Terceiro herói medieval da gesta arturiana, o cavaleiro PERCEVAL representa a absoluta necessidade de reconhecer e avaliar a acção realizada. «PERCEVAL, o Gaulês, sabia bem que não esgotaria a soma dos dias que lhe restava viver sem sofrer outras tentações, sem defrontar outros combates, suplicando apenas ao seu mestre que o poupasse da prova da indiferença. De todas as provas, PERCEVAL lamentava sobretudo a da indiferença».[1] «O efeito PERCEVAL» sublinha quanto a prova da indiferença e da falta de reconhecimento afecta o empenhamento e o desempenho.Gerir a motivação implica, para os dirigentes, desenvolver um espírito de constante atenção aos membros da organização, com a vontade de os valorizar ao mesmo tempo que os avaliam. É essencial associar, ao longo do desempenho, o reconhecimento e a valorização dos resultados. O reconhecimento positivo decorre da realização de uma tarefa, da importância do sentimento de realização pessoal e da consideração do grupo social. A motivação é um sistema funcional e não mecânico. Em todos os casos, a necessidade de reconhecimento, de confiança e de valorização é constante. São as recompensas intrínsecas que criam os verdadeiros sucessos (ver a «síndroma de Midas» apresentada seguidamente).[1] Xavier LANGLAIS: Le roman du roi Arthur, Éditions d’Art H. Piazza, Paris, 1982.Montserrat, ob. cit
-
João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
O Efeito Perceval ou a valorização dos sucessos
http://terrear.blogspot.com/2009/03/o-efeito-perceval-ou-valorizacao-dos.html
March 2 2009, 2:57pm | Comments »
1