Partilho com os meu leitores um texto interessante de um professor aluno de mestrado.Talvez com um pouco mais de ética, como diz o professor Cassiano Reimão…. (diria muito mais...)1. O Homem na sua já longa caminhada rumo ao progresso social, prosperidade económica e investigação científica, tem trilhado um percurso sinuoso, alternado períodos de glória e luz, como por exemplo na Antiguidade greco-romana e na época do Renascimento, com períodos de trevas e de terror, como por exemplo na Idade Média.2. O homem moderno do século vinte experimentou vários modelos de sociedades, criou aberrações monstruosas como o fascismo de Adolph Hitler e o comunismo de Joseph Stalin, criou o capitalismo oligopolista liberal tipo norte-americano, e criou as sociais-democracias da Europa Ocidental, com preocupações de justiça económica e equidade social.3. Derrotados os regimes ditatoriais de cariz nazi e afastada a ameaça comunista, entrámos nos novo milénio sob o signo da globalização, com a hegemonia absoluta dos EUA e do modelo económico e social de matriz teórica (e na prática) neoliberal, que é tão eficiente na produção de bens e serviços como o é na produção de desequilíbrios regionais e ambientais, na criação de desigualdades, na produção da exclusão social, na extinção da fauna e flora… Os cifrões são idolatrados, a mão de Adam Smith foi substituída por pés invisíveis, não se olhando a meios para atingir os fins: lucros, mais lucros, maximização dos lucros!4. A palavra especulação foi varrida do dicionário mas passou a ocupar posição dominante na actividade económico-financeira mundial sob o manto diáfano dos eufemismos “produtos estruturados complexos”, “desregulamentação dos mercados”, “futuros”, “opções”, e outros que tais. Neste frenesim ultra liberal nem os bens essenciais para a humanidade como o petróleo, os cereais, o trigo – o pão -, escaparam à insaciável gula especulativa, fazendo correr à velocidade da luz rios de dinheiro que invariavelmente vão desaguar nos paraísos fiscais designados offshores. Paulatina e sorrateiramente, as democracias vão-se fragilizando ficando reduzidas à mínima dimensão política eleitoral, a corrupção prospera e o poder económico vai-se sobrepondo ao poder político, em suma as democracias vão cedendo o lugar às plutocracias, quando não às cleptocracias.5. Tudo parece indicar que a crise que assolou o planeta já está financeira e economicamente debelada (não socialmente), e um novo ciclo de crescimento se adivinha. Mas será que tirámos as devidas ilações dela? Francamente, parece-nos que não! Com efeito, a principal causa da crise que atravessamos reside no facto de na maioria dos sectores produtivos existir um excesso de capacidade instalada, excesso esse induzido e suportado por uma overdose de consumo apoiado numa overdose de crédito bancário, o que nos conduz indubitavelmente à expressão economia drogada!6. Efectivamente, a criação monetária pelas instituições bancárias através do chamado multiplicador de crédito monetário veio criar uma situação de excessiva liquidez nunca antes registada: as reservas bancárias obrigatórias que até há três décadas atrás eram de 33%, passaram apenas para 2% na actualidade, o que é altamente arriscado e de perigosidade extrema: por cada cem euros depositados os bancos apenas são obrigados a reservar dois; um depósito bancário de mil euros vai gerar moeda fictícia de cinquenta mil euros. Uma mini corrida aos depósitos bancários pode fazer despoletar o pânico generalizado; seria o caos completo, uma catástrofe de proporções dantescas, como efectivamente teria acontecido não fosse a pronta e massiva intervenção dos bancos centrais das potências mundiais. Poucas pessoas no mundo tiveram essa percepção, mas em Novembro de 2008, a coisa esteve por um fio…e na próxima, como será?(J Augusto Rodrigues)
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Da Asfixia Mercantil
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December 17 2009, 1:03pm | Comments »
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EL VALOR INFORMATIVO DE LOS ESTUDIOS INTERNACIONALES COMPARADOS DE RENDIMIENTO ESCOLAR: DATOS Y PRIMEROS INTENTOS DE INTERPRETACIÓN SOBRE LA BASE DEL
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DEL ESTUDIO PISAPartiendo de la reciente bibliografía acerca de TIMSS y de los nuevos datos de PISA, el presente trabajo se propone discutir algunos aspectos básicos de la investigación empírica comparada en materia de educación. Se sostiene que los objetivos primarios de las evaluaciones de rendimiento a gran escala son: (a) operacionalizar de las metas educativas y las competencias de los alumnos, (b) establecer modelos causales que sirvan para explicar los resultados del sistema escolar y (c) brindar una descripción de la eficacia de los sistemas e instituciones educativas. En los análisis comparados, se hace uso de un conjunto de indicadores que definen minuciosamente el perfil de los resultados a nivel nacional. Sin embargo, la interpretación y explicación de las diferencias en el plano internacional adolece todavía de problemas teóricos y metodológicos considerables. Ello es así porque la investigación empírica apenas está comenzando a entender la repercusión que tiene el contexto cultural en los resultados escolares.Palabras clave: Alumnado – Evaluación institucional – Habilidades – Evaluación – Investigación educativa – Ciencias de la Educación – Educación Comparada – Institución escolar/educativa – Sistema educativo.Fonte
November 22 2009, 11:20am | Comments »
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