Depoimento que prestei ao JL sobre o livro "Aos Ombros de Gigantes" (Texto Editores):JL- O que podem encontrar os leitores nesta volumosa obra? E que a que público se destina?CF- O volume é, de facto, grande. E grandes são também as obras que contém: obras de cinco dos maiores cientistas da história, Copérnico, Galileu, Kepler, Newton e Einstein, comentados por Hawking. Levar para casa num só volume os principais livros, traduzidos em português, destes nomes notáveis da física é uma grande tentação. O público será formado por todos aqueles que se sentirem tentado por saber mais sobre a história da ciência e por ter os clássicos da ciência perto de si. Não é um livro só para especialistas, mas também para os cidadãos com alguma curiosidade sobre a ciência. Este livro tem tido várias edições internacionais, com enorme êxito, incluindo uma edição brasileira usada para a preparação do presente volume. Tardou um pouco a vir a lume pelo cuidado que foi necessário na sua preparação, mas veio a tempo do Natal. Parece-me uma óptima prenda.JL- Como surge na coordenação científica da tradução desta obra?CF- A Texto Editores, que tem publicado manuais escolares da minha autoria, pediu-me ajuda para a edição. Era obra demais para uma só pessoa só, pelo que eu próprio pedi ajuda a alguns colegas, tendo coordenado o respectivo trabalho. Escrevi também o prefácio. Demorou a verter para o nosso português, a traduzir partes do original inglês que os brasileiros deixaram de lado e a ver provas sucessivas, que passaram pela revisão literária além da revisão científica. Há edições da Fundação Gulbenkian de alguns textos dos presentes autores, mas, salvo erro ou omissão, é a primeira vez que aparece em português moderno um texto extenso de autor tão importante como Kepler. E há a vantagem de ter todas estas obras concatenadas num só volume a um preço razoável. É uma espécie de "Bíblia" da Física.JL- Quem são estes "gigantes" a cujos ombros nos colocamos? O que resta dos seus legados científicos, numa época acelerada, em que tudo é refutado muito depressa?CF- A expressão gigantes vem de Newton, que foi quem disse: "Se consegui ver mais longe foi porque estava aos ombros de gigantes". Estava a referir-se aos astrónomos e físicos que o antecederam, tais como Copérnico, Kepler e Galileu. Newton foi ele mesmo um gigante. E Einstein foi um outro gigante que, para ver mais longe, teve de subir aos ombros de Newton. Esta pirâmide humana simboliza a construção de progresso científico. A ciência é cumulativa pois não há ciência do presente sem a ciência do passado, que ao contrário do que por vezes se pensa é em larga medida respeitada e conservada. Einstein propôs uma nova mecânica, mas esta concorda num certo limite com a mecânica de Galileu e Newton. A pirâmide não está terminada. Cem anos depois de Einstein, ainda ninguém conseguiu subir aos ombros dele. É o que Hawking tem tentado fazer. Ou o português João Magueijo... Mas Einstein continua actual. Não é, portanto, verdade que tudo seja refutado muito depressa. Quem levar este livro para casa ficará com boa parte do nosso conhecimento científico actual. Pode ver o que os gigantes viram.JL- Como avalia o estado actual da divulgação científica em Portugal?CF- Os livros de divulgação científica continuam ser muito procurados por jovens de todas as idades. Não estamos na época de ouro da divulgação científica que se deveu a Carl Sagan e outros nos anos 80, quando surgiu entre nós a editora Gradiva, mas a literatura de ciência está bem e recomenda-se. Estamos no período de Stephen Hawking, de quem a Gradiva, que já tinha lançado o fenomenal "best-seller" que foi "Breve História do Tempo", lançou há pouco um novo livro. E há novos autores que nos transmitem as "últimas notícias do cosmos". Leitores interessados pela ciência sempre houve pois a ciência tem este poder mágico de atrair os jovens de cada nova geração sem alienar as pessoas das gerações anteriores que antes foram atraídas.JL- E a crise está a afectar a produção de pensamento científico?CF- Não, de modo nenhum. O cérebro humano, que é a parte de nós que quer saber mais, não conhece crises. O pensamento novo continua a emergir, ainda que possa haver dificuldades conjunturais no financiamento de laboratórios e institutos. Nunca, na história da humanidade, existiu nem tanta gente a fazer ciência nem tanta gente a viver melhor graças à ciência. Sagan disse muito justamente o que "O nosso destino é o conhecimento". E o nosso destino continua a cumprir-se.
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SOBRE "AOS OMBROS DE GIGANTES"
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December 15 2010, 2:10pm | Comments »
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Conto de amor e psique
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Nota de apresentação que escrevi (Delfim Leão) para a tradução que fiz do Conto de Amor e Psique, de Apuleio, editada pela Cotovia:A parte central do romance latino O burro de ouro, de Apuleio, é ocupada pelo justamente célebre Conto de Amor e Psique, que tem sido alvo de imensas interpretações, a começar pela leitura alegórica do conto enquanto manifestação da vontade imensa, própria da ‘alma’ humana (Psique), de atingir a dimensão divina e a realização de um amor sublime. Esta e outras abordagens são de facto possíveis e expressivas da riqueza de análise que acompanha O burro de ouro.No entanto, esta longa digressão, cuja estratégia narrativa assenta na estrutura básica do conto popular de fadas, possui igualmente uma pertinência directa para a situação que Lúcio (o protagonista de O burro de ouro, entretanto transformado em asno por causa de um mau uso das artes mágicas) está a viver e, por conseguinte, para a economia global do romance. Pesem embora as diferenças de pormenor, tanto Psique como Lúcio acabam por seguir um trajecto idêntico: vivem experiências extremas motivadas por uma curiositas excessiva, até que, já no limiar da morte, são resgatados por intervenção divina para uma existência superior.Psique junta‑se finalmente e de forma legítima ao Amor, depois de um processo de apoteose; Lúcio conseguirá livrar‑se do aspecto asinino, por graça de Ísis, em cujos mistérios será iniciado, ficando ao serviço da deusa. A bella fabella constitui, pois,uma promessa de libertação, mas Lúcio apreende somente a beleza do relato, pois nele (como de resto em Psique) a recompensa final decorre de um processo de maturação alcançado apenas no termo de um esforçado trajecto de aprendizagem.E uma breve passagem (5.21.5-23.6), que considero ser das mais belas páginas da literatura latina. Nela se relata o momento em que, convencida de que o marido desconhecido é um monstro, a jovem Psique descobre, extasiada, o Amor – para logo em seguida o perder.“21.5. Chegara a noite, chegara também o esposo e, depois de travadas as primeiras escaramuças amorosas, ele mergulha em sono profundo. 22.1. Então Psique, debilitada embora de corpo e espírito, apoia-se na crueza do destino, enche-se de forças, empunha a lucerna e pega na navalha, transformando em audácia a debilidade própria do sexo feminino. 2. Porém, quando aproxima a luz e lança a claridade sobre os segredos do leito, deparou com a mais encantadora e doce de todas as feras selvagens: Cupido em pessoa, o formoso deus, que repousava num quadro repleto de formosura! Perante esta visão, a luz da lucerna avivou-se com alegria e a navalha pôs-se a maldizer o fio sacrílego. 3. Quanto a Psique, ao ser sacudida por um tal espectáculo, perde o domínio de si. Vencida por uma lânguida palidez, tremebunda, sente os joelhos a ceder e tenta ocultar a arma, mas desta vez no próprio peito. 4. E não há dúvida de que o teria feito, se o ferro, assustado com a perspectiva de tamanho crime, se não houvesse escapado, ao deslizar das temerárias mãos. Esgotada já e sem esperança de salvação, recuperou no entanto a presença de espírito, ao remirar uma e outra vez a beleza do rosto divino. 5. Contempla uma nobre cabeleira num vulto de ouro e embebida em ambrósia, um colo de leitosa alvura, umas faces rosadas, uns anéis de cabelo esparzidos e harmoniosamente enredados, ora a pender para a frente ora para trás, cujo brilho era de tal maneira fulgurante que fazia vacilar a própria luz da lucerna. 6. Pelos ombros do deus alado, resplandecia uma penugem, com a candura das flores cintilantes, bafejadas pelo orvalho. E embora as asas estivessem em repouso, a fofinha e delicada plumagem das pontas bulia, sem parar, em caprichoso estremecimento. 7. O restante corpo era tão macio e brilhante que nem a própria Vénus se podia envergonhar de o haver trazido ao mundo. Aos pés do leito, jaziam arco, aljava e flechas, propícias armas do poderoso deus. 23.1. Cheia de curiosidade, Psique não saciou o espírito enquanto não se pôs a examinar, ver e admirar as armas do marido, a ponto de retirar da aljava uma flecha. 2. Ao experimentar a ponta no polegar, apertou com demasiada força o dedo ainda trémulo, de forma que, à superfície da pele, afloraram umas gotitas de róseo sangue.3. E assim aconteceu que, espontaneamente e sem dar conta disso, Psique ficou presa de amores pelo próprio Amor. Então, sente crescer em si cada vez mais a chama do desejo pelo deus do desejo; debruça-se sobre ele, ofegante de paixão, e recobre-o avidamente de largos e intensos beijos, receosa embora de lhe encurtar o sono. 4. Porém, enquanto continuava, de ânimo desfalecido, irresoluta e absorvida por tamanho gozo, a tal lucerna — fosse por extrema perfídia, por maliciosa inveja ou então pela impaciência de tocar ela mesma e de certa forma beijar um corpo assim tão belo — deixou cair da ponta luminosa um salpico de azeite a ferver sobre o ombro direito do deus. 5. Ah lucerna audaciosa e temerária, vil serviçal do amor! Vais queimar o próprio senhor de todo o fogo, quando foi pela certa um amante quem pela primeira vez te inventou, a fim de possuir durante mais tempo e noite dentro o objecto de seus desejos! 6. Mal sentiu a queimadela, o deus levantou-se de um salto e, ao compreender que a sua confiança havia sido traída e enxovalhada, apartou-se dos beijos e abraços da sua desgraçada esposa, fugindo a voar, sem nada lhe dizer.”Delfim F. Leão
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December 14 2010, 3:44pm | Comments »
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Livros de Tolstoi
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Informação recebida da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, com a lista das obras de Tolstoi expostas na Sala do Catálogo:Adolescência: novela. Trad. de Adolfo Casais Monteiro. Lisboa: Editorial Inquérito, 1941. 5-30-26Amor e liberdade: palavras de um homem livre. Trad. de Guilherme de Sousa. Lisboa: Livraria Editora Guimarães, 1907.7-42-8-22Ana Karenine. Trad. Vasco Valdez. Lisboa: Guimarães Editoras, 1912. 3 vols. 7-36-23-45/47Anna Karénine. Trad. par Henri Mongault. [Paris]: Gallimard, [1943?].882-31 Tolstoi TOLO canto do cisne. Trad. Eugénio Vieira. Lisboa: Guimarães Editores, 1910.7-36-23-78Um caso de consciência e a tortura da carne. Trad. Isolino Caramalho. Lisboa:Edições Gleba, 1943.5-36-23Contes et fables. Traduit avec l’autorisation de l’auteur par E. Halpérine-Kaminsky. Précédé d’une préface de l’auteur. Paris: Librairie Plon, 1888. 882-32 Tolstoi TOLContos populares. Lisboa: Claridade, [194-?].5-41-21Correspondência. Trad. de Joaquim Leitão. Lisboa: Viuva Tavares Cardoso, 1906.7-42-8-16Les cosaques: souvenirs de Sébastopol. 2 ed. Paris: Librairie Hachette, 1886. 882-31 Tolstoi TOLOs cossacos: romance. Trad. de Branca Rumina. Lisboa: Portugália Editora, 1943. 5-31-31Dernières nouvelles. Traduites par madame Eléonore Tsakny. Avec un portrait de l’auteur par M. Théophile Bérengier. Paris: Nouvelle Librairie Parisienne, 1887. 882-31 Tolstoi TOLDinheiro maldito; O padre Sérgio; O cantor tirolês; A evasão. Trad. Francisco Quintal. Lisboa: Joaquim Cardoso, 1954. 5-49-3Étapes d’une vie: enfance. Éd. définitive complétée de chapitres inédits. Traduite, prefacée et annotée par E. Halpérine-Kaminsky. Paris: Librairie Plon, 1935.882-31 Tolstoi TOLEnsaio sobre o ciúme. Trad. Isabel Risques. Queluz: Coisas de Ler, 2004. 8-(2)-25-32-89A escravidão moderna. Lisboa: Livraria Editora Guimarães, 1905.5-(4)-1-21-29A felicidade conjugal seguida de Os dezembristas. Trad. João Marcos. [Lisboa] : Editores Associados, [1974?] 6-36-19-67Frei Sérgio. Trad. A. Dias Gomes. [Lisboa] : Delfos, [1969?] 5-7-33-41Guerra e paz: 1864-1869. Trad. José Marinho. Lisboa: Editorial Inquérito, 1942. 3 vols. 5-4-23Guerra e paz. Trad. Garibaldi Falcão; estudo biográfico de João Pedro de Andrade. Lisboa: Editorial Minerva, 1963. 6 vols. 5-42-11La guerre et la paix: romance historique. Traduit avec l’autorisation de l’auteur par une russe. Paris: Ernest Flammarion, 1889. 3 vols.7-32-33-3/5La guerre russo-japonaise. Traduit du russe par E. Halpérine-Kaminsky. Paris: Ernest Flammarion, [18-?] 9-38-5-2Infancia: novela. Trad. e pref. de Adolfo Casais Monteiro. Lisboa: Inquérito, 1941.5-28-26Infância. Trad. Carlos Rodrigues. Porto: Livraria Civilização Editora, 1955.5-49-2Infância, adolescência e juventude. Rev. e coment. por Maria Ivanovna Mikhlaia ; trad. de Isabel Sequeira. Mem Martins : Publicações Europa-América, 2004.6-70-2-30Ivan, o imbecil e Miguel, o aprendiz de sapateiro. Versão livre de Francisco António Seguro Pereira. Porto: Livraria Civilização Editora, 1964.5-24-22-70Journaux intimes: 1910. 2 éd. Paris : Gallimard, 1940. 92(Tolstoi) TOLKatia. Trad. par M. Le Comte d’Hanterive. Paris: Librairie Plon, 1928.882-31 Tolstoi TOLKatia. Trad. Luiz Cardoso. Lisboa: Parceria António Maria Pereira, 1934.7-38-24-66Kátia. Trad. Mateus Valadier. Porto: Livraria Civilização Editora, 1956.5-48-31Khadji-Murat. Trad. Olga Solovova ; rev. lit. Maria João Branco ; rev. Alice Araújo. Lisboa : Cavalo de Ferro, 2005.8-(2)-25-32-70Ma confession. Trad. du russe par Zoria. Paris: Albert Savine Éditeur, 1887.7-34-10-55A morte de Ivan Ilitch. Trad. Adolfo Casais Monteiro. Lisboa: Editorial Inquérito, 1940. 5-36-18Polikuchka. [Lisboa] : Publicações Europa-América, 1972.6-36-5-30A próxima revolução. Trad. V. da Fonseca. Lisboa: Livraria Central de Gomes de Carvalho Editor, 1908.7-42-11-29La puissance des ténèbres : drame en 5 actes ; Les Spirites : drame en 4 actes. Trad. par Michel Delines. Paris : La Renaissance du Livre, [19--?] 882-2 Tolstoi TOLLes récits de Sébastopol. Trad. du russe par A. Roudnikov; présentation de A. Bilioukine. Moscou : Éditions en Langues Étrangères, 1962.5-19-37-51Résurrection: roman. Trad. par T. de Wyzewa. Paris: Perrin et Cie Libraires Éditeurs, 1929. 882-31 Tolstoi TOLRessureição. Trad. Antão de Lencastre. Lisboa: Guimarães Editores, 1913. 2 vols. 5-3-24Ressureição. Trad. Antão de Lencastre. Lisboa: Livraria Editora Guimarães, [194-?]. 2 vols.5-3-24O romance do casamento. Porto: J. Pereira da Silva, [s. d.]5-2-13Sebastopol. Trad. de Helder Pires e Castro Soromenho. Lisboa: Portugália Editora,[19--?].5-31-31Sébastopol en Mai et Aout 1885. Trad. du russe par Michel Delines. Paris: Ernest Flammarion, [s. d]. 5-31-31Senhor e servo. Trad. José Marinho. Lisboa: Editorial Inquérito, 1940.5-36-18A sonata de Kreutzer. Trad. Maria Benedita Pinho. 2 ed. Lisboa: Guimarães & C.ª Editores, 1916.7-30-7-55La sonate à Kreutzer. Trad. de J.- H. Rosny ainé et I. Pavlovsky. Paris: Librairie Alphonse Lemerre, [s. d.].882-31 Tolstoi TOLA terra de que precisa um homem. Lisboa: Agostinho da Silva, 1941.5-36-27Voz d’além túmulo. Trad. Armando Tavares. Coimbra: Coimbra Editora, 1947.5-38-15
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December 14 2010, 10:00am | Comments »
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OS 10 LIVROS DO ANO SEGUNDO O NEW YORK TIM
http://dererummundi.blogspot.com/2010/12/os-10-livros-do-ano-segundo-o-new-york.html
Depois da escolha alargada dos livros mais notáveis do ano, o "New York Times" acaba de anunciar "on-line" a sua escolha do "top-ten": os dez livros do ano publicados nos Estados Unidos. Ver aqui. O único livro de ciência na lista refere-se à luta contra o cancro: "The Emperor of All Maladies".
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December 10 2010, 1:04pm | Comments »
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Outros Combates pela História
http://dererummundi.blogspot.com/2010/12/outros-combates-pela-historia.html
Informação recebida da Imprensa da Universidade de Coimbra.No próximo dia 7 de Dezembro (3.ª feira), pelas 18h00, serão apresentados no foyer do Teatro Académico de Gil Vicente o livro Outros Combates pela História, pelo Doutor Sérgio Campos Matos, e o número 10 da revista Estudos do Século XX, pelo Doutor Luís Bigotte Chorão.Estas obras têm a coordenação do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX – CEIS 20.
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December 6 2010, 5:54am | Comments »
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100 LIVROS MAIS NOTÁVEIS DE 2010 NOS ESTADOS UNIDOS
http://dererummundi.blogspot.com/2010/12/100-livros-mais-notaveis-de-2010-nos.html
O "New York Times" acaba de anunciar, no seu suplemento dominical de livros (na Net sai mais cedo), os 100 livros mais notáveis deste ano. Alguns deles já estão traduzidos, outros vão ser livros notáveis entre nós no próximo ano. Ver aqui.
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December 3 2010, 1:44pm | Comments »
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ENTREVISTA AO CIÊNCIA VIVA - TV
http://dererummundi.blogspot.com/2010/12/entrevista-ao-ciencia-viva-tv.html
Minha entrevista no "Ciência Viva TV" dada na passada sexta-feira no Pavilhão do Conhecimento em Lisboa (a partir do minuto 3.30).
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December 3 2010, 8:22am | Comments »
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A História, as Lendas e os Livros
http://dererummundi.blogspot.com/2010/12/historia-as-lendas-e-os-livros.html
A nossa História, os seus protagonistas mais ou menos conhecidos, os nossos gestos mais ou menos nobres, mais ou menos heróicos, mais ou menos importantes, têm tido, tem tido ultimamente uma atenção mais cuidadosa e persistente por parte das nossas editoras. Entre as lendas e o registo académico "puro e duro", a diversidade tem sido cada vez maior, mais apelativa e com aceitação crescente por parte dos leitores. São raios de sol numa atmosfera cultural frequentada por muitas nuvens, algo a louvar e a enaltecer num mercado cuja nivelação pelos patamares mais elevados é sempre complicado.A QuidNovi prepara-se para apresentar (mas já disponível nas livrarias) o primeiro volume de História dos Reis de Portugal, uma obra coordenada pela Professora Maria Mendonça, Presidente da Academia Portuguesa da História. Aliás, esta Academia é a parceira científica e literária da QuidNovi nesta aventura. O lançamento será amanhã, dia 3 de Dezembro, às 18:30h, na livraria Bertrand Chiado, Lisboa.Ainda pela QuidNovi, mas num registo diferente, a História dá lugar ao Mito com a publicação de Lendas do Porto, escrito por Joel Cleto, arqueólogo e apresentador de programas de História do Porto Canal. Um dos pontos interessantes desta obra reside no facto de não se tratar de uma simples compilação de lendas do Grande Porto; Joel Cleto vai mais longe e tenta separar o mito da realidade, o que é inventado pelos povos e aquilo que ficou como verídico. Tem também um excelente trabalho fotográfico, obra de Sérgio Jacques. O lançamento está marcado para este sábado, 4 de Dezembro, às 17:30h, no belíssimo Palácio da Bolsa do Porto.Ficam aqui os convites para saborear um pouco mais daquilo que também somos feitos: Histórias e Mitos!
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December 2 2010, 4:11am | Comments »
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Recensão de "O Relógio da República"
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Minha apreciação em vídeo, gravado no Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho, em Coimbra, do livro "O Relógio da República" de Fernando C orreia de Oliveira, saído na Âncora Editora: aqui.
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December 1 2010, 3:51pm | Comments »
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LIVROS EM SALDO
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Informação recebida da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra:A Biblioteca Geral da UC realiza mais uma vez, uma mini-feira de livros provenientes do seu vasto catálogo de edições próprias, a preços reduzidos, entre 1 e 5 Euros.A Feira terá lugar no edifício da Biblioteca Geral, no patamar da entrada da Sala do Catálogo.Decorre desde o dia 29 de Novembro, até 6ª-feira, dia 3 de Dezembro, das 9.30h às 12.30h e das 14.00 às 17.00 horas.
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November 30 2010, 6:11am | Comments »





