La educación conlleva en esencia un “imposible” constitutivo que emerge ejemplarmente en la posición paradójica del educador, llamado a sostener una función de transmisión (“conservadora”) de los legados culturales a la vez que de acogimiento de lo innovador y de lo particular del sujeto. En esta paradoja estructural se localiza lo que hay de sintomático (lo “que no marcha”) en el acto educativo,
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
El vínculo educativo: apuesta y paradojas. El deseo de enseñar entre la función civilizatoria y el discurso universitario
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September 28 2008, 3:52pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
Parem as reformas
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Os resultados obtidos pelos estudantes nos exames nacionais portugueses das diferentes disciplinas foram alvo de muita discussão. Os comentadores defenderam geralmente que tais resultados eram o resultado meramente administrativo de fazer exames ridiculamente fáceis. Eu não vi os exames e não sei se isto é verdade. Mas parece-me que se isto não for verdade, como alegam os porta-vozes do Ministério da Educação, então é preciso parar já as reformas em catadupa que têm assolado professores e alunos, gerando desnecessárias tensões na escola e fora dela. Isto porque estes resultados felizes, a serem reais, não podem evidentemente ser o resultado de políticas educativas com menos de 24 meses. Não foi concerteza o que os estudantes fizeram nos últimos dois meses que lhes permitiu ter resultados tão bons, mas antes o trabalho de anos que os professores fizeram juntamente com eles. Mas este trabalho foi feito ainda antes da actual ministra ter assumido o cargo e antes da actual confusão de leis, regulamentos, reuniões, tabelas, formulários, dias inteiros perdidos pelos professores em trabalhos puramente burocráticos na escola. Portanto, é preciso reverter tudo isto e voltar ao que era antes, pois foi o trabalho que se fazia antes que permitiu estes resultados felizes, se é que não são inventados. Li este argumento pela primeira vez no blog do Rolando Almeida e parece-me perfeitamente lúcido. Como podem os porta-vozes do Ministério da Educação responder a isto? Ou admitem que é preciso fazer as reformas porque os resultados são realmente uma mentira política. Ou defendem que os resultados não são uma mentira política, mas que todas as impopulares reformas que têm feito nos últimos meses são erros políticos porque afinal estava já tudo bem mas não se sabia ainda. Evidentemente, nada disto vão fazer. Limitam-se a fazer o que querem, independentemente do mais razoável argumento que usar se possa contra o que fazem.
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September 19 2008, 12:01pm | Comments »