Eu percebo-te. Mas “agora” é um instante que dura dez anos humanos, Miguel. O cloud computing tem pelo menos para isso. E até que toda a gente, e até os media portugueses, entre realmente no vagão da web 2.0, ainda vai demorar um bocado. Eu é mais a Internet a várias velocidades / infoesferas.
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João Marques passando os olhos por... pauloquerido.net
“Agora” é um instante que dura 10 anos, Miguel
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October 12 2008, 11:12am | Comments »
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Como meter o botão do DoMelhor no seu blogue
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Responendo a várias solicitações, e colmatando uma carência, eis alguns métodos para meter o botão do DoMelhor em blogues WordPress e Blogspot. Sempre rende mais tráfego do que o botão do Digg, que é inútil uma vez que ali não são, ainda, aceites conteúdos non-english. E o DoMelhor é a maior máquina portuguesa de bombar tráfego para blogues, depois dos melhores motores de busca. O método mais simples: copie o seguinte código e introduza-o, no local onde deseja que figure o botão, no seu template dos posts individuais, isto para WordPress: <a href=”http://domelhor.net/submit.php?url=<?php the_permalink() ?>&title=<?php the_title(); ?>” title=”Submeter este artigo a DoMelhor.net” target=”_blank”><img src=”http://domelhor.net/img/domelhor-icon.gif” alt=”domelhor”></a> Um método ainda simples, que mete um botão que tem logo a indicação dos votos de cada post, está aqui. Para meter um botão de voto num blogue Blogspot, ver estas instruções.
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October 8 2008, 4:46pm | Comments »
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Os blogues estão muito à frente da Imprensa
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Quem o disse foi Miguel Esteves Cardoso. Os blogues estão muito à frente da Imprensa. Até na ética. A melhor coisa que aconteceu em Portugal. E mais umas coisinhas, escutem: Boomp3.com
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October 7 2008, 9:44am | Comments »
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Speedlink
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Recomendações de leitura para hoje. ≈ Micro Persuasion: The Collaboration Economy Gloom and doom are everywhere this fall. So I am not going to perpetuate it. Instead, I see the global economic meltdown finally kicking the industry into gear toward becoming more efficient, open and collaborative. The ad industry is woefully inefficient and siloed. During flush economic times we got proprietary, fat and lazy. Things have to change. ≈ How start-ups can survive | Webware : Cool Web apps for everyone - CNET ≈ Direito & Economia – Regulation matters Afinal, quem vale ao tão celebrado mercado, esse mecanismo que maravilha liberais e outros enviesados mortais, é mesmo o good old Estado - de manápulas bem esticadas, a segurar os colossos financeiros que ameaçaram arrastar, na derrocada, o simulacro de ordem pública em que vive o mundo globalizado nascido para o lucro. ≈ No país dos comentadores at Aspirina B “A blogosfera aumentou exponencialmente esta lógica da lamúria como intervenção social preferida, por razões evidentes decorrentes do próprio meio. O resultado? Os intervenientes em blogues, e em caixas de comentários da comunicação social digital, juntam-se aos profissionais da opinião e tornam-se parte da política-espectáculo, da indústria da opinião, sendo totalmente ineficazes como força de construção cultural ou profilaxia cívica.” Especial atenção aos comentários, que têm preciosidades como esta: o Mia Couto é um mero amador, ao lado dos criadores de neologismos da blogosfera” ≈ Um livro por semana Apresentação da primeira antologia de micro-ficção portuguesa» de Rui Costa e André Sebastião. Micro-contos notáveis, como esta história sobre jornais, de Henrique Fialho: «O jornalista barricou-se na primeira página do jornal onde trabalhava. Não queria nada para si, reivindicava apenas um pouco de jornalismo na capa.»
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October 7 2008, 2:15am | Comments »
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O país? É relativo
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O regresso do País Relativo é de assinalar. Por diversas razões, a primeira das quais ser um blogue da rede TubarãoEsquilo, que neste mês de Outubro apresentará mais algumas novidades, a juntar aos seus casos de sucesso. Mas a principal razão não é essa. O novo País Relativo vem, finalmente, romper com o conceito de blogue que ainda perdura na tecnologicamente arcaica blogosfera lusitana, apresentando um design que está, já, mais perto da publicação clássica. Ganha naturalmente o leitor, que navega mais facilmente pelos diversos temas escritos por uma equipa vasta: André Salgado, António M. Costa, Filipe Nunes, Hugo Mendes, João Jesus Caetano, João Pinto e Castro, Mariana Trigo Pereira, Mariana Vieira da Silva, Miguel Cabrita, Pedro Delgado Alves, Pedro Machado, Rui Branco, Sílvia Sousa e Tiago Barbosa Ribeiro.
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October 5 2008, 4:49pm | Comments »
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ERC e blogosfera: o estatuto (s)em debate
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A investida da semana passada da ERC - Entidade Reguladora para a Comunicação Social pela blogosfera registou as esperadas reacções ao assunto, mas careceu de melhor análise. Os bloggers reagiram naturalmente às posições de Estrela Serrano e de Azeredo Lopes, presidente do Conselho Regulador da ERC. Enquanto Estrela Serrano debatia o “caso Sócrates” com Gabriel Silva, do Blasfémias, Azeredo Lopes intervinha em dois temas. Primeiro, numa carta publicada no Abrupto, em que “respondia” às “respostas” de Pacheco Pereira sobre “mais um” “exemplo de manipulação e propaganda pró-Governo” no Jornal da Tarde da RTP. Mas não se ficou por aqui a semana de intervenções. Uma outra acção do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas num blog sobre futebol (aqui) deve ser mencionada no mesmo contexto. Não me pretendo alongar sobre os casos, que estão aliás já suficientemente debatidos. E os seus salpicos também digeridos, graças às diligências do Provedor do Público, Joaquim Vieira. Exploro antes o próprio acto da ERC e o seu significado. Este “surto regulatório” pela blogosfera surge curiosamente na mesma semana em que o Parlamento Europeu veio incentivar o debate sobre o estatuto dos blogues. A temática for introduzida antes do Verão, mas agendada para a semana passada. Após a discussão, o Parlamento Europeu adoptou uma aproximação mais cautelosa. A ideia de “clarificar o estatuto” dos blogues (no relatório da comissão parlamentar da Cultura) caiu, sendo substituída pelo “incentivo” a “um debate aberto sobre todas as matérias relacionadas com o estatuto dos blogues” (link). A minudência é esta: o PE abandona (se é que a teve) uma posição activa e adopta uma atitude passiva, remetendo para a sociedade o debate sobre o que é, afinal, um blogue e qual o seu estatuto enquanto veículo de comunicação. Esperam, portanto, que haja auto-regulação num meio que se insurgiu contra uma mirífica hetero-regulação. Estatuto é inevitável Queiram ou não os bloggers, e a maioria afirma claramente, aos GRITOS, que não quer, a clarificação desse estatuto é inevitável. Comes with the job. Vem com a responsabilidade crescente que os blogues, ou alguns deles pelo menos, ocupam na esfera comunicacional. Por muito que eu, como anarquista que sou, ambicione viver numa sociedade sem necessidade de regulamentação que nos proteja uns dos outros e mantenha em funcionamento o sistema, tenho a noção clara do irrealismo presente de tal ideia. Aqui é a mesma coisa. O blogue é um amplificador da voz individual e na medida do seu novo alcance a voz individual deixa de estar confinada a um espaço regulado pela lei geral. Logo, não vejo como evitar que, na passagem para um nível superior de intervenção pública, se não fique sujeito a um maior rigor quanto à forma. O cuidado da ERC em dialogar com a blogosfera é, numa primeira leitura, o próprio reconhecimento desse estatuto. Estatuto que aliás alguns autores buscam afanosamente, na ânsia de serem figuras interventivas, líderes de opinião e spinners merecedores de salário. Mas ao mesmo tempo parecem querer rejeitar os deveres de tais condições. Ora, não há estatutos grátis. É de esperar que nos primeiros tempos a relação seja conturbada — estamos num território novo, onde se procuram discursos adequados e não se conhecem os sinais. Pode, até, não vir a ser a ERC em última análise a entidade encarregue da conflitualidade específica emanada neste meio de comunicação social que é reticular e conversacional, e não vertical e autoritário como os meios tradicionais. Mas há um estatuto por debater e o estabelecimento de normativos afigura-se inevitável. E aqui, ou os autores são capazes de auto-regulação, moldando o futuro normativo à medida das suas reivindicações e necessidades (um exemplo é o reconhecimento em situações de credenciação para cobrir acontecimentos), ou estarão a deixar o espaço regulatório à mercê dos profissionais da regulação em folha de papel. Fugir dessa responsabilidade é um convite para a ERC assumir um papel musculado sobre um espaço que está a ser ainda balizado e que é bastante diferente da comunicação social tradicional, o campo que os seus membros conhecem bem. A blogosfera não é toda igual Por muito que insistam os sargentos em busca de exércitos, a blogosfera não é toda igual. Há blogues e blogues. No mesmo ambiente rico de informação, alimentado pelo debate e tornado poderoso pelo hipertexto, coexistem diversos tipos de projectos de publicação, desde o mais despretencioso diário pessoal, quase íntimo no relacionamento com uma audiência directamente ligada ao autor, até à publicação de múltiplos autores com a ambição de assumir um papel de relevo no panorama mediático e tendo por alvo uma audiência concorrencial, em número, com a dos órgãos tradicionais. A uns dará jeito o actual sistema, controverso e complicado, que na teoria iguala uma voz anónima a um cidadão vulgar e a um profissional de comunicação. Mas este sistema não é auto-sustentável, para roubar a expressão à economia. Meter tudo isto no mesmo saco é péssimo. Ninguém olha todos os blogues por igual — a começar pelos próprios bloggers, que preferem uns e desqualificam outros. Aos poucos, a separação vai-se fazendo. Porque razão não pode também a sociedade preparar um relacionamento diferente, em função das características de cada publicação? Um blogger que quer ser respeitado pelo que faz, num enquadramento de responsabilidade que é recusado pela maioria dos bloggers; o que deve fazer? Sujeitar-se à ditadura de opinião dessa gente? Perder a sua liberdade autoral e de utilizador destas ferramentas tão formidáveis quanto livres e acessíveis a todos, só porque as deseja usar de forma diferente da mole? Eu diria que não. Tal blogger pode ter um estatuto que o reconheça e proteja. Que o liberte para publicar no seu blogue tanto mera opinião como produto jornalístico sem se olhado de lado, colado ao ramalhete dos “póvoas online”, dos “anónimos vigilantes do poder” e outros grupos igualmente idóneos. Há um conjunto de blogues nessas circunstâncias. Não defendo, de forma alguma, que o estatuto seja obrigatório. Pelo contrário. Nada de misturas. A finalizar: a tripla intervenção da ERC na blogosfera é um sinal do estatuto que a sociedade já atribui aos bloggers. Que durante anos reinvindicaram para “a blogosfera” um novo papel cívico. É incongruente querer agora virar as costas às responsabilidades. Mais vale ocupar o espaço. Antes que essa mesma gente de cujas intenções os autores desconfiam, o faça no lugar deles.
October 2 2008, 2:05am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... pauloquerido.net
6.000 novos leitores por dia? Quem dá, quem dá?
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Cerca de 6.000 novos leitores por dia? Sim — dá o DoMelhor aos blogues e sites de media que ali têm matérias submetidas. O Miguel, que é o verdadeiro engenheiro do sistema (eu lavo a máquina), leu o meu post de há horas atrás e rectificou-me: os números que primeiro apresentei, cerca de 2.000 cliques diários, dizem respeito SOMENTE às matérias submetidas durante o mês em análise. O DoMelhor tem um arquivo de quase três anos e naturalmente todas essas dezenas de milhar de links continuam a atrair a atenção. Assim, em termos do envio de leitores, há cerca de 3 vezes mais cliques, passando para uma média diária que anda pelos 6.000. E a subir. Já fiz o update do artigo (DoMelhor: uma máquina de bombar tráfego), fica aqui a nota. Com um desafio. Todos esses botões para sites de social media como o Digg, quantos leitores rendem? Do Digg, nenhum — o sistema nem sequer aceita submissões noutra língua que não o Inglês. Não saberão disso os webmasters que o colocam, pomposamente, nos seus blogues e websites em good old português?
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October 1 2008, 4:54pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... pauloquerido.net
DoMelhor: uma máquina de bombar tráfego (act.)
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Graças a um par de medidas que deram certo, a curva de tráfego do DoMelhor — o Digg de língua portuguesa — deu um bom de um solavanco este mês de Setembro, conforme podem verificar na imagem tirada do Google Analytics. Note-se que a curva nunca parou de crescer desde que o projecto arrancou, há quase 3 anos. Inexoravelmente, como a máquina de um relógio, cada semana que passava era melhor que a anterior. Podiam ser só 50 visitas ganhas numa semana. Nunca foram foi 50 visitas perdidas. A diferença, em Setembro de 2008, está no salto mais brusco. Agora, o mais interessante, do ponto de vista da comunidade e da blogosfera, é o seguinte: o DoMelhor é uma máquina de bombar tráfego. Nos últimos 30 dias foram ali produzidos 68.601 cliques só em matérias submetidas nesse período. Isto dá uma média superior a 2.000 leitores por dia, que o DoMelhor distribui pelas recomendações dos seus membros. Incluindo as matérias submetidas ao longo de todo o tempo, o número de cliques sobre para cerca de 180.000 no total, no mês de Setembro. Ou seja: o DoMelhor está a enviar por mês, números redondos, 180.000 leitores novos, interessados nos artigos que ali são submetidos para a apreciação e votação da comunidade. UPDATE: Na verdade, a média é muito superior. Cerca de 3 x mais, para dar uma ideia. No último ano registaram-se 1.768.439 cliques, ou seja, 4.845 por dia, em média. Como a quantidade de cliques aumenta com o quantidade de pessoas e o tráfego, calculo, conservadoramente, que em Setembro a média diária andou pelos 6.000 cliques. Não revelarei naturalmente quais os sites que mais atenção atrairam. Mas sempre adianto que o primeiro da lista viu o seu labor recompensado com 1.994 leitores recebidos apenas em Setembro. Os blogues têm alguma dianteira, mas não muita, sobre os sites de jornais. O primeiro órgão de comunicação social está no top 5 dos mais clicados no mês e recebeu também mais de 1.900 leitores. Das diligências efectuadas nas duas últimas semanas, e que já produziram resultados satisfatórios (bastante!), podemos concluir o seguinte, em termos da forma de melhor explorar o potencial do DoMelhor — e estou a falar das vantagens como utilizador: 1. submeter matérias repetidas, ou que já estão muito batidas nos jornais e nos blogues, é um esforço que pode não compensar 2. compensa mais escolher artigos: a) que marquem a diferença pela originalidade ou pela novidade; b) que tenham um bom título e um texto com um parágrafo, ou mais, bem construído e que efectivamente descreva o conteúdo de forma aliciadora mas com rigor; c) que estejam correctamente etiquetados (tags) 3. dedicar alguma atenção, uns breves minutos que seja, aos outros artigos submetidos, votando-os, tem um efeito de feedback, isto é, retorno positivo. É o efeito-comunidade a funcionar: ajuda a levar o nível geral, levando à primeira página as matérias mais interessantes, o que por arrasto beneficia todos os outros. Na verdade, quanto mais votos, mais interesse apresentam as escolhas para quem vem de fora — e a maioria (mais de dois terços) do tráfego do DoMelhor vem dos motores de pesquisa. O que são boas notícias para os membros, que ali podem converter mais leitores que de outra forma não chegariam aos seus conteúdos. Esta máquina de bombar tráfego tem sido melhor explorada pelos bloggers brasileiros. Mas devo dizer que na sua maioria são um pouco “verdes”: submetem demasiados artigos e participam pouco, pelo que o retorno é menor. É sobretudo com eles em mente que alinhavei os 3 pontos acima. Para os portugueses: estamos a passar ao lado de uma oportunidade? DoMelhor!
October 1 2008, 8:38am | Comments »
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Teaser: estatuto dos bloggers é inevitável, como demonstrou a ERC
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Queiram-no ou não os bloggers, e a maioria afirma claramente, aos GRITOS, que não, a clarificação do seu estatuto é inevitável. Comes with the job. Vem com a responsabilidade crescente que os blogues, ou alguns deles pelo menos, ocupam na esfera comunicacional. O cuidado da ERC em dialogar com a blogosfera é, numa primeira leitura, o próprio reconhecimento desse estatuto. Estatuto que aliás alguns autores buscam afanosamente, na ânsia de serem figuras interventivas, líderes de opinião e spinners merecedores de salário. Mas ao mesmo tempo parecem querer rejeitar os deveres de tais condições. Ora, não há estatutos grátis. Estas ideias estão explanadas num artigo no Expresso multimedia intitulado ERC e blogosfera: o estatuto (s)em debate e publicado há instantes. Virá para o arquivo mais tarde. Queiram por favor ler na estreia.
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September 29 2008, 5:31pm | Comments »
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Parlamento europeu incentiva “debate aberto” sobre estatuto dos blogues
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O Parlamento Europeu incentivou hoje a que se realize um “debate aberto sobre todas as matérias relacionadas com o estatuto dos blogues“. A resolução sobre a concentração e o pluralismo nos meios de comunicação social na UE, aprovada por 307 votos a favor e 262 contra, propõe também a criação de um estatuto editorial tendo em vista prevenir a ingerência no conteúdo da informação por parte dos proprietários, accionistas ou órgãos externos, como os governos. “Os blogues constituem um novo contributo importante para a liberdade de expressão e são cada vez mais utilizados por profissionais de comunicação social e por particulares“, reconhece o Parlamento Europeu na resolução apresentada pelos grupos PSE, ALDE e Verdes/ALE em alternativa ao relatório da eurodeputada socialista estoniana Marianne MIKKO. Esta resolução alternativa foi hoje aprovada em plenário por 307 votos a favor e 262 contra. Na sua intervenção em plenário, a relatora da Comissão da Cultura do PE respondeu às preocupações levantadas por vários utilizadores: “A minha entrada no ciberespaço gerou uma reacção rápida por parte de muitos bloggers. Quero deixar bem claro que ninguém quer regular a Internet“, garantiu Marianne MIKKO. O Parlamento Europeu incentiva agora “um debate aberto sobre todas as matérias relacionadas com o estatuto dos blogues“, e não “que se clarifique” o seu estatuto, como era referido no relatório da comissão parlamentar da Cultura. (Comunicado de imprensa)
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September 25 2008, 11:04am | Comments »






