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Uma Lição de Confiança
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February 13 2011, 1:26pm | Comments »
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Confianza. Un patrón emergente de desarrollo y mejora de la escuela
http://terrear.blogspot.com/2010/12/confianza-un-patron-emergente-de.html
Este artículo señala que una característica fundamental de los centros que desarrollan procesos de innovación, concretamente de aquellos que consiguen articular procesos de desarrollo y mejora institucional a lo largo del tiempo, es que parecen configurarse en torno a lo que llamaremos aquí una lógica de la confianza. Nuestro propósito será develar los diferentes caminos por los que se consigue articular esa lógica, para lo cual nos apoyaremos en una investigación de estudio de caso múltiple en la que participaron diez centros reconocidos como innovadores en su comunidad. Algunos de los resultados más relevantes de dicha investigación, así como la metodología utilizada para llegar hasta ellos, serán descritos en el trabajo y discutidos a la luz de la literatura sobre la confianza en las organizaciones, los procesos de aprendizaje y conocimiento institucionales generados por las comunidades de práctica y la innovación en las organizaciones educativas. Intentaremos demostrar que la confianza es un constructo adecuado para comprender el alcance, así como las limitaciones, de los procesos de innovación hallados en los centros de nuestro estudio.Texto integral
December 10 2010, 5:17pm | Comments »
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Da Confiança
http://terrear.blogspot.com/2010/12/da-confianca.html
in Rego e Cunha, obra citada
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December 8 2010, 5:24am | Comments »
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Confiar, entusiasmar
http://terrear.blogspot.com/2010/01/confiar-entusiasmar.html
O nosso desafio, no fundo, é o de criar confiança, como dar confiança, sobretudo nas circunstâncias actuais.Liderar é, também, dar confiança? Faltam lideranças fortes?Ai faltam, absolutamente. E faltam em múltiplos planos de como se pode definir uma liderança. Não é só capacidade de comandar, dirigir e ordenar mas, sobretudo, a capacidade de entusiasmar.Nós, individualmente, nem sabemos do que somos capazes, não conhecemos as enormes forças que nos habitam e que se encontram entravadas, adormecidas ou inibidas dentro de nós. Porquê? Porque faltam os “fora”, espaços exteriores de expressão dessas forças. Como se vê, o exterior existe e no interior e pede sempre para se manifestar. A quase ausência desses espaços, não visíveis por causa do fechamento causado pelo “paradoxo português do duplo impasse”, tem um efeito perverso: o de fazer crer à vítima que não está presa e entalada. José Gil. entrevista ao Jornal de Negócios, 8 de Janeiro de 2010.Capacidade de entusiasmar. Conhecer os enormes poderes transformadores que temos. Gerar dinâmicas de confiança. Pilares da reforma essencial.
January 9 2010, 9:55am | Comments »
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O Princípio do inconcebível
http://terrear.blogspot.com/2009/12/o-principio-do-inconcebivel.html
Todas as grandes transformaçõesou criações eram impensáveis antesde se produzirem.Edgar MorinComo reflecte Edgar Morin, no seu luminoso pensamento, há o princípio do inconcebívelque explica que todas as grandes transformações eram impensáveis antes de se produzirem. E este princípio anda ligado com o princípio do improvável: todos os grandes acontecimentoshistóricos eram a priori improváveis.Procuremos aplicar estes dois princípios à educação. Parece inconcebível que os órgãos directivos das escolas possam ter uma palavra significativa a dizer na contratação (públicae transparente) dos seus profissionais.Parece impensável que a escola se liberte da sua função maior de certificar os saberes e por via disso estratificar e excluir, regulando desse modo as aspirações(e as posições) sociais.Parece improvável que a organização do ensino e das aprendizagens possa fugir ao moldeindustrial da cadeia de montagem.Parece inconcebível, impensável, improvável.Parece.E, no entanto. Há tanta inteligência aprisionada. Há tanto entusiasmo reprimido. Há tanta criatividade à deriva. Há tantos caminhos que se poderiam percorrer fora dos trilhos estreitos e cegos da burocracia!Voltar a acreditar era (tem de continuar a ser) uma bandeira política apelativa e indispensável. Acreditar que outro mundo educativo é possível. Acreditar nos professores e nas suas capacidades. Acreditar nas escolas. Confiar no saber e na experiência. Radicalmente descentralizar. Contratualizar. Não ter medo da liberdade e da diferença. Revogar as milhares de normas que aprisionam as pessoas na lógica da irresponsabilidade.A hora tem de ser de consensos e de sarar as feridas. Mas também de ruptura e de mudança. Se quisermos sair dos círculos da asfixia.
December 15 2009, 10:46am | Comments »
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Lógica do Controlo e Lógica da Confiança
http://terrear.blogspot.com/2009/09/logica-do-controlo-e-logica-da.html
“I would measure what the schools offer rather than what the schools produce in terms of students, because students’ learning outcomes are affected by so many factors,” he said.“Most importantly, we need to instill confidence – restore confidence – in our teachers and in our schools, because right now the accountability rhetoric in essence is telling us we don’t trust our educators – that they are not good enough, they are lazy, and that’s not the case.”FonteE via António Teixeira no Facebook
September 6 2009, 4:36pm | Comments »
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Confiança, Lógica de
http://terrear.blogspot.com/2009/06/confianca-logica-de.html
Todo o sistema social precisa de ser confiável. Os cidadãos precisam de acreditar na qualidade dos serviços educativos que a escola presta. Precisam de confiar que os seus filhos são bem acolhidos, bem tratados, bem instruídos, bem socializados e estimulados. Sem a lógica da confiança não haveria sobrevivência social de um sistema.È por isso que o sistema educativo preciso de cultivar uma imagem de profissionalismo, de qualidade, de rigor. A formação e certificação de professores por instâncias universitárias; a acção da Inspecção; os Exames Nacionais são dispositivos e instrumentos promotores de uma imprescindível confiabilidade social.O problema é que para que o sistema seja merecedor de confiança, cultiva-se muitas vezes a lógica do simulacro e da aparência. O que interessa não é o que é, mas o que aparenta. Daí a cortina dos planos e dos relatórios, das cerimónias de envolvimento e da mediatização.Se o sistema quiser sobreviver tem de promover uma confiança real, autêntica, verdadeira. Tem de se abrir e mostrar os seus pontos fortes e fracos. Porque, ao fim e ao cabo, todos podemos ganhar com uma prática de abertura, condição necessária ao reconhecimento e à entre-ajuda. (JMA)
June 30 2009, 3:13pm | Comments »
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Uma Grave Crise de Confiança
http://terrear.blogspot.com/2009/01/uma-grave-crise-de-confianca.html
Um excerto da crónica de hoje de Miguel Santos Guerra, provavelmente muito mais pertinente no contexto educativo português do que no espanhol:(...)Pero necesitamos tener confianza en los demás: en las personas en las instituciones, en los gobiernos. Creo que esta sociedad moderna y pretendidamente democrática necesita recuperar un discurso basado en la confianza. La confianza es una necesidad emocional que nos permite relacionarnos de forma sana con los demás: con las personas, con las organizaciones, con los gobiernos. No podemos vivir instalados en una desconfianza radical. La sociedad no funcionaría si no existe un mínimo de confianza en los demás. Necesitamos confiar en que el médico nos curará, en que el profesor nos evaluará justamente, en que la policía nos defenderá si llega el caso, en que la comida servida en el restaurante está en buenas condiciones y en que el juez no estará corrompido si tiene que juzgarnos… Necesitamos confiar en nuestra familia, en nuestra pareja, en nuestros hijos, en nuestros amigos y amigas…“Confianza es una palabra a la que hay que otorgar mucha confianza”, dice Muntean Rosenblum..Los cambios acelerados en el modelo de familia, la pérdida de valores tradicionales, los movimientos migratorios violentos, los cambios en los modos de trabajo, la aparición de tecnología cada día más compleja, el desarrollo de mercados globalizados emergentes, los nuevos patrones de conducta, la percepción de un futuro incierto, la sensación de ausencia de control sobre el curso de los acontecimientos, la sensación de injusticia, los escándalos financieros, las mentiras de los políticos, las falsas promesas, los mensajes contradictorios, los casos de corrupción, la pérdida progresiva de empleo…producen una crisis de confianza. Demasiados cambios, rapidísimos cambios, profundos cambios para una misma capacidad de afrontarlos. Ahí estamos.Podemos tener mucha confianza, bastante confianza o algo de confianza. Podemos no tener ninguna, es decir no confiar en nada ni en nadie. E, incluso, podemos desconfiar sistemáticamente de todo y de todos. Hay personas desconfiadas por naturaleza, por aprendizaje o por hábito. Todos conoceremos alguna. Son esos profesores que, cuando se hacen cargo de una clase, automáticamente dicen que ese grupo fracasará. Son esos pacientes que, cuando acuden al médico, desconfían de que `pueda hacer algo por ellos. Son esos ciudadanos que, cuando hay que votar, dicen que todos los políticos son iguales.La confianza lleva inherentemente aparejado el riesgo. Mientras más confiamos, más fácilmente podemos ser defraudados. Por eso algunos prefieren no confiar en nadie. Así no se llevan el chasco. Dado que la confianza se proyecta en otros y hacia el futuro, siempre existe el riesgo de ser decepcionados. Por eso decía aquel creyente: “Sagrado Corazón de Jesús, en vos confiaba”. Es probable que muchos ciudadanos de Estados Unidos y del mundo vean frustradas sus esperanzas al haber depositado en el Presidente Obama más esperanzas de las que un ser humano puede satisfacer.Si tenemos confianza en los demás es, probablemente, porque también confiamos en nosotros mismos. La persona desconfiada no suele creer en sí misma. La persona desconfiada tacha de ingenua o de boba a la que confía. “La confianza bien otorgada crece mediante el cuestionamiento activo más que por la aceptación ciega”, dice Onora O´Neill.Albert J. Jowell, licenciado y doctor en Medicina y en sociología y ciencias políticas, acaba de publicar un libro titulado “La confianza”. El subtítulo condensa muchas ideas que explica luego el autor: “En su ausencia, no somos nadie”. Dice este autor que “la confianza es algo así como el aire que uno respira; sólo se hace palpable su necesidad en su ausencia o en situaciones de desconfianza”.(...)Texto Integral
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January 31 2009, 11:07am | Comments »
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