No ano passado foi assim:Actuação no Open day da Lx Factory, a convite do Cowork Lisboa.E este ano?Venha ver o novo espectáculo dos Cientistas de Pé, criado para a Noite Europeia dos Investigadores 2010:16 de Setembro22h00Sociedade de Instrução Guilherme CossoulRua D. Carlos I, 61 - 1ºLisboa3€ - contribuição para o nascimento da nova Cossoul17 de Setembro22h00Centro LGBT - Associação ILGA PortugalRua de S. Lázaro, 88LisboaENTRADA LIVRE24 de Setembro23h00Jardim Botânico TropicalLargo dos JerónimosBelémENTRADA LIVRECoordenação de texto: David MarçalDireção de actores: Romeu CostaCom: Bruno Pinto, Cheila Almeida, Daniel Silva, Ivette Pacheco, João Damas, Sandra Mateus, Sofia Guedes VazEspaço cénico: Romeu CostaProdução: cqdAgradecimentos:Manuel Pereira, Mário Rainha Campos, Rui Ribeiro
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
Cientistas de Pé com um novo espectáculo
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September 10 2010, 5:27am | Comments »
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A CIÊNCIA ABERTA E OS SEUS INIMIGOS
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Excerto do meu livro (esgotado) "A Coisa Mais Preciosa que Temos" (Gradiva):A ciência começou por ser espectáculo. A pedra-ímã que atraía metais e a água metamorfoseada em cristais de gelo foram, desde a Idade Média, mostrados nas feiras a um público boquiaberto. Em Portugal, não houve esse espectáculo, se descontarmos as breves exibições de ciência experimental no palácio real no século XVIII. E, infelizmente, muito menos houve ciência: é difícil encontrar algum cientista português no século XIX, quando a ciência era uma actividade reconhecida e praticada na Europa civilizada (em vão se vai, por exemplo, à “História de Portugal”, coordenada por José Mattoso e publicada pelo Círculo de Leitores, à procura de um cientista português novecentista).No século XIX o espectáculo da ciência alimentou a curiosidade de muitos espectadores a respeito do funcionamento do mundo, fazendo despertar vocações. Ficaram famosas, por exemplo, as conferências do químico inglês Sir Humphry Davy, na Royal Institution de Londres que atraíram um rapaz que, apesar de ter apenas a escola primária, se tornou o maior cientista do seu tempo, Michael Faraday. Mais tarde, Faraday, não esquecendo as suas origens, fez questão de proferir muitas conferências para jovens, acompanhadas de "shows" de demonstrações, e complementadas por livros de divulgação. A mensagem da ciência que recebeu foi transmitida a outros. Ainda hoje podemos assistir a conferências com demonstrações experimentais na Royal Institution, num teatro por cima do velho laboratório de Faraday. É graças à curiosidade dele sobre a relação dos magnetes com os fios eléctricos que hoje temos a electricidade doméstica, o motor eléctrico, e outros artefactos da civilização. Na procura incessante da unidade das leis físicas, Faraday também se interessou pela relação entre as forças eléctrica e gravítica, mas esse estudo não teve resultados palpáveis. O problema era difícil... Einstein, confiante no sonho de que "só há uma força", trabalhou longamente no assunto (foi o problema que mais tempo o ocupou) mas pouco adiantou. É um problema que foi legado aos cientistas de hoje e que parece legado aos cientistas de amanhã.Repare-se que Faraday não andou a preencher papeis para nenhuma agência de investigação do tempo dele, para resolver o problema da iluminação das ruas de Londres. Se o tivesse feito, as suas ideias teriam decerto sido chumbadas por sábias comissões, que achariam melhor deixar a electricidade de lado e melhorar o funcionamento dos candeeeiros a gás. James Clerk Maxwell, o escocês que, na sequência dos trabalhos de Faraday, descobriu a relação entre o electromagnetismo e a luz, também não se moveu por interesses técnicos ou económicos ao continuar em adulto a colocar algumas questões que já o preocupavam em adolescente. Nem mesmo o alemão Heinrich Hertz, o descobridor das ondas hertzianas, teve por fito a comunicação à distância ou a produção de programas radiofónicos ou televisivos (objectivos que, na época, teriam sido declarados insanes por qualquer avaliador científico!). Apenas continuou a "fazer com as suas próprias mãos" e a "pensar pela sua própria cabeça", como já fazia em pequeno. O espectáculo de meia dúzia de feirantes com os magnetes conduziu, ao arrepio de todas as expectativas, ao espectáculo audiovisual que hoje nos entra pelas nossas antenas dentro.Em Portugal não tivemos uma revolução industrial que se visse, pelo que importámos a electricidade e a telefonia sem percebermos qual era a sua origem nem desmontarmos os seus mecanismos internos ("Quem não admirará os progressos deste século?", repetia, fanhosa e estupefacta, a grafonola de Eça de Queiroz). Do ponto de vista científico e tecnológico, o nosso século XX foi, na sua maior parte e infelizmente, a continuação do século XIX. A excepção de um Prémio Nobel da Medicina (Egas Moniz) limita-se a confirmar a regra geral. Só há pouco tempo alguns sinais anunciam a possibilidade de um futuro diferente.A educação científica, essencial para o desenvolvimento humano, é, entre nós, mais do que noutros lados, onde há outras tradições, um requisito para ganhar o futuro. Mas desde sempre, pior ou melhor, se ensinou em Portugal o produto da ciência. O que não se cultivou foi a prática da ciência. Vários caminhos se nos oferecem hoje para fazer vingar a atitude científica. Fomentar a curiosidade, que é natural nas mentes mais jovens, a respeito do funcionamento das coisas, é uma das vias mais frutuosas que temos à nossa disposição. Os livros de divulgação, as exposições interactivas de ciência, os filmes científicos, os programas científicos no computador, os museus científicos e técnicos, os programas de rádio e televisão, os dias de portas abertas de universidades e laboratórios, todos estes são meios que servem para mostrar uma ciência feita por mulheres e homens normais (portanto, muito diferentes do Prof. Pardal, que passa a vida a tropeçar em tralha e a inventar a roda quadrada).Em Portugal, o Ministério da Ciência e da Tecnologia criado em 1996, ao qual sucedeu o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, tem defendido uma ciência aberta, democrática e participada. Está consciente que alimentar a curiosidade das crianças e jovens é a chave para instaurar na sociedade uma atitude científica. Mas muitas e variadas dificuldades se têm deparado.Há, porém, vários inimigos da ciência. Eles encontram-se, por exemplo, nos prosélitos das pseudociências e das paraciências. Mas encontram-se também entre aqueles, alguns deles aparentemente cultos, que não vêem diferença entre a astrologia e a astronomia. E noutros, habilitados com cursos superiores, que ministram alquimias pedagógicas. Entre as dificuldades à ciência aberta deve referir-se uma em particular que diz respeito aos próprios cientistas. A nossa comunidade científica, que é relativamente pequena e recente, conserva ainda algumas idiosincracias, provenientes do tempo em que a ciência escasseava e alguns cientistas eram mandarins. A ideia de uma ciência aberta é ainda estranha a alguns deles. Então não há cientistas que julgam que a excelência da sua ciência é directamente proporcional ao défice de comunicação? Pois bem: Se não forem capazes de atraírem jovens é bem feito que fiquem sem continuadores. E, se não forem capazes de transmitir aos cidadãos, de uma maneira simples e clara, para que querem o dinheiro dos impostos que estes pagam, é bem merecido que fiquem sem financiamento. Os cidadãos são inteligentes, entendem o que lhes dizem (quando lhes dizem alguma coisa de forma clara), e não gostam de passar cheques em branco.Mas há, felizmente, quem comunique o que sabe e o que quer saber, não só para os seus alunos como para o público. A ciência está aberta e recomenda-se a entrada!
August 11 2010, 3:53am | Comments »
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“Controlo 2010”
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Informação recebida pelo de Rerum NaturaEntre 8 a 10 de Setembro de 2010 realiza-se na Universidade de Coimbra a Conferência internacional Controlo 2010, onde mais de uma centena de investigadores oriundos dos quatro cantos do mundo, do Japão à Rússia, passando pela Argélia e pelo Brasil, discute as últimas novidades no domínio da robótica e do controlo automático.Quais serão os robôs do futuro e qual será a sua utilidade? Marcando cada vez mais presença na indústria, mas também nos transportes e na saúde, a robótica é uma das áreas científicas mais promissoras e em expansão.Esta 9.ª edição do Controlo é organizada pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) e pela Associação Portuguesa de Controlo Automático (APCA). O evento conta também com a estreita colaboração do Centro de Engenharia Mecânica da Universidade de Coimbra (CEMUC), cujo trabalho é internacionalmente reconhecido.
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August 10 2010, 5:07am | Comments »
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Ciência na UL: Os ouriços-do-mar e os segredos do cola e descola
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Romana Almeida Santos, investigadora na Unidade de Investigação em Ciências Orais e Biomédicas da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa, apresenta-nos uma palestra intitulada «Biotecnologia Azul: Novos adesivos inspirados em ouriços-do-mar». É já na próxima sexta-feira, 16 de Julho, às 18h30, no Museu da Ciência da Universidade de Lisboa.Integrada no ciclo de palestras “Ciência em Português”, a iniciativa centra-se na possibilidade de criação de bioadesivos (inspirados em ouriços-do-mar), resistentes e eficazes em água, e que podem adquirir aplicações biotecnológicas e industriais.Sinopse: Já alguma vez pensou como se agarram os ouriços-do-mar às rochas para não serem arrastados pelas ondas? Fazem-nos através de órgãos adesivos especializados, que produzem secreções adesivas e “desadesivas”, colando-se e descolando-se repetidamente. Ao contrário da maioria das colas sintéticas, estes bioadesivos são resistentes e eficazes em água, pelo que podem vir a ter variadas aplicações biotecnológicas (ex. adesivo dentário) e industriais (ex. construção subaquática.
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July 15 2010, 4:10am | Comments »
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Cientistas de Pé na Lx Factory
http://dererummundi.blogspot.com/2010/05/cientistas-de-pe-na-lx-factory.html
Os Cientistas de pé vão actuar no open day da Lx Factory - dia 14 de Maio às 21h30.(Video: reportagem da Sábado publicada em Agosto de 2009)Todo o programa aqui
May 12 2010, 2:04am | Comments »
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ESCOLHIDOS OS FINALISTAS DO FAME LAB
http://dererummundi.blogspot.com/2010/04/escolhidos-os-finalistas-do-fame-lab.html
Já estão escolhidos os 10 finalistas do Fame Lab, o concurso organizado pelo Ciência Viva com o apoio do British Council. Ver vídeos de todas as actuações (3 minutos cada um) aqui.Os 10 finalistas são por ordem alfabética:Alexandre AibéoAndré João Felizardo dos Reis da FonsecaCarlos Eduardo Nobre Cesário e SilvaFernanda Marta Matos RodriguesMaria João FonsecaMaria Manuel Ribeiro Martins Garcia AfonsoPedro MorouçoRogério MartinsRui CastanhinhaTelmo André Neves Santos
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April 22 2010, 9:16am | Comments »
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