O grupo Thíasos apresenta, no âmbito do XII Festival Internacional de Teatro de Tema Clássico, a peça EURÍPEDES, de HipólitoDia 15 de Julho de 2010 às 21h30.Teatro-Estúdio BonifratesCasa Municipal da Cultura de CoimbraContactos e reservas: 962565710 / 962565810 / teaclass@ci.uc.pt
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EURÍPEDES
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July 14 2010, 2:03pm | Comments »
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3 novos livros da "Classica Digitalia"
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Informação recebida pelo De Rerum Natura.O Conselho Editorial da editora Classica Digitalia tem o gosto de anunciar 3 novos livros, cuja publicação decorre da mesma política global de criar sinergias dentro do espaço lusófono, de estimular a internacionalização e de promover o trabalho de jovens investigadores.Conforme é prática da Classica Digitalia, todos os volumes são editados em formato tradicional de papel e também na biblioteca digital de acesso livre.Colecção Autores Gregos e Latinos – Série Textos Gregos- Carmen Soares e Roosevelt Rocha: Plutarco. Obra Morais. Sobre o afecto aos filhos / Sobre a música. Tradução do grego, introdução e notas (Coimbra, CECH, 2010). 243 p. PVP: 14 €Colecção Autores Gregos e Latinos – Série Ensaios- Maria de Fátima Silva e Susana Hora Marques (eds.): Tragic Heroines on Ancient and Modern Stage (Coimbra, CECH, 2010). 129 p. PVP: 11 €- Ália Rodrigues, Carlos M. Jesus e Rodolfo Lopes: Intervenientes, discussão e entretenimento “No Banquete” de Plutarco (Coimbra, CECH, 2010). 139 p. PVP: 10 €
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July 2 2010, 12:56pm | Comments »
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“CÓDIGO DE PLATÃO”
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Os grandes autores do passado continuam a estimular análises que surpreendem pela sua capacidade inventiva.Segundo uma teoria acabada de apresentar por um historiador da ciência da Universidade de Manchester, Platão, o grande pensador ateniense da época de ouro da filosofia grega, teria inscrito nas suas obras um código de leitura de matriz pitagórica.Para mais pormenores sobre este Código de Platão, veja aqui e aqui.Delfim Leão
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June 29 2010, 4:59pm | Comments »
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Quatro novos livros da "Classica Digitalia"
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Informação recebida pelo De Rerum Natura.Os Classica Digitalia têm o gosto de anunciar quatro novos livros, resultantes de uma crescente partilha de trabalhos dentro do espaço lusófono.Relembra-se que todos os volumes são editados em formato tradicional de papel e também na biblioteca digital de acesso livre.I. Colecção Autores Gregos e Latinos – Série Textos Gregos- J. A. Segurado e Campos: Licurgo. Oração Contra Leócrates. Tradução do grego, introdução e notas (Coimbra, CECH/CEC, 2010). 285 p.PVP: 16 Euros)II. Colecção Autores Gregos e Latinos – Série Textos Latinos- Márcio Meirelles Gouvêa Júnior: Gaio Valério Flaco. Cantos Argonáuticos – Argonautica. Tradução do latim, introdução e notas (Coimbra, CECH, 2008). 242 p.PVP: 14 Euros)III. Série Monografias- Cristina Santos Pinheiro, O percurso de Dido, rainha de Cartago, na Literatura Latina (Coimbra, CECH/CEC, 2010). 196 p.PVP: 11 Euros)- Ricardo Nobre, Intrigas Palacianas nos Annales de Tácito. Processos e tentativas de obtenção de poder no principado de Tibério (Coimbra, CECH/CEC, 2010). VI + 205 p.PVP: 13 Euros)
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June 3 2010, 1:07pm | Comments »
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DOZE ANOS A PROMOVER O TEATRO DE TEMA CLÁSSICO
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Artigo de Delfim Leão que saiu na Newsletter da Universidade de Coimbra:A FESTEA – associação promotora deste festivais, únicos no seu género em Portugal – celebra em 2010 a XII edição do Festival Internacional de Teatro de Tema Clássico. Entre os meses de Abril e de Julho, o público terá à sua disposição cerca de duas dezenas e meia de espectáculos. As performances serão essencialmente de teatro, mas o Festival comporta igualmente, e desde o início, uma presença musical, assegurada pela classe Canto e Drama do Conservatório de Música de Coimbra, que propõe este ano duas apresentações de As bodas de F0ígaro. Além do Thíasos do Instituto de Estudos Clássicos – grupo residente e um dos promotores do Festival –, participam ainda na programação duas companhias estrangeiras (“El Aedo Teatro” de Cádis e “Calatalifa” de Villaviciosa de Odón) e um agrupamento de teatro escolar (NET das Caldas da Rainha). Em conjunto, são propostas nove produções distintas, de autores como Ésquilo, Sófocles e Eurípides – os três grandes trágicos gregos – e ainda de Plauto e Terêncio, os maiores comediógrafos latinos.Entre as marcas distintivas do Festival encontra-se a sua forte propensão formativa, que leva a que os espectáculos de Abril e Maio sejam dirigidos, em particular, ao público escolar, enquanto que as performances de Verão se destinam a um público mais geral. A FESTEA procura, igualmente, contribuir para que cada espectador se torne também num leitor de teatro e, por essa razão, o texto dramático, que ainda não é teatro, mas onde está latente a experiência performativa, é vertido para português a partir do original grego ou latino e publicado em livro de bolso, cumprindo assim a função de bilhete em todas as representações. Para esta concepção articulada das artes performativas contribui também o Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos, através da linha de investigação em “Pragmática Teatral”, reforçando a dinâmica de transferência de saberes entre unidades de investigação, docência universitária e sociedade civil.Além da sensibilização para as artes performativas e para a leitura, a organização dos Festivais procura também que os espectadores se sintam motivados a visitar locais com interesse arqueológico. Para isso, em vez da tradicional representação em espaço fechado, é privilegiado o enquadramento cénico ao ar livre, num esforço deliberado de valorização do património arquitectónico nacional, opção que acaba por sublinhar não só o carácter único de cada performance, como também a própria natureza itinerante e descentralizada desta iniciativa cultural, que comporta ramificações desde Braga, Porto, Viseu, Fundão, Santiago da Guarda e Coimbra, até Sintra e Lisboa.É devido a este conjunto de valências, cujo desenvolvimento congrega elementos de toda a comunidade universitária (docentes, estudantes e funcionários), que as actividades da FESTEA se traduziram, ao longo destes anos, num poderoso meio de divulgação da antiguidade greco-latina e sua perenidade, bem como numa expressão particularmente elucidativa da articulação entre investigação avançada, inovação pedagógica e difusão da cultura científica. E uma das provas mais evidentes da eficácia do modelo desenvolvido encontra-se no facto de que, ao longo destas doze edições, o Festival terá promovido quase trezentas performances distintas, acompanhadas por cerca de sessenta mil espectadores de todas as idades e formações. Não se trata, portanto, de uma actividade elitista, mas antes de um poderoso meio de valorização cultural, que desde logo se expandiu para fora dos limites da Universidade e da região. Desta experiência não será aliás abusivo deduzir que as pessoas estão disponíveis para ir ao teatro, se o teatro estiver também disponível para ir ter com as pessoas.Delfim Leão
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May 27 2010, 6:05am | Comments »
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Sobre o cálculo da circunferência da Terra
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Na sequência de dúvidas levantada por um leitor em relação ao cálculo da circunferência da Terra por Eratóstenes, explicado por António Piedade no texto Quanto mede um meridiano?, o De Rerum Natura procurou junto do classicista Bernardo Mota, que se interessa pelo assunto, informação suplementar. Sugere-nos ele as seguintes leituras:- Bowen, Alan C. & Todd, Robert B. (2004). Cleomedes' Lectures on Astronomy. University of California Press.A mais recente tradução inglesa duma das principais fontes para o cálculo de Eratóstenes. Tem esquemas e bibliografia secundária fundamental indicada nas notas.- Roller, Duane W. (2010). Eratosthenes' Geography - Fragments collected and translated, with commentary and additional material. Princeton University Press.Trata-se da mais recente obra de síntese sobre Eratóstenes- Rawlins, D. (2008). Eratosthenes' Lighthouse Ploy Earth Radius 40800 Stades. The International Journal of Scientific History.Neste artigo, o autor (que gosta de adoptar tom polémico), pretende mostrar que a história de Cleomedes é uma fábula.Imagem retirada de: Bowen, Alan C.; Todd, Robert B. (2004).
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May 22 2010, 2:59pm | Comments »
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O Truculento
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Informação recebida pelo de De Rerum Natura.No âmbito do XII Festival Internacional de Teatro de Tema Clássico, o grupo espanhol El Aedo Teatro representa no dia 13 de Maio (sexta-feira), às 15h30, no Museu Machado de Castro, em Coimbra, a peça O Truculento, de Plauto..Trata-se de um drama de amor e ciúmes. A acção desenrola-se em Atenas, onde três jovens perdidamente enamorados pela mesma cortesã (Fronesio) - um é camponês abastado (Estrábax), outro citadino rico (Diniarco) e o terceiro um militar de Babilónia (Estratófanes) - lutam pela sua atenção e cada um deles ocupa um lugar distinto no seu coração.
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May 12 2010, 1:04pm | Comments »
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Prometeu Agrilhoado
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Informação recebida pelo de De Rerum Natura.No âmbito do XII Festival Internacional de Teatro de Tema Clássio, o grupo espanhol El Aedo Teatro (Cádiz) representa a peça Prometeu Agrilhoado, de Ésquilo.Prometeu Agrilhoado descreve com vigor e violência o sofrimento de Titã, amigo dos homens e criador da cultura em geral, na sua oposição a Zeus. Prometeu um dia ludibriou Zeus, o qual, como castigo, privou os homens do fogo. Servindo-se de novo ardil, Prometeu roubou mais tarde o fogo, ao que Zeus respondeu agrilhoando-o e condenando-o a suportar os ataques de uma águia que lhe devora o fígado. Aos mortais deu como castigo a primeira mulher - Pandora.Ao servir-se do mito de Prometeu, Ésquilo quis, uma vez mais, mostrar que até os deuses devem ser moderados, sem nunca ultrapassarem as limitações do seu poder. Prometeu é o último rebelde, que ensinará a Zeus que a paz só se alcança através da justiça e da persuasão. Só quando Zeus modera a sua ira e perdoa a Titã, a quem injustamente tinha infligido um castigo tão severo, é que se estabelece sobre deuses e homens um governo pacífico.Uma sessão terá lugar no Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa, no dia 13 de Maio (quinta-feira), às 11h00; outra sessão terá lugar no Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra, no dia 14 de Maio (sexta-feira), às 11h00.
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May 12 2010, 5:43am | Comments »
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Boa e má demagogia?
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Nas sociedades modernas, considera-se que os partidos políticos são essenciais à democracia e, na prática, aceita-se que sejam os dirigentes partidários a decidir e não o povo, cuja vontade é ponderada apenas em determinados momentos (como as campanhas eleitorais ou manifestações de rua mais visíveis).Na Atenas clássica, a situação era consideravelmente diversa. Estava-se perante uma democracia directa e plebiscitária, cujo órgão principal — a Assembleia do povo ou dêmos— reunia todos os cidadãos, num agrupamento de massas de natureza heterogénea. O dêmos, além de possuir a elegibilidade para ocupar os cargos e a prerrogativa de escolher os magistrados, tinha o direito de decidir soberanamente em todos os domínios e de, constituído em tribunal, julgar toda e qualquer causa (pública ou privada), por mais importante que fosse. Daí que o dirigente político de Atenas vivesse em constante tensão e precisasse de convencer a pólis, em cada reunião dos órgãos soberanos, da superioridade da sua política e de que as medidas por ele propostas eram as que melhor serviam os interesses da cidade. Enfim, precisava de ser, por excelência, um demagogo — no sentido neutro da palavra enquanto ‘condutor do povo’ e não com a carga negativa que começara a adquirir logo no último quartel do século V a.C. (precisamente a seguir à morte do grande estadista Péricles) e que ainda hoje acompanha o termo.Os demagogos — na acepção original — tendem a exercer um papel tanto mais significativo quanto maior for o peso atribuído à intervenção efectiva dos cidadãos nos destinos da sociedade e nas decisões do Estado. Não surpreende, por isso, que na democracia ateniense os demagogos constituíssem elementos estruturantes do próprio sistema e do seu correcto funcionamento. Neste sentido genérico, a designação pode inclusive ser aplicada a todos os líderes políticos de Atenas, sem olhar à classe ou pontos de vista, embora esteja sobretudo conotada com os líderes da facção popular e mais progressista, se bem que, em termos de proveniência social, esses mesmos chefes acabassem por ser tradicionalmente recrutados entre as famílias aristocráticas.Ora foi precisamente em relação ao estrato social de origem dos demagogos que se terá verificado uma considerável evolução após a morte de Péricles (em 429 a.C.). Então e pela primeira vez, o povo escolheu um chefe que não vinha da classe aristocrática — Cléon. A estas personalidades emergentes, que, provindo embora de meios não nobres, atingem o primeiro plano político, os autores antigos e os adversários políticos, de modo geral os aristocratas ou os círculos aristocráticos partidários da oligarquia, passam a chamar demagogos, mas agora em tom depreciativo. E será precisamente sob a acção desses homens e por pressão nociva da Guerra do Peloponeso que Atenas caminhará para um radicalismo cada vez mais violento e intolerante, o qual acabará por ditar o fim da hegemonia política, económica e militar que havia marcado a cidade durante o governo de Péricles. Será errado sustentar que a demagogia, na acepção mais pejorativa, representou o fim do sistema democrático, pois este continuou a existir durante cerca de mais um século, cedendo apenas à política imperialista de Filipe e Alexandre da Macedónia. Mas é também inegável que a acção desses mesmos demagogos abriu caminho a golpes oligárquicos e tirânicos, que lançaram Atenas na senda inelutável da decadência política.A encerrar esta nota, valerá a pena recordar a forma como o autor da Constituição dos Atenienses, tratado aristotélico composto na segunda metade do séc. IV a.C. (mas não necessariamente por Aristóteles), regista as marcas dessa evolução política (28.1-3):“Ora enquanto Péricles esteve à frente do dêmos, a situação política manteve-se num cenário favorável; após a sua morte, porém, ficou bastante pior. De facto e pela primeira vez, o dêmos escolheu para seu chefe alguém que não gozava de boa reputação entre as classes superiores, quando, até então, estas haviam estado sempre à frente da vontade popular.Assim acontecera, de facto, desde o início: Sólon havia sido o primeiro chefe do povo, Pisístrato o segundo — e ambos pertenciam ao grupo dos aristocratas e dos notáveis; com o derrube da tirania, foi a vez de Clístenes, da família dos Alcmeónidas, que não teve adversário à altura, depois do exílio de Iságoras e seus apoiantes. Em seguida, Xantipo foi o dirigente do dêmos e Milcíades o chefe dos aristocratas; depois vieram Temístocles e Aristides; a seguir a estes, Efialtes esteve à frente do dêmos e Címon, filho de Milcíades, chefiou a classe dos ricos; finalmente, coube a Péricles a liderança sobre o dêmos e a Tucídides, parente de Címon, a da outra facção. Com a morte de Péricles, o guia dos notáveis foi Nícias, que havia de perecer na Sicília, e coube a Cléon, filho de Cleéneto, a direcção do dêmos. Ao que parece, foi este, com as suas impulsividades, quem mais corrompeu o dêmos: foi o primeiro a gritar na tribuna, a usar termos insultuosos e a discursar com a roupa cingida, enquanto os outros se exprimiam com decoro.”Delfim Leão
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May 10 2010, 6:37am | Comments »
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Pitágoras & Os Pitagóricos
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Informação recebida pelo De Rerum Natura. O grupo Origem da Comédia realiza a sexta sessão do ciclo de Tertúlias Pré-Socráticas, dedicada a Pitágoras & Os Pitagóricos. Pitágoras é um nome de todos familiar, pelo teorema que lhe é atribuído. Efectivamente, os números desempenham um papel importante em toda a sua filosofia, em que insiste na ordem e proporção do cosmos, realidade que exprimia com o conceito, bem conhecido, de música das esferas. É também um dos principais introdutores no Ocidente da ideia da reencarnação e do vegetarianismo. Contudo, a sua figura permanece envolta em mistério e lendas, à falta de informações fidedignas. O certo é que as suas doutrinas (ou dos seus seguidores) tiveram um impacto formidável no curso da filosofia grega, tendo influenciado de forma decisiva não apenas outros tantos pré-socráticos, como essa figura maior do pensamento ocidental: Platão.Realizar-se-á no dia 28 de Abril, quarta-feira, às 18:00, no Teatro Académico de Gil Vicente, e contará com a presença de José Pedro Serra, da Universidade de Lisboa.Ver mais em:http://tertuliaspresoc.blogspot.com/2010/04/sexta-sessao-pitagoras-os-pitagoricos.htmlhttp://tertuliaspresoc.blogspot.com/2010/04/alguns-textos-sobre-pitagoras.html
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April 27 2010, 6:47am | Comments »






