Informação recebida da Sociedade Portuguesa de Espeleologia, SPE (na foto grutas de Mira de Aire):Com o apoio do Programa Ciência Viva do Ministério da Ciência e Tecnologia a SPE organiza oito visitas geológicas a regiões cársicas num total de 60 sessões:- Grutas e nascentes do vale em canhão do Rio da Ota e de Alenquer;- Grutas da Praia da Adraga e Pedra d?Alvidrar, com a serra de Sintra à vista;- Passeio pela serra de Montejunto entre o Vale das Rosas e o anfiteatro de Pragança;- Grutas e Nascentes de Porto de Mós;- Do canhão da Caranguejeira, pelo menino do Lapedo, às fontes do rio Lis e ao Buraco Roto;- Da Arriba Fóssil da Serra dos Candeeiros às Grutas e Nascentes de Chiqueda;- As grutas que escondem as águas subterrâneas da Serra da Arrábida;- As nascentes dos rios Almonda e Alviela e a água que forma as grutas e os tufos calcários;Consulte mais pormenores aqui .
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PASSEIOS SUBTERRÂNEOS
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July 12 2009, 6:27pm | Comments »
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Pesquisa de petróleo em Portugal
http://dererummundi.blogspot.com/2009/07/pesquisa-de-petroleo-em-portugal.html
Informação recebida da Fábrica Ciência Viva de Aveiro:Espaço Ciência – Café de Ciência«O petróleo e a pesquisa em Portugal» é tema de conversa com o geólogo Rui Alves Vieira. No dia 15 de Julho, quarta-feira, pelas 21h30, acontece mais um Espaço Ciência – Café de Ciência. O geólogo Rui Alves Vieira é o convidado deste encontro e conversará sobre o petróleo e a sua pesquisa em Portugal. A organização está a cargo da Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro e da Câmara Municipal de Estarreja. A sessão terá lugar na Casa Museu Egas Moniz, em Avanca.Petróleo (do latim petrus, pedra e oleum, óleo) significa "óleo de rocha" e conhece-se desde a mais remota antiguidade. A primeira menção à sua utilização, figura na Bíblia, que nos diz que Noé, antes de navegar, impermeabilizou a arca com betume, o que nos levaria a cerca de 6000 anos antes de Cristo. Os chineses, egípcios e assírios usaram-no para diversas finalidades – na medicina, na construção, no embalsamamento, etc. – e, em França, a exploração do petróleo de Péchelbronn, começou em 1498. Quando no dia 27 de Agosto de 1859, o Coronel Drake (que não era Coronel) encontrou petróleo numa sondagem realizada a 23 metros de profundidade e iniciou uma produção diária de 25 barris em Titusville, na Pennsylvania (Estados Unidos), certamente não imaginaria que iria moldar para sempre a história da humanidade com o nascimento da indústria petrolífera. Estava finalmente feita a prova de que o petróleo, tão procurado para a iluminação, podia ser encontrado em grandes quantidades.Rui Alves Vieira tem 30 anos de experiência na pesquisa de hidrocarbonetos em vários países do mundo, nomeadamente em Portugal, onde, durante os últimos 13 anos, tem colaborado com a empresa americana Mohave Oil and Gas Corporation e vem à Casa Museu Egas Moniz conversar sobre petróleo e a sua pesquisa em Portugal, que remonta a 1844 com a descoberta da mina de asfalto denominada Canto de Azeche, situada numa falésia próximo da Praia da Vitória (concelho de Alcobaça). Para além da pavimentação de estradas, o asfalto retirado dessa mina terá sido usado para pavimentar as estações de caminho-de-ferro construídas no final do século XIX e início do século XX.Espaço Ciência, acontece na Casa Museu Egas Moniz, em Avanca, integrado nas comemorações do 60º aniversário da atribuição do Prémio Nobel da Medicina ao Prof. Egas Moniz. A entrada é livre. Contamos consigo!
July 8 2009, 3:14pm | Comments »
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FALTA DE RECURSOS AMEAÇA TESTEMUNHOS DA HISTÓRIA DA TERRA
http://dererummundi.blogspot.com/2009/06/falta-de-recursos-ameaca-testemunhos-da.html
Informação recebida do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra (na foto Museu de Geologia de Barcelona. um exemplo aqui difícil de seguir):O alerta é do investigador Pedro Callapez e surge na semana em que especialistas portugueses e estrangeiros se reúnem no Museu da Ciência da UC para a primeira conferência internacional realizada em Portugal sobre a gestão de museus de geociênciasSão testemunhos únicos da história do nosso planeta e estão em risco. A escassez de recursos humanos está a ameaçar as colecções dos museus das Ciências da Terra, adverte o investigador da Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra (UC), Pedro Callapez. O alerta surge nas vésperas da primeira conferência internacional realizada em Portugal sobre a gestão de museus de geociências, que decorre nos dias 5 e 6 de Junho no Museu da Ciência da UC.Para Pedro Callapez, do Museu Mineralógico da UC, um dos problemas mais graves das geociências é "a inexistência de museus com equipas suficientemente numerosas, capazes de integrar conservadores especializados em Ciências da Terra e de gerarem uma escola para que esse conhecimento e experiências se transmitam à geração seguinte".De acordo com o mesmo investigador, "as colecções de história natural, e as geológicas em particular têm sofrido vicissitudes várias na sua conservação, por força de conjecturas e jogos de interesse variados, a que não é estranho um certo alheamento da sua importância como repositório do mundo natural". As consequências, sublinha, são "simples": a incúria e os acidentes, fomentados e aliados à inexistência de técnicos especializados, ameaça os testemunhos da história da Terra.E como se pode fazer frente a esta ameaça? "O futuro estará numa gestão aberta e integrada das geocolecções, reconhecendo a sua importância histórica, científica, didáctica e estética, de forma a que os museus que as integram recorram facilmente à colaboração de técnicos ou especialistas exteriores à unidade, facultando, em troca, portas abertas ao estudo e à divulgação dos seus acervos", avança Pedro Callapez. E em Portugal essa postura é fulcral, na medida em que o país "contém um acervo considerável e uma história notável para contar" na área das geociências, sublinha.Integrada nas comemorações do Ano Internacional do Planeta Terra, a conferência internacional "Colecções e Museus de Geociências: Missão e Gestão" é organizada pelo Centro de Estudos de História e Filosofia da Ciência e pelo Museu Mineralógico da UC.
June 3 2009, 8:06pm | Comments »
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UMA DESGRAÇA DE PROFETA
http://dererummundi.blogspot.com/2009/04/uma-desgraca-de-profeta.html
Minha crónica no semanário "Sol" de hoje:O físico Niels Bohr disse que era muito difícil fazer previsões. E acrescentava: especialmente do futuro. É por isso que os profetas, sejam da desgraça ou da graça (predominam os primeiros), costumam falhar. Recentemente, falhou mais uma vez um profeta da desgraça, ao contrário do que o próprio e os média quiseram fazer crer.Giampaolo Giuliani, técnico do Instituto Nacional de Astrofísica Italiano (trata-se de um técnico não licenciado e não de um cientista!), previu um sismo na Itália central em Março passado, baseado num aumento que detectou de emanações do gás radão do subsolo. E colocou uma carrinha na rua com um megafone a assustar as pessoas.Face à tragédia que ocorreu em L’Aquila, no dia 6 de Abril de 2009, a imprensa de todo o mundo referiu essa previsão, afirmando ou insinuando que se poderia ter prevenido a catástrofe se o profeta tivesse sido levado a sério. Muita e boa gente acreditou na previsão, interrogando-se por que razão a ciência não tinha sido ouvida.Acontece, porém, que não se trata de ciência. No actual “estado da arte” não podem ser previstos sismos. Esta é a conclusão da comunidade dos especialistas em sismologia. Os sinais de radão não são um bom indicador. Apesar dos numerosos estudos feitos, não há nenhuma maneira fiável de indicar que num dado sítio, num certo dia e a uma certa hora vai ocorrer um sismo. Pode-se, quando muito, indicar probabilidades, bastante incertas. Giuliani falhou redondamente, pois previu um sismo em Sulmona a 30 km a sul de L’Aquila para uma semana antes. Se a protecção civil o tivesse levado a sério, teria evacuado os habitantes de Sulmona para L’Aquila, engrossando assim as vítimas da tragédia. O Laboratório para o qual Giuliani trabalha publicou aliás um comunicado, esclarecendo que o seu objecto é a astrofísica e não a geofísica, não passando as “pesquisas” de Giuliano sobre sismos de um hobby.Eis pois como um lunático em busca de protagonismo teve os seus quinze minutos de glória. Não foi muito, mas podia-se ter poupado esse tempo.
April 23 2009, 6:45pm | Comments »
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O Tempo de Pedra
http://dererummundi.blogspot.com/2008/11/o-tempo-de-pedra.html
Informação recebida Imprensa da Universidade de Coimbra"O Tempo de Pedra" de Rui Pena dos ReisO presente livro tem como temática essencial a questão do tempo geológico e a sua relação com os grandes eventos de transformação da Terra, tal como testemunha o registo geológico do planeta. Em primeiro lugar, é apresentada uma visão interior do tempo, uma perspectiva pessoal do conceito na sua acepção mais vasta. Em seguida, o tempo é definido e discutido numa perspectiva de evolução histórica, sendo ainda abordadas as metodologias e os conceitos associados à sua definição. Os grandes temas da transformação da Terra, com ênfase na história climática, são tomados em seguida, a par dos códigos de leitura dos testemunhos do tempo, presentes nas rochas. Por fim, discute-se a questão do tempo actual no quadro da relação entre os seres humanos e as variáveis naturais.Rui Paulo Bento Pena dos Reis é natural de Assentis, Torres Novas, onde nasceu em 15 de Junho de 1952. Graduado em Geologia pela Universidade de Coimbra em 1976, fez estudos de pós-graduação em França, na Universidade de Nancy 1, em Geoquímica, Petrologia e Metalogenia. Doutorou-se em Estratigrafia e Paleontologia na Universidade de Coimbra em 1984, onde é actualmente professor no Departamento de Ciências da Terra. De 1996 a 2000 foi director do Departamento de Geologia do Instituto Geológico e Mineiro, organismo do Ministério da Indústria. Nos últimos anos, tem cooperado estreitamente com universidades e companhias no domínio da pesquisa e exploração de hidrocarbonetos, estando associado à criação de formação especializada nesta área do conhecimento. É autor de numerosos trabalhos acerca da estratigrafia e geo-história de Bacia Lusitânica.
November 2 2008, 7:47pm | Comments »
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Terramoto e Tsunami
http://dererummundi.blogspot.com/2008/10/terramoto-e-tsunami.html
Para saber sobre as conferências no dia 31 de Outubro sobre o Terramoto e o Tsunami de Lisboa em 1755, no Museu de Ciência da Universidade de Coimbra, clique aqui.
October 29 2008, 7:33pm | Comments »
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NERY DELGADO (1835-1908), GEÓLOGO DO REINO
http://dererummundi.blogspot.com/2008/10/o-gelogo-nery-delgado-1838-1908.html
Do Museu Geológico, na Rua da Academia das Ciências, em Lisboa, recebemos a seguinte informação relativa a uma exposição em memória de Nery Delgado, "Nery Delgado, Geólogo do Reino", que está patente nesse museu (na imagem, a Carta Geológica de Nery Delgado e Carlos Ribeiro de 1876):Em 3 de Agosto de 1908, morreu, aos 73 anos, o General Joaquim Filipe Nery da Encarnação Delgado, insigne geólogo e director da Comissão do Serviço Geológico que, com Carlos Ribeiro, foi um dos pioneiros da Geologia portuguesa.A sua notável obra abrange os domínios da Estratigrafia e da Paleontologia do Paleozóico Inferior, da Cartografia geológica, da Arqueologia e da Geologia Aplicada, deixando em toda ela a sua marca de rigor, probidade e qualidade científica excepcional, que a fazem, ainda hoje, indispensável à investigação do nosso território.Com Carlos Ribeiro, foi co-autor das 1.ª e 2.ª edições (1876, 1878) da Carta Geológica de Portugal à escala 1: 500 000 e, posteriormente, com Paul Choffat, da sua 3.ª edição (1899).Celebrar neste ano de 2008 o Centenário da sua morte, evocando a sua vida e a importância da obra, que se conserva actual, procurando divulgá-la publicamente, não é mais que uma justíssima homenagem a um insigne geólogo e fundador desta Casa e a quem o País tanto deve.A Exposição visa:- dar a conhecer a vida e a obra de Nery Delgado, nos planos pessoal e institucional, contribuindo, assim, para uma melhor compreensão de aspectos da história da Ciência portuguesa, da segunda metade século XIX;- divulgar as colecções de fósseis, despojos humanos, artefactos pré-históricos, mapas, manuscritos e instrumentos científicos, associados à actividade científica de Nery Delgado;- divulgar e realçar a importância e riqueza do património existente, cuja relevância científica e histórica ultrapassa a sua época, e, por isso, deve ser preservado.Museu Geológico, R. Academia das Ciências 19-2º, LisboaA Exposição, coordenada por Ana Carneiro e Miguel Ramalho, estará patente ao público, de 1 de Outubro de 2008 a 31 de Março de 2009Horário: 3ª a Sábado, das 10h às 17hMetro: Chiado
October 3 2008, 2:01am | Comments »






