Informação recebida do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra:Plantas e animais! Até aqui, nada de novo para ti! Estamos a falar de dois grandes grupos de seres vivos, mas será que existem outros?No ano Internacional da Biodiversidade, as Férias no Chimico do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra convidam-te a explorar o mundo destes seres esquecidos. Embarca nesta aventura e vem aprender coisas novas de uma forma muito original!Vamos falar de…- seres esquisitos que nos rodeiam- quais as suas características- qual a sua importânciaQUANDO PODES PARTICIPAR?13 a 16 de Julho27 a 30 de Julho24 a 27 de Agosto7 a 10 de Setembro10H00 - 13H00 (5-7 anos)14H30 - 17H30 (8-12 anos)30 eurosInscrição préviaMais informações aqui
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Reinos esquecidos
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July 9 2010, 4:21am | Comments »
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Boa Noite no Chimico
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Informação recebida do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra:EM BUSCA DOS ANIMAIS PERDIDOS19 de Junho21H00 às 9H00A ideia de dormir num museu fascina-te? E se essa experiência inesquecível acontecesse no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra? Ainda mais?Então, prepara o teu saco-cama e vem passar uma noite diferente no primeiro laboratório de química construído em Portugal.7 - 11 anos40 EurosMarcação prévia
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June 17 2010, 3:27am | Comments »
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A FÍSICA DO MIAU
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Informação recebida da Editora Presença, que está a comemorar os seus 50 anos, sobre um livro in fanto-juvenil acabado de sair:"A Física do Miau", de Monica Marelli Sinopse:Quem melhor para explicar os raios infravermelhos que a serpente, ou a gaivota para revelar os segredos do voo? Talvez não gostes muito de aranhas, mas sabes que os cientistas estão muito empenhados em estudar as suas teias? Aqui encontrarás curiosas entrevistas feitas a peixes, borboletas, morcegos... para ficares saber mais sobre a iridescência, polímeros, magnetismo e muitas outras coisas... Com divertidas experiências, no fim de cada entrevista!A autora:Monica Marelli (na foto com o seu gato) nasceu em Milão em 1968. Desde sempre apaixonada pelos fenómenos da natureza, a autora formou-se em Física. Em 2001, recebeu um prémio atribuído a um artigo de divulgação científica e, em 2009, A Física do Miau valeu-lhe a atribuição do prémio Frascati Scienza na categoria «La Scienza per i piccoli».Excerto"Olá a todos, sou a Quica! Sou uma física. Deveria conhecer a ciência como as palmas das minhas mãos; mas, pelo contrário, tenho um montão de dúvidas. Por exemplo, poderei explicar o princípio de Arquimedes, mas já não percebo como fazem os peixes para subirem e descerem dentro de água. Sei como funciona a força da gravidade, mas já não é muito claro para mim como fazem os adoráveis gatinhos, quando caem, para aterrarem nas quatro patas sem se esborracharem como ovos. E as aves? Como fazem para se aguentarem «lá em cima»? Foi por isso que decidi pedir esclarecimentos a quem usa de facto a física, todos os dias, para sobreviver: os animais, precisamente. Entrevistei--os, de todos os tipos: quadrúpedes, rastejantes, peludos e flutuantes. Todos têm uma característica comum: são professores fantásticos!"
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June 17 2010, 2:43am | Comments »
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Excelsa Bio-Sinergia (2)
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Nova crónica do bioquímico António Piedade, saída antes no "Diário de Coimbra" (continuação de anterior sobre o mesmo tema):Estamos algures e abstractamente, num charco lamacento no nosso planeta, há muitas centenas de milhões de anos atrás. Inúmeras variações de seres unicelulares competiam pela sua sobrevivência. Tinham ao seu dispor diversas moléculas, elementares e compostas que assimilavam como fonte de matérias-primas para os seus processos bioquímicos. A energia geotérmica de um planeta geologicamente ainda muito activo, deveria catapultar uma grande variedade de compostos inorgânicos e orgânicos que alimentavam inúmeras formas de vida celular, muitas delas verificando-se inviáveis na árdua competição. O campo electromagnético terrestre protegia (e protege) as formas vivas de muita radiação cósmica letal. Entretanto, a atmosfera do planeta inicialmente redutora, aumentava a sua concentração em oxigénio molecular, produto de excreção (“lixo” molecular) de bactérias, as cianobactérias, que tinham conseguido utilizar a energia solar em reacções fotoquímicas para, a partir dos abundantes dióxido de carbono e água, sintetizarem os seus próprios blocos de construção e assim ganharem “uma independência” vantajosa na competição unicelular por "alimento". Para além disso, o oxigénio molecular que excretavam para o meio ambiente, revelava-se, para as outras células, uma substância altamente perigosa e destruidora. Ionizado quer pela radiação ultravioleta solar, quer reacções químicas intracelulares, o oxigénio oxidava os componentes celulares alterando-lhe a forma e função.Neste momento crítico da evolução da vida no nosso planeta a poluição, na forma de oxigénio, causada pelas cianobacterias modelou o futuro. O carácter oxidante e electrofílico do oxigénio progressivamente difundido pelo planeta (o oxigénio é um gás nas condições de pressão e temperatura que se pensa terem se verificado nos últimos milhões de anos na Terra), fez com que só sobrevivessem aquelas células que lhe adquirissem tolerância (ditas hoje ou aeróbias tolerantes) e/ou que dele tirassem algum proveito (aeróbias).De entre elas, hoje sabemos, a partir de estudos sobre os ácidos nucleicos (ADN e ARN - ver por exemplo: Andersson SGE et al., The genome sequence of Rickettsia prowazekii and the origin of mitochondria. Nature 1998, 396:133-140.) que existiram umas bactérias ancestrais das que hoje designadas por alfa-proteobacterias, que apresentam a capacidade de utilizar o poder oxidante do oxigénio e fazer dele a força motriz para a produção de energia bioquímica.Análises comparadas dos ácidos nucleicos presentes nas mitocôndrias comprovam que estes organelos das nossas células eucarióticas, descendem daquela linhagem bacteriana. Isto suporta a hipótese endossinbiótica, da bióloga norte-americana L. Margulis (formulada em 1981), para a incorporação de precursores da mitocôndria (ver, por exemplo: Yang D. et al., Mitochondrial origins. Proc Natl Acad Sci USA 1985, 82:4443-4447) no interior das formas ancestrais das nossas actuais células eucarióticas. Repare na vantagem competitiva desta associação primordial: o antepassado do actual organelo mitocondrial, não só reduzia o perigoso oxigénio como fornecia à célula "hospedeira" uma substancial quantidade da tal moeda energética bioquímica de que já falamos: o ATP. Em troca, a ancestral célula eucariótica conferia protecção contra predadores celulares ao seu interessante hóspede e inundava-o de matéria-prima derivada de açúcares, estes produzidos ou sendo constituintes de cianobactérias assim como de outros seres unicelulares potencialmente sujeitos a predação (mais em rigor poderíamos dizer endocitados, ou melhor ainda, fagocitados).Progressivamente, esta relação de cooperação foi sendo afinada no sentido de uma maior eficiência com benefícios mútuos.Contudo, isto foi conseguido à custa da perda das identidades originais. É que hoje não conseguimos definir uma célula eucariótica sem nos referirmos como condição a de possuírem mitocôndrias, nem conseguimos encontrar mitocôndrias “naturalmente livres". Esta incorporação das identidades primevas ocorreu profunda e intrinsecamente. Hoje verificamos, que alguns dos genes inicialmente pertença do ancestral mitocondrial foram incorporados no genoma nuclear da célula eucariótica. Isto significa, num exemplo muito interessante, que cerca de uma dezena das proteínas que formam os quatro complexos da cadeia respiratória mitocondrial (a tal que utiliza o oxigénio) são codificadas por genes que se encontram nos cromossomas nucleares! Ou seja, a mitocôndria não consegue “montar” sozinha a sua cadeia respiratória!E vice-versa. Sabemos hoje que a mitocôndria é um organelo muito sensível ao estado de saúde e á funcionalidade da célula estando envolvida no desencadear dum processo de morte celular programada conhecido por apoptose (é também por apoptose que se formam as fendas que dão origem à abertura da boca, dos olhos, narinas, etc.).O seu papel chave na bioenergética celular e na determinação do “fado" celular exige uma elevada estabilidade genómica entre o cromossoma circular mitocondrial e os 46 cromossomas nucleares da célula. Pode ser este um dos factores que impõem a destruição selectiva pelo óvulo das mitocôndrias presentes no espermatozóide aquando da fecundação. O resultado final é que herdamos só do lado materno todas as mitocôndrias que possuímos e, portanto, a capacidade de respirarmos oxigénio! António Piedade
June 14 2010, 12:46pm | Comments »
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“Neurónios Cinéfilos”
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Nova crónica de António Piedade, saída antes n' "O Despertar":Neurónios são as células do sistema nervoso responsáveis pela transmissão dos impulsos ditos nervosos (em rigor, devemos falar da propagação de potenciais de acção, quais ondas de sais que se propagam entre neurónios). Mas igualmente importante é a sua função integradora e processadora das informações transportadas através desses impulsos, ao longo de milhares de milhões de neurónios que formam as designadas redes neuronais. Em cada neurónio podem convergir em dendrites centenas de ramificações provenientes de milhares de neurónios, localizados em zonas diferentes do cérebro. Do resultado, num determinado momento, do processamento que um dado neurónio faz dos impulsos que a montante lhe chegam, resulta o desencadear de um potencial de acção, impulso nervoso, que envia através de um filamento especializado, designado por axónio, até à jusante de um delta de terminações nervosas que desaguam essa informação, quer a outros neurónios, quer a outras células diferenciadas como sejam células musculares.Imagine o percurso que é feito pela informação que os seus olhos estão a captar neste momento: da retina dos seus olhos, através do nervo óptico, até diferentes zonas do seu cérebro, para que o seu cérebro descodifique e perceba o que está a ver e ordene, por exemplo, também através de impulsos nervosos que chegam até aos músculos que controlam o movimento dos seus olhos, que estes se devem contrair e relaxar coordenadamente para que as suas duas pupilas convirjam sincronizadamente numa direcção e sentido que permita a leitura e a mudança de linha ou de parágrafo.Agora pense na tarefa inversa, ou seja, a detecção de movimento. Os seus olhos estão “parados” fixando o horizonte que os banha com informação luminosa (radiação electromagnética) que será “traduzida” para informação química (que envolve uma mudança, reversível, na forma de uma proteína especifica) e, novamente traduzida para impulsos nervosos, enviada até cérebro através de ondas de sais ao longo dos axónios que compõem o nervo óptico. Se nada se mexer no nosso horizonte, o cérebro traduz a informação nervosa que lhe chega para a imagem estereoscópica que é aquilo que estamos a ver. Mas e se algo se move no nosso campo visual? Como é que o cérebro, ou melhor, os milhares de neurónios que dão sentido ao que estamos a ver, percebe que algo se moveu e se isso tem importância, por exemplo, para a nossa segurança? Será uma abelha? Estará a afastar-se ou a aproximar-se? Tudo deve tornar-se ainda mais complexo se nós nos estivermos também a mover. Neste caso, o cérebro terá de ter em conta o nosso movimento ou então poderá iludir-nos e isso poder-nos-á ser fatal.O trabalho efectuado, ao longo das últimas três décadas, pelos investigadores norte-americanos J. Anthony Movshon e William T. Newsome sobre este processo de processamento e interpretação espacial do que nos chega à retina, foi agora premiado pela Fundação Champalimaud (aqui).De facto, nós precisamos do cérebro não só para ver mas, e principalmente, para perceber e dar significado ao que vemos. E neste processo complexo estão envolvidos diferentes tipos de neurónios em zonas específicas do nosso cérebro. E estes cientistas identificaram circuitos de neurónios numa zona do cérebro (Lobo Temporal Médio) que são responsáveis por analisar a informação que lhes é transmitida a partir dos olhos e detectar que algo se move no nosso campo visual. São uma espécie de neurónios agrupados funcionalmente num circuito neuronal e que “apreciam” o movimento. Julgo que deverão estar especialmente activos quando percepcionamos um filme (o que vemos é uma sucessão de uma trintena de fotogramas por segundo). São por isso, digo eu, neurónios “cinéfilos”, ou seja, que são particularmente sensíveis e dedicados aos movimentos, mesmo que de longos planos fixos se trate… Mas também são eles que nos iludem relativamente ao aparente movimento do Sol em volta da Terra. E contudo, eles estão fixos, em constelações neuronais no nosso cérebro.António Piedade
June 14 2010, 11:40am | Comments »
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Procuram-se Cientistas para fazer teatro!
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Cientistas ao PalcoNoite dos investigadores 2010"De que falamos quando falamos de cientistas?" no Teatro Municipal de Bragança a 12 de Setembro de 2009O projecto Cientistas ao Palco nasceu no ano passado, no âmbito da Noite Europeia dos Investigadores 2009. Os cientistas, o seu trabalho e a sua vida, foram celebrados através do teatro, subindo literalmente ao palco - como dramaturgos e actores dos espectáculos apresentados em quatro cidades, dirigidos por encenadores e criativos.Mais sobre os Cientistas ao Palco aqui.Este ano os Cientistas ao Palco estão de volta, com novos espectáculos que serão apresentados no dia 24 de Setembro no Porto, Coimbra, Lisboa e Faro. Em Lisboa a Noite decorrerá no Jardim Botânico Tropical.AUDIÇÃO - LISBOAÀ procura de cientistas para fazer teatro!Está aberta uma audição para cientistas (homens) para ingressarem no espectáculo O Último dos Texugos, escrito por Bruno Pinto (investigador/biólogo) e encenado pelo actor Romeu Costa.A audição será realizada no próximo dia 20 de Junho. Os interessados deverão preencher e enviar a ficha de inscrição para cientistasaopalco@gmail.com até dia 18 de Junho.A audição consistirá em exercícios simples de grupo e a leitura de uma cena da peça (que será enviada depois de recebida a inscrição). Se é investigador e gostava de participar num projecto de Teatro, mesmo que não tenha qualquer experiência, esta é a oportunidade. O elenco será formado exclusivamente por investigadores.Quem são os parceiros do projecto Cientistas ao Palco 2010?Universidade do Porto (coordenador nacional), Instituto de Biologia Molecular e Celular, Centro de Astrofísica da Universidade do Porto, Instituto de Investigação Científica Tropical, Associação Viver a Ciência, Universidade do Algarve, Natura Algarve, Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, Instituto Gulbenkian de Ciência.O que é a Noite Europeia dos Investigadores?A Noite dos Investigadores 2010 é uma iniciativa do Programa Marie Curie no âmbito do Sétimo Programa-Quadro da Comissão Europeia (FP7-People). Tem como objectivo aproximar os cientistas dos cidadãos e decorrerá em simultâneo em várias cidades europeias no dia 24 de Setembro.Mais sobre a Noite Europeia dos Investigadores aqui.
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June 14 2010, 6:38am | Comments »
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Ciência na UL: O que nos contam os ossos
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June 14 2010, 6:35am | Comments »
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PATENTES DE GENES?
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Minha crónica no "Sol" de hoje:A notícia correu mundo. A 20 de Maio último a equipa do norte-americano Craig Venter (na imagem), líder de um instituto que tem o seu nome, publicou na revista Science um artigo em que anunciava uma grande proeza da biologia moderna: a síntese in vitro do genoma de uma bactéria, acrescentando algumas modificações (que incluíam os nomes dos cientistas e um endereço de e-mail), e a sua inserção numa outra bactéria, que se conseguiu reproduzir rapidamente como se fosse um organismo normal. Mal comparado é como se se obtivesse uma receita de um prato a partir dele, se alterasse esta pontualmente, e, a partir de produtos químicos avulsos, se conseguisse criar um novo prato muito parecido com o primeiro.Venter não perdeu tempo e solicitou já várias patentes relativas à experiência realizada, uma vez que ela abre perspectivas a numerosas e lucrativas aplicações. Mas poderá ele obter uma patente do genoma codificado (que mais não é do que um código feito de quatro letras)? De facto, apesar de não estarem autorizadas patentes de organismos vivos, cerca de vinte por cento do genoma humano, descodificado com a ajuda do próprio Venter e muito mais complexo do que o de uma bactéria, encontra-se patenteado. Por estranho que possa parecer há mesmo patentes de genes. Mas esse tipo de procedimentos pode ter os dias contados…Dois meses antes do anúncio da “vida sintética”, um juiz federal de Nova Iorque deferiu uma acção apresentada pela União dos Direitos Civis Americanos e pela Fundação de Patentes Públicas no sentido de cancelar as patentes dos genes BRCA1 e BRCA2 (as iniciais são de Breast Cancer), cuja mutação é responsável por certas formas hereditárias de cancro da mama e dos ovários. A posse dos direitos pela empresa Myriad Genetics e por uma fundação ligada à Universidade de Utah permitia a exclusividade da realização de testes genéticos. Qualquer pessoa tem de lhes pagar três mil dólares para saber o seu factor de risco. O juiz considerou que as patentes tinham sido atribuídas “de forma imprópria” por os genes fazerem parte do DNA humano e estar envolvida uma “lei da Natureza”. As partes prejudicadas pela sentença vão recorrer. Mas, se a batalha jurídica for ganha por quem agora ganhou a guerra, entrar-se-á numa nova era do direito da biomedicina.Esta questão das patentes na biotecnologia é extraordinariamente quente. De um lado está o interesse público e do outro o interesse de empresas particulares. Parece simples, mas não é. As empresas reclamam que o progresso da ciência e da tecnologia ficará prejudicado se os inovadores não forem devidamente recompensados. Aguardam-se os próximos capítulos desta novela científico-legal.
June 11 2010, 2:30am | Comments »
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NOITE DOS MORCEGOS
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Informação recebida do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra:"Noite dos Morcegos" no Paço da Escolas12 de Junho | 21H00-24H00Entrada livreCom o objectivo de quebrar as barreiras entre seres humanos e morcegos para promover a conservação das populações de morcegos, o Museu da Ciência associa-se à Noite Europeia dos Morcegos, organizada ao abrigo do Acordo sobre a Conservação das Populações de Morcegos Europeus (EUROBATS).Em Portugal existem 26 espécies de morcegos e 9 encontram-se em perigo. Na Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra existe uma colónia de morcegos que tem um papel activo no controlo das traças do papel.Venha participar na Noite dos Morcegos no Sábado, 12 de Junho, no Paço das Escolas, onde vamos receber dois cientistas que nos vão contar tudo sobre os morcegos.PROGRAMA:21H00A FADA PALAVRINHA E O GIGANTE DAS BIBLIOTECASCONTO / CAMALEÃOBiblioteca JoaninaPúblico-alvo: crianças21H00 – 22H00À PROCURA DE MORCEGOSDETECÇÃO DE MORCEGOS COM DETECTORES DE ULTRA-SONSPaço da Escolas22H00CONVERSAS COM CIENTISTASA VIDA (ÍNTIMA) DOS MORCEGOSLuísa Rodrigues (ICNB) e Hugo Rebelo (CIBIO)Biblioteca Joanina23H00MORCEGOS E VAMPIROSCONTO / CAMALEÃOPaço da EscolasPúblico-alvo: jovens e adultos21H00 às 24H00EXPOSIÇÃOMORCEGOS E ILUSTRAÇÕES HISTÓRICAS DAS COLECÇÕES DA UNIVERSIDADE DE COIMBRABiblioteca JoaninaACTIVIDADES SOBRE MORCEGOSPaço das Escolas- QUEM COME MAIS? A ALIMENTAÇÃO DOS MORCEGOS- ULTRA-SONS. COMO COMUNICAM OS MORCEGOS- VER COM O ECO. EXPERIÊNCIAS DE ECOLOCAÇÃO- ASAS E BRAÇOS. COMO VOAM OS MORCEGOS- ABRIGOS. ONDE VIVEM OS MORCEGOS E CONSTRUÇÃO DE UM ABRIGO- ARTE COM MORCEGOS. PINTURAS FACIAIS E ARTES PLÁSTICASOLHAR O CÉU. OBSERVAÇÕES ASTRONÓMICASPaço das EscolasOrganização: Museu da Ciência da Universidade de CoimbraColaboração: Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra; Universidade de Coimbra; Camaleão (contadores: Helena Faria, José Geraldo, Marco Paulete, Pedro Correia); e Alpha CentauriAgradecimentos: FAPAS - Fundo para a protecção dos animais selvagens.
June 8 2010, 7:41am | Comments »
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Evolução no Teatro da Trindade
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No próximo dia 17 de Junho serão apresentados os espectáculos Stupid Design e Nascer da Evolução no Teatro da Trindade, em Lisboa, a partir das 20h30. Estes espectáculos foram inicialmente criados para o Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, no ambito da Noite Europeia dos Investigadores, e contam com a participação em video de cientistas da Universidade de Coimbra.Informações e reservas213420000/927982834bilheteira.trindade@inatel.pt18h Tertúlia dedicada ao projecto “CIENTISTAS AO PALCO”Conversa com David Marçal, André Levy, Joana Lobo Antunes e Romeu Costa.O projecto “Cientistas ao Palco” inseriu-se na Noite dos Investigadores 2009 e envolveu 4 cidades (Lisboa, Porto, Coimbra e Faro). Utilizando técnicas teatrais como o teatro de marionetas, teatro do movimento, teatro fórum, stand-up comedy, os próprios cientistas -dirigidos por profissionais e especialistas em cada uma das áreas abordadas - foram actores e dramaturgos.20h30 h STUPID DESIGN E NASCER DA EVOLUÇÃOCausa A.C e C.Q.D.Espectáculos em formato conferência que, partindo do conhecimento científico e da polémica sobre a Evolução, divulgam a ciência de uma forma insólita: projectam, no futuro, um mundo onde a humanidade se desvia da prática cientifica para voltar a mergulhar nas trevas.textos: David Marçal, André Levyencenação: Amândio Pinheirocom: Carlos António, Cláudio Silvaprodução: Causa A.C e C.Q.DMais sobre o Nascer da Evolução e Stupid Design aqui Toda a programação do Teatro da Trindade aqui
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June 8 2010, 3:44am | Comments »





