Este estudo coloca em discussão os significados que são atribuídos à crise daescola pública de frequência obrigatória na literatura educacional críticaproduzida desde fins do século XX no Brasil e em Portugal. Elenca asexpectativas otimistas que impulsionaram — após a Segunda Guerra Mundial— a massificação da instituição escolar, fazendo um confronto com osimpasses com que os sistemas públicos de ensino se defrontam, neste iníciodo século XXI, diante das promessas não cumpridas da modernidade.Aborda, ainda, o impacto das transformações de economias e culturasglobalizadas, de sociedades multiculturais, de informatização acelerada e deEstados-Nação esvaziados de suas funções históricas para a configuraçãodessa crise e os diferentes dispositivos que têm sido elaborados, no Brasil eem Portugal, destinados a superá-la.Palavras-chaveEnsino público; Fracasso escolar; História da educação; Escola públicaTexto integral
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Crise da escola ou na escola?
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June 27 2009, 7:51am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
O Esplendor de Portugal
http://terrear.blogspot.com/2009/06/o-esplendor-de-portugal.html
Como levantar hoje, de novo, o esplendor de Portugal?Relendo a Causa da Decadência dos Povos Peninsulares de Antero de Quental.(...)Não posso pois apelar para a fraternidade das ideias: conheço que as minhas palavras não devem ser bem aceites por todos. As ideias, porém, não são felizmente o único laço com que se ligam entre si os espíritos dos homens. Independente delas, se não acima delas, existe para todas as consciências rectas, sinceras, leais, no meio da maior divergência de opiniões, uma fraternidade moral, fundada na mútua tolerância e no mútuo respeito, que une todos os espíritos numa mesma comunhão - o amor e a procura desinteressada da verdade. Que seria dos homens se, acima dos ímpetos da paixão e dos desvarios da inteligência, não existisse essa região serena da concórdia na boa-fé e na tolerância recíproca! Uma região onde os pensamentos mais hostis se podem encontrar, estendendo-se lealmente a mão, e dizendo uns para os outros com um sentimento humano e pacífico: és uma consciência convicta! É para essa comunhão moral que eu apelo. E apelo para ela confiadamente, porque, sentindo-me dominado por esse sentimento de respeito e caridade universal, não posso crer que haja aqui alguém que duvide da minha boa-fé, e se recuse a acompanhar-me neste caminho de lealdade e tolerância. (...)
June 10 2009, 8:10am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
O Lado Bom do Mau
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A crónica de hoje de Miguel Santos Guerra:Estamos en crisis. Unos más que otros, pero estamos en crisis. No hay persona de ningún sector de la sociedad a la que haya preguntado si estaba afectada por la situación que me haya respondido negativamente. Taxistas, libreros, comerciantes, editores, constructores, comerciantes, albañiles, fabricantes… Se habla de la crisis, se describen minuciosamente sus efectos, se maldice a los usureros que la han provocado, se hacen juicios catastrofistas, se golpea al gobierno desde la oposición como si fuese su principal artífice… Pero se habla menos de lo que se puede hacer para salir de ella, de cuál es la actitud con la que se la debe afrontar.Ya sé que llevarle ideas de esta naturaleza a quien tiene necesidades apremiantes puede considerarse una osadía y, quizás, una desfachatez. Se me dirá: Lo que necesita quien no puede comer, es comida. Lo que desea quien no tiene dinero, es dinero. Pero, si bien se piensa, acaso no es tan descabellado invitarle a esas personas a que busquen la manera de hacerse con alimento o con dinero. Más aún, acaso no es tan estúpido decirle con qué actitud se puede vivir esa temporal carestía. Es difícil persuadir a un parado que no cobra el desempleo de que su situación tiene un lado positivo. Debe satisfacer las necesidades básicas de los suyos desde una precariedad absoluta. Insoportable realidad a la que difícilmente se puede encontrar una dimensión positiva. Pero la hay. Es difícil convencer a un empresario que tiene que cerrar el negocio con el que mantenía a la familia de que en esa dramática situación puede haber una perspectiva deseable. Pero la hay.No es fácil determinar por qué y cómo se ha entrado en esta crisis que tiene dimensiones mundiales y concreciones nacionales. Si no se sabe con claridad por qué y cómo hemos entrado en crisis, más difícil es saber cómo vamos a salir y en qué plazos. Los problemas financieros tienen una estructura compleja. Jefrey Kluger, periodista de la revista Times, ha escrito recientemente un interesante libro titulado “Simplejidad”, palabra que fusiona los términos simplicidad y complejidad. En él explica por qué las cosas simples acaban siendo complejas y las cosas complejas pueden ser simples. En el primer capítulo responde a la siguiente pregunta: ¿Por qué es tan difícil predecir el marcado de valores?Crónica integral.
April 11 2009, 9:35am | Comments »
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