Dirigido pela jornalista Nassalete Miranda, já está nas bancas (cuta 2 euros o número avulso e 50 euros a assinatura anual) o novo quinzenário cultutal "As Artes Entre as Letras" que de certo modo sucede ao suplemento cultural do "Primeiro de Janeiro" de longa tradição "Das Artes e das Letras". Trancrevemos o Estatuto Editorial:ESTATUTO EDITORIAL“As Artes entre As Letras” é um jornal quinzenal que nasce em Maio para florir entre debates de ideias, da História e do Património, das Artes Plásticas e da Arquitectura, da Música e da Ciência, da Filosofia e da Literatura, do Teatro e do Cinema, da Dança e da Fotografia, mas também da Lusofonia e do Ensino e Educação. São estes os nossos pilares, que assumimos sem preconceitos como jornal livre e independente.Sem complexos haverá lugar para a opinião e para a crítica, no respeito pela liberdade de expressão, mas também pelos códigos da Ética e da Deontologia jornalísticas.A Cultura é o nosso meio e o nosso fim, privilegiando a informação que escasseia ou é inexistente na imprensa portuguesa.Propomo-nos contribuir para o desenvolvimento cultural do nosso País através da palavra escrita e da imagem impressa.Somos um projecto jornalístico cultural mas também cívico, na convicção de que Cultura e Cidadania devem caminhar a par.Faremos do passado o nosso futuro, num exercício permanente de criatividade e de inovação sem perder o vínculo às nossas raízes.Lusofonia - nossa Mátria. Portugal - nossa Pátria. Cultura – nosso Mundo. Porto – nosso berçoPorto, 27 de Maio de 2009
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
AS ARTES ENTRE AS LETRAS
http://dererummundi.blogspot.com/2009/05/as-artes-entre-as-letras.html
May 28 2009, 7:21pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... pauloquerido.net
Sobre o futuro dos jornais e do jornalismo
http://pauloquerido.pt/media/sobre-o-futuro-dos-jornais-e-do-jornalismo/
Recupero do email respostas a uma entrevista que a Sandra Alves, do Jornal de Notícias, me dirigiu há qusse um ano, em Maio de 2008. Sobre o futuro dos jornais e do jornalismo. > - Qual o futuro dos jornais, tendo em conta como os conhecemos actualmente? Com pequenas variações regionais, o jornal que hoje conhecemos, em papel, vai gradualmente desaparecer. O desaparecimento será mais rápido nas sociedades do Norte e mais lento a Sul — há países onde a circulação está a aumentar e assim continuará algum tempo mais. Alguns títulos farão o que é inteligente: subir na escala de valor, passando a depender menos da publicidade e encontrando os seus nichos de leitores que privilegiam informação de qualidade. Mas à maioria está destinado o caminho da facilidade, que é o de descer na escada de valor até ao nível da folha de supermercado — ou mais abaixo, se puderem. A imprensa de nichos, especializada, manter-se-á. Talvez ainda nesta metade do século surjam tecnologias baratas de portabilidade equivalente ao papel, mas não creio que venham dos actuais rumos de investigação em cima dos polímeros.
> O formato papel será apenas para “elites”? Não creio. A importância do papel como meio de comunicação de massas diminuirá, com o grosso dessa comunicação a passar para o digital ubíquo (o que ainda conhecemos como Internet), mas o papel encontrará outras funções que não tenham a ver com a intermediação de notícias. Enquanto meio, não vejo o fim do papel nem a meio século. Agora como meio de transporte de jornalismo, sê-lo-á tendencialmente menos. Isto será vertical — ou seja, tanto as massas como as elites serão consumidoras do papel, o que quer que seja que ele veicule. Provavelmente, produtos de grande qualidade num topo e produtos de escasso valor no outro extremo. > Terá a Imprensa de apostar a sério na divulgação através de plataformas tecnológicas (internet, telemóvel, etc.) para atingir outros/novos públicos? Essa é uma pergunta que só se faz em Portugal. Ponhamos assim: quem já apostou, tem hipóteses de ainda salvar os seus negócios, adaptando-os, quem não apostou, paciência, desaparece. > - Na produção de notícias, quais as grandes alterações que se poderão prever? > O cidadão ganhará influência na divulgação e criação de informação? A breve prazo assistiremos a uma explosão de criatividade na produção de informação. Quando os actuais jornalistas deixarem de estar agarrados aos modelos de negócio decadentes e se encontrarem com novas gerações ágeis e dinâmicas, veremos um surto de novos produtos de informação impossíveis até aqui, presos por uma lógica económica de ecassez. Num ambiente de riqueza (ao nível da saturação) de informação, precisamos de ferramentas, utensílios e formatos de tracking e de síntese. Assim, teremos fluxos, rios de informação super rica em todos os segmentos possíveis e impossíveis de imaginar, e veremos surgir métodos multimedia de abarcar a realidade. Já está a começar, basta olhar para o sítio certo, para o centro da infoesfera que habitamos. O cidadão tem a ganhar com o envolvimento e participação no processo de divulgação e criação de informação. Aliás, em muitos casos ele É tanto o sujeito como o veículo. A atomização dos media proporcionará um ambiente envolvente a 360 graus, uma imersão tao profunda que impacta ao nível da nossa percepção dos direitos individuais e da privacidade. (Se o seu filho quer ir para Direito, não veja nisso um problema: só tem de o ajudar a focar-se nas áreas emergentes do Direito!) > - O papel do jornalista irá alterar-se? > Tal como o computador hoje domina as redacções, também os aparelhos de áudio e vídeo digitais vão impor-se? O papel do jornalista só se tem alterado na medida em que se tem vindo a refinar. Estamos a passar um período de alguma desorientação agravada pelo fim da economia do jornalismo, mas esta não muda no essencial o papel do jornalista: ajudar a aproximar as pessoas do acontecimento, do que é importante. O facto de o público ter agora maior liberdade para decidir o que é importante só vai enriquecer o papel do jornalista.
Por outro lado, a tecnologia vem ajudá-lo. Desde há tempos, em 2 aspectos: na rapidez de difusão global (embora faça vítimas ocasionais, como tem sido o caso da Lusa) e na capacidade agregadora. O jornalismo assistido por computador torna a profissão mais fascinante. Na minha primeira Redacção dominava o telex… Em dez anos o fax tornou-se o centro vital da redacção. Depois, o microfone. E depois o computador. Onde tantos vêem mudanças súbitas e ameaçadoras, em não consigo ver mais que evolução. Ainda se mandam faxes, o telefone é uma peça fundamental (ou a sua evolução para falar de voz à distância, e vejo aí 2 ou 3), o mail já faz parte do dia a dia dos jornalistas. O computador na verdade ainda não chegou às redacções. O que chegou, foi uma máquina de escrever estupidamente cara, um camião TIR que gasta 50 litros aos 100 e que os jornalistas usam para “deslocações” que deviam na realidade custar o preço de meio litro: escrever umas laudas que vão para a “secretária” do editor, e desta para a “tipografia”. Não é seguramente culpa deles, mas de quem toma decisões erradas do ponto de vista da gestão. Mas isso não é comigo, passo por cima. O que é comigo é isto: os jornalistas ainda não descobriram a formidável máquina de apoio à recolha de dados e sua preparação e formatação, automatização de tarefas, “escravo” digital para mastigar incansavelmente quantidades de informação impossíveis de avaliar antes, a que chamam computador. Penso que algures ao longo dos próximos cinco anos se perceberá melhor o que eu estou a dizer. > - A leitura dos cidadãos será igual? Não. O que hoje chamamos leitura torna-se imersão. Viv(er)emos “dentro” do noticiário, ao ponto de o termo se tornar irrelevante e cair em desuso. > Lê-se o jornal de manhã e “acabou” a temporalidade das notícias… Ou o fluxo contínuo de informação actual (14 horas por dia na TV, rádio, internet) vai exigir mudanças também à Imprensa? A grande “vítima” do fluxo é a televisão. Quando ligo a televisão à noite, a sensação que tenho é que aquilo é tudo velho. Dou por mim e há notícias - e nem falo de peças, pode ser um rodapé — que eu tive há 2, 3 dias. Como no jornal o que já nos habituámos a procurar (e a esperar) é mais a explicação, o ponto de vista, o cruzamento e ligações entre dados, este acaba por se safar pois que essa função subsiste fora do fluxo. Mas claro que exige mudanças, como todas a evoluções. Como exigiu a introdução da fotografia há quase um século, como exigiu a rádio, como exigiu a câmara de televisão e a imagem em movimento, o off-set nos anos 60-70, o desktop publishing nos anos 90. A história do jornalismo é uma sucessão de rápidas mudanças e adaptações a técnicas e tecnologias em constante evolução, esta está bem dentro da linhagem. A geração que hoje domina nas Redacções é a geração que começou no desktop publishing e encara o digital como uma mudança, mas dentro de dez a 15 anos sorrirá perante a perspectiva de adoptar as então “novas tecnologias” como, talvez, o holograma (muito útil para entrevistas, por exemplo!) E dá vantagens: a reportagem assistida por computador permiti apresentar no dia seguinte um manancial de informação mastigada e relacionada (à escala global) com um grau de sofisticação antes só acessível a grandes equipas a trabalhar dias a fio. Uma edição impossível de produzir na véspera por uma redacção vocacionada para o fluxo, para o online — e sobretudo aquilo que vai interessar aos administradores: uma edição de valor, não produzível pelos utilizadores com o seu arsenal de blogues.
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April 10 2009, 9:01am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
Os maus sentimentos
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Como tem sido habitual, transcrevemos a crónica semanal do médico psiquiatra José Luís Pio de Abreu no "Destak":É próprio da natureza humana que os bons sentimentos sejam efémeros e molengos, enquanto os maus duram e mobilizam. Quem alcança um desejado bem fica alegre por algum tempo, mas logo quer mais e mais. Mesmo que a alegria seja contagiante, esse efeito é fugaz. É bem possível que essa insatisfação básica do ser humano o tenha levado a conseguir o que já conseguiu: o impossível.Ao contrário, os maus sentimentos perduram. A inveja, o ódio, o ciúme, o rancor, o ressentimento podem dirigir as acções de uma vida inteira. E mobilizam tanto mais quanto os seus detentores se negam a aceitá-los, que é o mais frequente. Neste caso, basta que se lhes apresente alguém a quem odiar para que logo exprimam a sua raiva que asseveram justificada. É por isso que os maus sentimentos são explosivamente contagiantes.Quem acorda a sua raiva sente-se vivo de novo, nem que seja para encetar um ciclo destrutivo. A raiva gera destruição que, por sua vez, gera raiva em círculo vicioso. E todos exultam por se sentirem vivos. Quer isto dizer que a raiva tem procura e é, por isso, um valor de mercado.É sabido que a raiva e a acusação gratuita semeiam o desastre. Mas que importa, se têm audiência? Dão pouco trabalho e pagam-se bem. É por isso que se perfilam tantos acusadores nos meios de comunicação social, e que alguns jornalistas competem por ser o Grande Acusador. É apenas por isso. Desenganem-se aqueles que pensam que é por razões pessoais.J.L. Pio Abreu
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March 27 2009, 11:44am | Comments »
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Entrevista de Carlos Fiolhais ao "Correio da Manhã"
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P "Correia da Manhã" festeja hoje 30 amos. Trancrevemos a entrevista publicada hoje no "Correio da Manhã" a Carlos Fiolhais, um dos 30 nomes dos últimos 30 anos que escolheram para esse jornal os 30 nomes do futuro:Carlos Fiolhais, "Devo a livros e bons professores”A leitura é tão necessária como os bons professores durante a juventude para atrair mais cérebros à Ciência. A ideia assente em experiência faz este físico de Coimbra sentir-se bem na Biblioteca Geral da Universidade.Correio da Manhã – A actual crise trava projectos de investigação?Carlos Fiolhais – Não. A Ciência continua a ser, felizmente para todos nós, um investimento seguro. Os cientistas são, em geral, pessoas optimistas, por uma razão simples: eles sabem que amanhã saberão mais do que hoje. Em Portugal, o investimento em Ciência cresceu nos últimos anos, tirando-nos da infeliz posição em que estávamos.– Portugal tem condições para pôr os investigadores a trabalhar?– Tem de ter. Os países mais ricos são também aqueles em que a Ciência está mais desenvolvida. Se queremos ser mais ricos – e quem é que não quer ser rico? – temos de desenvolver mais a Ciência.– As universidades devem ligar-se mais às empresas?– As universidades modernas têm de trabalhar com as empresas. A Universidade de Coimbra, que é a minha, tem dado o exemplo, com a criação de empresas de base tecnológica como a Critical Software, a Crioestaminal, a ISA, etc. O Instituto Pedro Nunes, de Coimbra, tem uma incubadora de empresas já considerada das melhores a nível mundial. Dito isto, devo acrescentar duas coisas: primeira, a investigação fundamental é basilar e não pode ser esquecida, sob pena de o futuro não ser bem assegurado; segunda, o Governo faria bem em investir mais nas universidades, ao mesmo tempo que as obrigava a canalizar os investimentos para o reforço da melhor investigação no seu seio.– A divulgação científica que faz desperta espíritos científicos?– Eu gostaria de atrair mais cérebros para a Ciência. E uso para isso os meios ao meu alcance: não apenas as aulas mas também os livros, a Internet (incluindo um portal de apoio às escolas, o Mocho, e um ‘blog’ para todos, o De Rerum Natura), etc. A leitura de bons livros e, em paralelo, de bons ‘sítios’ da Net é tão necessária como os bons professores durante a juventude. Eu devo tanto aos livros que li como aos bons professores que tive.– A investigação dá-lhe a sensação de ‘senhor do Universo’?– Investigar é saber mais. E a sensação de saber mais, de ser o primeiro a saber qualquer coisa, é uma sensação única, é um grande prazer difícil de descrever. Mas os físicos não são ‘senhores’ das leis do Universo, são ‘sabedores’ dessas leis.PERFILCarlos Fiolhais, lisboeta de 52 anos, licenciou-se em Coimbra e foi depois doutorar-se em Física Teórica na Universidade de Frankfurt/Main, na Alemanha, em 1982. Catedrático na ‘Lusa Atenas’, publicou, a par de trabalhos científicos, já 35 livros de ensino e divulgação.
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March 19 2009, 3:22am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... pauloquerido.net
A carruagem a cavalo do século XXI
http://pauloquerido.pt/media/a-carruagem-a-cavalo-do-seculo-xxi/
Há muito quem participe, com variados graus empenho, em grupos que ambicionam a salvação dos jornais. Embora nutra pela ideia um romântico olhar, não posso deixar de manter algum realismo: querer salvar os jornais da “ameaça” da Internet equivale a querer defender da “ameaça” do automóvel as carruagens puxadas por cavalos. Responderam-me no Facebook que querem verdadeiramente salvar é o dinheiro, não o objecto jornal. Pior um pouco, nesse caso. É que o jornal enquanto objecto sobreviverá ao jornal enquanto gerador de receita. Em determinadas circunstâncias continuamos a andar em elegantes (embora mal cheirosas) carruagens puxadas por cavalos. Como leremos jornais e papéis e livros em determinadas circunstâncias, um dia qualquer no futuro. Ninguém viaja mais em carruagens. Muito em breve, ninguém se informará pelos jornais (e já há gerações que nunca compraram um jornal). O jornalismo com suporte informático está na fase pré-Ford T. Sabemos que a mudança de paradigma já se deu, mas ainda não temos um modelo que possa pagar qualquer salário, desde que seja razoável. Quando surgirem as novas formas de comercializar o produto de uma função, o jornalismo, adaptadas às tecnologias dominantes, a indústria da distribuição de notícias em papel terá terminado de vez. É uma questão de tempo e resta pouco.
(Foto: Ford model T por Steven Tom)
February 1 2009, 1:12am | Comments »
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OITO OBJECTOS PARA UMA CAIXA DO TEMPO
http://dererummundi.blogspot.com/2008/12/oito-objectos-para-uma-caixa-do-tempo.html
A revista "Sábado" saída hoje publica uma "brincadeira jornalística": o artigo "Cápsulas do tempo" de Tiago Carrasco. Este jornalista pediu a várias pessoas listas de oito objectos com significado pessoal para incluir numa "cápsula do tempo" que apenas poderia ser aberta daqui a cem anos, seguindo aquilo que o artista Andy Warhol fez. Eis a lista de coisas para uma "cápsula do tempo":1- Envelope com uma equação nas costas (a segunda mulher do Einstein quando lhe mostraram um grande laboratório e lhe explicaram que ali se descobriam os segredos do Universo, terá respondido que o marido também fazia isso, mas era nas costas de um envelope).2- O jornal "Público" (os jornais diários são para mim um vício, para me desabituar teria talvez de entrar num grupo de ex-leitores anónimos).3- O meu portátil Toshiba (muito melhor que o Magalhães que chegam para os assessores do primeiro-ministro, mas para mim não; Hugo Chavez nem pense em pôr-lhe as mãos em cima).4- Um pedaço de giz e um quadro negro (muito melhor e mais interactivo que os quadros interactivos do Ministério da Educação).5- O DVD-ROM "Biblioteca Joanina Virtual" (tem a Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra lá dentro, incluindo vinte livros antigos digitalizados da primeira à última página).6- O meu livro "Nova Física Divertida" (para daqui a um século ver a evolução da física; além disso, qualquer autor aspira a que os livros vivam mais do que ele).7- A minha "pen" (que tem tudo o que escrevi, publicado ou não, é uma espécie de baú).8- A minha balança de casa de banho (para onde sempre subo na esperança de pesar menos, embora ela nem sempre me reconforte).
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December 11 2008, 3:19am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... pauloquerido.net
A pergunta certa
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Fazer a pergunta certa é meio caminho andado. Para onde? Para o sucesso. “If newspapers had invested in new products even a modest fraction of the bodacious profits they reaped in the last decade and a half, they might have invented anything from MarketWatch to Yelp to Google” diz Alan Mutter, entre muitas outras coisas que recomendo vivamente, em fat newspaper profits are history. A pergunta que se repetiu na indústria dos media (e ainda se ouve) é esta: como posso ganhar dinheiro na Internet? É a pergunta errada. Quem a faz, não faz um cêntimo com as operações Internet. Então qual é a pergunta certa? — pergunta-me por esta altura o leitor. Não vejo razão para não responder à minha própria pergunta certa respondendo-lhe, caro leitor. Todavia, a quantidade de respostas que Mutter dá neste artigo é suficientemente vasta para fornecer algumas das perguntas certas. Mas em primeiro lugar é preciso ler. Ouvir. Descer ao terreno. Estar onde o futuro acontece. Sem isso, nem sequer há perguntas.
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October 24 2008, 3:30am | Comments »


