Sem as oportunidades certas, podemos nunca vir a saber quais as nossas aptidões ou quão longe elas nos levariam. Não há seguramente muitos picadores de cavalos na Antárctida nem muitos pescadores de pérolas no deserto do Sahara. As aptidões não se tornam necessariamente evidentes, a não ser que surjam oportunidades para as usarmos. A consequência disso é que podemos nunca chegar a descobrir o nosso verdadeiro Elemento. Tudo depende das oportunidades de que dispomos, das oportunidades que criamos, de como as aproveitamos e se as aproveitamos.Muitas vezes, estar no nosso Elemento significa estar ligado a outras pessoas que partilham das mesmas paixões e que têm um sentido comum de compromisso. Na prática, significa procurar activamente oportunidades que nos permitam explorar as nossas aptidões em diferen tes áreas.Muitas vezes, precisamos de outras pessoas que nos ajudem a reconhecer os nossos verdadeiros talentos. Assim como podemos ajudar outras pessoas a descobrir os seus.Neste livro, exploraremos em pormenor os componentes essenciais do Elemento. Analisaremos os traços partilhados por aqueles que encontraram o seu Elemento, examinaremos as circunstâncias e as condições que levam as pessoas a aproximarem-se dele, e identificaremos aquilo que dificulta essa aproximação. Conheceremos pessoas que descobriram o seu caminho, outras que preparam o caminho, organizações que mostram o caminho e instituições que estão a seguir o caminho errado. Ken Robinson, obra citada.
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Onde Está?
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November 19 2010, 12:02pm | Comments »
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5 Mentes para o Futuro
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1.The disciplined mind "has mastered at least one way of thinking", Gardner says. "Without at least one discipline . . . the individual is destined to march to someone else's tune."2. The synthesising mind "takes information from disparate sources . . . and puts it together inways that make sense to the synthesiser and also other persons . . . the capacity to synthesise becomes ever more crucial as information (often conflicting) continues to mount at dizzyingrates".3. The creating mind "breaks new ground", the author says. "It puts forth new ideas, posesunfamiliar questions, conjures up fresh ways of thinking, arrives at unexpected answers." In sodoing, the creating mind "seeks to remain at least one step ahead" of computers.4. The respectful mind "notes and welcomes differences between human individuals and between human groups . . . In a world where we are all interlinked, in-tolerance or disrespect is no longer a viable option."5. Last, the ethical mind "conceptualises how workers can serve purposes beyond self-interest". The ethical mind then "acts on the basis of these analyses".Gardner does not suggest he has summarised the only qualities any of us need to prosper. But he makes a good claim for the importance of the five minds he has picked out. Success in the modern world requires a mastery of professional disciplines. Information overload, and subsequent helplessness, is the fate of those unable to synthesise complex data. Creativity sets us apart from intelligent machines that threaten to make less able humans redundant.These statements have probably been more or less true for two centuries, but there is an intensity to the nature of the challenge today. More controversially, Gardner argues that people without respect "will not be worthy of respect by others and will poison the workplace", while people without ethics "will yield a world devoid of decent workers and responsible citizens: none of us will want to live on that desolate planet".Fonte
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May 23 2010, 1:05pm | Comments »
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Gestão e Inteligência Emocional
http://terrear.blogspot.com/2010/04/gestao-e-inteligencia-emocional.html
Carter (2006) summarized emotional intelligence as self-awareness, self-motivation, empathy, management of relationships, and management of one's emotions. Craig (2002) described emotionally intelligent people as those who can maintain their course and stay calm in the face of pressure and disagreement from the important people in their lives. We may conclude from these definitions that an emotionally intelligent individual does not make decisions based on emotions alone or without considering all the facts of the situation at hand. Instead, he/she makes decisions objectively and dispassionately, with due consideration given to the facts, while emotions based on prejudice and stress are discounted.An emotionally intelligent quality manager will listen to the viewpoints of representatives from all departments of the company and consider them dispassionately when making decisions impacting product quality and quality assurance. He/she is then able to communicate the rationale behind the decision to personnel at all levels in the organization and work with them to assure product quality without precipitating unnecessary conflicts and without breeding antagonism. In addition, such a manager is able to achieve a good balance between work life and personal life, even in the face of increasing workload and pressures. Last but not the least, such a manager is able to motivate and energize his/her direct reports to achieve optimal outcomes (Lubit 2003).Fonte
April 18 2010, 2:38pm | Comments »
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A diversificação das formas de excelência
http://terrear.blogspot.com/2009/12/diversificacao-das-formas-de-excelencia.html
O ensino deveria mobilizar todos os meios de combater a visão monista da "inteligência" que leva a hierarquizar as diferentes formas de realização das capacidades em relação a uma delas, devendo assim multiplicar as formas de excelência cultural socialmente reconhecidas. Se o sistema escolar não detém o perfeito domínio da hierarquia das competências de que é o garante, já que o valor das diferentes formações depende fundamentalmente do valor dos postos a que dão acesso, não é, contudo, desprezávelo efeito de consagração que ele exerce. Esforçar-se por aumentar ou abolir as hierarquias entre as diferentes formas de aptidão, no funcionamento institucional (por exemplo, os coeficientes) como nos espíritos dos professores e dos alunos, seria um dos meios mais eficazes (nos limites do sistema de ensino) de contribuir para a redução das hierarquias puramente sociais. Um dos vícios mais notórios do actual sistema de ensino consiste no facto de este tender, cada vez mais fortemente, a conhecer e a reconhecer uma única forma de excelência intelectual, aquela que a secção C (ou S) dos liceus (1) e o seu prolongamento nas grandes escolas científicas representam. Pelo privilégio cada vez mais absoluto que confere a uma determinada técnica matemática, tomada como instrumento de selecção ou de eliminação, o sistema de ensino tende a apresentar todas as outras formas de competência como inferiores. Os detentores destas competências mutiladas estão, assim, condenados a uma experiência mais ou menos infeliz, não só da cultura que receberam, como da cultura escolarmente dominante (residindo aí, sem dúvida, uma das origens do irracionalismo que actualmente floresce. Quanto aos detentores da cultura socialmente considerada como superior, também eles se acham cada vez mais condenados, excepto no caso de um esforço inaudito e de condições sociais muito favoráveis, à especialização prematura e a todas as mutilações que ela acarreta. Por razões intrinsecamente cientificas e sociais, seria necessário, não apenas combater todas as formas, mesmo as mais subtis, de hierarquização das práticas e dos saberes, nomeadamente as que se estabelecem entre o "puro" e o "aplicado", entre o "teórico" e o "prático" ou o "técnico", particularmente fortes na tradição escolar francesa, mas também impor o reconhecimento social de uma multiplicidade de hierarquias de competência distintas e irredutíveis. Quer o sistema de ensino, quer a investigação, são vítimas, a todos os níveis, dos efeitos desta dívisão hierárquica entre o "puro" e o "aplicado", divisão que se estabelece entre as disciplinas e no seio de cada disciplina e que é, em grande parte, uma forma transformada da hierarquia social entre o "intelectual" e o "manual". Daí resultam duas perversões que importa combater metodicamente por uma acção sobre as instituições e sobre as mentalidades: em primeiro lugar, a tendência para o formalismo que esmaga certos espíritos; em segundo lugar, a desvalorização dos saberes concretos, das manipulações práticas e da inteligência prática que lhes está associada. Um ensino harmonioso deveria realizar um justo equilíbrio entre, por um lado, o exercício da lógica racional, através da aprendizagem dum instrumento de pensamento como a matemática, e, por outro, a prática do método experimental, sem esquecer nenhuma das formas de destreza manual e de habilidade corporal. A tónica poderia ser posta nas formas gerais de pensamento pelas quais, ao longo dos séculos, se foram constituindo as ciências e as técnicas. Se a matemática nasceu na Grécia, a nossa ciência só póde constituir-se verdadeiramente 2000 anos depois num tecido cuja teia seria a teoria, frequentemente de tipo matemático, e a trama a experimentação, graças a um vaivém incessante da hipótese teórica à experiência que a infirma ou a confirma.Pierre Bourdieu, em texto antológico e ainda muito actual (Proposições para o ensino do futuro). A realidade continua a resistir a um horizonte e a uma prática muita mais educativa e emancipadora.
December 4 2009, 12:24pm | Comments »
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Sair do paradigma do comando e controlo se queremos uma outra escola
http://terrear.blogspot.com/2009/12/sair-do-paradigma-do-comando-e-controlo.html
A escola, como organização, pode insistir na execução das normativas externas, na aplicação das prescrições legais ou, o que seria bem mais desejável, no desenvolvimento autónomo capaz de potenciar a aprendizagem e a transformação autónoma. Os níveis de criatividade, contextualização, participação, abertura à comunidade, flexibilidade organizacional e auto-reflexão são potencialmente maiores nas organizações que aprendem, do que naquelas que se limitam a executar.
MARCELO e ESTEBARANZ (1999) sintetizam o trabalho de MACGILCHRIST e outros (1997) para quem o futuro depende da aprendizagem e da aplicação de novas ideias. Uma escola pode desenvolver diferentes tipos de inteligência:
a. Inteligência contextual: é a capacidade da escola rever-se a si mesma em relação à comunidade e ao mundo em que está inserida. Manifesta-se na sensibilidade de entender o que se passa e abertura às necessidades, exigências e sugestões colocadas pelo contexto. b. Inteligência estratégica: é a capacidade de planificar uma acção adequada às pretensões. É a capacidade de estabelecer, desenvolver e avaliar projectos partilhados que respondam adequadamente às necessidades. c. Inteligência académica: é a capacidade de promover a alta qualidade dos programas. Gera elevadas expectativas nos alunos e permite o seu envolvimento dentro do processo de aprendizagem, facilita a abordagem dos problemas de fundo para os estudantes e permite a sua dedicação firme na procura de respostas. A escola considera que a aprendizagem dos professores está intimamente ligada à dos alunos. d. Inteligência reflexiva: caracteriza-se pelas competências empregues no controlo, reflexão e avaliação da actividade da instituição e níveis de insucesso dos alunos. A escola sabe aprender através das evidências que obtém na prática. e. Inteligência pedagógica: é a capacidade da escola se encarar como instituição de aprendizagem. A escola consegue aprender analisando o processo de aprendizagem e procura centrar-se no seu objectivo fundamental que lhe é específico. A metacognição é um processo essencial da escola que aprende. f. Inteligência colegial: é a capacidade da classe docente trabalhar conjuntamente na procura de um fim comum. A escola compreende que o conjunto dos professores é algo mais do que a soma de cada uma das partes. O melhoramento da escola está ligado à aprendizagem realizada pelo seu corpo docente. g. Inteligência emocional: é a capacidade da escola centrar-se na esfera dos sentimentos. Interessa que alunos e professores sintam e expressem os seus sentimentos, que sejam eles próprios e respeitem os demais. É a capacidade de entender que cada indivíduo é diferente, que cada um tem os seus motivos e as suas expectativas, diferentes de qualquer outro. Este tipo de inteligência é fundamental para a aprendizagem porque sustenta o pacto entre os membros da comunidade. h. Inteligência espiritual: é a capacidade de valorizar a vida pessoal de cada indivíduo e a do conjunto formado por todos quantos compõem uma comunidade de interesses. i. Inteligência ética: é a capacidade da escola reconhecer a importância da dimensão moral. A escola ocupa-se de uma realidade complexa que tem uma dimensão técnica, mas também outra, bem mais importante, de natureza ética. A escola preocupa-se com os critérios de justiça e equidade, e não apenas com os resultados académicos dos alunos.
Esta diversificação obedece fundamentalmente aos núcleos sobre os quais se centra o processo reflexivo, a inquietude vivencial e as estratégias de intervenção. Os compartimentos não são, na realidade, tão estanques como esta classificação pode dar a entender.
A comunidade escolar tem um projecto que surge da discussão, da preocupação com os alunos e com a sociedade que depressa os absorverá. O projecto não é um mero documento que surge apressadamente como artefacto tecnológico sem qualquer espécie de vínculo com a prática, mas sim um elemento regulador da acção porque surge da reflexão e da intenção conjunta de todos os seus membros. O projecto está relacionado com o conhecimento, mas também com a ética. Quando falo de um projecto de escola, de um trabalho cooperativo de toda a comunidade, refiro-me não apenas aos docentes que ensinam aos alunos, mas a todos quantos trabalham para a aprendizagem comum.
Miguel Santos Guerra. A Escola que aprende.
December 1 2009, 5:07am | Comments »
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Promover Talentos na Escola
http://terrear.blogspot.com/2009/07/promover-talentos-na-escola.html
Um excerto da Tese de Lúcia Miranda, em breve em livro, com muitos motivos de interesse:Neste sentido, Renzulli (2002; Renzulli, Sytsme & Berman, 2003; Renzulli, Koehler &Fogarty, 2006), tomando em consideração as directrizes da Psicologia Positiva, e ainda,considerando as componentes presentes no Modelo dos Tres Anéis da Sobredotação, formula um projecto que denomina por “Operação Houndstooh” que integra seis caracteristicas de personalidade dentro do modelo original, a saber: Optimismo, valor, paixão por um tema ou área, sensibilidade para os temas humanos, energia mental e fisica, visão e sentido do destino. A este conjunto de caracteristicas chamou-lhes factores co-cognitivos, assumidos como factores que interagem e aumentam as caracteristicas cognitivas que estao associadas ao sucesso na escola e ao desenvolvimento global de habilidades humanas. Estes factores influenciam o desenvolvimento das habilidades da criatividade e do compromisso com a tarefa, promovendo o desenvolvimento construtivo de comportamentos talentosos adaptativos. Assim, (1) optimismo e uma característica cognitiva com uma grande componente emocional e motivacional, reflecte a convicção de que no futuro os resultados a alcancar serão bons. O Optimismo pode ser pensado como uma atitude associada as expectativas de um futuro que e socialmente desejavel, com vantagem para o indivíduo ou para os outros. E caracterizado por um senso de esperanca e uma vontade para aceitar o trabalho duro; (2) a coragem e a habilidade para enfrentar dificuldades ou perigos, superando medos fisicos, psicológicos ou morais. A integridade e a forca de caracter são manifestações típicas de coragem e representam as marcas mais salientes das pessoas criativas (Renzulli et al., 2003, 2006); (3) a paixão por um tema refere-se a quando um individuo esta apaixonado por um tema, caracteriza-se por emoções fortes e um compromisso com a tarefa; (4) a sensibilidade para temas humanos refere-se a capacidade de compreender o outro, neste sentido, neste valor moral prevalecem relações como o altruismo e a empatia; (5) a energia mental e física tem a ver com a quantidade de energia que um indivíduo está disposto a investir num determinado objectivo para alcancar altos niveis de realização. O carisma, a curiosidade, e a inquietude são componentes da energia mental e fisica; (6) a visão e sentido do destino, as componentes desta caracteristica sao a motivação de ganho, a competência, o locus de controlo, e a motivação intrinseca.
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July 2 2009, 6:02pm | Comments »
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Combater a visão monista da inteligência
http://terrear.blogspot.com/2009/04/combater-visao-monista-da-inteligencia.html
O ensino deveria mobilizar todos os meios de combater a visão monista da "inteligência" que leva a hierarquizar as diferentes formas de realização das capacidades em relação a uma delas, devendo assim multiplicar as formas de excelência cultural socialmente reconhecidas. Pierre Bourdieu (1987) Propostas para o ensino do futuro. Cadernos de Ciências Sociais, 5: Julho de 1987Esta proposta (e outras...) tem mais de vinte anos. Mas contém uma grande actualidade (como as outras). Pena termos de estar sempre a reler e a redizer.
April 11 2009, 6:50am | Comments »
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Crise da Inteligência
http://terrear.blogspot.com/2009/01/crise-da-inteligncia.html
Repetindo-me:
"Não é já a sociedade que está bloqueada como escrevi em 1970, é o seu sistema político-administrativo ou, melhor, o sistema das elites, e, neste sistema, é a inteligência que está bloqueada. É na mudança de inteligência que é preciso pois investir. (...) Os homens e as mulheres de hoje já não vivem num mundo de obediência e de respeito pelo poder. O centro, por mais compreensivo
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January 11 2009, 10:19am | Comments »
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Da Vida, no dia de Natal
http://terrear.blogspot.com/2008/12/da-vida-no-dia-de-natal.html
«Pensamos demasiadamenteSentimos muito pouco Necessitamos mais de humildadeQue de máquinas.Mais de bondade e ternura Que de inteligência. Sem isso,A vida se tornará violenta e Tudo se perderá.» Charlie Chaplin (falecido neste dia de natal em 1977)e por lembrança e sugestão de Amélia Pais (Ariadne, sempre tecendo os dias dos outros)
December 25 2008, 4:33am | Comments »
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A Mais Valia da Inteligência Emocional
http://terrear.blogspot.com/2008/12/mais-valia-da-inteligncia-emocional.html
Las empresas suelen hacer sus selecciones de personal mediante varias entrevistas. Según la experta en inteligencia emocional Adele Lynn, es mejor primar la calidad sobre la cantidad. Se refiere a que los directivos deben mejorar las entrevistas que llevan a cabo midiendo la inteligencia emocional de los candidatos a un puesto determinado. En concreto, aconseja que se tengan en cuenta tres
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December 10 2008, 10:25am | Comments »
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