Crónica publicada no "O Despertar".Avô e neto passeiam os olhos pelo álbum genético da família. É um álbum em que não há rostos de pessoas mas histórias de genes e da sua relação com história de vida de cada um. Registos coloridos de interacções fluorescentes desdobram-se em anotações com informações sobre determinados genes que marcaram determinado momento da vida. Desde os que estiveram mais activos durante as diferentes etapas do desenvolvimento embrionário de cada membro da família, até aqueles que determinaram momentos cativos em que uma doença trespassou o silêncio celular e explodiu em dor. Comparando os perfis genéticos com fotos, é engraçado comparar as parecenças fisionómicas com as semelhanças de actividade de certos genes em determinadas alturas da vida da avó e da mãe.Cada registo está ainda emoldurado com uma outra história: a da interface modeladora do percurso bioquímico de cada um com o meio ambiente, numa espécie de moldura epignética. “Foi aqui que o pai começou a fumar. Nota-se pelo aumento da actividade destes genes que transcritos activam defesas antioxidantes”. “Foi aqui que comecei a ter mais pelos no corpo, nota-se pelo aumento da actividade dos genes que codificam as proteínas que sintetizam as hormonas masculinas como a testosterona.”É um álbum repleto de esperança. Foi através da sua análise e interpretação que o médico do tio percebeu o seu genotipo bioquímico e ajustou a terapêutica adequada à sua incipiente propensão para um síndrome metabólico que o levaria a uma diabetes tipo 2, se não tratado tão precocemente.É um álbum hoje de ficção científica, de impressões mágicas, como o eram mágicas fotografias antes da invenção do daguerreótipo (e ainda não o são?). Mas é uma janela aberta para um futuro muito próximo, quiçá já neste primeiro quartel do século XXI, propulsionado pelo desenvolvimento de tecnologias de sequenciação genómica e de metodologias bioanalíticas cada vez mais sensíveis, robustas e económicas.Estamos à porta de uma revolução que nos trará imagens dos nossos genes em acção.António Piedade
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O ÁLBUM GENÉTICO
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February 2 2011, 3:33am | Comments »
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Onde estão os ET?
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A esta pergunta, colocada originalmente pelo físico Enrico Fermi, responde outro físico, Robert Park, na sua coluna "What's New" de 6 de Agosto: Estão em, casa deles, pois não dispõem de fonte de energia que lhes permita acelerar uma nave que vença as distâncias intergalácticas."FERMI PARADOX: WHERE ARE ALL THE SPACE ALIENS?The question of whether we are alone gnaws at us. In 1950, in a discussion of whether advanced civilizations might exist elsewhere in the Milky Way galaxy, Enrico Fermi famously asked, "Where are they?" This has come to be known as the Fermi paradox. If planets are a common feature of stars, the naturalistic assumption would be that life exists throughout the Milky Way galaxy. Sentient beings with the capacity to develop advanced technologies would be expected to evolve. Implicit in Fermi’s question was an assumption that advanced technologies would be capable of interstellar travel. Where are they? At home, as we are. Interstellar distances are too great. Travel time is not the principal obstacle. The barrier is the energy it would take to accelerate a spacecraft to a reasonable fraction of the speed of light. I hope that's the end of the Fermi paradox, and the Dyson sphere, and all that science fiction crap."Robert Park
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August 15 2010, 5:32am | Comments »
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A ORIGEM
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Já está nos cinemas o último filme de Christopher Nolan, protagonizado por Leonardo DiCaprio, que é, ao mesmo tempo, ficção científica e thriller psicológico. Em cima um dos trailers, em formato gigante.
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July 28 2010, 5:54pm | Comments »
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2001 ODISSEIA NO ESPAÇO
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Do meu livro (esgotado, ao que julgo saber) "A coisa mais preciosa que temos" (Gradiva) recupero o texto sobre "2001 Odisseia no espaço", escrito precisamente em 2001, vai fazer dez anos:Foi em 1978 que se estreou o filme de Stanley Kubrick “2001 Odisseia no Espaço”. Passou muito tempo. Mas chegou, ao fim de 33 anos, o ano de 2001, aquele que decorre a acção escrita por Arthur Clarke e Stanley Kubrick. Já em 1984 tinha chegado o ano em que George Orwell colocou o seu romance com o mesmo título. O futuro, anunciado pelo cinema e pela literatura, continua pontualmente a chegar.Que semelhanças há entre a ficção científica e a acção científica? Muitas. Não esqueçamos que o físico inglês Sir Arthur Clarke, residente desde há muito no Sri Lanka, participou na construção do primeiro radar, integrado numa equipa da Royal Air Force, durante a Segunda Guerra Mundial. Na sua imensa produção bibliográfica equilibram-se as obras de ficção e as de ensaio. No filme “2001” uma nave com astronautas a bordo começa por se deslocar à Lua. A mesma viagem espacial não demorou praticamente nada depois da estreia do filme a acontecer na realidade. Os astronautas da “Apollo 8”, que foram os primeiros a efectuar uma viagem em órbita da Lua, em Dezembro de 1978, já tinham visto o filme quando partiram para o espaço. Disseram mais tarde que estiveram quase a anunciar para a Terra a descoberta de um monólito no solo lunar, numa brincadeira sugerida pelo filme... Em 1969, o norte-americano Neil Amstrong pisou o solo lunar sem ter encontrado nenhum monólito.No filme, o monólito acaba por indicar o caminho para Júpiter (na novela de Clarke, para o outro gigante do sistema solar, Saturno). E, se o leitor se bem recorda -- se não se recorda, ponha a cassete vídeo ou o DVD no aparelho de leitura --, é nessa altura que o computador HAL (repare-se que as iniciais são as que seguem alfabeticamente às de IBM), perante uma avaria na antena, procura tomar o comando da nave, revoltando-se contra os humanos. Diz o robô para um dos astronautas: “Sorry to interrupt the festivities, but we have a problem” (“Desculpem interromper a festa, mas temos um problema”). Em 1970, sabemos o que aconteceu com a “Apollo 13” (a falha deu, de resto, um outro filme). Um astronauta real transmitiu por rádio para a sala de controlo: “Houston, we have had a problem” (“Houston, tivemos um problema”). Coincidência ou não, o módulo de comando chamava-se “Odisseia” e, pouco tempo antes do acidente, a tripulação tinha estado a ouvir o famoso tema do filme, “Also Sprach Zarathustra”, de Richard Wagner. Clarke comenta no epílogo a uma reedição do livro “2001” que se sentiu quase co-responsável pela situação real de crise...As luas de Júpiter e de Saturno seriam fotografadas pela sonda “Voyager 2”, lançada em 1977, nas vésperas do filme. Em 1979, essa sonda, não tripulada (como se o robô HAL tivesse razão ao querer tomar conta sozinho dos destinos da nave ficcional), passava pelas quatro luas mais próximas de Júpiter: Iô, Europa, Ganímedes e Calisto. Em 1981, a “Voyager 2” chegava a Júpiter e às suas luas: Mimas, Iapetus, Titã, etc. (são muitas e parece que ainda não acabou a sua conta). Em 1995, a sonda “Galileo”, lançada em 1989, chegava a órbita de Júpiter, apesar de uma avaria numa das suas antenas. Hoje, a nave “Cassini”, lançada em 1997, vai a caminho de Saturno e das suas luas, onde chegará em 2004. Os sete longos anos da viagem, depois de usar a ajuda gravitacional de Vénus (um efeito que Clarke incluiu premonitoriamente nos seus escritos), indicam-nos que Clarke e Kubrick tinham razão quando colocaram os seus astronautas a hibernar enquanto não chegavam a Júpiter.As missões de exploração do sistema solar exterior não são tripuladas. Só são tripuladas missões orbitais perto da Terra, como a estação espacial internacional, que está a ser construída num esforço conjunto de americanos, russos e europeus. Nos anos 80, a estação espacial norte-americana “Skylab” colocada em órbita da Terra, tinha uma forma circular que não era muito diferente da nave “Discovery”, inventada por Clarke para “2001”. Ao contrário desta, porém, não rodava constantemente para manter uma gravidade artificial. Mas isso não impediu os astronautas a bordo de filmarem uma sequência de corrida na “Skylab” bastante parecida com um “take” do filme 2001. As imagens foram, evidentemente, sonorizadas com a música retumbante de Richard Wagner.O filme de Kubrick é praticamente perfeito. Há só um pequeno erro: um amigo físico e cinéfilo contou-me que o líquido no interior da palhinha de um dos astronautas cai no filme, apesar de as condições serem supostamente de imponderabilidade... O rigor do guião de Clarke e da câmara de Kubrick encontra inspiração no rigor com que a NASA planeia e executa as suas missões. Ou não será antes ao contrário: que os engenheiros da NASA se inspiraram em Clarke e Kubrick?Stanley Kubrick, entretanto falecido, habituou-nos a realizar uma e uma só obra-prima de um dado género cinematográfico e, depois da realização de “2001”, abandonou de vez o género de ficção científica. Mas Clarke insistiu no tema, e escreveu “2010 Odisseia 2”, que foi passado ao cinema pelo realizador norte americano Peter Hyams (a película estreou-se em 1984). A correspondência electrónica entre o escritor no Sri Lanka e o realizador em Los Angeles, feita em computadores pessoais primitivos, está registada em livro (“The Odyssey File”, Arthur Clarke e Peter Hyams, Panther Books, 1985). Em “2010” continua a acção de “2001”: tratava-se agora de colonizar Júpiter. Mas o tempo é de guerra fria. Os russos lançaram a nave “Leonov”, atrás da “Discovery” (há, na realidade, um marechal Alexei Leonov, cosmonauta e herói da ex-União Soviética). A “Leonov” chega à “Discovery” (o que faz lembrar os encontros entre a “Soyuz” e a “Apollo”, em que o astronauta Leonov participou). As duas expedições acabam, depois de várias peripécias, por cooperar. No final, Júpiter, por acção dos estranhos monólitos, acaba por se transformar numa estrela, um segundo sol (de facto, se Júpiter fosse bastante maior do que realmente é o sistema solar teria duas estrelas, o que não seria nada favorável para a estabilidade da órbita da Terra e, portanto, para o desenvolvimento de vida no nosso planeta). Uma enigmática mensagem chega entretanto aos russos e americanos: “Todos estes mundos serão vossos excepto Europa: usai-os em conjunto, usai-os em paz”. Os russos tinham recebido sinais da lua Europa que pareciam indicar a presença de vida e fica-se na dúvida sobre a existência ou não de vida nessa lua.Vida numa lua de Júpiter? Nada mais actual, numa altura em que é anunciada, a partir de registos recolhidos e enviados pela sonda Galileo, a possibilidade de haver água líquida, e hipoteticamente vida, em Ganímedes, uma lua de Júpiter. A realidade é, por vezes, mais estranha do que a ficção. Claro que falta ainda um contacto com seres extraterrestres, construtores de monólitos ou não. Mas isso poderá acontecer em qualquer altura. Lembremos as palavras avisadas do padre, cientista e filósofo, Teilhard de Chardin: “À escala do cósmico, só o fantástico tem probabilidade de ser verdadeiro”.
July 27 2010, 8:04pm | Comments »
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"CONTACTO" DE CARL SAGAN NO CENTRO RÓMULO DE CARVALHO
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Informação recebida do Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho, em Coimbra (clicar para ver melhor o cartaz):
June 17 2010, 2:37am | Comments »
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UM CÂNTICO A LEIBOWITZ
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Informação recebida do Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho: O projecto “Quark!” e o Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho levam a cabo a iniciativa “Ciência e Ficção“. Uma sexta-feira por mês, nos fins de semana da escola Quark!, pelas 21h15m, no Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho (CCVRC, situado no Departamento de Física da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra), haverá debate com convidados, à volta de livros de ficção científica… e da ciência que estes encerram. Hoje, é sobre a obrara: Um Cântico a Leibowitz de M. Walter Miller Jr., sendo o palestrante o Dr. Jaime Silva (Departamento de matemática). Mais informações: http://nautilus.fis.uc.pt/rc/?cat=30. Na sequência desta palestra irá encontrar-se disponível um questionário on-line, “Ciência e ficção“, sobre esta obra aberto a todos os participantes (http://nautilus.fis.uc.pt/rc/?cat=36).No CCVRC encontram-se disponíveis algumas das obras deste autor para empréstimo e venda.
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May 28 2010, 6:36am | Comments »
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CIÊNCIA E FICÇÃO: "PRESAS"
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Informação recebida do Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho em Coimbra (clicar para ver melhor).
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April 30 2010, 7:08pm | Comments »
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"PRESAS" DE MICHAEL CRICHTON
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Informação recebida do Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho, em Coimbra:No dia 1 de Maio, pelas 21 h30, no Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho, no edifício do Departamento de Física da Universidade de Coimbra, o físico Carlos Fiolhais fala sobre o romance de ficção científica "Presas" de Michael Crichton. A conversa enquadra-se no ciclo "Ciência e Ficção" dirigida em especial à escola "Quark!", mas aberto a todos.Sinopse:“Tão actual como as notícias de primeira página dos nossos dias, o mais arrojado dos romances de Michael Crichton conta-nos a história de uma epidemia mecânica e dos esforços desesperados de um grupo de cientistas para a travar. Inspirado nos mais recentes factos científicos, “Presas” leva-nos aos novos universos da nanotecnologia e da inteligência artificial – numa história de intenso suspense, “Presas” é um romance que não se pode largar, é que… o tempo está a esgotar-se…"
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April 22 2010, 2:04am | Comments »
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SOLARIS
http://dererummundi.blogspot.com/2010/04/solaris.html
Informação recebida do Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho:O projecto “Quark!” e o Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho (CCVRC) levam a cabo a iniciativa “Ciência e Ficção“.Uma sexta-feira por mês, nos fins de semana da escola Quark!, pelas 21h15m, no Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho (Departamento de Física da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra), haverá debate com convidados, à volta de livros de ficção científica… e da ciência que estes encerram.Hoje, é sobre a obra: Solaris de Stanislaw Lem, sendo o palestrante o Doutor José António Paixão.Mais informações: aqui.Na sequência desta palestra irá encontrar-se disponível um questionário on-line, “Ciência e ficção“, sobre esta obra aberto a todos os participantes (aqui).No CCVRC encontram-se disponíveis algumas das obras deste autor para empréstimo e venda.
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April 16 2010, 6:22am | Comments »
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A Máquina do Tempo
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Informação recebida do Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho:O projecto “Quark!” e o Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho levam a cabo a iniciativa “Ciência e Ficção“. A próxima é já na próxima sexta-feira, 26 de Fevereiro, nas instalações daquele Centro no piso térreo do DEpartamento de Física da Universidade de Coimbra. Intitula-se * Nome da Obra: A Máquina do Tempo * Autor: H. G. Wells * Palestrante: José Manuel Mota (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra) Sinopse: No final da época vitoriana, um cientista inventa a Máquina do Tempo e viaja até ao ano 802.700, onde encontra tudo mudado. Nesta época, muito mais utópica, as criaturas que encontra pareciam viver em perfeita harmonia. O Viajante do Tempo pensa poder estudar estes magníficos seres humanos, desvendar-lhes os segredos e regressar ao seu tempo. Até que descobriu que a sua invenção, o seu passaporte para a fuga, tinha sido roubada…Ínformação sobre o ciclo "Ciência e Ficção":Uma sexta-feira por mês, nos fins de semana da escola Quark!, pelas 21h15m, no Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho (Departamento de Física da FCTUC), haverá debate com convidados, à volta de livros de ficção científica… e da ciência que estes encerram.O mote será dado por uma determinada obra, num total de seis eventos, de Janeiro a Junho de 2010. Cada sessão terá um convidado especial, que fará uma exposição inicial, onde apresenta a obra em análise. Seguir-se-á um debate.A ficção científica é bom pretexto para se discutir a própria ciência, mas também a literatura, a história e a sociedade. O debate a propósito de cada obra terá sempre o enfoque científico, mas num contexto que faz sair a própria ciência das suas fronteiras, em diálogo com todas as áreas do saber.Concomitantemente, para cada um dos eventos, haverá uma edição do concurso “Ciência e ficção“. Este concurso desenvolver-se-á da seguinte forma: estará disponível no portal do CCVRC um questionário sobre o autor do mês para ser preenchido on-line. As respostas que obtiverem a melhor pontuação serão premiadas com um pacote de livros de divulgação científica.
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February 22 2010, 1:53pm | Comments »
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