Para comemorar os 183 anos de nascimento de Júlio Verne, a Google produziu um Doodle inspirado no livro Vinte mil léguas submarinas. O Doodle, disponível hoje no motor de busca mais famoso do mundo, permite ao utilizador navegar no Nautilus (o submarino do livro) puxando uma alavanca. Quem aceder com um dispositivo móvel com acelerómetro e as últimas versões do Google Chrome ou do Firefox, basta inclinar o aparelho na direcção desejada para explorar as profundezas marinhas com o Nautilus. O ebook inspirador, em língua portuguesa, pode ser descarregado aqui. Outros doodles criados pela Google podem ser vistos aqui.
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João Marques passando os olhos por... lerebooks.wordpress.com
Google homenageia Júlio Verne
http://lerebooks.wordpress.com/2011/02/08/google-homenageia-julio-verne/
February 8 2011, 5:10am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... pauloquerido.net
O que significa deter o poder no mundo da informática?
http://pauloquerido.pt/tecnologia/o-que-significa-deter-o-poder-no-mundo-da-informatica/
A propósito da guerra aberta entre a Google e a Microsoft, perguntas e respostas (). Pergunta – Informação é poder. Acha, que cada vez mais, esta citação é uma realidade? Resposta – Não diria “cada vez mais”. A informação sempre foi poder. Estando a mudar o acesso à informação, os equilíbrios de poderes levarão por tabela. O que significa deter o poder no mundo informático? Significa ter uma base de clientes maior que a concorrência. O que despoleta esta “guerra” entre as empresas? Aceder ao mercado. Quanto maior for o número de clientes, maiores serão os lucros. A Google e a Microsoft são corporações como as outras: competem pelo domínio do mercado. Qual o impacto desta disputa no segmento informático? E no económico? No segmento informático há um impacto esperado. Quanto mais a Google reforçar a sua base instalada, mais o conceito de software aberto e livre, práticas de cooperação e definições (standards) abertas serão reforçadas. Quanto mais a Microsoft reforçar a sua base instalada, mais se reforçam os conceitos de software proprietário, práticas monopolistas e definições fechadas a imporem-se ao tecido dos programadores, a chamada factura-Microsoft. No económico, não tenho a certeza que haja um impacto diferenciado. Talvez a Google penda mais para alguma distribuição e a Microsoft surja como a avarenta, mas em termos de impacto no mercado não vejo grande diferença. Qual a sua perspectiva enquanto utilizador? Sou utilizador de produtos e serviços da Google. Estou satisfeito com a empresa, de uma forma geral. Como parceiro, nem tanto. A Google está a ter um efeito pernicioso no mercado de publicidade, cujo futuro é incerto. Decidi deixar de ser cliente da Microsoft há 3 anos e foi das mais sensatas decisões que tomei, relativamente à minha relação com a informática. Não uso nenhum produto deles e vivo feliz com a ausência dos problemas associados e com a poupança dos custos indirectos (anti-vírus, etc). Como acha que os utilizadores vão reagir a estas mudanças, uma vez que no mercado informático, continuamos a ser animais de hábitos? Há dois tipos de mudança. Por um lado, cada vez mais gente livre do paradigma Microsoft, cuja época já lá vai. Por outro, as pessoas descobrem, ao falar umas com as outras, que afinal há alternativas. Os próprios meios de comunicação genéricos atrevem-se já a desafiar a lógica do press-release e a noticiar as alternativas e os concorrentes de forma séria, em vez de os pintarem como eles surgem aos olhos da Microsoft: malditos, piratas, duvidosos. Ou, na melhor das hipóteses, como figuras circenses. Resta ver a que velocidade se darão as mudanças. Importa-me mais a mudança de paradigma — computação distribuída, aplicações ubíquas — que a mudança de logotipos das empresas dominantes. Uma vez que a Google apenas apresentou no blog a intenção de trabalhar num sistema operativo, pensa que poderá haver um adiamento do projecto ou até mesmo uma desistência? Não creio que desistam. Estão há anos a trabalhar nele, indirectamente. Agora, a data final de saída de um produto unificado, o sistema operativo, pode ser adiada em função dos interesses da empresa. Acha que o Office 2010 e as medidas a ele aplicadas (ser grátis) poderão influenciar os utilizadores? Inevitavelmente, amortecem a queda. Estamos a falar de 1 base de clientes específica, as empresas, habituadas a incluir contratos e licenças nos seus orçamentos. Pensa que o Windows 7 abafará um lançamento do Google Chrome OS? Não imagino que possa abafar. O peso da novidade, da coqueluche fará essa balança pender para o lado da Google. Não conheço o Windows 7 para me pronunciar, mas temo que seja um novo flop, como foi o Vista. E estou curioso para ver como reage a Microsoft a um eventual segundo flop no mercado dos sistemas operativos, onde perde quota devagar, mas inexoravelmente. () Entrevista para Semanário Económico em Julho de 2009
September 28 2009, 3:00am | Comments »
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Gmail Labs em Português
http://pauloquerido.pt/tecnologia/gmail-labs-em-portugues/
A Google estende funções experimentais a utilizadores internacionais no 5º aniversário do Gmail. A empresa anunciou hoje que o Gmail Labs passou a estar disponível em 49 idiomas, entre eles o Português de Portugal. O Gmail Labs é um espaço de funções experimentais do Gmail, o serviço de e-mail da Google. O Google Labs oferece aos utilizadores ferramentas úteis que permitem a personalização das suas caixas de correio electrónico Gmail. Lançado inicialmente em inglês no ano passado, o Gmail Labs passa agora a estar acessível globalmente em diversos idiomas. Os utilizadores podem activar ou desactivar as funções do Labs individualmente através de alguns cliques no rato. As funções disponíveis no lançamento incluem: * Gmail off-line – Aceda ao seu e-mail e escreva mensagens, mesmo quando não tem ligação à Internet. As alterações serão sincronizadas automaticamente assim que voltar a ter ligação à Internet. * Anular envio de mensagem – Anule um e-mail enviado até 5 segundos após o envio. * Filtro de correio – A partir de uma janela temporal definida, esta ferramenta permite-lhe enviar um e-mail apenas se conseguir resolver um simples problema matemático. Caso contrário, tenha uma boa noite de sono e repita no dia seguinte. * Detector de anexo esquecido – Previne o envio acidental de mensagens sem anexos relevantes, recebendo um alerta caso tenha mencionado o anexo sem o ter adicionado. * Tarefas – Adicione na sua caixa de entrada uma lista de tarefas a realizar. Poderá criar tarefas manualmente ou directamente, a partir de um e-mail, e fazer alterações a partir do telemóvel. Este anúncio coincide com o 5º aniversário do lançamento do Gmail que teve lugar no dia 1 de Abril de 2004. “Estamos muito contentes com o lançamento internacional do Gmail Labs no 5º aniversário do Gmail” refere Eric Tholomé, Director de Gestão de Produtos na Google. “A rápida inovação no Gmail Labs torna-o num exemplo perfeito de como o Gmail cresceu nos últimos 5 anos criando um serviço de e-mail mais intuitivo, poderoso e inovador para os utilizadores”. Para activar o Gmail Labs, vá ao separador Labs na opção “Definições” (no topo superior direito da caixa de entrada).
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March 30 2009, 9:08am | Comments »
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O verdadeiro “campeonato” do Twitter
http://pauloquerido.pt/tecnologia/o-verdadeiro-campeonato-do-twitter/
Este ano começou sob o signo do Twitter. Uma verdadeira febre assaltou os jornais e televisões, não se passa uma semana sem um artigo, notícia ou reportagem sobre o fenómeno e, por arrasto, os social media. Só um ermita mal informado pode achar que este media frenzy em torno do Twitter é exclusivo nacional e não passa de uma borbulhenta “moda”. Depois da mediática e da política, também a América do dinheiro vive fascinada com os gráficos de crescimento mais empinados de que se recorda. Em Fevereiro, dados da ComScore, 4 milhões visitaram o site a partir dos Estados Unidos, contra 2,6 milhões no mês anterior. Uma taxa de crescimento de 55% AO MÊS, comparada com os 33% registados em cada um dos 2 meses anteriores. Um disparo brutal. E o site só representa uma parte da utilização. A maior parcela, mas uma parcela que andará pelos 40% apenas; o resto do uso do serviço vem por centenas de outros interfaces, muitos dos quais em aparelhos móveis, que rivalizam no acesso através da API - o mecanismo que permite a essa legião de terceiros construir serviços e produtos em cima do Twitter. (Eu, por exemplo, uso o TweetDeck, um programa mais versátil que me permite organizar as minhas 3.700 fontes; e injecto informação - como os títulos dos artigos que escrevo aqui no Expresso - através de mais dois serviços, um dos quais feitos à mão.) A febre mediática passou o Atlântico, a caminho do Brasil, onde na semana passada a quantidade de notícias disparou por seu turno. Enquanto nestes países o interesse se resume a “o que é o Twitter” e “para que serve o Twitter”, nos EUA os últimos dias foram dominados por assuntos bem mais caros, digamos assim. A confirmação de rumores antigos sobre a tentativa de aquisição por parte do Facebook, num negócio que ascenderia a 500 milhões de dólares, e os rumores, estes frescos, de um alegado interesse da Google que o CEO Eric Schmidt não confirmou nem desmentiu, estiveram na ordem do dia. Contudo, mais que as alucinadas verbas com que os jornais e blogs sempre se encantam nestas situações, outros elementos surgiram na última semana, indicando qual é, afinal, o “campeonato” do Twitter.
Não queremos mais capital Comecemos por dizer que o Twitter não tem receitas. Ninguém entendeu, ainda, de que pode o Twitter sobreviver quando se acabar o capital de risco. Aparentemente, os menos incomodados com a situação são os detentores de dinheiro. Apesar das polidas recusas dos fundadores, Jack Dorsey, Biz Stone, e Evan Williams, que dizem viver bem com os 20 milhões de funding iniciais, as empresas de capital de risco saltitam em torno deles com cheques na mão. Mas um homem não é de ferro e o financiamento vai agora em 55 milhões. Os experts “aconselham” Williams, o CEO, e Stone, a figura pública, a meter publicidade nas páginas. Os desenvolvedores de aplicações e serviços pedem, por favor, para pagar! Querem mais acesso à API, que tem limites de utilização muito duros. (Eu estou, muito humildemente, neste grupo: disposto a pagar uns dólares mensais para ter mais de 100 acessos por hora àquela maravilhosa base de dados.) Mas o Twitter continua sem receitas e a fazer orelhas moucas a todos. Porquê? Há dias uma das figuras conhecidas dos social media, Jason Calacanis (CEO da Mahalo), disse que pagava 125.000 dólares por ano, adiantando 250.000 por dois anos em cheque ao portador, simplesmente para ter o seu nome de utilizador numa página nova que o Twitter passou a mostrar aos novos utilizadores no final do processo de inscrição. Uma página contendo 100 sugestões de utilizadores a “seguir” (no Twitter não há “friends” como no Facebook e outras redes, mas sim “followers”). Estalou uma discussão sobre se Calacanis estaria doente, se era um golpe de marketing, ou se devia ser levado a sério. Para começo de conversa: ele propôs a compra directamente a Evans, só depois o disse publicamente. Estava a sério. Contas?
Não queremos o Superbowl “Acredito que no prazo de 5 anos cada lugar do top 20 da lista de recomendações valha 1 milhão por ano“, escreveu Calacanis, equiparando o Twitter ao intervalo do Superbowl. Erick Schonfeld interpretou no TechCrunch (How Much Is A Suggested Slot On Twitter Worth? Jason Calacanis Offers $250,000 ): “Calacanis pretende fixar o preço agora pois acredita que é uma grande oportunidade de marketing. É vulgar as pessoas da lista de sugestões ganharem 10.000 novos “followers” por dia. Isto dá 3,6 milhões por ano e mesmo que metade deixe de subscrever, ainda resta um canal directo para mais de um milhão de potenciais clientes. E clientes que sentem uma ligação com a pessoa por causa da natureza pessoal das mensagens no Twitter“. Eu não compro metade da explicação, mas ainda resta alguma coisa… Foi mais ou menos o que escreveu a seguir Michael Arrington, um dos homens mais bem informados acerca das novas oportunidades. O Techcrunch é uma das contas que passou a figurar na lista das recomendações. Números. Num mês a conta do Techcrunch no Twitter mais do que triplicou a audiência, de 65.573 a 11 de Fevereiro para 217.187 no dia 12 de Março. O tráfego para a publicação oriundo do Twitter aumentou também, mas menos: cerca de 20%. Ao contrário do que os “novos gurus” dos social media andam a vender aos embasbacados clientes, brandindo as manchetes dos jornais para se justificarem, a reputação online não é um pacote de pudim instantâneo. É preciso uma montanha de pudim, um rio caudaloso e mexer durante meses ou anos. Os clientes antigos do Techcrunch valem mais que os recém-chegados, que ainda não têm um(a sensação de) relacionamento com Arrington e a sua marca no Twitter. Mas sempre são 150.000 páginas por mês que a conta no Twitter, alimentada a 140 caracteres de cada vez, proporciona ao Techcrunch. É dinheiro. Apesar de ser dinheiro, Williams não aceitou o cheque de 250.000 dólares de Calacanis. Porquê? Queremos uma fatia do bolo da Google A resposta pode ser bastante simples. Resumível numa única palavra. Qual é a actividade na Internet que mais lucros gerou a uma empresa, tornando-a mesmo num colosso financeiro global? A pesquisa. A Google. O Twitter aponta ao campeonato da pesquisa. O Superbowl é pouco para ele. Feche a boca do espanto, leitor, e escute a minha história. Que é comum a milhares. Há cerca de 3 meses o meu consumo de pesquisa no Google começou a baixar. Desde que incorporei na barra de pesquisa, no canto do meu browser, os resultados da Wikipedia e do Twitter. Uso cada vez mais este último. A pesquisa no Twitter é, ainda, demasiado simples. Não é universal, no sentido em que há temáticas com belos resultados e temáticas deficientes. Mas o Google também começou pela simplicidade e quem se recorda desses tempos sabe que o Altavista era mais eficaz fora das áreas técnicas. O desenlace foi rápido - mas não se pode dizer que a culpa tenha sido da Gogle: basicamente, o Altavista deixou-se dominar, impotente, pela indústria do sexo, que conspurcou (é o termo) os resultados usando técnicas que depois a Google viria a “branquear” chamando-lhes de “optimização”. Os resultados do Twitter têm uma GRANDE vantagem sobre os resultados do Google e, adicionalmente, uma vantagem não tão grande. A grande: são produto exclusivo da filtragem humana. A pequena: funcionam em tempo real. Nenhum conjunto de algoritmos - nem mesmo os mais brilhantes de todos, que são os da Google - conseguiu ainda superar o julgamento humano. Nem em qualidade nem em rapidez. As nossas sinapses são simplesmente melhores. E praticamente instantâneas. Assim, defendem alguns, os resultados de uma extraordinária máquina de atenção humana - isto é, o Twitter - são não apenas melhores a eleger os conteúdos de maior valor como mais rápidos, sendo produzidos em tempo real. Para mim, funciona. Mas em grande medida porque o eixo dos meus interesses passa pelos assuntos mais populados no Twitter: o Twitter ele próprio, a indústria informática, a web, o design, os acontecimentos internacionais, as energias alternativas, a política americana e portuguesa. Nestes campos, seguir o meu conjunto de fontes e ocasionalmente efectuar pesquisas no universo mais alargado do Twitter faz-me perder menos tempo a encontrar a informação certa. Na realidade, no Twitter não procuramos a informação; programamos uma rede de fontes para nos alimentarem continuamente, 24 horas sobre 24 horas, um caudal ininterrupto do que está a acontecer e do que é melhor. Mas isso já é desviarmo-nos do assunto.
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March 22 2009, 3:00am | Comments »
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Tudo o que sempre quis saber sobre a Google
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Uma empresa de consultoria francesa, a FaberNovel, produziu um interessante trabalho com tudo o que sempre quisémos saber sobre a Google, mas nunca tivémos ninguém a quem perguntar. A maioria das pessoas interessadas não faz ideia da verdadeira natureza daquela empresa, que é tão defensora da abertura e da partilha como ciosa dos seus segredos. A quantidade de serviços que presta e está continuamente a anunciar, ou melhorar, ou comprar deixa-nos por vezes desconcertados. A Google faz uma gestão impressionante do que diz e não diz cá para fora e não se deixa impressionar, sequer, pelo brilho dos media. É preciso mais do que simplesmente fazer perguntas — mesmo que as perguntas certas — ao seu staff. É por isso que esta apresentação da FaberNovel é particulamente feliz. Nela se explica, entre outras perguntas frequentes sobre a Google, porque é que a empresa compra satélites. Mas também porque é que não será afectada pela crise financeira (para além da diminuição do seu valor bolsista). Porque é que é temida pela Microsoft. Porque é que quer competir com a FaceBook.
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(Via João Bordalo)
Paulo Querido, jornalista
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December 8 2008, 2:30am | Comments »
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Google Sites em português de Portugal foi lançado hoje
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A Google lançou hoje o Google Sites em mais 37 línguas diferentes, entre elas o Português de Portugal. O Google Sites permite aos utilizadores criarem o seu próprio Web site de internet de forma simples e rápida sem que para isso sejam necessários conhecimentos técnicos. O lançamento em Portugal inclui uma versão totalmente em Português de Portugal dos serviços e as funcionalidades do Google Sites, permitindo a webdesigners ou qualquer utilizador interagirem de uma forma mais natural com o Google Sites na sua língua materna. “Estamos muito satisfeitos em poder disponibilizar aos utilizadores nacionais mais um produto Google em português e localizado em Portugal. Desta forma, qualquer utilizador pode criar o seu próprio site, independentemente dos seus conhecimentos técnicos” refere Inês Gonçalves, Responsável de Marketing da Google Portugal. O Google Sites permite a qualquer utilizador criar um espaço único onde pode partilhar todo o tipo de informação na internet e de uma forma tão simples como editar um documento de texto. Através do http://sites.google.com/[o seu Web site], os utilizadores poderão registar o seu Web site e de uma forma totalmente gratuita adicionar o número de páginas que desejarem e introduzirem qualquer tipo de informação desde calendários, vídeos, imagens, documentos, acessórios e mini-aplicações entre outros. Mais exemplos e vídeos a explicar a forma como os utilizadores podem utilizar o Google Sites estão disponíveis em: http://www.google.com/sites/overview.html.
October 23 2008, 5:42am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... pauloquerido.net
A barata tonta
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Em 2001 uma pesquisa pelo meu nome no Google dava como 1º resultado um artigo intitulado Top 5% WebZine: Paulo Querido. Em poucas palavras: tendo em conta a minha fértil produtividade em matéria de edição web por esses anos (como se vê, o defeito vem de longe), foi criada nesse webzine uma secção com o meu nome, com o louvável intuito de me denegrir. Puxo do tema volvidos 7 para 8 anos por duas razões e para uma lição. As razões. A primeira, a forma que a Google encontrou para celebrar o seu 10º aniversário. Uma edição especial sobre si própria — como qualquer jornal faz, coo qualquer empresa faz. 10 anos são sempre motivo de orgulho. A diferença é que a Google é uma empresa especializada em pesquisa. Deu-nos, portanto, como eram as pesquisas em 2001 (não conseguiram recuar mais no tempo, lá nos arquivos da casa). O que traz momentos de puro delírio, com toda a gente a ir googlar o seu nome A segunda razão é uma razão pessoal. Fazendo jus à designação, a “barata tonta do jornalismo online na web portuguesa” — isto é: eu — sobreviveu e continua a mexer-se, relativamente bem, no jornalismo online na web portuguesa. Infelizmente, o mesmo não poderá dizer a camarada que me mimou com tanta doçura. Enquanto os meus projectos deram resultado ou deixaram sementes, o Top 5% Webzine desapareceu sem deixar legado, os seus autores mudaram de ramo e dos seus nomes não reza o jornalismo online e a web — a menos que a Google faça dez anos, o que não acontece com muita frequência. A lição A lição é uma lição para as empresas e os indivíduos preocupados com o que “de negativo” se escreve sobre eles na web. Há 7 anos, uma pesquisa pelo meu nome continha nos primeiros 10 resultados do Google menções e links para locais que me eram hostis ou desagradáveis. Hoje, a mesma pesquisa devolve não 10, mas os primeiros 30 ou 40 resultados não-hostis. E a maioria é ou neutra, ou positiva. Melhor. A maior parte deles são directa ou indirectamente controlados por mim. Os primeiros 3 são sites com o meu nome. Este, pauloquerido.net, e o pauloquerido.com. Os 2 seguintes são os meus perfis pessoais em sítios de grande prestígio na web social (Wikipedia e LinkedIn), daí estarem tão alto nos resultados. Os 5 seguintes são entrevistas ou notícias comigo. Nenhum dos links de há 7 anos sobreviveu no top 10 de resultados do Google. É preciso “descer” à segunda dezena para lá encontrar duas menções dignas de nota: o primeiro link sobrevivente da primeira página de resultados de há 7 anos (uma página do Centro Atlântico, onde a barata tonta publicou 3 livros) e o primeiro resultado que não tem a ver comigo (há uma letra de Antonio Carlos Jobim que fala “Paulo, Querido, mamãe vai agora”). Quer isto dizer que eu sou um mago da optimização para motores de busca? Deixem-me rir. Não, não sou. Sei alguma coisa, sei o bê-á-bá, não cheguei, sequer, ao fim do abecedário. Quer dizer que sou um gajo porreiro, pá, não tenho anti-corpos nem caluniadores na net? LOL! Não sou nenhum Sousa Tavares, é certo, mas tenho sobre ele uma (des)vantagem. Enquanto os seus detractores são quase todos do mesmo grau de conhecimento da rede que ele, que é baixo, a minha pequena legião é tecno-sabida, oh se é. Trabalho Na verdade, isto quer apenas dizer que a Google fez o seu trabalho bem feito ao longo destes 7 anos. Essa é a primeira conclusão a retirar — e não é propriamente uma grande novidade… Só isso? Eheh, também não diria. O que houve, da minha parte, foi muito trabalho. Esse muito trabalho reflecte-se numa ocupação do espaço. É tão simples que até confrange ouvir certas teorias muito elaboradas com que alguns consultores ganham a vida. É assim: tá ali um espaço, topas? Se tu não ocupares o espaço que consideras teu, alguém o vai ocupar. Tirá-lo depois de lá, é mais caro do que teria sido ocupá-lo. Há designações mais complicadas, utilizadas por quem faz disto ciência, e recomendo a leitura atenta das suas reflexões. Aqui, limitei-me a descrever um exemplo prático, que conheço bem, de forma muito simplificada. Não é tão fácil assim ocupar o espaço, posso ser levado a admitir. Uma ideia Aqui há tempos, numa acção de formação numa multinacional, deparei com um problema. Todos os formandos abriram um blogue e um wiki e naturalmente fizeram-no em nome pessoal. O problema foi que o delegado principal (o cargo tem outro nome, claro, mas eu não desejo revelar pormenores de identificação) e outra pessoa já não puderam registar os respectivos nomes: estavam tomados. Bem como algumas das derivações habituais, como a inicial seguida do nome de família. Ocorreu-me uma ideia, que depois sugeri a duas pessoas. As pessoas erradas, certamente. Ou o mercado das empresas ainda está demasiado longe “disto”. Há uns dias registei, a benefício de inventário, que um membro desse mercado teve o mesmo eureka!. E sorri, como calculam, quando ele me sugeriu que eu montasse uma empresa para gestão de nomes na Internet. Era a ideia que eu tivera em Março. E provavelmente mais alguém teve. Algures. (As ideias são assim, andam no ar; em Agosto vi uma empresa holandesa a comercializar um produto que fora desenhado por mim, para uma empresa a quem presto muito ocasionalmente serviços, há 2 anos; a empresa não avançou, nem me traiu, nada. Eu, aliás sugeri mais tarde a sua execução, adaptada, a um conhecido que tenho noutra multinacional, com um belo cargo em Londres. Não. O que se passou, simplesmente: a empresa teve a mesma ideia. Incrível. Nos detalhes. Era rigorosamente a mesma coisa, nem mais, nem menos. Não me importei nada. Por um lado, não acredito em direitos de propriedade industrial. Isso não existe: é um conjunto de regras que uns gajos pagaram a outros, com a muito legítima finalidade de proteger os seus negócios. Por outro lado, e aqui só para nós: não é grande ideia. Esgota-se em doze meses. A menos que se encave um contrato com uma Grande Empresa, é fogo fátuo. Só a desenhei porque o meu amigo tinha aquilo em mente. Mas fiquei contente pelos holandeses terem ido até ao mercado com ela. Sempre foram mais longe do que eu.) A ideia que eu tivera em Março consistia nisto: um serviço que analise os nomes e marcas do cliente e em seguida as registe nos webservices que valem a pena, como o Blogspot, alguns domínios de topo, o Twitter, etc. Fiquem atentos: em breve aparecerá alguém a fazer isto por cá. E talvez já alguém faça nos EUA (a pequena prospecção que fiz em Março revelou 2 empresas pequenas a fazer algo semelhante, apenas. Mas Março foi há, deixa ver, seis meses). Não, não tenho nenhum problema em “dar” uma ideia. Problema tive quando a tentei “vender”. Por outro lado… não contei o “segredo” que fará funcionar essa ideia Descobrir esses “segredos” não está ao alcance de qualquer pessoa. Não por ser reservada a mentes superiores. Não. É prosaico. É precisa experiência para os descobrir.
October 3 2008, 2:27am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... pauloquerido.net
O que os candidatos dizem sobre…
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A Google lançou hoje uma interessante ferramenta de pesquisa. O In Quotes permite procurar o que dizem sobre qualquer assunto algumas figuras públicas — nomeadamente, os dois candidatos presidenciais americanos, John McCain e Barack Obama. A pesquisa é efectuada no que o Google classifica de órgãos de comunicação social (o conhecido Google News, que comete diversos erros de avaliação e classificação das fontes). A apresentação dos resultados, favorecendo o confronto entre duas figuras, é parte do encanto do serviço. A ferramenta de citações comparadas, como a Google lhe chama, destina-se a “permitir comparar frases sobre determinado tópico das diferentes pessoas que são notícia. Actualmente permite a escolha de figuras políticas“, supondo-se que no futuro venha a ser estendida a outras personalidades. Esta é uma daquelas ferramentas utilitárias que são bem vindas pela comunidade. Não servem para grandes comentimentos de comunicação, não são o embrião de uma grande mudança tecnológica (como o recente Chrome, que foi enviesado pelo geral do noticiário sobre ele), mas são valores seguros. Granjeiam admiração, fortalecem a reputação — e rendem visitas constantes e em sucessivas camadas.
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September 28 2008, 11:30am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... pauloquerido.net
Project 10^100: Google dá 10 milhões para mudar o mundo
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A Google anunciou na quarta-feira passada, em press-release distribuído pela RushPRnews.com, um concurso de ideias para mudar o mundo, dotado de 10 milhões de dólares de prémio em dinheiro. “Aprendemos nos últimos 10 anos que as grandes ideias surgem de todo o lado. Por isso, a Google anuncia como parte das comemorações do seu 10º aniversário o Projecto 10^100 (pronuncia-se 10 à centésima), um apelo para apresentação de ideias capazes de mudar o mundo ajudando tantas pessoas quantas for possível” — justifica a empresa. Quem tiver ideias que possam mudar o mundo, é só apresentá-las através de um processo muito simples, descrito no site criado para o efeito, http://www.project10tothe100.com/. Qualquer indivíduo pode submeter uma ideia, mas não as empresas ou organizações, que terão de o fazer através de alguém — no entanto, sem garantia alguma que a empresa vá executar a ideia caso seja seleccionada. Para encontrar os melhores parceiros mundiais para a execução de cada ideia, será usada a técnica do Request for Proposal. As candidaturas são aceites até 20 de Outubro. Uma equipa de funcionários da Google, Inc seleccionará as 100 que considere mais promissoras e no dia 27 de Janeiro de 2008 publicá-las-á no site para a fase de votação popular. Este voto público reduzirá o grupo de 100 a apenas 20 semi-finalistas, que serão por seu turno passados a pente fino pelo júri, composto por cinco a sete pessoas com conhecimentos em cada categoria de submissão. Este júri escolherá as 5 ideias vencedoras. Os critérios de selecção das ideias dizem muito sobre os processos da Google. São cinco:
Alcance: quantas pessoas serão afectadas pela ideia? Profundidade: até que ponto irá o impacto na vida dessas pessoas? Quão urgente é a necessidade delas? Exequibilidade: pode a ideia ser posta em prática dentro de um ano ou dois? Eficiência: quão simples e efectiva, em termos de custos, é a sua ideia? Longevidade: por quanto tempo durarão os efeitos da ideia?
Resta-me falar do prémio: a Google reserva 10 milhões de dólares para os cinco projectos vencedores. Lamento, mas não tenho nenhuma ideia capaz de mudar o mundo. Se tivesse, talvez pensasse em concorrer. Ainda que desconfie que é um preço de saldo para um tal operação…
September 27 2008, 11:26am | Comments »
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