Um excerto da crónica de hoje de Miguel Santos Guerra:Alguna vez he puesto este sencillo ejemplo en la clase. Un padre viaja en moto con su hijo. El chico va detrás del padre, acompañando sus inclinaciones y sus giros. Llueve con fuerza. La carretera está resbaladiza. De pronto, la moto derrapa y se sale de la carretera. El padre muere en el acto. El chico queda gravemente herido. Llega una ambulancia que, con la mayor urgencia, lleva al chico al Hospital más próximo. El equipo de urgencia decide que hay que operar inmediatamente. Cuando la ambulancia llega al quirófano y el cirujano jefe ve a quién se dispone a operar, exclama:- ¡Dios mío, si es mi hijo!Les pregunté a continuación cómo se explica esta historia. Alguien dijo que el cirujano jefe era el padre biológico y que quien llevaba al chico en la moto era el actual esposo de su madre. Hubo más explicaciones. La más pintoresca fue la de alguien que dijo que quien viajaba en la moto era un padre cura con su hijo espiritual.Después de darle muchas vueltas alguien dio con la clave:- El cirujano jefe era su madre.En efecto, era la madre del accidentado. Pero, como, al decir cirujano, la mujer desaparece, no caemos en la cuenta de que quien opera es la madre. Por otra parte, estamos acostumbrados a que haya más cirujanos que cirujanas y más jefes que jefas.Fonte
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Do Género
http://terrear.blogspot.com/2010/11/um-excerto-da-cronica-de-hoje-de-miguel.html
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November 27 2010, 5:27am | Comments »
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Resultados escolares e género
http://terrear.blogspot.com/2010/11/resultados-escolares-e-genero.html
Girls outperform boys in school. We investigate whether the gender performance gap can be attributed to the fact that the teacher profession is female dominated, that is, is there a causal effect on student outcomes from having a same-sex teacher? Using data on upper-secondary school students and their teachers from the municipality of Stockholm, Sweden, we find that the gender performance differential is larger in subjects where the share of female teachers is higher. We argue, however, that this effect can not be interpreted as causal, mainly due to teacher selection into different subjects and non-random student-teacher matching. Exploring the fact that teacher turnover and student mobility give rise to variation in teacher's gender within student and subject, we estimate the effect on student outcomes of changing to a teacher of the same sex. We find no strong support for our initial hypothesis that a same-sex teacher improves student outcomes.Keywords: Economics of education; Gender differencesFonte
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November 20 2010, 10:25am | Comments »
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Assimetrias de Género e Lideranças
http://terrear.blogspot.com/2009/06/assimetrias-de-genero-e-liderancas.html
Com o título “Assimetrias de Género: Ensino e Liderança Educativa”, Ana Maria Correia coloca à disposição do leitor uma obra de inegável qualidade, pertinência e actualidade.Partindo da constatação de que as relações de género são uma realidade assimétrica nas organizações escolares – tendo em conta, em particular, a distância que medeia entre o número das professoras das escolas e a respectiva sub-representação nos cargos de liderança institucional, quando comparada com a dos professores – a autora elegeu os conceitos de género, ensino e liderança como núcleos centrais do seu trabalho, como a própria escreve na Conclusão: “As questões do género, concebido este como sistema de relações de poder, social e culturalmente reproduzidas nas interacções entre homens e mulheres, formaram o denominador comum do livro. Sobre ele assentaram os dois outros tópicos: ensino e aspirações das professoras a posições formais de liderança em contexto escolar”.Este objecto de estudo é examinado com base num quadro teórico-conceptual marcadamente sociológico, recorrendo em particular à sociologia das profissões, à sociologia da educação e à sociologia das organizações, cujo resultado está presente num primeiro capítulo que trata as questões da construção social do género, do ensino como profissão e da liderança nas organizações escolares de modo abrangente, plurifacetado e crítico. Trata-se de um excelente exercício de sistematização teórica, bem fundamentado, actual, onde, não obstante manifestar de forma clara as suas preferências teórico-conceptuais e as orientações que alinham toda a investigação, a autora dá conta ao leitor das diferentes perspectivas com que os temas podem ser abordados, mesmo daquelas cuja discordância é patente. Neste sentido, não restam dúvidas sobre o enfoque que enforma este estudo quando diz: “Para além de assumir uma postura reflexiva em relação ao mundo social e à sua investigação a obra apresenta uma orientação política inspirada nas teses foucauldianas sobre o poder e nas análises críticas das relações de género a nível organizacional, profissional e societal elaboradas pelos feminismos pós-estruturalistas”.Contudo, a presente obra não fica apenas pela conceptualização e sistematização teórica, mas complementa-se com uma investigação empírica localizada na China, especificamente na Região Administrativa Especial de Macau, onde, a partir das “vozes de professoras”, Ana Maria Correia nos dá conta das suas representações sobre género, ensino e liderança. Se, por um lado, os resultados da investigação denotam as marcas do local e das suas culturas peculiares (em particular os valores do confucionismo), por outro, há também dimensões globalizantes que outras investigações, noutros contextos geográficos, igualmente subscrevem. Esta dupla dimensão – local e global – encontra-se presente nas duas categorias que a autora aponta como fenómeno central do estudo, a saber: (i) percepção da existência de obstáculos no acesso das mulheres à liderança das escolas; (ii) preferência das professoras por líderes do sexo masculino. É com base nestas duas categorias, identificadas pela autora com base nos pressupostos epistemológicos e no percurso metodológico fornecido pela teoria emergente (grounded theory) – um dos outros contributos peculiares deste trabalho – que nos são apresentadas, em discurso directo, as falas das entrevistadas enquanto mulheres, filhas, companheiras, mães, professoras e líderes bem como as representações que constroem sobre o assunto.Ao justificar o uso da primeira pessoa no discurso apresentado, Ana Maria Correia segue não só o posicionamento conceptual e metodológico assumido na investigação, reconhecendo que a pessoa (homem ou mulher, ocidental ou oriental, líder ou liderado) e a própria subjectividade do investigador devem ser tidas em conta, como nos procura mostrar um trabalho claramente comprometido.Este compromisso é visível quer enquanto mulher investigadora, demarcando-se, como diz, das “investigações que têm por objecto as vidas profissionais de professores com base num entendimento da classe profissional como uma entidade monolítica e andrógina, como se os papéis e as responsabilidades sociais que recaem particularmente sobre as mulheres não afectassem o modo como desempenham a profissão e como projectam o futuro profissional”, quer enquanto mulher cidadã, que acredita que o pensamento e a linguagem deverão estar ao serviço da acção emancipatória e transformadora das assimetrias sociais.Porém, estes compromissos, sempre devidamente anunciados, informados e esclarecidos, não fazem perigar o rigor e a abrangência das análises presentes nesta obra, bem pelo contrário, dão-lhe uma autoridade crítica que, evitando esconder-se atrás de pretensas neutralidades e de concepções dominantes e naturalizadas, não deixarão certamente o leitor indiferente.Foi, por isso, que, com toda a satisfação, aceitei prefaciar o livro “Assimetrias de Género: Ensino e Liderança Educativa”, de Ana Maria Correia – uma versão encurtada da Tese de Doutoramento de que fui orientador (em colaboração com Keith Morrison) – pois entendo que se trata de um trabalho de consulta obrigatória para todos aqueles que, entre nós, pretendam investigar as questões do género e da liderança nas organizações educativas, bem como um livro cuja leitura será sem dúvida muito proveitosa para os que queiram conhecer melhor esta faceta da gramática organizacional das nossas escolas.Jorge Adelino CostaProfessor Catedrático, Universidade de Aveiro(Prefácio à obra referenciada)
June 24 2009, 1:20pm | Comments »
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Lideranças, género e poder
http://terrear.blogspot.com/2009/06/um-livro-recomendado-para-todos-os.html
Um livro recomendado para todos os directores e directoras de escolas.Prefácio deKeith Morrison Só com coragem é possível percorrer o sensível território dos estudos de género e dos estudos feministas, bem como os corredores da liderança educacional e do ensino. E que dizer quando as malhas da história fazem com que a posição individual da investigadora tende a ser identificada com a posição política do país que foi no passado potência administrante no local onde a investigação decorre, produzindo no outro reacções tudo menos neutras? A Ana enfrentou corajosamente estes desafios. Inserida no contexto de uma cultura escolar marcada significativamente pela clausura e pela negação do acesso tanto aos investigadores locais como aos estrangeiros, muniu-se de perseverança. Porque, é necessário sublinhar, Macau é um território de diminutas dimensões que quase inevitavelmente gera comportamentos de auto-protecção, profundamente enraizados na comunidade e reproduzidos de geração para geração. Mas, para levantar questões em torno das relações de género, das relações de poder, do feminismo, da liderança, da educação e dos papéis sociais, numa cultura profundamente marcada pelas diferenças de género e em que as mulheres estão subordinadas aos homens em múltiplos aspectos, é necessário não só coragem e perseverança mas também uma atitude destemida. Só uma pessoa que reúna estas qualidades pode abraçar tal projecto e responder afirmativamente a tais desafios.É isso que a autora faz: uma investigação em que cada uma e todas as características da cultura local escolar estão presentes, isolada e combinadamente; que questiona corajosamente o status quo da sociedade local e que se revela tão original quanto fundamental para o território de Macau. Somos confrontados com um livro corajoso escrito por uma mulher corajosa. Coragem, aqui, significa assumir uma posição e manter a integridade em face dos desafios e isto está bem patente na obra. E porquê? Porque, em Macau como em qualquer outro sítio, são muitas as mulheres que reclamam ser solidárias com as outras mulheres mas são poucas as que efectivamente têm a firmeza de carácter e a força para viver essa solidariedade. Citando as famosas palavras de Marx, “os filósofos têm-se limitado a interpretar o mundo e têm-no feito de muitas maneiras; o que importa, contudo, é transformá-lo”.Com muito poucas excepções, as vozes das mulheres são raramente ouvidas em Macau. As suas histórias, o que lhes vai na alma, os seus percursos de vida, o silêncio a que são impelidas, a dificuldade das decisões e a atmosfera opressiva que as envolve estão por investigar em Macau. Neste sentido, o trabalho da Ana presta um grande contributo nesta área. Através da sua escrita as narrativas das vidas das mulheres chegam até nós pelas suas próprias vozes. Também elas são mulheres corajosas, que enfrentam desafios como líderes, educadoras, mães, companheiras e profissionais, desafios complexos e multifacetados mas apesar disso reveladores de integridade e humanidade. A Ana desvela as influências latentes nas decisões que determinam os seus percursos profissionais no domínio do ensino e da liderança educacional. Mas, mais importante do que isto, questiona, através dos padrões que as narrativas põem a descoberto, o status quo societal de Macau que, tal como muitos outros lugares, se revela uma sociedade tolerante com as desigualdades e que pouco faz para resolver as injustiças sociais que nela estão imbricadas.A Ana é portuguesa. Ela escreve sobre Macau com a segurança de alguém que viveu e trabalhou em Macau durante muitos anos, tanto antes como depois da transferência de soberania de Portugal para a República Popular da China em 1999. O livro tem como base a sua tese de dissertação de doutoramento, da qual tive o privilégio de ser co-supervisor. A tese da Ana está solidamente fundamentada num vasto leque de estudos teóricos e empíricos, parte dos quais são referidos nesta obra. A partir de um amplo conjunto de fontes e de materiais, a revisão da literatura apresenta, em traços gerais, as teorizações e os debates dos últimos anos em torno das questões do género, do feminismo, da liderança, do ensino, das vidas das mulheres, das profissões, do poder, da família, das construções identitárias e dos conflitos de papéis vividos no feminino. Mais do que isto, a revisão da literatura levada a efeito pela autora constitui uma plataforma que nos conduz ao mundo interior fascinante das mulheres directoras e candidatas a directoras escolares, bem como das mulheres que decidem – ou são compelidas a decidir – que é preferível não ambicionar essas posições nas escolas de Macau.Macau é um fantástico caldeamento de culturas, em que o europeísmo mediterrânico se cruza com a cultura tradicional chinesa, o materialismo ocidental com os sistemas de crenças e valores orientais, um incontornável sentido histórico com um poderoso e pragmático sentido do presente. A sua identidade histórica e cultural é única e distinta e só é possível apreendê-la através de uma atitude de investigação subtil e sensível. A Ana conseguiu este efeito não apenas competentemente mas com grande sucesso, produzindo uma obra excepcional, que testemunha a situação das mulheres no universo educacional de Macau e se lê com agrado e satisfação. O seu trabalho estabelece uma agenda para a reforma educacional e constitui a confirmação da crença de que é pelas pessoas que vale a pena lutar.Admiro a Ana e o seu trabalho há muitos anos. Este livro demonstra o seu espírito irrepreensível, a sua ética e empenhamento ao serviço da causa da emancipação das mulheres e do seu direito a exercer a liderança educacional em Macau. Defino este momento recordando as palavras de Martin Luther King, “Here I stand”. Esta é a Ana e este é o seu posicionamento, e nós devemos estar-lhe gratos.tem desenvolvido a sua actividade profissional em universidades do Reino Unido e actualmente em Macau. Tem desenvolvido a sua actividade profissional em universidades do Reino Unido e actualmente em Macau. É autor de catorze obras académicas, incluindo Research Methods in Education (6 edições), Causation in Educational Research, A Guide to Teaching Practice (5 edições), e School Leadership and Complexity Theory.É editor da revista internacional Evaluation and Research in Education.
June 12 2009, 3:45am | Comments »
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Lideranças Educativas e assimetrias de género
http://terrear.blogspot.com/2009/06/liderancas-educativas-e-assimetrias-de.html
Um livro marcante, com uma revisão exaustiva sobre a problemática das Lideranças e onde é revisitada a questão do género no exercício das funções de Líder. Uma leitura obrigatória para quem se interessa pelas questões da gestão, do poder, das lideranças e do género. Prefácio de duas personalidades de referência neste campo. Os leitores podem encomendar a obra, com Desconto de Lançamento e sem Custos de Envio. Basta ir aqui
June 2 2009, 4:37am | Comments »
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25 de Março
http://terrear.blogspot.com/2009/03/25-de-marco.html
O final da crónica de hoje de Miguel Santos Guerra:Día 25 de marzo. Debería ser el último de la historia. Porque ya no fuese necesario luchar contra la multiforme e insidiosa violencia de género, contra la opresión y la discriminación. Me temo que no va a ser así. Me temo que el próximo año tendremos otra vez que lamentar la muerte y el dolor de muchas mujeres. Y el aprendizaje del horror que los niños y las niñas realizan. Porque la violencia nos convierte a todos en víctimas, aunque de distinta naturaleza. A los verdugos porque se envilecen, a sus víctimas porque sufren o mueren y a los espectadores porque aprenden a practicar o a temer la violencia. Por eso es tan de agradecer la lección del profesor Neira. Una lección que se nos ofrece a través de la forma más bella y más eficaz de autoridad: el ejemplo.Cada persona debería decir, para que la situación sea mejor el 25 de marzo del próximo año: “Por mí no quedará.: Estaré en esa causa, en esa lucha, en esa noble tarea con toda mi rabia, con toda mi energía y con toda mi esperanza”.
March 21 2009, 4:31am | Comments »
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Liderança e género
http://terrear.blogspot.com/2009/02/lideranca-e-genero.html
El objetivo central de este estudio es presentar las explicaciones y tendencias psicológicas que se vislumbran más prometedoras respecto del fenómeno del 'Techo de cristal' en el liderazgo de las mujeres. La revisión de las principales tradiciones psicológicas -diferencialista, social y organizacional- ofrece como hipótesis más plausibles las centradas en el 'aprendizaje de roles de género' y en 'la carencia de poder de decisión' de las mujeres, frente a postulados esencialistas relativos a diferencias entre naturaleza femenina y masculina. Tomando como criterio de partida la reciente propuesta de Eagly y Karau (2002) sobre la 'congruencia del rol de género' aplicada al liderazgo femenino, el presente trabajo analiza críticamente la génesis histórica en la construcción de los conceptos de masculinidad, feminidad y androginia psicológica y su estrecha vinculación con las relaciones de dominio/sumisión características entre los varones y las mujeres. Se revisa, también, la evolución registrada durante las últimas décadas en los roles de género y en los perfiles de liderazgo demandados por las organizaciones laborales. La incorporación de mujeres a posiciones directivas se perfila como una vía útil para aprovechar los recursos humanos disponibles, pero tal incorporación precisa crear 'entornos inclusivos' en donde tenga cabida, en situación de igualdad de oportunidades, la diversidad de estilos y la variabilidad individual.Texto integral
February 12 2009, 8:04am | Comments »
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Educação, género e poder : uma abordagem política, sociológica e organizacional
http://terrear.blogspot.com/2008/11/educao-gnero-e-poder-uma-abordagem.html
Um estudo de Maria Custódia Jorge Rocha
Um estudo sobre as relações sociais de género enquanto relações sociais de poder (empiricamente apoiado através de uma análise crítica dos discursos organizacionais) permite que, nesta tese, se apresentem os principais contornos epistemológicos e metodológicos desta problemática. A partir de uma exposição dos enquadramentos teórico-conceptuais que enformam
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November 5 2008, 12:54pm | Comments »
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