Ce manuel se divise en 5 modules ; chaque module présentant différentes suggestions,stratégies et activités. On peut essayer et mettre en oeuvre les stratégies de chacundes modules séparément. Le dernier module met en commun différents éléments etstratégies contenus dans les autres modules pour montrer qu’ils peuvent fonctionnerensemble. Les 5 modules de ce manuel sont :1. Présentation de la différenciation des programmes2. Les méthodes liées à l’environnement3. Les méthodes d’enseignement4. Les méthodes d’évaluation5. La différenciation des programmes : mise en communUne section Travaux pratiques se trouve à la fin de chaque module et proposedes activités pour faciliter la mise en oeuvre de chaque module. Bien que le documentsoit destiné à être lu et utilisé par les enseignants de manière individuelle, nousespérons qu’ils auront la possibilité d’y travailler ensemble.À la fin de ce manuel, vous trouverez 3 chapitres1. Exemples de cours2. Glossaire3. RéférencesDans le chapitre Exemples de Cours, nous proposons 5 exemples de cours.Ils montrent différentes méthodes et activités qui peuvent être utilisées dans le cadrede la différenciation des programmes.Uma publicação interessante da UNESCO.
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Mudar os Métodos de Ensino
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January 8 2011, 1:50pm | Comments »
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O bem-estar na profissão docente
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Complemento o texto anterior com o que segue.A investigação sobre a relação que o professor estabelece com a sua profissão, além de dar atenção a factores que se traduzem em mal-estar, dá também atenção, ainda que com menor destaque, a factores que se traduzem em bem-estar.Neste particular, são geralmente referidos trabalhos de autores como os de Breuse, de Huberman ou de Postic, onde se salienta o facto de, não obstante todas as contrariedades com que os professores se confrontam, muitos continuarem a exercer a sua profissão com um certo entusiasmo, pelo menos em alguns momentos da sua vida.Breuse, por exemplo, fez um levantamento empírico em finais dos anos de oitenta, que permitiu identificar alguns «ingredientes» do «prazer de ensinar»...— a partilha do saber: o prazer dos professores reside na partilha, com os alunos, da paixão por uma disciplina, estão, por isso, muito atentos aos resultados das aprendizagens, de onde podem advir grandes alegrias ou decepções;— o sacerdócio: o prazer dos professores reside na ajuda aos alunos, com o seu "espírito de missão" enfrentam as dificuldades com que se deparam e lutam por uma maior justiça social;— a sedução: o prazer dos professores reside no estabelecimento de relações de proximidade com os alunos, que vêem como pessoas que é preciso chamar para a aprendizagem;— o poder: o prazer dos professores reside em «criar» alunos à sua própria imagem, conduzindo-aos seus gostos, à sua cultura.Assim, questionam se o mal-estar que, nas últimas três ou quatro décadas, se tem associado a esta profissão:— não decorrerá, em grande medida, da atenção que os investigadores lhe têm dado, tornando-se eles próprios produtores de tal sentimento, pelo facto de o evidenciarem;— tenha vindo a aumentar, como frequentemente se sugere, pois não dispomos de elementos para fazer uma comparação quantitativa fiável com tempos passados, que, bem vistas as coisas, não se apresentavam muito mais favoráveis para o exercício da docência.Além disso, questionam o facto de o mal-estar se fixar substancialmente no ensino, sendo que muitas outras profissões passam por contrariedades de igual ou superior monta. Assim, não podemos afirmar que o mal-estar existe sobretudo na actividade laboral em causa, nem fazer comparações outras, neste particular.Estamos, pois, perante uma velha pergunta da epistemologia: os problemas existem ou somos nós que os inventamos? Neste caso, o mal-estar docente existe ou foi um conceito inventado pelos investigadores, cuja aceitação alargada desencadeou um conjunto de trabalhos significativo que têm tido uma divulgação eficaz, ao ponto de se aceitar como um elemento objectivo da realidade que o ensino é? O mesmo se poderia dizer do conceito contrário: o bem-estar docente.Não é fácil responder...Referências:- Breuse, E. (1988), “Du plaisir d’être enseignant”, Actes du V Congrés de l’AIPRPE - Être Enseignant aujourd’hui, Universidade de Aveiro, Departamento de Ciências Fundamentais da Educação, pp. 388 - 409;- Breuse, E. (1988). Le paisir d´enseigner.Paris: ESF.- Postic, M. (1990). Motivations pour le choix de la profession d’ enseignat. Revue Française de Pédagogie, 29, pp 25-36- Huberman, M. (1989). Les phases de la carrière enseignante: un essai de description et de prévision. Revue Française de Pédagogie, n.º 86, 5-16.
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January 7 2011, 7:51pm | Comments »
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O mal-estar na profissão
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A partir dos anos de 1970, a investigação do ensino começou a dar atenção especial à pessoa que o professor é, e ao contexto escolar em que está integrado. Isto para melhor se perceber o seu trabalho.De entre as diversas linhas de estudo que se organizaram, uma das mais produtivas é a que se tem dedicado ao mal/bem-estar na profissão, sendo que a maior parte dos trabalhos publicados incidem no primeiro aspecto.Em Portugal, nesta matéria, têm-se por incontornáveis os trabalhos de José Esteve, professor da Univeridade de Málaga, onde se esclarece que o mal-estar docente é um conjunto de reacções dos professores à mudança social, as quais se traduzem no sentimento de desajustamento em relação à profissão e na impotência para a exercer de modo correcto.As pesquisas de carácter empírico que realizou permitiram-lhe apurar dois grupos de factores que contribuem para a formação de tais reacções:- factores de primeira ordem “que incidem directamente sobre a acção do professor na sala de aula, modificando as condições em que desempenha o seu trabalho” e- factores de segunda ordem que se referem “às condições ambientais, ao contexto em se exerce a docência” e sobre os quais o professor não tem controlo directo.Além disso, identificou várias fontes de mal estar:1) aumento das exigências sobretudo devido ao desempenho de novas tarefas que não são acompanhadas pela formação adequada;2) inibição educativa de outros agentes de socialização. Por exemplo, ensinar certas atitudes, que tradicionalmente eram da competência da família;3) desenvolvimento de fontes de informação alternativas à escola, o que implica uma revisão do papel do professor;4) ruptura do consenso social sobre o que deve ser a educação escolar: de um certo acordo tradicional passou-se para uma pluralidade de opiniões;5) aumento das contradições no exercício da docência: o professor desempenha papéis que não são de fácil conciliação, por exemplo, prestar apoio afectivo e classificar;6) mudanças de expectativas em relação ao sistema educativo: de um ensino de elite, baseado na selecção e competência passou-se para um ensino de massas mais incapaz de assegurar um trabalho adequado dos alunos;7) modificação do apoio da sociedade ao sistema educativo: parece existir a ideia de que os professores são os únicos culpados do funcionamento escolar;8) menor valorização social do professor, sendo o aspecto económico um revelador desta situação;9) mudança dos conteúdos curriculares, devido ao extraordinário avanço das ciências e à transformação das exigências sociais;10) escassez de recursos materiais e deficientes condições de trabalho;11) mudança das relações professor-aluno: o grande número de alunos, as características particulares de alguns, a falta de autoridade do professor são exemplos de aspectos que contribuem para tal;12) fragmentação do trabalho, dado que o professor é chamado a desempenhar múltiplos funções o que além de provocar dispersão é impeditivo de um desempenho adequado.Batem certos, portanto, os resultados da investigação de Esteve com a espontaneidade patente no texto Querem que eu dê aulas!?..Referências:ESTEVE, J. (1991). Mudanças sociais e função docente. A. NÓVOA (dir.) (1991). Profissão professor. Porto:Porto Editora, 93 e seg.ESTEVE, J. (1992). O mal estar docente. Lisboa:Escher.
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January 6 2011, 11:38am | Comments »
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Querem que eu dê aulas!?...
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Retrato fiel da tragicomédia do ensino acabado de chegar à minha caixa de correio.Faço projectos, planos, planificações; Sou membro de assembleias, conselhos, reuniões;Escrevo actas, relatórios e relações;Faço inventários, requerimentos e requisições;Escrevo actas, faço contactos e comunicações;Consulto ordens de serviço, circulares, normativos e legislações;Preencho impressos, grelhas, fichas e observações;Faço regimentos, regulamentos, projectos, planos, planificações;Faço cópias de tudo, dossiers, arquivos e encadernações;Participo em actividades, eventos, festividades e acções;Faço balanços, balancetes e tiro conclusões;Apresento, relato, critico e envolvo-me em auto-avaliações;Defino estratégias, critérios, objectivos e consecuções;Leio, corrijo, aprovo, releio múltiplas redacções;Informo-me, investigo, estudo, frequento formações;Redijo ordens, participações e autorizações;Lavro actas, escrevo, participo em reuniões;E mais actas, planos, projectos e avaliações;E reuniões e reuniões e mais reuniões!...E depois ouço, alunos, pais, coordenadores, directores, inspectores, observadores, secretários de estado, a ministra e, como se não bastasse, outros professores, e a ministra!...Elaboro, verifico, analiso, avalio, aprovo;Assino, rubrico, sumario, sintetizo, informo;Averiguo, estudo, consulto, concluo, Coisas curriculares, disciplinares, departamentais,Educativas, pedagógicas, comportamentais,De comunidade, de grupo, de turma, individuais,Particulares, sigilosas, públicas, gerais,Internas, externas, locais, nacionais,Anuais, mensais, semanais, diárias e ainda querem mais?Que eu dê aulas!?...
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January 5 2011, 2:33pm | Comments »
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Ensino Diurno vai até às 22 horas
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A partir de 3 de Janeiro. Como se pode constactar aqui.
December 27 2010, 4:33pm | Comments »
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Ernâni Lopes: um quase último ensaio sobre a lucidez
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Doutorado em Economia pela Universidade Católica Portuguesa, deixou-nos a 2 de Dezembro. Mas deixou-nos o essencial: um pensar vital. (excerto da entrevista concedida à revista Cx - a revista da Caixa (geral de depósitos), Outubro/Dezembro de 2010.
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December 15 2010, 4:53pm | Comments »
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A teoria social cognitiva e o ensino-aprendizagem da matemática: considerações sobre as crenças de autoeficácia matemática
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O objetivo desse ensaio é comentar, brevemente, a Teoria Social Cognitiva, idealizada porAlbert Bandura e discutir o papel do construto autoeficácia no contexto escolar, maisespecificamente no ensino e aprendizagem da Matemática. As crenças de autoeficáciaconstituem a base da motivação de um indivíduo e se relacionam com a autopercepção domesmo sobre seu próprio potencial. A literatura indica que alunos que desenvolvem crenças deautoeficácia mais robustas dedicar-se-ão por mais tempo e com mais empenho a uma tarefa,tendo mais chances de lograr êxito. Considerando o desempenho dos alunos brasileiros emMatemática (SIMAVE, Prova Brasil e outros) na última década, temos um quadro preocupante.Nesse sentido, o desenvolvimento de crenças de autoeficácia mais robustas poderia contribuirpara a construção de uma relação mais favorável com a Matemática e para um melhordesempenho dos estudantes. Para isso, são necessários estudos que investiguem a influênciadas crenças de autoeficácia sobre a motivação e o desempenho dos mesmos, bem como acriação de estratégias para seu desenvolvimento. Esse ensaio é um primeiro passo nessadireção, tendo em vista a escassez de estudos nessa área, relacionados à Matemática. © Cien.Cogn. 2009; Vol. 14 (3): 168-177.Palavras-chave: teoria social cognitiva; autoeficácia; ensino; aprendizagem;Matemática.Texto integral
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December 15 2010, 1:42pm | Comments »
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Algumas bases para uma revisão da matéria
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Em busca da excelênciaAlgis ValiunasTradução de Desidério MurchoAqui
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December 13 2010, 5:14pm | Comments »
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"O meu atraso pedagógico"
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Uma entrada de Contra Corrente 3, de Vergílio Ferreira, datada de 13 de Fevereiro de 1981, a páginas 47 e 48:"Ontem, na rádio (...) alguém falava de pedagogia moderna. Conheço a música suficientemente: trabalhos de grupo, iniciativa do aluno, aligeiramento da pressão do mestre segundo o atávico e mau costume de «impor» e de «ditar», desopressão da memória, essa faculdade reaccionária, descomplexificação das criancinhas com a permissão compreensiva dos seus caprichos selvagens, etc. Claro que a criatura que preopinou na rádio nao foi isso que disse. Mas foi. O trabalho e a disciplina são os alvos privilegiados para se arriar e ser progressivo. E das três fundamentais faculdades humanas - a inteligência, a sensibilidade e a memória - é nesta que se aplica a maior coça purgativa. Daí que a História tenha sido praticamente eliminada do ensino, seja qual for a forma que ela tenha de historiar: história sociopolítica, história da língua, da literatura. Hoje o aluno ignora praticamente quem é que lhe fabricou o seu modo de ser, quem cavou para ele semear, como é que se travou a sua eventualidade portuguesa. Do mesmo modo, ignora prazoavelmente quem é que o ensinou a sentir, quem é que lhe arranjou a língua que tem, ou seja o seu modo de entender o mundo, ou seja o seu mundo. Não senhor. Olhar para trás, não. «Para trás mija a burra», e ele não pertence à espécie. Ele está virado para a frente, com o progresso entremeado em todas as articulações. Que raio lhe interessa saber quem era D. Afonso Henriques, que se calhar nem era do Benfica? que diabo pode interessar-lhe o Álvares Pereira, que nem sequer foi talvez à TV? Ser pela História é ser pela reacção, que quer dizer «acção para trás». Além de que obriga a «decorar». Ora meter nos cornos nem que seja a tabuada - que violência fascista. Obrigar à disciplina, que violência pidesca. Uma criança nasceu, como é sabido desde os hotentotes, para a livre expressão da sua terna selvajaria. Uma criança nasceu para inocentemente partir os móveis, borrar as paredes, fazer o seu chichi nos vasos, quebrar a louça por enternecedor passatempo e sobretudo para não ser submetida à grilheta do estudo.Tenho as minhas discussões com despachados pedagogos, advogados desse sistema. Aqui há uns dois anos, por exemplo, com a professora primária da Rita. A miúda estava já na segunda classe mas ignora ainda praticamente o feito do a. Timidamente fui adiantando à professora que seria talvez conveniente informar a criança como era isso do a e coisas assim. Ela sorriu piedosamente para o meu atraso pedagógico e explicava-me com paciência que a livre formação de uma criança, que a sua descomplexificação, que. Eu ouvia e ia aprendendo. Em todo o caso, insitia eu, talvez que, enfim, ensiná-las a juntar duas letras, ir começando a dar-lhe notícias de que as palavras se podiam escrever e ler e... Ela desistiu de dialogar, porque a sua piedada já não chegava para tanto.Nas férias desse ano, a senhora professora pediu-nos emprestada a casa de campo para se isntalar cá uns dias com o seu rancho escolar. Dissemos que sim, pois. E cá estiveram todas muito contentes. Uma das criancinhas, na sua livre expressão, tentou com uma podoa derrubar-me um inofensivo pinheiro. Outro subtariu-me uma máquina de um comboiozinho eléctrico. Outra destrui-me um ninho que havia ao pé do alprendre. Mas libertaram-se da ameaça de complexos e recalcamentos e eu fiquei contente. E em face disso, etmpo depois a senhora professora escreveu-me a agradecer. Era um bilhete ilustrado muito bonito e começava assim: «Não poço agradecer-lhe devidamente...». Sim, sim poço com c cedilhado. Mas sejamos compreensivos: se as crianças têm o direito à descompressão, a senhora professora também temEste texto do professor-escritor-filósofo é retomado e discutido por Maria Almira Soares nas págins 132-133 dum livro publicado em 2010, que acabei de descobrir e a que voltarei. Tem por título Vergílio Ferreira: O Excesso da Arte num Professor por Defeito e foi Prémio literário Vergílio Ferreira deste ano.
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December 13 2010, 4:21pm | Comments »
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Factores asociados a la calidad en las facultades de Derecho de alto rendimiento académico en Colombia
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El objetivo de la investigación fue determinar los factores de calidad presentes en las facultades de Derecho colombianas que han obtenido alto rendimiento en cinco aplicaciones consecutivas del examen de calidad de la educación superior (ECAES). A partir de tres criterios de selección se configuró la población, que se categorizó en tres auditorios: profesores, estudiantes y directivos, a los que se aplicó un instrumento tipo encuesta y una entrevista individual semiestructurada. Se realizó un análisis cualitativo de los instrumentos, según frecuencia y amplitud de respuesta. Entre los principales hallazgos se destaca que uno de los factores más relacionados con los buenos resultados en la facultades estudiadas es el alto nivel académico y pedagógico de los profesores, que se refleja en los modos como desarrollan sus clases, en su mayoría de tipo magistral y de análisis de jurisprudencia. Y como factor no relacionado se encontró, entre otros, el tamaño de la facultad y el número de estudiantes que presenta al examen ECAES.Palabras claveCalidad de la educación, evaluación de conocimientos, educación superior, enseñanza del Derecho, ColombiaTexto integral
December 11 2010, 3:36pm | Comments »



