Revisitar outro texto marcante:Um esforço sistemático e contínuo para mudar as condições de aprendizagem e outras condições internas associadas, com a finalidade última de alcançar as metas educativas de forma mais eficaz, (Velzen etal. 1995) tal pode ser a definição de um programa de Melhoria. Assim, a melhoria é um processo baseado nas dimensões seguintes (a partir de Hopkins, 1987):i) a escola é o centro da mudança (retórico e efectivo), e isto implica que as reformas externas se têm de ajustar às condições concretas das escolas, individualmente consideradas, e considerar simultaneamente o nível da sala de aula e o nível global da escola; ii) a melhoria é um processo que dura vários anos (poder-se-ia até dizer que nunca termina), devendo ser planeado e organizado, em termos de ciclos de melhoria; iii) as condições internas são uma condição sine qua non da mudança. É, por isso, fundamental considerar as pessoas concretas, as actividades de ensino e aprendizagem, as culturas (dominantes, marginais ... ), a distribuição e uso de recursos, de responsabilidades; iv) as metas educativas devem ser específicas para cada escola ou agrupamento e devem reflectir o futuro desejável (e possível); v) embora a escola seja o centro, é preciso saber a importância dos contextos e mobilizar uma perspectiva multinível para compreender e agir; vi) as estratégias de desenvolvimento devem estar integradas, quer na focalização "topo-base", quer "base-topo" (podendo mesmo acrescentar-se a importância das relações horizontais "base-base" e "topo-topo"; vii) a mudança só será realmente satisfatória quando fizer parte dos comportamentos dos professores, quando se institucionaliza (e permanentemente se renova).Um programa de melhoria centra-se pois nas condições concretas de ensino e aprendizagem, define a sua própria direcção, alcance e sentido, valoriza a cultura existente (ou as culturas) e introduz fermentos de revitalização, cria condições internas favoráveis à mobilização e adesão voluntária, monitoriza e avalia para aprender e corrigir, reconhece o esforço e o mérito, apoia (de formas várias) as situações críticas (de comportamentos, aprendizagem ... ), conjuga vontades, saberes e poderes. Eis todo um programa de acção que os professores deveri am insistentemente reivindicar.
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Da Melhoria da Escola
http://terrear.blogspot.com/2011/02/da-melhoria-da-escola.html
February 21 2011, 2:11pm | Comments »
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Das condições de mudança ...
http://terrear.blogspot.com/2011/02/das-condicoes-de-mudanca.html
Retomando texto antigo (publicado no Correio da Educação), mas ainda actual:Dos inúmeros estudos que nos indicam as evidências empíricas das condições de melhoria, retemos hoje as que ensinam Hopkins e West (1994):i) A escola não melhorará se os professores não evoluírem individual e colectivamente. Ainda que os professores realizem individualmente grande parte do seu trabalho, se o estabelecimento de ensino, no seu conjunto, pretende melhorar, devem existir muitas oportunidades de encontro, de debate, de partilha para que os docentes aprendam juntos e assim se desenvolvam pessoal e profissionalmente. ii)As boas escolas parecem ter formas de trabalhar que estimulam a participação da comunidade escolar, especialmente dos alunos. iii) O estabelecimento de ensino que desenvolve com êxito programas de melhoria possui uma visão clara dos seus objectivos e modelos organizativos e considera a liderança como uma tarefa compartilhada por muitas pessoas. iv) Uma forma de manter a participação da comunidade é a coordenação das actividades. Para isso é essencial tanto a comunicação como as interacções informais, sobretudo entre os professores. v) A escola que reconhece que o questionamento e a reflexão são processos importantes de melhoria consegue, mais facilmente, tornar mais claros os processos e os resultados e estabelecer significados partilhados em torno das prioridades do desenvolvimento. vi) Uma cuidadosa planificação pode ajudar a tornar real o futuro desejável, clarificar objectivos e prioridades da melhoria e centrar a atenção no que acontece nas práticas de aula. vii) Finalmente, importa criar uma pressão interna e externa favorável à melhoria, instituir dispositivos que induzam a uma cultura de responsabilidade e de melhoria continuada, ousar dar passos na direcção certa. E a direcção certa terá de ser fazer com que os nossos alunos aprendam mais e melhor. José Matias Alves
February 21 2011, 2:06pm | Comments »
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Avaliação e Melhoria
http://terrear.blogspot.com/2011/01/avaliacao-e-melhoria.html
This study explored how teachers and school administrators connect large-scale assessment results with school improvement planning. Using a semi-structured format, 20 teachers and 17 administrators were interviewed from two school districts in southern Ontario, Canada. The interview protocol contained a range of questions related to teaching and administrative experience, large-scale assessment knowledge, professional development, and instructional planning in response to large-scale assessment results. Analysis of the interviews followed a constant comparison method and suggested few educators, particularly at the secondary level, are using large-scale assessment results in a sophisticated fashion for data-integrated decision-making. The implications of the findings are discussed in relation to professional development, capacity building, and instructional leadership.(...)ConclusionFaced with increasing accountability, schools and districts are implementing a variety of methods for gathering, storing, analyzing, and reporting different forms of data, but they are moving forward with paltry amounts of guidance (Wayman, 2005; Wayman & Springfield, 2006). The present study affirms this criticism and suggested direction must be provided to enhance educators‟ use of large-scale assessment data. Overall, few educators, particularly at the secondary level, were conceptualizing large-scale assessment results in manner consistent with data-integrated decision-making. Some elementary administrators were employing an advanced response by integrating the disaggregated large-scale assessment results with other student assessment data and used this information for instructional planning. Developing the instructional leadership skills of school administrators and the overall assessment capacity of teachers is vital if schools are to make prudent use of assessment data for school improvement planning. Given the millions of dollars that are spent every year on large-scale assessments across North America and much of the industrialized world, greater attention to effective planning is warranted.Texto integral http://www.umanitoba.ca/publications/cjeap/pdf_files/volante-cherubini.pdf(ou as evidências de que a Avaliação em larga escala está longe de ser o essencial)
January 30 2011, 12:07pm | Comments »
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Formas de participación parental
http://terrear.blogspot.com/2010/12/formas-de-participacion-parental.html
Este trabajo muestra los resultados de una investigación realizada en veinte establecimientos secundarios mexicanos durante el período 2006-2008 con el objetivo de conocer cómo es la participación de los padres en las instituciones a las que acuden sus hijos. El enfoque de la eficacia escolar y de la mejora de la escuela, así como la evidencia empírica, permitieron la construcción de tres categorías para analizar la participación parental: el establecimiento de canales de comunicación, las actividades que la escuela diseña para reunir a los padres, y el papel que ellos desempeñan.Las escuelas secundarias cuyos alumnos obtuvieron mejores resultados escolares cuentan con padres que participan más y de mejor manera en las actividades que para ellos se organizan, así como en otras funciones que les son demandadas, estableciéndose canales efectivos de comunicación entre ambas partes. Por el contrario, en las instituciones educativas con bajos resultados los padres participan menos y lo hacen de forma más limitada. Si bien de lo anterior puede inferirse que la mayor participación ha contribuido a que los alumnos logren mejores resultados y que la conjunción de ambos elementos favorece que los centros escolares implementen cambios, hace falta profundizar la investigación acerca de si dicha participación es realmente un factor de mejora.Palabras clave: participación de los padres; comunicación con los padres; función de los padres; relación escuela-padres.Texto integral
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December 10 2010, 5:27pm | Comments »
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Confianza. Un patrón emergente de desarrollo y mejora de la escuela
http://terrear.blogspot.com/2010/12/confianza-un-patron-emergente-de.html
Este artículo señala que una característica fundamental de los centros que desarrollan procesos de innovación, concretamente de aquellos que consiguen articular procesos de desarrollo y mejora institucional a lo largo del tiempo, es que parecen configurarse en torno a lo que llamaremos aquí una lógica de la confianza. Nuestro propósito será develar los diferentes caminos por los que se consigue articular esa lógica, para lo cual nos apoyaremos en una investigación de estudio de caso múltiple en la que participaron diez centros reconocidos como innovadores en su comunidad. Algunos de los resultados más relevantes de dicha investigación, así como la metodología utilizada para llegar hasta ellos, serán descritos en el trabajo y discutidos a la luz de la literatura sobre la confianza en las organizaciones, los procesos de aprendizaje y conocimiento institucionales generados por las comunidades de práctica y la innovación en las organizaciones educativas. Intentaremos demostrar que la confianza es un constructo adecuado para comprender el alcance, así como las limitaciones, de los procesos de innovación hallados en los centros de nuestro estudio.Texto integral
December 10 2010, 5:17pm | Comments »
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Comprender y redireccionar las prácticas de asesoría
http://terrear.blogspot.com/2010/12/comprender-y-redireccionar-las.html
El asesoramiento educativo es una práctica profesional en construcción, controvertida, con múltiples posibilidades de desarrollo y, en momentos, de cambio y complejidad, en la que proceden revisiones y re-significaciones. En este sentido, el presente artículo propone una serie de llamadas de atención y de elementos críticos a fin de orientar correctamente el debate. Para lograr la mejora de la educación se necesitan, en primer lugar, comunidades de aprendizaje comprometidas, en cuyo seno están las claves de una mejor enseñanza para todos y del desarrollo profesional de los docentes, así como apoyo y asesoría. Pero no todos los modelos de asesoría son aptos: esta debe establecerse en una relación democrática, en un escenario de colaboración profesional, a lo largo de un proceso y con un propósito ético, teniendo en cuenta que cada procedimiento debe adaptarse al contexto y a la cultura con la que trabaja para transformarla desde adentro. Ética, técnica y emoción deben conjugarse dialécticamente para posibilitar la participación auténtica y la emergencia de un significado compartido y un compromiso profesional. Para llegar aquí, cada sistema, y cada sistema de apoyo, debe hacer su recorrido, su propio camino y a su ritmo. De nada valen las transferencias simples y directas, descontextualizadas.Texto integral
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December 10 2010, 5:15pm | Comments »
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CCaminhos para a melhoria educativa
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La relación entre el estado y la sociedad: alianzas público-privado para la mejora educacionalSilvina Gvirtz *Ángela Inés Oría **En el presente artículo se analiza un espectro de respuestas al diagnóstico crítico de la educación argentina. Construye una tipología de alternativas para la mejora educacional, poniendo énfasis en las experiencias de articulación público-privado a las que clasifica en cuatro tipos acordes a dos variables principales: el financiamiento y la capacidad técnica. Los actores en los que recaen estas funciones pueden ser públicos o privados. Se rastrean, analizan e identifican aspectos distintivos de estos modos articuladores y se describen los rasgos generales del proyecto «Escuelas del Bicentenario», que combina elementos de distintas formas de articulación, lo que constituye un tipo institucional mixto. El caso bajo estudio es de un valor significativo en tanto revela modos de atender eficazmente los problemas educativos de América Latina.Texto integral
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December 10 2010, 5:12pm | Comments »
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Participação e Melhoria
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Nadie discute hoy que la opción participativa esté exenta de dificultades. Muchos son los inconvenientes que los llamados a participar en las comunidades educativas se encuentran para llevar a cabo experiencias participativas y colaborativas.Sin embargo y a pesar de las deficiencias que aportan unos y otros, San Fabián (1994) defiende el modelo democrático y participativo en las escuelas, y explica que los numerosos problemas existentes son un índice del grado en que los centros no han sabido responder al ideal democrático, más que una prueba de su impracticabilidad: “El modelo democrático es el que exige mayores cotas de madurez y responsabilidad personal y, por lo tanto, no es un regalo o una concesión, sino una conquista cuya vitalidad depende de la capacidad de los miembros de la organización para trabajar en equipo críticamente”.Así pues, los mismos que reflejan los inconvenientes o limitaciones de la participación educativa también aportan soluciones para mejorar la calidad de la participación educativa.Podríamos resumir, como se recoge en Sánchez González (1991) que las alternativas de mejora pasan inevitablemente por un proceso de formación mediante el cual todos los estamentos de la comunidad educativa deberían conocer, al menos, el significado de la participación, las condiciones técnicas, temporales y psicológicas para su éxito, las dificultades que hay que vencer, lo que exige de los participantes, para qué vale, y para que no vale...; por un proceso que consistiría en la socialización de los valores comunes de la comunidad educativa, entendiendo por socialización la adquisición de hábitos, comportamientos, actitudes, etc. que capacitan para ser miembro integrado de grupos humanos que ejercitan la participación y, por último, pasa por dotar de sentido a la misma práctica participativa del día a día. ¿En qué consiste? Pues en que la experiencia participativa sea educativa, esto es, que se vaya interiorizando el significado de la convivencia, del respeto mutuo, de la solución de problemas sin enfrentamientos. La democracia debe aprenderse en todos los ámbitos de actividad del centro. La participación en el Consejo Escolar no es el principio y fin de la democracia escolar pues la naturaleza democrática de la interacción diaria es tan importante como la participación en las estructuras formales. Aunque formalmente existan órganos de participación, no es sino a partir del trabajo sistemático en las clases, en las tutorías y, en general, en el conjunto de las actividades de un centro educativo, donde se va creando una "cultura participativa".En definitiva se trata de crear un conjunto de aptitudes y actitudes que hagan efectivo el ejercicio de la acción participativa (Forest y García Bacete, 2006; Comellas, 2009; De la Guardia, 2004, 2005b, 2007b, 2007c). Así lo han visto el profesorado y las familias cuando han establecido un sistema de alternativas que, desde diferentes ámbitos de actuación, pretenden elevar la calidad de la participación educativa y potenciar posibles soluciones a la situación actual.Texto integral
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December 3 2010, 2:59pm | Comments »
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Esperando pelo Superman ou o sinal da nossa desgraça
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Está causando este mes un gran impacto el film Waiting For Superman (“Esperando a Superman”), dirigido por el gran documentalista Davis Guggenheim, conocido por otro anterior (“Una verdad incómoda”) sobre el calentamiento del planeta, que obtuvo un óscar de la Academia. Esperando a Superman, cuyo reportaje se puede ver en Internet mientras llegue su estreno próximo en España, describe –de modo desgarrador – un panorama sombrío del sistema educativo público americano, incapaz de proporcionar una buena educación a todos los niños y niñas.Si la Ley de Educación promovida en 2002 por Georg Bush quería que “ningún niño se quede fuera” (No Child Left Behind), esta película muestra cómo millones de niños abandonan su educación forzados por el sistema; por lo que se requieren medidas urgentes para atajar el fracaso de muchas escuelas públicas. Como dice en la película un docente innovador (Geoffrey Canada): “o los niños se están volviendo más estúpidos año tras año, o algo está mal en nuestro sistema educativo”.Esperando a Superman, en la que participa Bill Gates y que ha ganado el Audience Award en el último Festival de Sundance, está provocando –además– un gran revuelo en el mundo educativo, por el apoyo que da, como escuelas innovadoras, al movimiento de las llamadas escuelas “charter” (escuelas subvencionadas con gestión privada) y por hacer un cierto ataque a los sindicatos de profesores, acusados de proteger entre sus miembros a docentes incompetentes. Al margen de esto, hay una dura crítica al sistema educativo americano, no ya sólo porque, entre los 30 países desarrollados, Estados Unidos se ubica en los últimos puestos en ciencias y matemáticas, sino porque no puede dar la educación que cada niño merece, a menos le toque la lotería de caer en una buena escuela, como en el caso de los cinco niños del documental.El futuro de un niño no debe depender de un sorteo.Al margen de su orientación liberal, lo bueno de la película, además de denunciar la situación, es que –más que señalar culpables– alienta la necesidad de un cambio. Si el actual sistema educativo es deficiente, a cada uno de nosotros –usted, yo, padres, maestros, contribuyentes, ciudadanía en general– nos concierne actuar para arreglarlo. La lección más importante que se obtiene viendo el film es que hay que comprometerse a hacer algo. La obra se centra especialmente en los casos más prometedores, con enfoques innovadores de algunos profesores y profesoras que intentan mejorar la situación. Es el caso del protagonista Geoffrey Canada en la Harlem Children's Zone, donde se muestra cómo el destino de los niños puede verse decidido dependiendo de la escuela donde caigan y el profesor que les toque. El presidente Obama ha hecho suya la película, aunque algunos profesores han llamado a un boicot, especialmente por no reflejar cómo otras escuelas públicas están trabajando duro y obteniendo buenos resultados en contextos desfavorecidos (recordemos Escuelas democráticas, el libro-informe de Apple y Beane).Si Superman es el añorado héroe que, con poderes extraordinarios, podía solucionar los problemas; en educación no existe tal superhéroe. “Uno de los días más tristes de mi vida fue cuando mi madre me dijo ‘Superman no existe’”, confiesa el reformador educativo Geoffrey Canada. “Ella pensó que yo estaba llorando porque, como Santa Claus, no es real. Pero yo lloraba, porque nadie iba a venir con suficiente poder para salvarnos”.En Educación muchas veces esperamos también a un Superman (una nueva ley educativa, un cambio de gobierno, unas nuevas teorías educativas o estrategias didácticas) pero, en efecto, puede ser triste reconocerlo: tales dioses salvadores, en esta época descreída, no existen. En el siglo pasado, lo hemos intentado casi todo y comenzamos este con un fracaso escolar que, lejos de disminuir, se incrementa. Si alguna lección se ha sacado de tantos intentos reformadores es que las reformas externas no cambian sustantivamente las escuelas. A lo sumo, cabe esperar que, como la kryptonita en el caso de Superman, no entorpezcan el trabajo cotidiano del profesorado. En este inicio del siglo XXI, como ha dicho Antonio Nóvoa, estamos volviendo a un “regreso de los profesores” al centro de las preocupaciones. Es una verdad extendida que la calidad de la educación no puede exceder a la calidad de sus docentes.Al final, el Superman real es, como Mr. Canada, un buen profesor en cada aula, dentro de una buena escuela. Hacer lo posible porque esto suceda es el Superman que esperamos, no ninguno que vuele por los aires. Se trata entonces, como ha dicho Linda Darling-Hammond, de tomar las medidas precisas para garantizar un profesorado altamente cualificado y comprometido con su trabajo en cada clase. Esta podría ser, recordando a Nietzsche, la “gran política”: posibilitar las condiciones para que tenga lugar en el mayor número y, particularmente, en los contextos más desfavorecidos. Este es el sine qua non de la educación.ANTONIO BOLÍVARCatedrático de Didáctica. Universidad de Granada(a quem agradeço a sugestão)Fonte
November 12 2010, 5:04pm | Comments »
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Nos Meandros da Melhoria Escolar
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Hoy, profesores y centros se ven sometidos a una avalancha de nuevos desafíos, responsabilidades y exigencias. Éstos pueden actuar tanto como elementos dinamizadores de autonomía curricular y capacidad profesional, o bien como escudo o velo que oculta _ en artificiosos y externos proyectos _ lo que realmente importa en el aula. No vale cualquier cambio, lo sustantivo de la mejora en educación son los buenos aprendizajes de todos los estudiantes. Y ello, con buenos profesores y buenos centros, para lo que es vital estimular y apoyar los orientados procesos de mejora. Para ello hay que considerar las lecciones aprendidas sobre el cambio. Desde ahí, el artículo, revisa la mejora de los centros, apuesta por los procesos de autorrevisión escolar y señala implicaciones sobre cómo apoyar tales prácticas. Y concluye ofreciendo una propuesta viable de integración entre autorrevisión escolar y asesoría crítica, sin perder la perspectiva de calidad y equidad como ejes fundamentales de acción.Palabras clave: Asesoramiento. Mejora. Apoyo. Calidad y equidad. Procesos de autorrevisión.Texto completo
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October 19 2010, 4:57pm | Comments »
