O destino fez-me revisitar texto antigo. E que pode ser benéfico para muito relatores. Aqui deixo a pista para uma (re)leitura.http://terrear.blogspot.com/2008/03/superviso-ao-servio-da-compreenso-e-da.html
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
A Supervisão ao Serviço da Compreensão e da Melhoria
http://terrear.blogspot.com/2011/02/supervisao-ao-servico-da-compreensao-e.html
February 23 2011, 3:26am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Micropolítica e Desenvolvimento Profissional
http://terrear.blogspot.com/2011/01/micropolitica-e-desenvolvimento.html
Professional development is conceived of as a complex and life-long learning process, resulting from the meaningful interaction between individual teachers and their professional environment (Kelchtermans, 1993a; Clement & Vandenberghe, 2000). As Hargreaves (1995) has argued, this development process not only encompasses a technical dimension (knowledge and skills of teaching) but also a moral, an emotional and a political dimension. In this article, we focus on the often neglected ‘political learning’ that takes place as teachers develop professionally especially in the first phase of their career. Studies on the micropolitics of schools as organisations have shown that the behaviour of organisational members is strongly influenced by their different interests (Ball, 1987, 1994; Blase, 1991, 1997; Hoyle, 1982). Micropolitics then refers to the strategies and tactics used by individuals and groups in an organisation to further their interests (Hoyle, 1982). However, as Blase (1991) rightly argues, issues of interest, power, and control do not only refer to tension, conflict, struggle or rivalry but also encompass collaboration or coalition building in order to achieve certain valued goals. Understanding these processes implies looking for the personal or collectively shared interpretations of these political processes by the members of the organisation. More specifically it means looking at their choices, values, interests, motives as well as at their individual career stories, intertwined as they are with the history of the school.In our analysis, we subscribe to the idea that the actions and thoughts of organisational members are to an important degree determined by interests, but we explicitly link this idea to the concept of ‘working conditions’. All teachers hold beliefs about what entails good teaching and what conditions they perceive as necessary or desirable in order to properly perform their professional tasks. ‘‘Properly’’ then means both ‘‘effectively’’ (achieving the desired outcomes) and ‘‘satisfying’’ to the actor. These desirable and/or necessary working conditions may concern the material and infrastructural conditions, the quality of the professional relationships within the school, the school’s ‘mission statement’, etc. (Kelchtermans & Ballet, 2002; Kelchtermans & Vandenberghe, 1998) and they operate as professional interests to the people involved. Through micropolitical actions teachers will strive to establish the desired working conditions, to safeguard them when they are threatened or to restore them when they have been removed. Micropolitical action we thus understand as those actions that aim at establishing, safeguarding or restoring the desired working conditions. This definition makes it possible to ‘read’ (interpret) specific behaviour in micropolitical terms.Texto integralhttp://ppw.kuleuven.be/cobv/pdfs/IJER.pdf
January 30 2011, 1:02pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
Por uma república refundada
http://dererummundi.blogspot.com/2010/09/por-uma-republica-refundada.html
Segundo dados do Eurostat (relativos a 2008) o PIB per capita (PIB PC) português é cerca de 72% do PIB PC médio europeu (EU 27, 100%). Há cerca de dez anos atrás era de cerca de 80% da média comunitária. Considerando as actuais taxas de crescimento, a projecção para 2028 mostra que o PIB PC português será 56% da média comunitária e Portugal será o último da tabela de todos os países europeus. Ou seja, seremos o país mais pobre da comunidade, e continuaremos a divergir da média comunitária. Para convergir e atingir a média comunitária em 2028, Portugal teria de inverter a situação e crescer em média 3.86% ao ano, ou seja, passar de taxas de crescimento médias inferiores a 1% para taxas superiores a 3%. Como conseguir este objectivo? A única forma parece ser resolver de forma decisiva e sustentável as desvantagens que nos são apontadas, e que se relacionam com a atitude dos portugueses (qualidade da formação secundária e superior, qualidade da formação científica), capacidade empreendedora das empresas e instituições (investimento privado em R&D, patentes), flexibilidade do mercado de trabalho e das leis de trabalho, tamanho do mercado interno (o espaço lusófono tem de ser aproveitado), justiça, aspectos organizativos (serviços públicos, simplificação de procedimentos), e disponibilidade de recursos humanos avançados (baixa disponibilidade de cientistas e engenheiros no mercado, o que é ainda agravado pela tendência crescente de saída dos melhores quadros para o estrangeiro – brain drain). Apesar disto tudo, o país insiste em ser Lisboa e arredores. Concentra a sua capacidade de investimento na capital do país, com duplicação de infra-estruturas e meios, desmerecendo e desprezando o resto do país que empobrece gradualmente. O centro de Portugal tem um PIB per capita de 62% da UE, ou seja, inferior à média nacional. Aliás, só a região de Lisboa tem valores superiores à média europeia (104% da UE), apesar de estar gradualmente em queda.É necessário uma nova atitude. Firme. Em defesa dos interesses do país. Chamem-lhe o que quiserem: desafio, desobediência civil, ..., revolução. Não tenho medo das palavras. Não tenho medo de as pronunciar. Precisamos de refundar a nossa república, cumprir Portugal (como se prometeu na revolução de Abril), criando, de uma vez por todas, um país verdadeiramente democrático, equilibrado, solidário, exigente com a aplicação dos seus recursos, consciente dos problemas do mundo e da necessidade de definir uma estratégia nacional de desenvolvimento. Participada pelos cidadãos. Responsável.É muito claro que aqueles que elegemos para nos governarem só entendem estas palavras e atitudes fortes. É evidente que o sistema político que construímos desde a revolução de 25 de Abril de 1974 não funciona: os dados mostram que caminhamos para o abismo. É preciso que os cidadãos se apercebam disso. É necessário reformar, revolucionar de novo, desta vez bem. Colocar o foco no país de Norte a Sul, apostando decisivamente num desenvolvimento equilibrado que tire partido das potencialidades de todas as regiões. Esse princípio deveria estar na constituição da nova república. É preciso mudar, refundar a nossa república. Esta chegou ao fim, por maioria de razão.Uso, como se fossem minhas, as palavras de Francisco Sá Carneiro: "Cabe-nos cada vez mais dinamizar as pessoas para viverem a sua liberdade própria, para executarem o seu trabalho pessoal, para agirem concretamente na abolição das desigualdades. Para isso mais importante que a doutrinação, é levar as pessoas a pensarem, a criticarem, a discernirem"J. Norberto Pires(Editorial da revista "Robótica", Nº80, Agosto de 2010)
September 1 2010, 9:49am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
As Variáveis da melhoria escolar
http://terrear.blogspot.com/2010/05/as-variaveis-da-melhoria-escolar.html
fonte: Monica Thurler (2004)
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- melhoria
- desenvolvimento
May 30 2010, 9:03am | Comments »
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Profissionalização interactiva, aprendizagem individual e aprendizagem colectiva
http://terrear.blogspot.com/2010/05/profissionalizacao-interactiva.html
fonte: Thurler (2004)
May 30 2010, 8:59am | Comments »
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A Desordem da 'ordem' única
http://terrear.blogspot.com/2010/05/desordem-da-ordem-unica.html
Herdamos um sistema burocrático e centralizado que só sobrevive agindo na lógica da hipocrisia e e do "faz de conta". Agonizamos na desordem da "ordem" única. É urgente convidar, de forma decidida, as organizações educativas a libertarem-se das tutelas que nos aprisionam. Urgente reinventar uma autonomia efectiva (e não meramente retórica) e ver aí as saídas dos labirintos. A crise não nos poderá ajudar neste olhar e neste gesto?
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- autonomia
- desenvolvimento
May 27 2010, 1:40pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
A Escola - Parcerias para o Des Envolvimento
http://terrear.blogspot.com/2009/04/escola-parcerias-para-o-des.html
Organizei e estive hoje presente durante todo o dia no seminário da Primavera das escolas Católicas do distrito do Porto. Tese: a escola só o pode ser, só pode desenvolver-se se envolver os pais, os alunos e os professores. Bom ouvir (diria melhor, escutar) a conferência inicial de Roberto Carneiro. E os 8 C constitutivos:1. Cultura (ter em conta, gerar dinâmicas de interacção e rede).2. Conhecimento (numa lógica de aliança)3. Criatividade (contra a estagnação paralisante)4. Comunidade (criação de comunidade, de riqueza social, como condição de sobrevivência)5. Colaboração (porque há muitas competências em falta que só podem ser compensadas através da acção colaborativa)6. Complementaridade (acções de soma positiva; o meu amigo não senão a outra metade de mim próprio)7. Confiança (sem ela não há partilha, produção de conhecimento...)8. Carácter (identidade, honradez, respeito...)
April 24 2009, 1:00pm | Comments »
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Apostar, apoiar, alavancar
http://terrear.blogspot.com/2008/12/apostar-apoiar-alavancar.html
Prestação de contas e desenvolvimento profissional. Rever.
December 14 2008, 12:28pm | Comments »
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