Collaborative believes that the capacities and accomplishments of organizations are directly linked to their capacity to foster and extend learning communities within them. We think this is just as true for people in school reform networks, associations, community-based organizations, neighborhoods and cities as it is for teachers and administrators. Indeed, Collaborative assesses our own practice on the value-add of the learning communities we help to create and foster—for our clients and our own team.Learning doesn’t happen in isolation. So we co-create, with our clients and partners, the structures, formats and agendas that support learning opportunities—grounded in the experiences and expertise of participants. Using a deliberate mix of face-to-face and virtual learning platforms, we help to structure learning opportunities aligned to content, knowledge, products and tools that help move participant learning to the next level. We also document and synthesize insights from these learning opportunities. And we create learning products and tools, both print and interactive.Whenever possible, we engage participants ahead of these learning opportunities, we track utilization data, and we conduct post-action debriefs to ensure the evolution of continuous learning.Fonte
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Construindo Comunidades de Aprendizagem
http://terrear.blogspot.com/2010/05/construindo-comunidades-de-aprendizagem.html
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- aprendizagem
- comunidade
May 23 2010, 9:28am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Segundo Dilema: Escola como comunidade ou como sociedade?
http://terrear.blogspot.com/2009/10/segundo-dilema-escola-como-comunidade.html
O segundo dilema é talvez o mais difícil, pois é o que traz muitos equívocos: escola como comunidade ou como sociedade? A palavra comunidade é dificílima, porque é de um enorme equívoco, é vista para muitas coisas e utilizadas de modos diferentes. É uma palavra que tem um conceito essencial-mente positivo junto aos educadores. Mas há também alguns aspectos negativos.(...)Para mim, tudo que esteja a fechar as crianças, por uma ou outra razâo, fechar em comunidades onde as fronteiras estâo muito definidas, é um erro. É um dilema que terâ de ser enfrentado no futuro dentro das discussôes sobre as políticas pûblicas de educaçâo. As políticas de privatizaçâo e liberalizaçâo do ensino, a idéia de que nâo se deve financiar as escolas e, sim, os pais, e eles colocam as crianças na escola em que quiserem, vai certamente arrastar esse princípio de que cada grupo social vai ter a sua prôpria escola, que vai ser mais disciplinada, mais coeren-te, mais ordeira, mas vai ser uma escola infinitamente mais pobre [do que] onde hà um diàlogo entre vârios grupos. Defendo a escola muito mais como sociedade do que [como] comunidade. Uma sociedade é qualquer coisa que tem regras. Sô se pode viver em sociedade corn regras. Em comunidades, no limite, é possível viver sem regras, a partir de tradiçôes, ligaçôes simbôlicas. Citando Philippe Meirieu, muito dos jovens que designamos como problemâticos, pré-delinqüentes têm comunidade a mais. Muitas vezes estâo inseridos em gangues, onde hà uma énorme solidarie-dade, onde hà uma liderança carismàtica. A escola tem que dar a esses jovens mais sociedade, mais regras de vida em comum, mais regras do diàlogo, de vida em sociedade. A escola deve ser mais crítica a essa comunitarizaçâo. Isso se faz corn a escola como sociedade e nâo como comunidade.António Nóvoa, Ibidem
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- Sociedade
- comunidade
October 28 2009, 7:02pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Encontro
http://terrear.blogspot.com/2009/10/uma-foto-que-faz-parte-da-serie-que.html
Uma foto que faz parte da série que está em baixo. Não sei já do que falávamos. Da alegria de ensinar? Do prazer do conhecimento e do encontro? Da certeza de uma performance excepcional na defesa de uma dissertação que bem poderia ser a de um doutoramento? (pela relevância das questões de investigação, pela justeza do método, pela riqueza dos instrumentos que colectaram imensos dados que não puderam ser usados, pelo conhecimento conjectural que se adicionou ao já sabido, pelo modo de relatar as práticas de investigação, pela coragem de enfrentar o caos ...). Mas o que é nítida é a presença de um círculo de afecto - conheci enfim a Isabel C, confirmando-se tudo o que sabia - e reencontrei uma saborosa amizade tecida pelo destino.(e aqui fica a imagem para memória futura)
October 19 2009, 4:57pm | Comments »
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