Habitual destaque semanal para a coluna do físico Robert Park:"DYSPROSIUM WAR: U.S. WILL BREAK CHINA’S RARE-EARTH MONOPOLY.This is not good news. The 15 lanthanide-series metals, plus scandium and yttrium are not at all rare in the Earth's crust, but they’re widely dispersed and difficult to separate. The magnetic properties of dysprosium in particular make it important to the iphone and to hybrid and electric automobiles. China gained its monopoly of rare-earth metals by cutting prices at the cost of environmental degradation. It's a time-honored path for modernization of an economy, but with its new wealth, China now seeks to improve the environment. That's not easy to do in the rare-earth market; the dust from mining operations is mildly radioactive due to thorium and uranium minerals and the separation process uses enormous amounts of toxic acids. The chief US producer was Molycorp which now plans to reopen to its notorious mine in Mountain Pass, CA, closed in part because of environmental degradation. The company promises to employ a cleaner technology, but mining it is an inherently dirty business."Robert Park
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A GUERRA DO DISPRÓSIO
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December 26 2010, 8:47pm | Comments »
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Ó MAR SALGADO....
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Minha crónica de hoje no "Sol" , revista "Tabu" (na imagem salinas da Figueira da Foz): O mais conhecido dos poemas da Mensagem, o único livro publicado por Fernando Pessoa em vida (1934), intitula-se Mar Português e começa assim: “Ó mar salgado, quanto do teu sal / São lágrimas de Portugal!” Porque é que o mar é salgado? Porque é rico em iões (átomos com electrões a menos ou a mais) de cloro e de sódio, os primeiros positivos e os segundos negativos. Esses iões, quando a água se evapora, ligam-se facilmente para formar uma rede cristalina, com os dois tipos de iões intercalados, conhecida por rede do cloreto de sódio, que é nada mais nada menos do que o vulgar sal das cozinhas com que temperamos a comida. Basta ir ao Núcleo Museológico do Sal, um pequeno mas curioso museu numa salina na localidade de Armazéns de Lavos, perto da Figueira da Foz, na margem esquerda do rio Mondego, para ver “in loco”como é que o sal se retira, em salinas, da água do mar. A expressão “rico em iões” pode ser quantificada. Em cada litro de água, encontram-se 3,5 gramas de iões, dos quais a grande maioria (86 por cento) são iões de cloro e de sódio. Pode-se morrer de sede rodeado de água no meio de um oceano, pois o nosso organismo não aguenta a ingestão de uma quantidade de sal tão elevada. O sal é necessário à vida, mas apenas na devida conta. Todos os nossos fluidos corporais - sangue, suor e lágrimas - possuem sal, mas numa proporção bem mais baixa do que aquela que se encontra nos oceanos. De onde vieram os iões do mar? Na sua maior parte, foram-se acumulando ao longo dos tempos a partir da dissolução das rochas. A idade da Terra pode então ser calculada a partir da concentração de sal marinho. A primeira pessoa a ter essa brilhante ideia foi, em 1715, Edmond Halley, sim, esse mesmo, o astrónomo inglês que deu o nome ao cometa que apareceu há cem anos, nas vésperas da República, e voltou passados 76 anos. Halley supôs que os iões eram retirados das rochas pelas águas das chuvas e arrastados para o mar. Mas não fez os cálculos. Bastante mais tarde, em 1899, o físico irlandês John Joly, estimando o valor do caudal dos rios e conhecendo o teor de sal na água do mar, avaliou a idade da Terra em cem milhões de anos, um número bem maior do que aquele que se admitia até essa altura. Contudo, os erros desse processo eram bastante grandes pois o cálculo não levava em conta com outras origens (por exemplo, vulcões e fontes hidrotermais) dos iões presentes na massa oceânica assim como o destino de uma parte deles (depósitos em rochas). De facto, graças a outras técnicas, mais exactas, designadamente assentes em medidas da radioactividade natural, sabe-se hoje que o nosso planeta, incluindo tanto continentes como oceanos, é bastante mais velho do que foi estimado por Joly: tem cerca de 4,5 mil milhões de anos.
October 21 2010, 6:18pm | Comments »
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"AS PEDRAS E AS PALAVRAS", POR GALOPIM DE CARVALHO
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Vale a pena ler o texto "As pedras e as palavras" no blogue do geólogo e grande divulgador científico Galopim de Carvalho (blogue onde também se encontram saborosas receitas alentejas): aqui.
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September 28 2010, 3:06am | Comments »
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Uma Mina de Ciência
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Recebi do geólogo Fernando Barriga esta excelente sugestão para uma viagem ao Alentejo durante as férias, que tenho todo o gosto em divulgar (logo que possa vou lá!):"No passado dia 30 de Junho foi inaugurado o mais recente Centro da Rede Ciência Viva: a Mina de Ciência - Centro Ciência Viva do Lousal. Trata-se de um Centro moderno e fascinante, com conteúdos interactivos e espaços dedicados às Ciências Naturais e Exactas - Geologia, Biologia, Fisica, Química e Matemática - e às Ciências do Virtual e Computação Gráfica. Poderá descobrir o novo centro em http://www.lousal.cienciaviva.pt/home/.Os conteúdos científicos disponibilizados neste Centro foram desenvolvidos por investigadores e docentes da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, Museu Nacional de História Natural e Museu de Ciência da Universidade de Lisboa, entre várias outras instituições. A equipa do Centro inclui monitores - licenciados e mestres - especialmente preparados nas áreas científicas em causa.O Lousal é uma antiga aldeia mineira do Concelho de Grândola, situada apenas a 1.15h de Lisboa, cujo programa de reabilitação, verdadeiramente exemplar a vários níveis, inclui, para além do Centro Ciência Viva, várias outras iniciativas já concluídas, que incluem um Museu Mineiro, um Centro de Artesanato, uma moderna Albergaria e um excelente Restaurante Regional.Durante as férias ou ao longo do próximo ano lectivo, convidamo-lo a divulgar ou a ponderar a possibilidade de planear uma visita pessoal, familiar ou com alunos ao Mina de Ciência - Centro Ciência Viva do Lousal .Contactos para esclarecimentos e marcações de grupos deverão ser feitos através do número 269 508 160 (número provisório), ou do e-mail: info@lousal.cienciaviva.pt - contacto preferencial Dr.ª Mafalda Abrunhosa."
August 12 2010, 6:15am | Comments »
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GRUTAS NO VERÃO
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Informação recebida da Sociedade Portuguesa de Espeleologia (SPE):Com o apoio da Agência Ciência Viva a SPE organiza dez visitas geológicas a regiões cársicas num total de 62 sessões:- Grutas e nascentes do vale em canhão do Rio da Ota e de Alenquer;- Grutas da Praia da Adraga e Pedra d'Alvidrar, com a serra de Sintra à vista;- Passeio pela serra de Montejunto entre o Vale das Rosas e o anfiteatro de Pragança;- Grutas e Nascentes de Porto de Mós;- Do canhão da Caranguejeira, pelo menino do Lapedo, às fontes do rio Lis e ao Buraco Roto;- Da Arriba Fóssil da Serra dos Candeeiros às Grutas e Nascentes de Chiqueda;- As grutas que escondem as águas subterrâneas da Serra da Arrábida;- As nascentes dos rios Almonda e Alviela e a água que forma as grutas e os tufos calcários;- A Lapa da Ovelha, a Pincha de Minde e o Regatinho;- Do Olho da Mira à Pedra do Altar e às Ventas do Diabo;Consulte mais pormenores em http://www.spe.pt .
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July 16 2010, 4:56pm | Comments »
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O VELHO ZIRCÃO (3)
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António Piedade continua série de artigos sobre zircão, que tem saído no "Despertar":Os elementos não permanecem eternamente no mesmo estado.O mesmo é dizer que, caso conseguíssemos viver bilhões de anos, ou seja, uma eternidade de tempo humano (mas apenas alguns instantes na escala cósmica), sofreríamos um processo de erosão por irradiação de energia, que mudaria progressivamente a nossa composição elementar.E isto porque somos feitos de uma argamassa espantosa de diversos elementos atómicos e estes tendem a transformar-se em outra entidade elementar e em energia radiante. A forma como se transformam no tempo, fornece-nos uma ferramenta analítica preciosa, uma espécie de cronómetro com um código de barras associado (que pode ser colorido – espectro visível), muito útil para “medir" o tempo que passou desde a sua última transformação.O que se passa é que os átomos que agitam o Universo são forjados nos cadinhos ou “úteros” das estrelas, fruto de reacções de fusão e cisão atómica, em que partículas subatómicas se agregam e desagregam consoante o balanço entre várias forças, temperaturas e pressões que também variam com o tempo. O maravilhoso, é que esta aparente “confusão” pode ser e é descrita por leis científicas. Uma vez descobertas e formuladas, estas leis permitem-nos descrever e prever a história natural de um determinado átomo.Mas, retomemos algumas noções sobre a natureza dos átomos antes de prosseguirmos. O modelo atómico que actualmente melhor descreve os factos e dados que possuímos sobre a constituição íntima da matéria, “diz-nos” que todos os átomos são formados por diversas partículas subatómicas com propriedades distintas. Em geral, um átomo é constituído por um núcleo composto por protões (partículas com carga positiva) e neutrões (partículas sem carga eléctrica mensurável), e que se mantêm agregados devido a forças nucleares fortes. Ao redor deste agregado que compõe o núcleo atómico e responsável pela massa atómica, “encontram-se” os electrões nas designadas nuvens electrónicas. Os electrões são partículas elementares e apresentam uma carga eléctrica negativa e a sua massa é desprezível relativamente ao das outras partículas nucleares referidas. O número atómico de cada elemento é definido pelo número de protões que, no átomo neutro, é igual ao número de electrões distribuídos probabilisticamente em nuvens electrónicas. A massa do átomo é depende do número de protões mais o número de neutrões de cada átomo. É na combinação e número destas partículas associadas, não aleatoriamente mas devido às propriedades da matéria e da energia, que surgem as diferentes “combinações” características dos elementos químicos.Os cientistas sabem hoje muito mais sobre o comportamento do hidrogénio (H, número atómico 1 – um protão, zero neutrões), do que sobre o zircónio (Zr, número atómico 40 – 40 protões, 51 neutrões). Mas o que sabem sobre o Zr e outros elementos mais pesados, tais como o urânio (U), o tório (Th) ou o chumbo (Pb), tem-se mostrado suficiente para podermos ler, pelo menos, os contornos da história “geobiológica” da Terra e, mais recentemente, de outros planetas distantes. Mas como?(continua)António Piedade
July 13 2010, 6:04pm | Comments »
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O VELHO ZIRCÃO (2)
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Crónica de António Piedade saída antes no "Despertar":O Zircão é um mineral que nos conta a história da formação da crusta terrestre e marítima. Permite-nos, também, determinar qual a idade deste “planeta azul" e perceber a dinâmica da formação dos continentes e dos oceanos.O zircão é um mineral classificado no grupo dos nesossilicatos. É, de facto, um silicato de zircónio (elemento químico com o número atómico 40, descoberto em 1789 por Martin Klaproth, e isolado impuro, em 1824, por Berzelius) que apresenta a fórmula química ZrSiO4.O seu nome deriva do termo “zargum”, que é palavra árabe para “vermelho” e também nome persa para “dourado”.Dependendo do local onde é encontrado, o minério zircão pode ser incolor ou ter matizes amarelo douradas, vermelhas, castanhas ou mesmo verdes! E este minério pode ser encontrado em quase todas as partes na Terra! A razão para esta ubiquidade terrestre advém da sua antiquíssima origem e formação. De facto, ele está presente nos três principais grupos de rochas: as ígneas, que são aquelas que resultam da cristalização directa; das metamórficas, que resultam da transformação química e física de outras rochas que lhes dão origem; das sedimentares, formadas da acumulação em determinadas zonas, depressões na topografia, de sedimentos de outras rochas transportados pelo vento e pela água (erosão).Esta constância geológica dos zircões e a sua dispersão por todo o planeta, indica que ele pode, e de facto tem sido, ser utilizado para estudar, não só os estados iniciais da formação e estabilização do planeta Terra, como a génese de magmas, mas também a formação de outros planetas. Ou seja, esta gema semi-preciosa, substituto do diamante, é uma jóia analítica para a emergente astro-geobiologia.Mas como é que a partir de um minério, como o zircão, é possível sabermos a idade dos estratos geológicos, das rochas onde ele é encontrado?É referido que o zircão mais velho até à data encontrado (na Austrália) foi formado há cerca de 4,38 mil milhões de anos! Como é que os geoquímicos e geofísicos sabem medir isto?Felizmente para a nossa curiosidade científica e para a nossa vontade/necessidade em compreender como a Terra e, consequentemente, a vida de que fazemos parte, se formou, o minério zircão é “hospedeiro”, ou “aloja”, duas “impurezas”, cujas propriedades radioactivas nos oferecem, de bandeja, a datação de períodos de tempo muito longos. Esses elementos da engrenagem do nosso contador de idade da Terra são o urânio e o tório (símbolos químicos U e Th, respectivamente). Assim, temos o compósito montado para abrir uma janela no passado longínquo: um minério, o zircão, que se forma desde o início do planeta; dois elementos radioactivos que nos fornecem informação sobre há quanto tempo estão alojados no zircão, ou seja, quando é que ele foi formado.Na próxima cónica, sobre este assunto, explicarei como é que esta datação é efectuada e o que é que tem sido possível saber através dela.
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June 29 2010, 9:42am | Comments »
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Dinossáurios chegaram ao Geopark Naturtejo
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Informação recebida do Geopark Naturtejo, Castelo Branco:A maior exposição itinerante do Mundo sobre Dinossáurios, alguma vez reunida, está patente no Centro de Exposições do NERCAB, em Castelo Branco, Portugal, até final de Outubro.Esqueletos, crânios de dinossáurios, garras e dentes são algumas das dinocuriosidades que poderão ser exploradas durante a DinoExpo intitulada “Dinossáurios invadem o Geopark Naturtejo”, a qual é promovida pela empresa holandesa Creatures & Features em parceria com o Geopark Naturtejo.São cerca de 3000 m2 de descoberta, nesta fascinante viagem ao passado, que conta também com aves e répteis voadores, contemporâneos dos gigantes do passado. Um dos grandes protagonistas será um enorme saurópode, um Diplodocus de 17 metros, que viveu na América do Norte há cerca de 150 milhões de anos e que, apesar da sua grande envergadura, se alimentava apenas de plantas. Outro dos protagonistas será um gigantesco Tyrannosaurus rex, o mais conhecido e impressionante de todos os dinossáuriosA apresentação pela primeira vez ao púbico da escavação de um original de saurópode (Diplodocus), proveniente do Wyoming (E.U.A.), é mais um destaque. Além de réplicas provenientes dos quatro cantos do mundo a DinoExpo mostra fósseis reais de dinossáurios de Portugal, também nunca antes apresentados ao público.A CP - Comboios de Portugal, a Rodoviária da Beira Interior e a organização da MAIOR exposição itinerante sobre Dinossáurios, alguma vez reunida no Mundo, criaram uma iniciativa denominada “De Comboio aos Dinossáurios - uma campanha amiga do Ambiente”, que oferece descontos no bilhete do comboio e na entrada da exposição, com garantia de transfer entre a Estação e Centro de Exposições, através do “autocarro dos Dinossáurios”.Esta exposição encontra-se aberta diariamente entre as 10h00 e as 19h00, e pode ser visitada por todos, com acompanhamento feito por geólogos ou através de uma visita pedagógica no âmbito de programas educativos.Saliente-se que as visitas pedagógicas, inseridas nos programas educativos do Geopark Naturtejo, estão sujeitas a marcação e destinam-se a alunos e professores do Ensino Pré-Escolar, Básico, Secundário, Profissional e Superior. Este programa é dinamizado por técnicos com formação adequada para explorar pedagogicamente os conteúdos adaptados aos diferentes níveis de ensino e para apoiar as actividades.A esta oportunidade única de ver em Portugal uma grande exposição, que os Museus mais importantes do Mundo gostariam de ter, a Naturtejo acresce a oportunidade de explorar as belezas do Geopark Naturtejo, embarcando numa viagem que recua milhões de anos. O programa especial constituído pela Naturtejo inclui 3 dias / 2 noites de alojamento com pequeno-almoço, 1 Almoço com produtos regionais, visita acompanhada à Exposição “Dinossáurios invadem o Geopark”, realização do PR3-Rota dos Fósseis em Penha Garcia, com passagem pela aldeia típica, pelas ruínas do castelo templário, pelo Parque Icnológico (icnofósseis) e pelos moinhos de rodízio, visita ao Centro de Interpretação Ambiental de Castelo Branco: introdução da paisagem do Tejo Internacional (actividades virtuais) e visita aos Troncos Fósseis da Casa de Artes e Cultura do Tejo com 10 Milhões de Anos.Não perca a oportunidade de visitar esta fascinante exposição dirigida para todas as idades e a preços acessíveis para os diferentes públicos: Individual: 6€ | Grupos Escolares e Grupos Seniores (+25 participantes): 3.5€ | Crianças 6 a 12 anos: 4€ | Cidadãos Seniores (sujeito a apresentação do cartão de pensionista): 4€ | Empresas (+25pessoas): 4€.Para mais DinoInformações encontram-se disponíveis os seguintes contactos: Telefone: 272 320 176 | Fax: 272 320 137 | Central de Reservas: 707 200 065 | Email: geral@naturtejo.com | Programas Educativos: programas_educativos@naturtejo.com; http://www.dinoexpo.com.pt ou http://www.naturtejo.com.Ao longo da exposição não vai faltar animação, através de espectáculos de teatro, música, gastronomia, actividades lúdicas sobre paleontologia e apreciar encantadoras peças de merchandising relacionadas com o tema, entre outras.Local e Duração da Exposição:Centro de Exposições do NercabAvenida do Empresário – Praça Nercab6000 – 767 Castelo Branco - PortugalDe 27 de Março a 30 de Outubro entre as 10h00 e as 19h00
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June 13 2010, 8:14pm | Comments »
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O VELHO ZIRCÃO (1)
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Nova crónica de António Piedade publicada há pouco n'"O Despertar":É comum dizermos que o nosso planeta Terra se formou há cerca de 4500 milhões de anos. Que a vida surgiu no planeta, na forma unicelular, há cerca de 3400 milhões de anos. Que a atmosfera, desta Terra primeva, era pobre em oxigénio - hoje essencial à nossa respiração -, mas rica em outros gases hoje tóxicos à vida (como o dióxido de carbono, o amoníaco ou metano). Mas como sabemos isso?Sabemos hoje que as células eucarióticas, com núcleo e outros organelos, semelhantes àquelas que hoje nos edificam, terão surgido há cerca de 2000 a 1400 milhões de anos. E que 700 milhões de anos depois, terão ganho estabilidade uma miríade de organismos multicelulares, e uma explosão de formas inundou o planeta. Sabemos isso pela biodiversidade lacrada em estratos geológicos com essa e posteriores idades. Mas como é que marcamos os ponteiros dessas movimentações da crusta e manto terrestre?Perante estes números, de uma cronologia astronómica em escala, surge-me sempre uma mesma pergunta curiosa: como é que sabemos datar estes eventos, que ocorreram há tanto tempo, um tempo inalcançável pela imaginação mais abstracta, tangível quiçá pela brisa imagética de inúmeras poesias, mas que se volatiliza ao a tentarmos focar?É, com certeza, através de alguma coisa que, estando presente entre nós, hoje, possa ser analisada pelas técnicas mais finas e nos forneça um número, que nos abra uma janela sobre o passado. Não um número qualquer, mas aguçado pela aresta de acontecimentos catastróficos que evoluíram num determinado sentido e, aparentemente, só nesse, direccionando a história do planeta e da vida que nele floresceu.Por exemplo, fomos interrogativamente encontrando esqueletos fósseis que, pela análise comparada com os dos animais (e plantas, apesar de elas não terem um esqueleto com um mesmo significado) nos indicaram que já não existia nada igual hoje que vivesse na Terra. Mas quando teriam então vivido, há quanto tempo teriam deixado de existir? Como determinar o há quanto tempo?As ciências geológicas, físicas e químicas foram determinantes para este conhecimento, ao fornecerem ferramentas analíticas, qualitativas e quantitativas.O progressivo conhecimento da natureza da matéria e principalmente de uma das suas propriedades intrínsecas veio permitir ler a escala de tempos remotos. Estou a referir-me à radioactividade. Esta, enquanto fenómeno físico, foi descoberta em 1896 por A.H. Becquerel, pela observação que o elemento urânio escurecia uma chapa fotográfica, mesmo quando esta era isolada por um vidro ou papel negro. Mas a dedução que este fenómeno é expressão da natureza dos átomos e que ele é independente do estado físico ou químico em que eles se encontram, foi realizada em 1898 pelos químicos Marie e Pierre Curie.Na próxima crónica, sobre este tema, irei mostrar como é que o conhecimento da radioactividade foi determinante para a datação das “idades da Terra” e como é que o mineral conhecido por Zircão (de formula química ZrSiO4) nos permite saber quão nova ela é (em relação ao Universo!).(continua)Antómio Piedade
May 6 2010, 6:30pm | Comments »
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IMAGENS FABULOSAS DO VULCÃO
http://dererummundi.blogspot.com/2010/04/imagens-fabulosas-do-vulcao.html
O blogue Astro.pt, dinamizado por Carlos Oliveira, brinda-nos aqui com 50 belas imagens do vulcão islandês que tanto tem perturbado o espaço aéreo europeu. Escolhemos três, mas o melhor é ver no Astro.pt.
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April 20 2010, 2:29am | Comments »

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