envelhece.Robert Parks
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January 9 2010, 10:59am | Comments »







