O ensino “à moda antiga” resumia-se a ensinar, ensinar e ensinar e no fim testar. Este processo determinaria se os alunos se lembravam do que o professor tinha definido como os elementos mais importantes da unidade de instrução. Nos meus tempos de aluna do ensino secundário, lembro-me de ter a sensação de que alguns professores ficavam no fundo da sala a rirem-se quando os alunos não se lembravam das palavras exactas para preencher os espaços em branco de um questionário. Tinha a noção de que os professores queriam pregar rasteiras aos alunos para estes falharem em vez de os orientarem para o sucesso. A “nova” forma de ensinar, ou a mais compatível com o cérebro, tem mais a ver com o papel de um treinador.Pense no modo como age um treinador desportivo. Este diz aos jogadores o objectivo último: um golo, por exemplo. O treinador demonstra o que é um golo e quais são exactamente as jogadas ou estratégias mais eficazes para os ajudar a conseguir atingir esse objectivo. Ele(a) dá assistência aos jogadores, quer como equipa quer individualmente, segundo uma variedade de métodos para aprenderem e desempenharem essas jogadas. O treinador providencia tempo, recursos, incentivos, modelos das competências necessárias, exercícios práticos e até mesmo claques para ajudar os alunos a aprender as competências necessárias que lhes permitam atingir os seus objectivos. Se a equipa não faz o golo, como esperado, o treinador volta ao quadro de esquemas para descobrir novas e melhores formas de os jogadores atingirem o sucesso.Agora pense de que forma poderá um professor agir como um treinador na sala de aula. Especifique o objectivo final para os alunos; não faça disso segredo. Revele quais as avaliações exactas que serão levadas a cabo durante a unidade. Proporcione-lhes tempo, recursos, incentivos, modelos e exercícios práticos enquanto age como a sua claque e treinador. Se um aluno apresenta problemas ofereça-lhe formas alternativas de instrução até que tenha compreendido o conceito ou competência. Em seguida, se a avaliação final revelar que o objectivo último da aprendizagem não foi alcançado ao nível desejado, volte ao quadro de esquemas e descubra formas novas e melhores de ajudar os alunos a terem êxito.Talvez a melhor forma de um professor poder treinar os alunos para um alto desempenho seja através da utilização de critérios. Uma lista de critérios é normalmente um quadro de especificações utilizado pelos alunos como um esforço e guia para o trabalho. A mesma lista é consequentemente utilizada pelo professor como um guia de pontuação para os produtos ou os desempenhos dos alunos. Permite aos professores, alunos e pais conhecerem de antemão o que significa, por exemplo, “excelente” ou “bom” ou “suficiente”ou “fraco” e os detalhes de como atingir cada nível.As melhores listas de critérios guiam o trabalho dos alunos e a sua avaliação através do critério do produto e do processo. As listas de critérios dão aos alunos expectativas claras de como atingir variados níveis de sucesso (quase como uma “cábula” do que fazer exactamente). Ficamos a saber no Capítulo 2 que estabelecer expectativas académicas claras para os alunos é uma forma de aliviar o stress. A implementação de listas de critérios é um exemplo perfeito disso. Antes de começarem a fazer o seu trabalho, deve dar-se aos alunos, exemplares de trabalhos de cada nível de desempenho e as listas de critérios que pontuarão por último os seus produtos finais. Tal como um treinador de futebol mostra vídeos de jogadas eficazes e ineficazes, os professores devem mostrar ou apresentar modelos de cada nível de realização definidos na lista de critérios. Autorize que o aluno escolha o nível de desempenho para o qual deseja trabalhar, não deixando lugar a qualquer confusão para os alunos (ou possíveis desculpas)! Finalmente, as listas de critérios dão aos professores uma forma específica e justa de avaliação e feedback para os alunos e também um dispositivo de comunicação com os pais. É muito fácil para um aluno ou um pai contestar uma nota quando essa é apenas a única que é atribuída ao produto final. É muito fácil para um professor defender uma nota de avaliação – se alguma vez se encontrar sob escrutínio – quando este pode exibir, lado a lado, o produto final e a lista de critérios, particularmente, quando o aluno recebeu a lista e os exemplares antes de iniciar o seu trabalho.Práticas Pedagógicas Compatíveis com o Cérebrode Laura Erlauder
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
O Professor como Treinador e a Avaliação Criterial
http://terrear.blogspot.com/2010/04/o-professor-como-treinador-e-avaliacao.html
April 1 2010, 12:57pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Avaliação - A Vantagem dos critérios e a essencialidade dos juízos
http://terrear.blogspot.com/2009/01/avaliacao-vantagem-dos-criterios-e.html
Por Robert StakeLa enseñanza es mucho más compleja que los procedimientos formales que tenemos para registrar su calidad. Todos los indicadores de calidad instruccional, formales e informales (así como los indicadores del mercado de valores cambian y la ola de calor da paso a días más fríos), [los indicadores] son simples, tienen alguna utilidad, pero existe siempre el peligro de comprenderlos mal o confiar demasiado en ellos. Evaluaciones hechas por los estudiantes y observadores administrativos son necesarias, pero rara vez han sido formalmente validadas. Ciertamente no para tomar decisiones acerca de instructores en el plano individual. Decisiones importantes acerca de un profesor (o instructor) no deben basarse en un simple indicador (o anécdota). Nosotros en los campos universitarios hemos sido capaces por mucho tiempo de hablar sensiblemente sobre la calidad de la enseñanza utilizando un lenguaje informal. Normalmente ese lenguaje es útil cuando hablamos de cursos que se ofrecen y del desarrollo de personal. El problema radica en convertir el lenguaje informal en un puntaje o perfil, así como indicar qué tan listo está [el profesor] para un ascenso (o despido) o como base para un aumento basado en mérito. La mayor parte de los perfiles basados en puntajes, técnicas de observación y listas de cotejo para la instrucción en las universidades son crudas, subjetivas, y algunas veces son causas de información errónea –aún cuando han sido analizadas y mejoradas a través de los años. Para la protección del personal de enseñanza y de otros, estamos éticamente obligados a usar múltiples clases de información para la toma de decisiones que afectan al personal y al bienestar del departamento. La revisión por portafolio y la discusión de evidencias (de enseñanza) en paneles son caminos hacia la obtención de indicadores válidos de la calidad de enseñanza. Más aún, las metas de la educación son diversas para estudiantes, profesores, instituciones y las profesiones. Esta diversidad no puede ser manipulada al promover calidad de enseñanza, pero debería ser reconocida. También debemos de tomar en cuenta lo que necesita el personal de enseñanza dentro de sus diferentes estilos y especialidades docente. Ningún estilo de enseñanza es mejor que otro.Texto integral
January 31 2009, 3:55pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Uma Alteração de Critérios de Avaliação Inadmissível
http://terrear.blogspot.com/2009/01/uma-alterao-de-critrios-de-avaliao.html
A anunciada alteração nos critérios de correcção nas respostas fechadas de "verdadeiro/falso" nos próximos exames nacionais de Biologia e Geologia e de Português está a indignar e a preocupar professores e alunos. Mónica Maia-Mendes, da Ordem dos Biólogos (OB), considera que, a verificar-se, as consequências são "muito graves"; Edviges Ferreira, vice-presidente da Associação de Professores de
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January 21 2009, 5:45am | Comments »
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