Hoje, em Coimbra, ~pelas 18 h, é apresentado o livro "Ciência a Brincar - 10" (Bizâncio) que trata a ciência no tempo das nossas avós. Clicar no cartaz para o ver melhor.
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Apresentação da Ciência das Nossas Avós
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November 4 2010, 4:59am | Comments »
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Ciência para Meninos em Poemas Pequeninos
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Três poemas do livro "Ciência para Meninos em Poemas Pequeninos", de Regina Gouveia (com ilustrações de Nuno Gouveia), que acaba de sair na editora Ana Paula Faria (colecção "Ciência e Poesia de Mãos Dadas"):SOL DE INVERNOO sol estava tão cansadoe viu mesmo ali aoi lado,uma nuvem tão branquinha.Como foi que apareceuesta almofada tão fofinha?Vou dormir uma soneca.Um pastor olhou para o céu.Onde é que o sol se meteu?Preciso do calor seu,já não me basta a jaleca.ARCO-ÍRISEra uma vez um dia de Abril,um dia de chuva, com o sol a espreitare no céu, a brilhar, um arco de cores.Uma era vermelha, outra alaranjada,havia uma verde, uma amarelada,uma violeta, uma era azuladae uma outra anil.Que arco tão lindo brilhava no céu!O nome arco-íris não sei quem lho deu.AVESTRUZA avestruz tentou voar mas,catrapuz, caiu no chão.Deu um grande trambolhão.Pôs-se logo a cogitar:Não nasci para voar.E foi então, ligeirinha,dar mais uma corridinha.O blogue da autora é aqui.
January 6 2010, 6:04am | Comments »
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Livro e Leitura entre os Jovens
http://dererummundi.blogspot.com/2009/11/livro-e-leitura-entre-os-jovens_09.html
Informação recebida Imprensa da Universidade de CoimbraO colóquio Livro e Leitura entre os Jovens, terá lugar nos próximos dias 17 e 18 (3.ª e 4.ª feira) de Novembro de 2009.Esta iniciativa visa lançar a discussão entre Ministério da Educação, professores, responsáveis por bibliotecas, escritores, jornalistas, bloggers, editores e jovens universitários acerca da evolução dos hábitos de leitura entre a juventude portuguesa e das implicações desta realidade na sua capacidade de expressão escrita e oral.Para consultar o programa clicar aqui.
November 9 2009, 4:13am | Comments »
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As fadas gostam da cor verde...
http://dererummundi.blogspot.com/2009/01/as-fadas-gostam-da-cor-verde.html
A fantasia humana tem gerado inúmeras e admiráveis criaturas: belas, horríveis, malignas, perspicazes, ternas, caprichosas, vingativas, alegres, vaidosas, justas, paradoxais…Jorge Luís Borges, numa viagem pela escrita que tem sobrevivido aos tempos, revela algumas das que emergiram nas mitologias e nas religiões em vários cantos do mundo, entre helénicos, judeus, persas, egípcios, chineses, nórdicos, europeus ocidentais, africanos, árabes, americanos do norte e do sul, esquimós…O resultado é O Livro dos Seres Imaginários, que, com a colaboração de Margarita Guerrero, foi terminado em 1967.Nele, Borges relembra entidades tão antigas, que não é possível deslindar as origens, mas também evoca algumas recentes, ainda ligadas aos seus criadores (Franz Kafka, Edgar Allan Poe, por exemplo). Umas são-nos mais estranhas e outras mais familiares, mas, mesmo estas podem ter facetas que poucos conhecem: é o caso das Fadas. Escreveu o autor:“O seu nome vincula-se à palavra latina fatum («fado», «destino»). Intervém magicamente nos sucessos dos homens. Diz-se que as Fadas são as mais numerosas, as mais belas e as mais memoráveis das divindades menores. Não estão limitadas a uma única região ou só a uma época. Os antigos Gregos, os Esquimós e os Peles-Vermelhas narram histórias de heróis que conseguiram gozar do amor destas fantásticas criaturas. Tais aventuras são perigosas: a Fada, uma vez satisfeita a sua paixão, pode causar a morte aos seus amantes.Na Irlanda e na Escócia atribuem-lhe moradas subterrâneas, onde se juntam aos filhos e aos homens que costumam sequestrar. As pessoas acreditam que possuíam as pontes de flechas neolíticas que exumam nos campos e as dotam de infalíveis virtudes medicinais.As Fadas gostam da cor verde, do canto e da música. Em finais do século XVII, um eclesiástico escocês, o reverendo Kirk, de Alberboyle, compilou um tratado intitulado A secreta República dos Elfos, das Fadas e dos Faunos. Em 1815, Sir Walter Scott mandou imprimir essa obra manuscrita. Do senhor Kirk diz-se que as Fadas o arrebataram porque tinha revelado os seus mistérios (…).”Estas Fadas pouco têm a ver com as criaturas doces e maravilhosas do mesmo nome que habitam os livros que as nossas crianças lêem e que passam para o seu imaginário. Pois é, as criaturas mudam em função da vontade dos humanos e em tempos mais recentes, os humanos preferem as Fadas etéreas, intrinsecamente puras, que, na sua generosidade, acompanham e amparam os bons e desprotegidos nos seus desejos e dificuldades.Não, nem a Fada Azul de Carlo Collodi nem a Fada Oriana de Sofia de Melo Breyner Anderson são dadas a volúpias, a arrebatar alguém para as profundezas e, muito menos a matar...Livro: Jorge Luís Borges (em colaboração com Margarita Guerrero) (2005). O Livro dos Seres Imaginários. Lisboa: Teorema.
January 29 2009, 8:21am | Comments »
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"Formar Leitores para Ler o Mundo" - Síntese
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Para os nossos leitores que não puderam estar presentes no Congresso Internacional de Promoção da Leitura, organizado pela Casa da Leitura/Fundação Calouste Gulbenkian e que decorreu nos dias 22 e 23 deste mês de Janeiro, aqui deixamos uma síntese do mesmo realizada por Rui Marques Veloso, que teve a amabilidade de, recentemente, nos dar uma entrevista a propósito deste evento.O congresso Formar Leitores para Ler o Mundo teve a presença de cerca de setecentos participantes. Uma adesão tão elevada para um acontecimento desta natureza encontra justificação no leque de convidados para realizar as conferências e na temática escolhida; nunca será demasiada a reflexão sobre a formação de leitores, nem excessivos os contributos que a investigação universitária nos tem trazido.Os quatro painéis ofereceram uma visão polifacetada da leitura, com particular incidência na sua valência literária. No primeiro, a conferência de abertura pertenceu a Peter Hunt, da Universidade de Cardiff, que focalizou o novo paradigma de leitura que hoje se vive, marcado pela tendência para textos muito simples de molde a que os leitores não tenham de pensar muito; questionou os ganhos daqui decorrentes, já que o espaço para a imaginação se reduz drasticamente. Nas conferências seguintes, foi sublinhada a importância dos paratextos e dos elementos peritextuais nas inferências produzidas pelas crianças (Lawrence Sipe/Universidade da Pensilvânia), a literacia visual e o peso da leitura literária (Maria Nikolajeva/Universidade de Estocolmo), a ficção cruzada (crossover fiction) e a criação de leitores, ou seja, em que medida a ficcção para crianças cativa igualmente os adultos (Sandra Lee Beckett/Univ. de Brock - Canadá).O segundo painel abriu com a conferência de Teresa Colomer, da Universidade Autónoma de Barcelona, onde foi acentuado o facto de a educação literária não constituir um luxo, antes um caminho incontornável para a pertença a uma comunidade cultural e para o acesso ao imaginário colectivo. Em seguida, intervieram Pedro Cerrillo (Universidade de Castela-Mancha), que valorizou a mediação leitora na aquisição da capacidade de leitura dos cidadãos, e Michel Fayol (Université Blaise-Pascal), que analisou a actividade de compreensão da leitura realizada pela criança. Pep Duran (livreiro e narrador em Barcelona) ofereceu-nos uma performance em que acentuou o poder dos contos na articulação das componentes cognitiva, emotiva e instintiva para a construção da nossa identidade.O terceiro painel – Projectos de Promoção de Leitura – teve, na conferência de abertura, António Nóvoa, Reitor da Universidade Clássica de Lisboa, que abordou a evolução da formação de leitores nos sistemas de ensino, e, nas conferências seguintes, António Prole (Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas), que falou da concepção e desenvolvimento do projecto Casa da Leitura, Dolores López-Casero (Fundação German Sanchez Ruiperez), que relatou os resultados de um estudo, levado a cabo pela Fundação que representa, sobre as pré-leituras na alfabetização emergente das crianças, e Galeno Amorim (Observatório do Livro e da Leitura – Brasil) que relatou experiências muito diversas, levadas a cabo no seu país, para formar leitores, especialmente em zonas rurais desfavorecidas.O último painel consistiu numa conversa, moderada pelo jornalista António José Teixeira, sobre a leitura como experiência de vida – três reflexões protagonizadas por José Barata-Moura (Universidade Clássica de Lisboa), Fernando Savater (Universidade Complutense de Madrid) e Eduardo Marçal Grilo (Fundação Calouste Gulbenkian). A leitura arrasta o compreender e o transformar, gerando uma constelação de saberes, o que a torna uma plataforma de intervenção no mundo (J.B-M.); a leitura é um acto de liberdade que possibilita saltar as fronteiras do tempo e do espaço (E.M.G.); a leitura é uma droga que nos possui e que nos abre caminhos – uma paixão que se contagia (F.S.). Num tom informal, foram feitas afirmações que nos questionam e nos responsabilizam como cidadãos, pois a promoção da leitura não se resolve com imperativos, mas faz-se com a educação dos sentidos.A sessão de encerramento foi marcada pela intervenção de Isabel Alçada, comissária do Plano Nacional de Leitura, que focou os avanços trazidos pelo Plano na promoção da leitura em Portugal, particularmente nas camadas mais jovens.Rui Marques Veloso
January 28 2009, 6:29am | Comments »
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“Formar leitores para ler o mundo”
http://dererummundi.blogspot.com/2009/01/formar-leitores-para-ler-o-mundo.html
Nos próximos dias 22 e 23 de Janeiro, realizar-se-á na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, um congresso internacional sobre a leitura para a infância e juventude. Tal congresso, subordinado ao título Formar leitores para ler o mundo, constitui uma das muitas iniciativas que o projecto Casa da Leitura, criando por essa Fundação, organizou nos seus três anos de existência. A propósito deste evento e desta data, falámos com um dos membros da equipa que tem dado corpo a esse projecto: Rui Marques Veloso.Começo pela pergunta clássica: O que fez surgiu a Casa da Leitura?A Casa da Leitura surge a partir de um projecto de António Prole, elemento destacado da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas, que foi apresentado, em 2005, à Fundação Calouste Gulbenkian, no sentido de se criar um portal que permitisse a consulta e recolha de informação no âmbito da leitura e da literatura infantil. Pretendia-se, assim, proporcionar uma plataforma de conteúdos que, a médio prazo, conduzisse a resultados significativos em termos da literacia da população portuguesa. A Fundação acolheu de forma muito favorável este projecto, criando as condições necessárias para a sua concretização, o que se verificou no início de 2006, tendo assumido plenamente que este portal seria integrado no seu plano de actividades.De entre as actividades que foram levadas a cabo pela Casa, nos seus três anos de existência, qual ou quais destacaria, como de maior relevância para aquilo a que o projecto se propõe: levar as crianças e os jovens a ler?Foco quatro vertentes que considero nucleares: as sinopses e recensões de livros para crianças e jovens, assim como as de obras de investigação no âmbito da promoção da leitura e da literatura infantil, os laboratórios de experimentação sedeados nas bibliotecas de Odivelas e de Beja e a edição de artigos científicos.Na visita que fiz ao sítio da Casa da Leitura, descobri uma Montra, com sugestões de leituras. Que critérios segue a equipa para seleccionar os livros que nela constam?R: A palavra qualidade poderia resumir os critérios que norteiam o trabalho da equipa que trabalha na Casa. Há uma grande autonomia na escolha dos livros que serão objecto das recensões; a dimensão estética, em termos literários e plásticos, tem de ser marcante, de forma a contribuir para a educação do gosto e constituir estímulo para a imaginação dos potenciais leitores. O livro informativo ou com características funcionais é seleccionado pelo rigor do tratamento dos conteúdos e sua adequação às competências leitoras da criança. No respeitante às obras de investigação e aos ensaios relativos à matéria em causa, interessa-nos a sua actualidade e interesse para a formação dos profissionais que nos visitam em busca de informação no âmbito da leitura.Relativamente ao Congresso que vai acontecer daqui a uns dias, quais são os seus objectivos?A escolha dos conferencistas e dos oradores, que irão analisar e comentar as temáticas que estruturam os quatro painéis, pautou-se pela preocupação em trazer a este congresso nomes de referência em termos internacionais, como se pode constatar pelo programa oportunamente divulgado.Poderá dar-nos uma ideia das temáticas que vão ser abordadas?Há três painéis que abordam a literatura para a infância e formação de leitores, as estratégias de leitura e compreensão leitora, os projectos de promoção da leitura; o quarto painel dará espaço para um debate sobre a leitura. A assistência poderá (e deverá) participar, por inscrição, nos debates que serão realizados em salas distintas daquelas onde se realizam as conferências, seguidas dos comentários dos oradores convidados.Quanto ao futuro, que vida vai ser a da Casa da Leitura?O tempo de vida da Casa da Leitura, definido pela Fundação Caloste Gulbenkian, foi de três anos. O sucesso que o portal alcançou (com um número de visitas que ultrapassou largamente o milhão) abriu a reflexão sobre a conveniência de se prolongar mais um ano de forma a garantir num futuro próximo uma eventual existência autónoma. Nada está definido, excepto o facto de este congresso fechar o ciclo de vida previsto para a Casa da Leitura.
January 19 2009, 6:03am | Comments »
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MUNDO FANTÁSTICO AO DOBRAR O COTOVELO DE UMA ESTRADA
http://dererummundi.blogspot.com/2008/11/mundo-fantstico-ao-dobrar-o-cotovelo-de.html
O sítio Casa da Leitura, da Fundação Gulbenkian, para promoção da leitura junto dos jovens pediu-me um texto sobre leituras de infância e juventude. Está aqui.
November 24 2008, 9:50am | Comments »
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VERSOS QUASE MATEMÁTICOS
http://dererummundi.blogspot.com/2008/11/versos-quase-matemticos.html
Informação recebida da editora Pé de Página:Será que a poesia rima com a matemática? Dirão os menos atentos que escrever e calcular são coisas muito diferentes. Mas talvez assim não seja. No livro "Versos Quase Matemáticos", João Pedro Mésseder entrelaça o contar das letras com o contar dos números, mostrando como os números e as letras se articulam no bailado ritmado das pequenas grandes coisas da vida. É que adicionar pode querer dizer juntar, subtrair pode querer dizer tirar, multiplicar pode querer dizer aumentar e dividir pode querer dizer repartir. E depois estamos sempre a contar coisas a que damos nomes com que explicamos muitas coisas.Quatro são as estações, dois são os pedais de uma bicicleta e cantar pode ser feito em dueto, terceto, quarteto, quinteto...Num livro de extrema sensibilidade, o autor faz dançar as letras com os números, proporcionando uma aproximação envolvente a estes domínios que devem permanecer unos no desenvolvimento da sensibilidade e da inteligência.Título: Versos quase matemáticosAutor: João Pedro MéssederIlustração: Catarina FernandesN.º de páginas: 24Classificação: infanto-juvenilwww.pedepagina.pt
November 22 2008, 6:34pm | Comments »
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