Ao centro a Profª Sílvia FeioUma prática relatada no encontro fénix de Lisboa e divulgada pelo blogue Vox Nostra. E que é bem o exemplo de uma pedagogia do voo e da libertação. São estas evidências qeu nos fazem acerditar na imortalidade do professor. E no efeito das profundas marcas de humanidade, todos os dias semeadas.
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Pedagogia do voo e da libertação
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November 17 2010, 4:23pm | Comments »
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Práticas
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Fonte: CNE (Refª Infra)
October 27 2010, 7:00am | Comments »
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Estado da Educação 2010 - Para além dos rankings
http://terrear.blogspot.com/2010/10/estado-da-educacao-2010-para-alem-dos.html
October 26 2010, 1:04pm | Comments »
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O que fazem os melhores professores?
http://terrear.blogspot.com/2010/01/o-que-fazem-os-melhores-professores.html
Li, há algum tempo, na habitual crónica semanal de Miguel SantosGuerra, o relato de uma investigação (1) que procura responder àquestão que titula a presente crónica. Aqui a retomo, no modo deparáfrase.A primeira dificuldade que o estudo teve de enfrentar teve a ver como conceito de melhor professor: é aquele cujos alunos conseguemexcelentes resultados, mas terminam os estudos odiando a matéria? Éo que consegue cultivar de forma privilegiada as genialidades que háem cada aluno? É aquele cujos alunos dizem que é um magníficocompanheiro, ainda que não aprendam nada de significativo?Definidos os critérios, seguem-se os procedimentos metodológicos(observação, entrevistas) para conhecer como concebem a docência,como preparam as aulas, que métodos utilizam, que avaliações fazeme como se relacionam com os estudantes e com os colegas docentes.De entre as qualidades assinaladas, destacam-se dez características.Os melhores professores: i) Geram expectativas positivas. Evitam a linguagem das exigências eutilizam o vocabulário das expectativas no seu lugar. Convidam emvez de ordenar, assumem atitudes mais de cooperação do que dejulgamento. Acreditam, confiam, exigem, motivam.ii) Partem do quotidiano. Não se limitam a debitar a matéria do altodo seu saber e ajudam os estudantes a entenderem as conexõesentre assuntos correntes e questões mais gerais e fundamentais.Sabem que a sua disciplina é uma parte do universo científico e que amissão de uma parcela do conhecimento é compreender e intervir nomundo e na vida.iii) Dominam a matéria que ensinam. Conhecem em detalhe a matériaque leccionam. São eruditos, artistas, intelectuais activos. Algunspossuem uma lista impressionante de publicações. Mas não fazem daostentação um lugar comum, cultivando antes a humildade científica.iv) Esperam mais. Tendem a mostrar uma grande confiança nascapacidades dos seus estudantes. Estão seguros de que os alunosquerem aprender, e assumem, até demonstração em contrário, quepodem fazê-lo.v) São abertos. Não seguem um guião didáctico rígido. Amiúde,mostram-se receptivos a que os seus estudantes falem da suaaventura intelectual, das suas ambições, dos seus medos, triunfos efracassos. A vida pessoal e social também tem lugar nas suas aulas.vi) Gostam de ensinar. Preparam as aulas, programam as discussõese a resolução de problemas, são exigentes consigo mesmos e com osseus estudantes.vii) Fazem auto-crítica. Não culpam os estudantes por tudo o que demal acontece no processo e nos resultados de ensino. Também sequestionam e aceitam rever atitudes e procedimentos.viii) Criam contextos favoráveis para a aprendizagem que estejam omais próximo possível dos ambientes reais.ix) Evitam a arbitrariedade, clarificam as regras do jogo avaliativo,colocam a avaliação e a classificação ao serviço de novasaprendizagens.x) Constroem comunidade, isto é, mantêm um forte compromissocom a comunidade académica e não se interessam apenas com oêxito dentro da sua sala de aula.Eis algumas das características dos melhores professoresuniversitários. Mas que certamente podem também servir dereferência para a docência em geral.(1) A investigação incide sobre a docência universitária. De qualquer modo, hácaracterísticas que podem ser universais.(inicialmente publicado no Correio da Educação.)
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January 14 2010, 10:30am | Comments »
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Estatuto das "Boas Práticas"
http://terrear.blogspot.com/2010/01/estatuto-das-boas-praticas.html
(...)Um excerto de Ana Benavente e Christine PanchaudQu’est ce qu’une bonne pratique ?Un rapide recensement des bonnes pratiques a montré que celles-ci se centrentsouvent sur un problème majeur significatif pour le pays, à savoir pour les exemplesidentifiés jusqu’ici dans le cadre du projet évoqué :• l’articulation entre les langues locales ou « maîtrisées » et les languesofficielles ;• l’intégration d’un curriculum local dans le curriculum national ;• l’inscription de l’école dans les communautés, comme bien individuel etcollectif ;• des réponses qui tiennent compte des caractéristiques territoriales (habitatdispersé, conditions climatiques, par exemple) ;• des solutions à des problèmes spécifiques liés à l’histoire de chaque pays (guerres,épidémies, enfants orphelins, etc.) ;• un besoin urgent de formation d’enseignants ;• la mise en adéquation des calendriers scolaires, voire des horaires, avec les modesde vie et de production économique des populations ;• la lutte contre l’abandon et l’échec scolaires, avec la création, par exemple, dezones d’éducation prioritaires (ZEP) ; etc.Au cours du projet, nous nous sommes attachés à définir un certain nombre de critèresde description et d’analyse des conditions (minimales et communes) recherchéesdans les exemples identifiés pour pouvoir les qualifier de bonnes pratiques pourlutter contre la pauvreté, au-delà des quelques critères descriptifs déjà identifiés maisqui se sont vite révélés peu opérationnels pour l’innovation et le changement. Nousnous sommes d’abord demandés ce que désignait le concept de bonnes pratiques,pour arriver à la conclusion que celles-ci sont des concrétisations organisationnelles,pédagogiques et éducatives qui contribuent à résoudre un problème posé, par exemplequi apportent une réponse à l’exclusion et à l’abandon scolaire notamment des filles etdes élèves en difficulté scolaire, ou encore qui apportent une réponse établissant desliens durables et opérationnels entre l’école et la communauté, en faisant de l’écoleun bien pour la communauté. Un autre exemple pourrait concerner l’articulation dela qualité des apprentissages et de l’équité dans des conditions sociales d’inégalité.Nous avons ensuite cherché à formuler les questions à traiter pour identifier unebonne pratique, pour arriver à la liste suivante :• Existe-t-il un projet pédagogique (une vision partagée, une intentionnalité avecdes objectifs clairs pour tous les partenaires engagés) qui donne un sens auxactions parcellaires ?• Existe-t-il un minimum de conditions matérielles ? Quel est ce minimum danschaque contexte ?(...)Fonte
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January 2 2010, 12:47pm | Comments »
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