"Muito obrigada por todo o apoio e total disponibilidade; pela poesia que colocou nas suas aulas."Da gratidão.
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Há dias claros
http://terrear.blogspot.com/2009/06/ha-dias-claros.html
June 1 2009, 5:43am | Comments »
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Por que é que mais de 60% dos alunos consideram as aulas uma Seca?
http://terrear.blogspot.com/2009/05/por-que-e-que-mais-de-60-dos-alunos.html
Mesmo quando se recorre ao pós-moderno PPT, a sessões com o PC ou mesmo a aulas 'práticas' no laboratório? Uma revisão do senso comum.I study boredom in a range of professions - from heavy goods vehicle drivers to teachers - and have found that one group for whom boredom appears to be a familiar bedfellow is the student. Our newly published study of student boredom (conducted with my co-researcher Andrew Robinson) suggests that almost 60% of students find at least half their lectures boring - with about 30% claiming to find most or all of their lectures boring. Although a range of factors may contribute to these findings, they do prompt the question of what it is about the learning experience that might be deemed "boring".The traditional lecture is still one of the most common teaching methods, since it has the advantage of being able to reach many students in one economical time slot. This approach, of course, rarely allows for the sort of interaction and active learning that more hands-on, practical sessions (such as lab work or tutorials) can facilitate.One of the main contributors to student boredom is the use of PowerPoint. PowerPoint slides are a powerful aid to today's lecturer, who can use it to easily prepare dozens of slides to accompany a lecture. And that is the problem - lecturers tend to prepare too many slides, pack them with too much information, and whizz through them in a manner that obliges students to spend most of the session attempting to copy copious amounts of text from the screen, while bypassing active processing of the material.We might expect more hands-on practical sessions to be more engaging but, surprisingly, lab work and computer sessions achieved the highest boredom ratings in our study. One of the problems with lab studies is that the experiments the students conduct are often just controlled exercises where the results are already known.Computer sessions, too, have the potential to be stimulating or tedious; this study suggests too many fall into the latter category. This could be due to the manner in which sessions are conducted (are the tasks relevant and interesting?), the resources available (is there a computer for each student?), the availability of support (are there enough teaching staff to help individual students?) and so on.Does any of this really matter? Might students just accept that the world of learning, like the workplace, is always going to include some elements of boredom? To answer this question, we need to look at what the consequences of being bored are for the student.We found that students adopt a variety of strategies to cope with boring lectures. The most popular are daydreaming (75% of students admitted doing this), doodling (66%), chatting to friends (50%), sending texts (45%), and passing notes to friends (38%). Over a quarter of students leave the lecture at the mid-session break. This "class cutting" is potentially the most serious consequence, since previous research has shown a link between attendance and grades.So, what can an academic do to ensure the most engaging teaching possible? First, we should look carefully at our use of PowerPoint presentations and limit the number of slides and the quantity of information on them. Colour, animation and sound should be utilised to vary the pace - and an accompanying handout should always be provided.Where more interactive, hands-on teaching methods are used, we must not make the mistake of assuming that simply "doing" is enough to engage; the "doing" must also be relevant, non-prescriptive, and should benefit from appropriate resources and utilise animated teaching styles. Finally, a "buddy" teacher observation system, like the one we operate at the University of Central Lancashire, can help ensure that teaching stays fresh and engaging.Reducing student boredom does not require elaborate attempts to entertain. Lecturers probably don't need to take up fire-eating and juggling just yet.• Dr Sandi Mann is senior lecturer in occupational psychology at the University of Central LancashireFonte
May 12 2009, 5:02am | Comments »
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Jogos de Linguagem
http://terrear.blogspot.com/2009/05/jogos-de-linguagem.html
Fotos do jornalIdade: 9 anos ou maisDuração: 20 minutosMateriais: Muitos jornais, tesouras, papel, canetas e colaAs fotos de jornal podem ser informativas, chocantes, perturbadoras e frequentemente cómicas. Para este jogo o orientador deve começar por mostrar ao grupo uma série de fotografias, ler as respectivas legendas e falar sobre os sentimentos que podem causar. Depois, deve mostrar ao grupo outras fotos. Cada participante escolhe uma foto, recorta-a e coloca-a numa folha de papel e tenta escrever uma legenda, uma história ou diálogo debaixo da foto quer tenha directamente ou não a ver com a foto. Depois de dez minutos os jogadores deverão mostrar o seu trabalho ao resto do grupo e discuti-lo.16 – Como acaba?Idade: 9 anos ou maisDuração: 25 minutosMateriais: jornais, papel, canetas, tesouras, colaO orientador começa por ler algumas notícias curtas ao grupo. Quando estiver a ler a última, deve interromper-se a meio e perguntar ao grupo como é que acaba. Os jogadores fazem sugestões e o orientador conclui a história.A turma é então dividida em grupos de quatro. Cada grupo procura no jornal uma notícia interessante que não ultrapasse as 20 linhas e recorta-a. Depois corta parte do texto e passa o resto a outro grupo que o deverá completar. Até que ponto difere o novo texto do original? Cada grupo deve ler a sua versão e depois lê-se o texto original completo.in100 Jogos de LinguagemPorque a aula de língua deve ser, essencialmente, criação. Deve ser produção e não consumo. Deve ser actividade e não passividade. Quanto alheamento, quanto tédio não seriam evitados se assim se agisse....
May 2 2009, 4:58pm | Comments »
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Português em dia
http://terrear.blogspot.com/2009/03/portugues-em-dia.html
Um novo blogue e sítio dedicado ao Português. Notícias. Dúvidas. Materiais. Antologias. Curiosidades. Dicas. Com o tempo, espero que seja um espaço de referência para os professores de Português.
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- língua
- didáctica
- língua portuguesa
March 1 2009, 3:02pm | Comments »
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Didáctica da Língua
http://terrear.blogspot.com/2009/03/didactica-da-lingua.html
Ainda a propósito dos Novos Programas e dos Manuais... um exemplo de um prefácio do Livro de Leitura para a I, II e III classe do Ensino Secundário de 1954, Porto: Livraria Apostolado da Imprensa(correspondente ao 5/6/7 ano). Aos Srs. ProfessoresEste livro encaminha-se a ensinar, com amenidade e proveito - a nossa Língua.Com a mira neste objectivo, respigámos todos os trechos, que aqui se transcrevem, na seara abundante de bons escritores portugueses; e em todos -procurámos que houvesse um pouco de interesse, -para prender a atenção dos alunos e -um pouco de beleza literária,- que lhes fosse despertando o gosto pela arte. Os trechos, portanto, demasiado científicos ou mal escritos ficaram, de antemão, rigorosamente excluídos. -No método que preconizamos fugimos quanto possível, dos excessos e aridezes da teoria; frequentemente inúteis, quando não esterilizam e matam o talento. O ponto não está em encher a memória de abstrações mortas, como quem enche a casa de trastes velhos, mas em tratar com as realidades da língua viva - lendo-a, ouvindo-a, exercitando-a.A leitura e o - exercício são, pois, os dois fulcros principais, sobre que há-de assentar o ensino do Português.Leitura reflectida do aluno e leitura comentada do professor; e, - uma e outra, raciocinada, -sentida, saboreada. É este o grande meio de interessar as crianças pelas belezas da língua.Entremeando com a leitura, os exercícios orais e escritos. Os primeiros podem e devem ser muito variados: - de aquisição do vocabulário: dar as significações, derivados e compostos duma palavra; achar as locuções e idiotismos que com ela se prendem (ex.: mão - mão de Deus, mão de obra, mão de nabos, vir às mãos, etc.); encontrar o qualificativo justo a um nome, o verbo próprio a uma frase; - de educação da fantasia e da sensibilidade: mencionar os objectos dum local determinado, observar uma paisagem e notar as sensações e impressões que ela nos desperta; acabar uma frase, uma comparação, uma história; apontar as belezas e elegâncias duma composição bem feita; - de formação da inteligência: apurar as ideias principais e reconstruir o plano de um trecho, lê-lo com sentido, resumi-lo; reproduzir uma narração, declamar lima poesia, etc., etc:Quanto aos exercícios de redacção, ou temas, há-os, neste livro, abundantes e metodicamente graduados. Ao arbítrio do Professor fica o escolher, de cada grupo, aquele ou aqueles que julgar mais acomodados à sua aula.Só advertimos, que nem todos se devem dar já planeados e arquitectados. Seria isto fomentar a preguiça intelectual e sufocar, à nascença, a originalidade do aluno. E é esta, sem dúvida, a primeira qualidade de todo o escritor e o melhor fruto, por conseguinte, que se há-de esperar da redacção literária.Abel GuerraAlgumas passagens deste trecho fizeram lembrar a jornada de ontem. Sobretudo das palavras muito aplaudidas do Prof. Carlos Reis que verberou as Ciências da Educação pelo desuso da memória e celebrou o valor estético da obra literária.
March 1 2009, 2:36pm | Comments »
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Um exemplo, do passado
http://terrear.blogspot.com/2009/02/um-exemplo-do-passado.html
February 22 2009, 10:55am | Comments »
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