Um estudo que conclui o óbvio (e ninguém liga).O objetivo deste estudo foi verificar se os critérios de progressão na carreira de uma instituição de ensino superior são os mesmos que formam um bom docente na perspectiva dos alunos. A literatura destaca vários fatores que interferem no desempenho dos alunos, mas considera que os critérios clássicos de progressão tendem a não exercer claramente efeitos sobre o rendimento dos alunos. A pesquisa exploratória utilizou, como instrumento de coleta de dados, um questionário preenchido pelos alunos, previamente construído, testado e aprovado como parte do processo de avaliação institucional. Além de verificar o desempenho dos docentes na perspectiva dos alunos, relacionaram-se as respostas ao questionário com as características docentes valorizadas pelo Plano de Carreira (titulação, experiência, tempo de serviço e publicações científicas). Concluiu-se que, na instituição estudada, não houve relação significativa entre a avaliação dos docentes e as variáveis para progressão na carreira, confirmando a literatura sobre a educação básica.Palavras-chave: Educação superior. Carreira do magistério. Economia da educação. Avaliação de professores. Avaliação institucional.Texto integral
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Plano de carreira e avaliação dos professores: encontros e desencontros
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December 15 2009, 5:52pm | Comments »
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Do Inevitável fim da divisão da carreira docente entre titulares e não titulares
http://terrear.blogspot.com/2009/11/do-inevitavel-fim-da-divisao-da.html
Ainda não foi anunciada, mas já deveria ter sido. Por várias razões: i) porque o processo da sua fabricação foi iníqua e injusta, sendo praticamente impossível proceder a essa reparação; ii) porque os próprios titulares (presumo que a maioria) na altura da decisão de candidatura ignoravam o conteúdo funcional que lhes iria cair em cima e, hoje, sabendo-o, já não aceitam sê-lo (o que parece gerar um efeito de dissonância interior destrutiva; iii) porque esta "elite" profissional não é reconhecida pelos pares num número indeterminado de casos; iv) porque os efeitos concretos (os impactos positivos) estarão provavelmente longe de se atingirem, v) porque deixou de fora pessoas muito mais capazes do que os titulados.Razões mais do que suficientes para colocar já fim a algo que não é apenas inútil, mas contraproducente. E escrevo-o mesmo admitindo que para a profissão docente pode ser útil uma carreira diferenciada, mas que teria de ser regulada de outra forma onde o mérito e a competência fossem de facto inquestionáveis. Sempre fui contra o rebanho e a mediocridade. Mas também sempre fui contra a injustiça e a arbitrariedade.
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November 3 2009, 2:03pm | Comments »
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Ingresso na profissão
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"A FNE não concorda com a prova de ingresso porque estes candidatos tiveram habilitação numa instituição de Ensino Superior", afirmou a dirigente sindical, defendendo que a Federação defende que devem ser acompanhados no início da carreira por um professor com experiência, mas não ser feita selecção através da prova em causa."FonteE Mário Nogueira também afirma que a prova de ingresso "é completamente absurda".Pela minha parte, diria que o que é "completamente absurdo" é haver a necessidade objectiva de realização de uma prova para ingressar na profissão. Só não vê quem não quer ver.
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April 16 2009, 5:12am | Comments »
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Carreira
http://terrear.blogspot.com/2009/02/carreira.html
Problemática esta posição, porque não é possível garantir que todos."Ao contrário do que defende o Ministério da Educação, a FENPROF defende que, às escolas e à qualidade do ensino, interessa garantir que todos os professores sejam altamente qualificados, competentes e estejam aptos a desempenhar todos os cargos e funções, para além, claro está, de deverem desempenhar bem o que de mais importante integra o seu conteúdo funcional: ensinar."Há uma forma aparentemente simples de resolver a questão, um pouco à imagem do que se passa no ensino superior, com a criação de 3 categorias: a de professor, a de professor titular e a de professor coordenador. Todos ingressariam na categoria de professor; passados x tempo e mediante formação específica e candidatura os professores poderiam optar por continuar a ser professores titulares (exercendo apenas a função de docência) ou professores coordenadores (que seriam chamados a desempenhar determinadas funções de coordenação/orientação), permitindo ambas acesso ao topo da carreira e acabando-se com a subordinação económica e estatutária.A fé em que todos podem fazer tudo não passa de uma ilusão e é nefasta (a meu ver) para a profissão.
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February 12 2009, 12:19pm | Comments »
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Da "artificial" e "absurda" divisão da carreira
http://terrear.blogspot.com/2009/02/da-artificial-e-absurda-divisao-da.html
Fazendo a revisão do que pensei sobre este assunto (antes ainda do ECD estar aprovado) e quando praticamente ninguém falava no assunto, encontrei este texto. Que mantenho no que é essencial.Em termos teóoricos, é difícil sustentar o absurdo da existência de duas categorias de professores (quase todos as carreiras têm diversas categorias às quais podem corresponder conteúdos funcionais distintos). O que foi absurdo foi o processo de "fabricação" da categoria de professor titular eivada de injustiças e de perfídias - como também sempre denunciei. Não o conceito em si mesmo.E já agora: é também absurdo que quem queira apenas ser um excelente professor (porque não tem apetência, vocação ou mesmo competência para o exercício de cargos de coordenação e chefia) não possa chegar ao topo da carreira docente.Mas a "tentação do rebanho" é um traço cultural antigo que exigiria formas de abordagem mais sensatas.
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February 10 2009, 3:16pm | Comments »
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Carreira e Carreiras... únicas e múltiplas
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Ensino UniversitárioProfessor CatedráticoProfessor Associado c/ agregaçãoProfessor Associado e Auxiliar c/ agregaçãoProfessor AuxiliarAssistente e LeitorAssistente EstagiárioVencimento base à entrada: 1.636,83 € (exclusividade)Vencimento base no topo: 5.401,54 € (exclusividade)Cada categoria tem diversos escalões. Ensino PolitécnicoProfessor Coordenador c/ agregaçãoProfessor Coordenador c/ agregaçãoProfessor AdjuntoAssistente do 2º Triénio (Mestres ou Doutores)Assistente do 2º TriénioAssistente do 1º TriénioVencimento base à entrada: 1.636,83 € (exclusividade)Vencimento base no topo: 4.664,97 € (exclusividade)Fonte e informação mais completa.
February 9 2009, 10:42am | Comments »
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ALTERAÇÕES AO ESTATUTO DA CARREIRA DO PESSOAL DOCENTE DO ENSINO SUPERIOR POLITÉCNICO
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Antes de analisar o suposto absurdo da divisão da carreira em professor e professor titular, irei fazer diversas aproximações preliminares."(...) A Carreira do Pessoal Docente do Ensino Superior Politécnico, à semelhança da sua congénere universitária, debate-se com idênticos problemas de bloqueios administrativos à progressão na carreira, sobretudo a nível do acesso à categoria de professor coordenador. Por exemplo, no ano transacto, de entre os cerca de 1600 professores adjuntos, apenas 60 foram promovidos a professor coordenador. Para ultrapassar esta situação, também aqui propomos a criação de quadros de dotação global, seguindo-se uma técnica análoga à proposta para o ensino superior universitário.Entendemos também como prementes algumas alterações aos estatutos de carreira, nomeadamente:a criação da categoria de professor titular, equiparada em termos remuneratórios, à categoria de professor catedrático;a valorização do grau académico para a progressão na carreira, com a exigência do mestrado, doutoramento e agregação, para acesso às categorias de professor adjunto, professor coordenador e professor titular, respectivamente;a criação e reforço das condições para a aquisição de graus académicos; o reforço da estabilidade contratual, que permita pôr fim às inúmeras situações de injustiça e precaridade de emprego que se verificam neste sector do ensino superior;a resolução da situação precária e indefinida dos encarregados de trabalhos.MEDIDAS SOBRE VÍNCULOS E MOBILIDADE DO PESSOAL DOCENTE DO ENSINO SUPERIOR E DOS INVESTIGADORES DA CARREIRA DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICAFonte: SNESup
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February 9 2009, 10:34am | Comments »
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