A formação de 225 professores para a prevenção da violência e gestão de conflitos nas escolas é o objecto do protocolo de cooperação hoje celebrado entre o Ministério da Educação e a Universidade de Coimbra. Uma medida que João Amado, coordenador científico do curso e investigador na área da indisciplina escolar, considera "essencial, embora insuficiente"."Desde que comecei a trabalhar nesta área, no início dos anos 90, a indisciplina (entendida num sentido lato) não só aumentou como se generalizou. Hoje não se confina a uma ou outra escola dita problemática e tem, na maior parte das vezes, raízes nas famílias dos alunos, umas vezes por estas serem desestruturadas, outras porque são cada vez mais permissivas e menos capazes de incutir regras nas crianças", considera Amado.É naquele contexto que o investigador da Faculdade de Psicologia sublinha a necessidade de o Ministério da Educação complementar a acção de formação de professores com outras medidas, "como a contratação de psicólogos, de assistentes sociais e de auxiliares em número suficiente e com formação em mediação de conflitos".Texto integral
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Uma formação pertinente e uma iniciativa meritória
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October 10 2010, 12:57pm | Comments »
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NÃO POSSO MAIS... MUDARÁ ISTO ALGUM DIA?
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Una situación de aula Jorge, el profesor de lengua castellana, entra en el aula. Algunos chicos y chicas están sentados encima de las mesas, comiendo alguna chuchería. Otros han salido ai pasillo y permanecen allí. Otros están en corrillos, hablando animadamente. El profesor deja las carpetas y el libro encima de la mesa y se pone a borrar la pizarra mientras espera que los muchachos se vayan sentado. No se mueven. Jorge empieza a ponerse nervioso y de mal humor. Es el profesor más joven dei instituto y siempre ha querido tener un trato cordial con el alumnado, pero se pregunta si no debiera ser más autoritario. Al final, con voz crispada, dice: «Queeréis hacer el favor de ir entrando y sentándoos en vuestros sitios?». Los alumnos empiezan a moverse pesada mente y, con lentitud, ocupan sus asientos. Todos excepto Vanesa, una muchacha a la que Jorge tiene catalogada como algo conflictiva, bastante vaga y no muy brillante académicamente. Su expediente se resiente y la actitud de Vanesa es, a meenudo, apática y desmotivada, o bien desafiante y burlona. De hecho, constantemente tiene que Ilamarle la atención. Ayer mismo tuvo un ennfrentamiento verbal bastante agrio con ella y Jorge se marchó dei aula sulfurado, después de recordarle por enésima vez que su actitud no le favorecía, que mientras estuviese en el centro tenía que acatar sus norrmas, tenía que ir a dase y trabajar, cosa que no hacía, y que seguro que en la evaluación recogería los frutos de lo que estaba sem brando durante todo el trimestre. Y encima hoy ni se sienta ... Vanesa sigue hablando en voz alta, apoyada en el quicio de la ventana, reteniendo con sus explicaciones a todo un grupito de alumnas que la escuuchan con embeleso. Poco a poco, y frente a la mirada severa de Jorge, las chicas se van sentando. Todas menos Vanesa, que le mira retadoramente. JORGE: Siéntate en tu sitio, Vanesa, por favor. VANESA: No, siéntame tú, si puedes. Grandes risotadas por parte de toda la dase. JORGE: Está bien, sal dei aula. VANESA: No, sácame tú, si puedes. Más risotadas. VANESA: No me dijiste ayer que mi obligación era venir a dase? Pues aquí estoy, pero no hay ninguna norma que diga que tengo que sentarme. Así que me quedaré en la ventana. Jorge piensa para sí: «Otra vez me dinamita la dase. Esto me ha pasaado ya mil veces ... ». JORGE: Quieres dejar de molestar ai resto de la dase? No empezaremos hasta que no ocupes tu sitio. Estás perjudicando a tus compañeros. Algunas voces: «No, si por nosotros no lo hagas». Risas y murmullos. JORGE: Ah, sí? Pues muy bien ... ACTIVIDAD PREVIA Jorge considera que puede actuar de diferentes maneras: Solución A: «El tema de hoy lo doy por explicado (y entra para examen). Lo tenéis que preparar por vuestra cuenta. Y a mí no me preguntéis. Os espabiláis. Hasta mañana.» Solución B: «Vanesa, estás castigada. Vete ai despacho de dirección.» Solución C: «Pues yo no voy a ceder. O te sientas o no empezamos. Y te advierto que yo tengo más aguante que tú.» '- Reflexione sobre el caso expuesto y responda a las siguientes preguntas: - Son ésas todas las opciones que Jorge tenía? - Había sucedido antes algo similar? Cómo se actuó en esa ocasión? - Hace bien aceptando el enfrentamiento? Cómo hubiese afrontado usted la situación? - Existen alternativas? 2, Analice las posibles soluciones a la luz de parámetros como los siguientes: -Rol dei profesor. -Clima dei aula. -Conocimiento dei alumnado (situación personal, trayectoria y otros aspectos de la alumna). -Autoestima dei profesor. -Necesidad de decisiones colectivas, no individuales. 3. Finalmente, sugiera qué solución hubiese tomado usted: ReflexionesTenemos el derecho a elegir, siempre, entre varias alternativas. Elegir ganar, elegir luchar, elegir huir. .. ha de llevarnos a sentirrnos en paz con nosotros mismos, a mantener nuestra identidad. Reivindiquemos la libertad de elegir y no nos dejemos arrastrar con conformismo y estoicidad por la realidad. Para ello podemos evaluar nuestro comportamiento y evitar caer en los mismos errores una y otra vez. A la vez, midamos nuestras fuerzas, porque nadar a solas contra la corriente puede llevarnos al agotamiento y a abandonar. Si nos faltan las fuerzas, busquemos apoyo en nuestros colegas y soluciones compartidas. FonteElena Cano (2005). Cómo Mejorar las Competencias de los Docentes. Barcelona: GRAO
October 10 2009, 5:02pm | Comments »
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Bullying e Resolução de Conflitos
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Bully Free ClassroomBook Excerpt: Checklist of warning signs that a student is being bullied or is at risk of being bullied. Two pages.Warning_Signs.pdfBook Excerpt: Motivating handout, "Messages from me to me."BFClassroom.pdfA Leader's Guide to Good-Bye Bully MachineA Leader's Guide to Good-Bye Bully Machine includes discussion questions, activities, and reproducible handouts.A free companion piece to the book, Good-Bye Bully Machine.GoodbyeBullyMachine_LeadersGde.pdf
October 7 2009, 1:47pm | Comments »
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O TRANSPLANTE DE CORAÇÃO
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És cirurgião dum grande hospital. Pertences a uma comissão que tem de tomar uma importante decisão. Há sete casos urgentes em lista de espera para um transplante de coração. Por agora apenas tendes um doador. Qualquer dos pacientes está preparado para receber o coração. Em tua opinião qual o paciente que deve receber o novo coração? Porquê? A comissão tem 15 minutos para chegar a um acordo.Pacientes:· Uma famosa neurocirurgiã no auge da sua carreira de 31 anos. Não tem filhos.· Uma menina de doze anos. Estuda música.· Um professor de 40 anos. Tem dois filhos.· Uma jovem de 15 anos grávida. Solteira e sem filhos.· Um sacerdote de 35 anos.· Um jovem de 17 anos. É empregado num restaurante e sustento dos seus pais.· Uma cientista em vésperas de descobrir a vacina contra a SIDA. Não tem filhos e é lésbica.FonteMediação de ConflitosObra citada infra
May 3 2009, 5:31pm | Comments »
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A ESCUTA ACTIVA
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“Só entenderás alguémquando caminhares com os seus sapatos”.(Provérbio chinês e sioux)Para que serve esta competência A escuta activa é a competência mais poderosa, interessante e útil para mediar qualquer conflito. Serve para compreendermos as duas partes implicadas no conflito e criarmos empatia em relação a elas. É muito útil para que as partes em conflito se entendam e vão passando das posições para as necessidades.Condições prévias Antes de utilizar as técnicas da escuta activa é conveniente ter em conta alguns aspectos:- Assumir como atitude pessoal o pôr-se no lugar da outra pessoa, para poder compreender o que ela está a dizer e a sentir.- Mostrar compreensão e aceitação através dos seguintes comportamentos não verbais:· Um tom de voz suave.· Expressão facial e gestos acolhedores.· Estabelecendo contacto visual.· Assumindo uma postura corporal receptiva.- Não utilizar, na medida do possível, nenhuma das doze típicas.Modo de usar Em sentido estrito, pode dizer-se que alguém pratica escuta activa quando, face a uma mensagem recebida dum emissor, lhe diz o que entendeu daquilo que acabou de ouvir, realçando o sentimento existente por detrás dessa mensagem. Em sentido mais amplo, podemos dizer que a escuta activa é o resultado das seguintes acções:Mostrar interesse O interesse pode mostrar-se de forma não verbal, por exemplo, abanando afirmativamente a cabeça, ou de forma verbal. Se se optar pela forma verbal, é importante utilizar palavras neutras que não revelem nem acordo nem desacordo relativamente ao que a outra pessoa está a dizer, por exemplo: “Podes dizer-me mais qualquer coisa acerca disso?”.ClarificarClarificar significa tornar mais clara uma mensagem. Serve para obter a informação necessária para compreender melhor o que a pessoa está a dizer, ou o problema. “E tu que fizeste nessa altura?”. “Há quanto tempo estais zangados?”. Para facilitar a acção é costume utilizar perguntas abertas que são as que procuram provocar no interlocutor um resposta alargada e não apenas um sim ou um não.Parafrasear Consiste em repetir, por palavras próprias, as principais ideias ou pensamentos expressos por quem fala. Serve para mostrar que se entendeu o que o outro disse, e permite verificar se o significado atribuído pelo emissor à mensagem é idêntico ao entendido pelo receptor. “Quer dizer, então, que para ti o problema é uma tolice”. “Então, aquilo que tu me estás a dizer é...”.Fazer-se eco É o que atrás denominámos escuta activa em sentido estrito. Consiste em dizeres por palavras tuas os sentimentos existentes por detrás do que o outro acabou de expressar. Ajuda quem fala a clarificar os seus sentimentos. “Ficas frustrado por te estarem sempre a acusar de seres o que mais falas nas aulas”. “Custa-te que ele te esteja a acusar de lhe teres tirado o lanche”.Resumir Consiste em juntar a informação que nos vai sendo transmitida, referente quer a sentimentos quer a factos. Oferece a quem fala uma boa oportunidade de corrigir ou acrescentar algo ao já dito. “Então, se bem entendi, A andou à luta com C, e tu ficaste ofendido por te considerarem o causador do conflito” ou “Falaste de A e de B, mas não entendo o que é que C tem a ver com tudo isto”. Quando um mediador escuta activamente as partes, está a compreendê-las, a ajudar a que se expressem melhor, e a facilitar a comunicação entre elas. Se, além disso, ainda estimularmos as partes a escutarem-se activamente uma à outra, estamos a dar-lhes mais recursos para poderem comunicar melhor, sem precisarem sempre da presença dum mediador.Quando se pode utilizar Pode e deve praticar-se a escuta activa ao longo de todo o processo de mediação, embora seja na fase número dois (Ora conta lá) que ela se pode usar de forma mais activa. Além disso, ao escutá-las, ajudamos as partes a aprender a escutar-se mutuamente.Quando não convém utilizá-la Este instrumento de trabalho não se pode utilizar quando há algo que interfere ou impede que centremos a nossa atenção no outro, por variados motivos: toca a campainha e tens de te ir embora, ou uma das partes em conflito diz, ou faz algo, que não podes aceitar de modo nenhum. Nessa altura, é melhor não tentar compreender o outro e suspender o processo, ou falar na primeira pessoa.Dificuldades mais comuns A principal dificuldade consiste em meter-se na pele do outro e compreender o conflito conforme ele é entendido por cada pessoa. E isto torna-se particularmente difícil para os que constroem muitas hipóteses sobre o que se está a passar e dizem aos outros aquilo que eles têm de fazer. A chave está em esquecermos um pouco a “nossa sabedoria”. FonteMediação de Conflitos ... (obra citada infra)
May 1 2009, 5:46pm | Comments »
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Mediação de conflitos
http://terrear.blogspot.com/2009/04/mediacao-de-conflitos.html
O quadro teórico de referência para a formação nos procedimentos a levar a cabo aquando da mediação, é o dos princípios da pedagogia pacífica ou da educação para a paz e a convivência escolar, juntamente com os conhecimentos no campo do desenvolvimento organizativo e curricular. Concretamente, e dentro deste quadro, queremos realçar os seguintes:* Uma concepção positiva do conflito. Entendemos o conflito não como algo negativo ou sinónimo de violência, mas como algo consubstancial aos seres humanos e às suas formas de vida social e que, dependendo da forma como for tratado, poderá vir a ser um factor construtivo e benéfico para as partes.* O uso do diálogo como alternativa a outras possíveis respostas menos construtivas face aos conflitos, como a agressão e violência, ou a fuga ou submissão.* Uma aposta na potenciação de contextos cooperativos nas relações interpessoais. Eu ganho/tu ganhas, face a posições antagónicas do tipo: “Eu ganho/tu perdes”, de modo a ficar claro que a consecução dos meus próprios interesses não implica que os outros não possam alcançar os seus.* O desenvolvimento de competências de auto-regulação e autocontrolo, enquanto elemento chave para favorecer, nos indivíduos, a autonomia na tomada de decisões adequadas ao meio social em que vivem, o que contribui para uma melhor integração e para o desenvolvimento da sua auto-estima.* A prática da participação democrática, pois através destes procedimentos podem experimentar a importância das suas opiniões, sentimentos, desejos e necessidades, tanto próprias como alheias, e contribuir para a melhoria de situações injustas ou desagradáveis. A responsabilidade da resolução dum conflito recai sobre as partes directamente implicadas nele.* O desenvolvimento de atitudes de abertura, compreensão e empatia que implica um compromisso de atenção para com o outro, o que ele nos relata, o que necessita, o que deseja, tentando pôr-nos no seu lugar. Através destes procedimentos, as pessoas têm oportunidade de experimentar como cada indivíduo, perante a mesma situação, se apercebe de aspectos diferentes, e de sentir que a opinião do outro merece tanto respeito como a sua.* O protagonismo das partes na resolução dos seus conflitos, pois quando as partes envolvidas no conflito são capazes de identificar as suas necessidades e interesses face ao outro, e de colaborar em conjunto na busca de soluções satisfatórias para ambos os lados, há mais probabilidades de a saída do conflito ser assumida e desenvolvida duma forma comprometida por ambas as partes.Mediação de Conflitos em Instituições Educativas–Manual para Formação de MediadoresJ Seijo - Asa Editores, 2003
April 10 2009, 9:38am | Comments »
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Conflitos entre alunos
http://terrear.blogspot.com/2009/02/conflitos-entre-alunos.html
La violencia escolar uno de los fenómenos educativos que más preocupa en la actualidad. En este trabajo hemos querido ofrecer al profesorado, una guía para intervenir ante los conflictos que se producen entre los alumnos. Tras revisar el fenómeno de la violencia escolar y describir su perfil en función de las dimensiones que componen el acto de la agresión, pasamos a señalar algunos indicadores para identificar a las víctimas y a los agresores en el contexto escolar. Posteriormente se refieren algunas estrategias para abordar las conductas violentas, tanto a nivel organizativo, como en el aula y en la intervención individual.Acesso ao texto integral
February 12 2009, 8:07am | Comments »
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Do Conflito
http://terrear.blogspot.com/2008/11/do-conflito.html
Estive hoje, no final da tarde, na Universidade Fernando Pessoa, no lançamento da 2ª edição de um livro (de que tive a honra de editar a 1ª edição há já algum tempo) que não podia ser mais actual. Uma breve nota do prefácio à 1ª edição da autoria de Gonzalo Serrano - catedrático da Universidade de Santiago de Compostela: "Entender pois o conflito como uma realidade presente e necessária não
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November 18 2008, 1:35pm | Comments »
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