Redes e mediação:princípios epistemológicos da teoría da rede de mediadores em educaçãoElena Maria Mallmann *SÍNTESE: Aspectos epistemológicos da Teoria da Rede de Mediadores são explicitados, sinalizando contribuições na investigação, na análise e na compreensão do conceito mediação pedagógica. As reflexões são sustentadas por resultados oriundos da investigação-ação sobre o processo de transposição didática de materiais didáticos hipermídia. Argumenta-se que a Teoria da Rede de Mediadores, na sua relação com a produção científica em educação, como avanço e possibilidade, gera compreender a educação escolar em virtude das interações e da interatividade requerida em torno dos conteúdos escolares. Conclusivamente, destaca-se que o fator inovador na opção por essa matriz teórica no âmbito da pesquisa e da produção conceitual em educação reside na relevância que os atributos científico-tecnológicos adquirem no processo ensino-aprendizagem pela indissociabilidade entre ciência, tecnologia e sociedade.Palavras-chave: mediação pedagógica; Teoria da Rede de Mediadores; materiais didáticos hipermídia.Texto integral
-
João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Redes e Mediação
http://terrear.blogspot.com/2010/12/redes-e-mediacao.html
December 10 2010, 5:35pm | Comments »
-
João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
“ERROS COMUNS DOS MEDIADORES: O QUE NÃO SE DEVE FAZER”
http://terrear.blogspot.com/2009/11/erros-comuns-dos-mediadores-o-que-nao.html
Apresentamos, a seguir, uma lista com os erros que os mediadores costumam cometer com mais frequência. Habitualmente, apercebes-te de quais são os erros que fazem com que a mediação não avance. Costumam estar relacionados com “as doze típicas” (Documento IV.5 - situações problemáticas tipo).Fazer demasiadas perguntas O fundamental não é dispor de mais informação, mas que fique bem claro que já estás na posse da mais importante. Pratica a escuta activa e deixa que as partes se expressem ao seu jeito, respeitando inclusivamente os seus silêncios.Colocar demasiados “porquês” Em vez de: “Por que o ofendeste?”, diz-lhe antes: “Conta-me um pouco mais daquilo que aconteceu imediatamente antes de ele/ela dizer que o tinhas ofendido...”Discutir com uma das partes Não te mostres contrariado nem te oponhas ao que diz uma das partes.Emitir juízos Não digas: “Um de vós deve estar a mentir...” mas: “Tendes ambos pontos de vista diferentes acerca do que aconteceu”. Também não digas: “Isso são tolices...”; diz antes: “Se esse assunto vos interessar em especial, poderemos analisá-lo noutra altura”.Dar conselhos Em vez de dizer: “Deveis recordar-vos de que o importante é o respeito mútuo”, utiliza a seguinte formulação: “Como gostaríeis que fosse a vossa relação daqui para a frente?”Ameaçar as partes Não digas: “Se não resolverdes isto aqui, tereis de o resolver no âmbito disciplinar”. Poderás dizer: “Concordastes em tentar resolver este problema, pode ser difícil mas, apesar de tudo, temos avançado muito, e é importante seguir em frente.”Forçar a reconciliação Ela surgirá como uma coisa óbvia, logo que as partes cheguem a acordo, não há que forçá-la. Não lhes peças para serem outra vez amigos, que peçam desculpa ou que perdoem um ao outro, que apertem as mãos. Pergunta-lhes: “Que podereis fazer para vos sentirdes mais felizes?” ou então “Quais seriam as soluções mais justas para ambas as apartes?”Impor a mediação Procura saber de que modo são afectados pelas decisões acabadas de tomar, a projecção que isso terá para eles no futuro, de forma a tomarem bem consciência das suas capacidades O mais importante é ficarem a saber que podem retomar o processo a qualquer momento, logo que se sentirem preparados, ou quando julgarem oportuno, pois têm a porta aberta. Felicita-os pelos esforços desenvolvidos e pela colaboração prestada, e respeita a sua vontade de não prosseguir.FonteSeijo, Juan (2003). Obra citada infra
- Tags:
- práticas
- organização
- mediação
- mediador
November 30 2009, 7:28am | Comments »
-
João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Saberes, Sabores e o Défice de Mediação
http://terrear.blogspot.com/2009/05/saberes-sabores-e-o-defice-de-mediacao.html
(...)Notre École manque de médiations : les savoirs enseignés n’ont souventaucune saveur, pour reprendre le titre d’un beau livre récent de Jean-Pierre Astolfi(La saveur des savoirs, ESF, 2008) et les dispositifs proposés sont souvent absurdesou obsolètes : comment mobiliser des élèves sur le travail intellectuel dans desétablissements qui vivent au rythme des sonneries stridentes, d’emplois du tempsabsurdes, sous le signe de l’anonymat généralisé et de la déresponsabilisationpermanente ?La pédagogie est, justement, le travail sur les médiations : sur les oeuvres, lessavoirs et les institutions… tout ce qui permet de se mettre en jeu « à propos dequelque chose ». La pédagogie institue ce qui, à la fois, relie les êtres entre eux etleur permet de se distinguer.(...)Philippe Meirieu a propósito do filme "Entre les Murs" (que vale a pena ver e problematizar)Texto Completo
May 10 2009, 4:21pm | Comments »
-
João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
A ESCUTA ACTIVA
http://terrear.blogspot.com/2009/05/escuta-activa.html
“Só entenderás alguémquando caminhares com os seus sapatos”.(Provérbio chinês e sioux)Para que serve esta competência A escuta activa é a competência mais poderosa, interessante e útil para mediar qualquer conflito. Serve para compreendermos as duas partes implicadas no conflito e criarmos empatia em relação a elas. É muito útil para que as partes em conflito se entendam e vão passando das posições para as necessidades.Condições prévias Antes de utilizar as técnicas da escuta activa é conveniente ter em conta alguns aspectos:- Assumir como atitude pessoal o pôr-se no lugar da outra pessoa, para poder compreender o que ela está a dizer e a sentir.- Mostrar compreensão e aceitação através dos seguintes comportamentos não verbais:· Um tom de voz suave.· Expressão facial e gestos acolhedores.· Estabelecendo contacto visual.· Assumindo uma postura corporal receptiva.- Não utilizar, na medida do possível, nenhuma das doze típicas.Modo de usar Em sentido estrito, pode dizer-se que alguém pratica escuta activa quando, face a uma mensagem recebida dum emissor, lhe diz o que entendeu daquilo que acabou de ouvir, realçando o sentimento existente por detrás dessa mensagem. Em sentido mais amplo, podemos dizer que a escuta activa é o resultado das seguintes acções:Mostrar interesse O interesse pode mostrar-se de forma não verbal, por exemplo, abanando afirmativamente a cabeça, ou de forma verbal. Se se optar pela forma verbal, é importante utilizar palavras neutras que não revelem nem acordo nem desacordo relativamente ao que a outra pessoa está a dizer, por exemplo: “Podes dizer-me mais qualquer coisa acerca disso?”.ClarificarClarificar significa tornar mais clara uma mensagem. Serve para obter a informação necessária para compreender melhor o que a pessoa está a dizer, ou o problema. “E tu que fizeste nessa altura?”. “Há quanto tempo estais zangados?”. Para facilitar a acção é costume utilizar perguntas abertas que são as que procuram provocar no interlocutor um resposta alargada e não apenas um sim ou um não.Parafrasear Consiste em repetir, por palavras próprias, as principais ideias ou pensamentos expressos por quem fala. Serve para mostrar que se entendeu o que o outro disse, e permite verificar se o significado atribuído pelo emissor à mensagem é idêntico ao entendido pelo receptor. “Quer dizer, então, que para ti o problema é uma tolice”. “Então, aquilo que tu me estás a dizer é...”.Fazer-se eco É o que atrás denominámos escuta activa em sentido estrito. Consiste em dizeres por palavras tuas os sentimentos existentes por detrás do que o outro acabou de expressar. Ajuda quem fala a clarificar os seus sentimentos. “Ficas frustrado por te estarem sempre a acusar de seres o que mais falas nas aulas”. “Custa-te que ele te esteja a acusar de lhe teres tirado o lanche”.Resumir Consiste em juntar a informação que nos vai sendo transmitida, referente quer a sentimentos quer a factos. Oferece a quem fala uma boa oportunidade de corrigir ou acrescentar algo ao já dito. “Então, se bem entendi, A andou à luta com C, e tu ficaste ofendido por te considerarem o causador do conflito” ou “Falaste de A e de B, mas não entendo o que é que C tem a ver com tudo isto”. Quando um mediador escuta activamente as partes, está a compreendê-las, a ajudar a que se expressem melhor, e a facilitar a comunicação entre elas. Se, além disso, ainda estimularmos as partes a escutarem-se activamente uma à outra, estamos a dar-lhes mais recursos para poderem comunicar melhor, sem precisarem sempre da presença dum mediador.Quando se pode utilizar Pode e deve praticar-se a escuta activa ao longo de todo o processo de mediação, embora seja na fase número dois (Ora conta lá) que ela se pode usar de forma mais activa. Além disso, ao escutá-las, ajudamos as partes a aprender a escutar-se mutuamente.Quando não convém utilizá-la Este instrumento de trabalho não se pode utilizar quando há algo que interfere ou impede que centremos a nossa atenção no outro, por variados motivos: toca a campainha e tens de te ir embora, ou uma das partes em conflito diz, ou faz algo, que não podes aceitar de modo nenhum. Nessa altura, é melhor não tentar compreender o outro e suspender o processo, ou falar na primeira pessoa.Dificuldades mais comuns A principal dificuldade consiste em meter-se na pele do outro e compreender o conflito conforme ele é entendido por cada pessoa. E isto torna-se particularmente difícil para os que constroem muitas hipóteses sobre o que se está a passar e dizem aos outros aquilo que eles têm de fazer. A chave está em esquecermos um pouco a “nossa sabedoria”. FonteMediação de Conflitos ... (obra citada infra)
May 1 2009, 5:46pm | Comments »
-
João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
AS DOZE TÍPICAS
http://terrear.blogspot.com/2009/04/as-doze-tipicas.html
Dá-se o nome de doze típicas aos doze tipos de respostas que a maior parte das pessoas utiliza quando pretende ajudar alguém a expor um problema que o aflige. São as seguintes:1. ExplicaçãoMandar, orientarDizer ao outro o que deve fazer.“Tens de...”, “Deves...”2. AmeaçarDizer ao outro o que poderá acontecer se não fizer o que lhe dizemos.“Se não fizeres isto, então...” É melhor fazeres isto, caso contrário...”3. Pregar um sermãoAludir a uma norma externa para dizer o que o outro deve fazer.“Um homem não chora”“Deves ser responsável”4. Dar liçõesRecorrer à experiência para dizer o que é bom e mau para o outro.“As crianças de agora são muito mimadas, no meu tempo isto não acontecia”5. AconselharDizer ao outro o que é melhor para ele/ela“Deixa de estudar” “Não deixes de estudar” “O melhor que tens a fazer é...”6. Consolar, animarDizer ao outro que o que se passa com ele tem pouca importância“Já vai passar”“Não te preocupes...”7. AprovarDar razão ao outroEstou de acordo contigo, o melhor é...”8. DesaprovarNão dar razão ao outro“O que dizes é uma tolice”9. OfenderDesprezar o outro por causa do que diz ou faz“Até pareces parvo”10. InterpretarDizer ao outro o motivo oculto da sua atitude“O que tu queres no fundo é chamar a atenção”11. InterrogarConseguir informação do outro“Quando?, Onde?, Porquê?”12. IronizarRir-se do outro“Pois claro, deixa de estudar, vai-te embora de casa, deixa o teu namorado e vai pedir esmola pelas ruas”As doze típicas têm uma característica comum: são um obstáculo à comunicação, uma vez que não ajudam a pessoa que fala a ser compreendida e, portanto, a contar o que ocorreu. Todas elas incluem um juízo negativo sobre o outro (eu sei o que deves fazer e tu não; o que se passa contigo tem pouca importância; estás-me a esconder alguma coisa...), ainda que, evidentemente, não seja essa a intenção de quem as utiliza. Além disso, em todas elas, quem pretende ajudar acaba por se transformar na medida dos problemas de quem lhe fala; é pois uma ajuda centrada em quem ajuda e não em quem pede ajuda.in Obra citada infra
- Tags:
- relação
- comunicação
- mediação
April 30 2009, 3:14pm | Comments »
-
João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
“O TEU ESTILO PESSOAL
http://terrear.blogspot.com/2009/04/o-teu-estilo-pessoal.html
Cada participante imagina que está interessado pela pessoa com quem está a falar e que a quer ajudar. Cada participante escreve entre aspas a resposta literal que daria a esta pessoa para a ajudar.* Primeira situação: “Estou farto da escola. Todos os dias se tem de aprender mais e mais. Não serve para nada estudar assim tanto. Não sei se vale a pena continuar a estudar, nem para que quero eu as aulas. Quando acabar o curso, não sei o que vou fazer. Vou mas é deixar de estudar e procurar um trabalho qualquer.” Tu dizes-lhe:* Segunda situação: “Estou aborrecido com o meu colega de carteira. Não gosto da porcaria e ele adora riscar as carteiras. Risca a nossa carteira e depois somos castigados os dois. Ele nunca se acusa, e a mim custa-me estar a acusá-lo aos professores. Falei com ele sobre o assunto, mas não me deu atenção”. Tu dizes-lhe:inMediação de conflitos em Instituições Educativas Juan Carlos TorregoImaginar respostas. Contruir novas realidades.
April 30 2009, 3:10pm | Comments »
-
João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Jogo de Apresentação
http://terrear.blogspot.com/2009/04/jogo-de-apresentacao.html
Objectivo Desenvolver um conhecimento inicial entre os participantes na oficina, partindo dos nomes e dalgum traço significativo de cada um.Materiais Um novelo de lã. Cadeiras dispostas em círculo.Desenvolvimento O grupo senta-se à roda, sem deixar espaços vazios. O formador segura o novelo na mão e atira-o a outro elemento do grupo, segurando a ponta do fio. Imediatamente antes de atirar o novelo, diz em voz alta: “chamo-me .............................e quero oferecer-vos o meu ....................(uma qualidade pessoal, uma aspecto positivo da sua personalidade)”. A pessoa que recebe o novelo diz o seu nome e uma qualidade positiva que queira oferecer ao grupo. Ao terminar, atira o novelo a outro elemento do grupo, segurando o fio de forma a que fique mais ou menos esticado (sem tocar no chão). Quando todos tiverem recebido o novelo, formar-se-á uma estrela de tantas pontas quantos os participantes. É importante ter em conta o seguinte:a) Não se pode atirar o novelo para os dois companheiros imediatamente à direita, nem para os dois imediatamente à esquerda.b) É conveniente que se proceda com alguma rapidez. Não de deve ficar parado, a pensar profundamente qual das nossas numerosas qualidade havemos de oferecer ao grupo, mas oferecer uma qualquer que acharmos que possa vir as ser útil aos outros e à oficina que acaba de se iniciar.c) Se alguém ficar bloqueado no momento de indicar uma qualidade própria, pode convidar-se outra pessoa do grupo que o conheça, a fazê-lo.AvaliaçãoÉ conveniente realizar uma breve avaliação da actividade. Antes de mais, há que convidar quem assim o desejar a expressar o que sentiu, ao ter de dizer em voz alta uma qualidade pessoal, sabendo nós que as previsíveis dificuldades surgidas podem ficar a dever-se a uma certa cultura do menosprezo em vez da estima (surge sempre alguém a dizer que seria muito mais fácil dizer um defeito). Há também que chamar a atenção para o facto de, dentro de cada um de nós, existirem potencialidades muitas vezes ocultas, e que iremos activando ao longo do processo de aprendizagem da mediação, processo que vai muito para além da oficina que agora se inicia. Por outro lado, a imagem da estrela costuma ser suficientemente eloquente, mas pode-se ainda fazer algum comentário ou convidar alguém a fazê-lo. Apresentamos algumas sugestões:1. Pode-se alertar para o facto de todos sermos necessários para manter a rede esticada, se alguém largar o fio a rede fica frouxa. É um trabalho levado a cabo por todos; depende de todos e de cada um de nós o conseguir que a oficina vá por diante ou não.2. A rede também simboliza a segurança, tal como a dos trapezistas no circo; com uma rede feita de nomes, rostos e qualidades postas ao dispor do grupo para que ele funcione (durante a oficina e em posteriores tarefas da equipa de mediação que dela resultar), podemos sentir-nos mais seguros do que se tivermos de enfrentar sozinhos este desafio. 3. Levando mais longe ainda este símbolo da segurança, a rede pode ser o colchão que ajuda a conciliar e a abrandar as situações de conflito na nossa escola, transmitindo segurança a todos os que desejam ser escutados e atendidos, à margem das vias meramente disciplinares.InMediação de Conflitos, Obra citada infra
April 13 2009, 4:24pm | Comments »
-
João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Mediação de conflitos
http://terrear.blogspot.com/2009/04/mediacao-de-conflitos.html
O quadro teórico de referência para a formação nos procedimentos a levar a cabo aquando da mediação, é o dos princípios da pedagogia pacífica ou da educação para a paz e a convivência escolar, juntamente com os conhecimentos no campo do desenvolvimento organizativo e curricular. Concretamente, e dentro deste quadro, queremos realçar os seguintes:* Uma concepção positiva do conflito. Entendemos o conflito não como algo negativo ou sinónimo de violência, mas como algo consubstancial aos seres humanos e às suas formas de vida social e que, dependendo da forma como for tratado, poderá vir a ser um factor construtivo e benéfico para as partes.* O uso do diálogo como alternativa a outras possíveis respostas menos construtivas face aos conflitos, como a agressão e violência, ou a fuga ou submissão.* Uma aposta na potenciação de contextos cooperativos nas relações interpessoais. Eu ganho/tu ganhas, face a posições antagónicas do tipo: “Eu ganho/tu perdes”, de modo a ficar claro que a consecução dos meus próprios interesses não implica que os outros não possam alcançar os seus.* O desenvolvimento de competências de auto-regulação e autocontrolo, enquanto elemento chave para favorecer, nos indivíduos, a autonomia na tomada de decisões adequadas ao meio social em que vivem, o que contribui para uma melhor integração e para o desenvolvimento da sua auto-estima.* A prática da participação democrática, pois através destes procedimentos podem experimentar a importância das suas opiniões, sentimentos, desejos e necessidades, tanto próprias como alheias, e contribuir para a melhoria de situações injustas ou desagradáveis. A responsabilidade da resolução dum conflito recai sobre as partes directamente implicadas nele.* O desenvolvimento de atitudes de abertura, compreensão e empatia que implica um compromisso de atenção para com o outro, o que ele nos relata, o que necessita, o que deseja, tentando pôr-nos no seu lugar. Através destes procedimentos, as pessoas têm oportunidade de experimentar como cada indivíduo, perante a mesma situação, se apercebe de aspectos diferentes, e de sentir que a opinião do outro merece tanto respeito como a sua.* O protagonismo das partes na resolução dos seus conflitos, pois quando as partes envolvidas no conflito são capazes de identificar as suas necessidades e interesses face ao outro, e de colaborar em conjunto na busca de soluções satisfatórias para ambos os lados, há mais probabilidades de a saída do conflito ser assumida e desenvolvida duma forma comprometida por ambas as partes.Mediação de Conflitos em Instituições Educativas–Manual para Formação de MediadoresJ Seijo - Asa Editores, 2003
April 10 2009, 9:38am | Comments »
1
