(com agradecimento a MS)
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Re Criação Heterodoxa
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April 7 2010, 4:37am | Comments »
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VOZES DE VOCA
http://dererummundi.blogspot.com/2010/02/vozes-de-voca.html
Informação recebida do Casino Lisboa (o vídeo mostra uma actuação desles, de Israel para a CBS, com o astrofísico Grasse Tyson no estúdio):Eles são 8 extra-terrestres, vieram do planeta Voca, situado algures entre as constelações Ursa Maior e Ursa Menor, e são conhecidos por serem extremamente afáveis. São os The Voca People. Desceram à terra em 2009 e rapidamente se tornaram um fenómeno graças à disseminação dos seus vídeos na internet. Três mulheres (contralto, mezzo e soprano), três homens (baixo, barítono e tenor) e dois beat-boxes humanos reproduzem, fielmente, temas que marcaram várias épocas. Rock, pop, jazz e música clássica são a voz dos Voca People. Uma performance de teatro vocal que combina sons vocais e o canto à capela com a arte do moderno beat-box humano...e muito humor! Venha divertir-se e assistir, ao vivo, a este fenómeno DO OUTRO MUNDO! The Voca People: http://www.voca-people.com/ Aud. Oceanos | Casino Lisboa, 2 a 14 de MarçoTerça a Sábado | 22hDomingos | 17hM/12
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February 22 2010, 11:06am | Comments »
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Serenata Melancólica no tempo da folia
http://terrear.blogspot.com/2010/02/serenata-melancolica-no-tempo-da-folia.html
Por sugestão da IC.
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February 15 2010, 5:01am | Comments »
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PHILIP GLAS SOBRE "KEPLER"
http://dererummundi.blogspot.com/2010/02/philip-glas-sobre-kepler.html
O compositor contemporãneo Philip Glas fala sobre a sua mais recente opera "Kepler", que já foi representada em Linz (Áustria) e em Nova Iorque (Estados Unidos).
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February 10 2010, 10:34am | Comments »
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Houston Symphony's The Planets - An HD Odyssey
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Do Youtube: "The Houston Symphony has commissioned celebrated producer/director Duncan Copp to assemble state-of-the-art, high definition images from NASAs exploration of the solar system to accompany Holsts exciting, cosmic score, along with commentary by the worlds leading planetary scientists." Ler aqui a crítica da actuação da Orquestra de Houston no Carnegie Hall em NOva Iorque na quinta-feira passada. O filme em alta definição é digital e deve estar disponível. Uma boa ideia, portanto, para uma orquestra portuguesa...
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January 30 2010, 4:15am | Comments »
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HAPPY BIRTHDAY WOLFGANG
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Hoje, dia de aniversário de Mozart, deixamos uma das suas sonatas tocadas por Horowitz. Sobre a relação entre Mozart e Einstein ver aqui.
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January 27 2010, 2:04am | Comments »
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Mrs. Robinson
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Minha crónica no "Público" de hoje (no vídeo, a cena mais famosa de "The Graduate"):Há coincidências impressionantes. No filme de 1967, “The Graduate” (em português “A Primeira Noite”), uma mulher madura, Mrs. Robinson (Anne Bancroft), tenta seduzir um recém-licenciado, Ben Braddock (Dustin Hoffman), 21 anos, filho de um amigo da família. O rapazinho mal tem tempo de balbuciar “Are you trying to seduce me, Mrs. Robinson?”, antes de se render aos encantos da senhora. Na Irlanda do Norte, aconteceu há pouco, não no cinema mas na vida real, uma espécie de remake, no qual uma outra Mrs. Robinson, 58 anos, política e mulher de um político, seduziu Kirk McCambley, 19 anos, filho de um talhante de quem ela era amiga.Mas a vida real excede largamente o cinema. O político em causa é nada mais nada menos do que o primeiro-ministro da Irlanda do Norte. E a mais recente Mrs. Robinson, deputada na Assembleia Regional em Belfast e no Parlamento Britânico em Londres, obteve financiamentos de dois empresários da construção civil para ajudar o seu amante a montar um café, para além de ter conseguido a concessão rápida de licenciamento. Pior do que isso: no negócio, cobrou luvas e, uma vez cessada a relação, tentou que o dinheiro fosse devolvido, a fim de ajudar a igreja onde uma sua irmã é pastora.Para um guionista teria sido difícil combinar, num só enredo, ingredientes tão sensíveis como sexo, família, política, dinheiro e religião. Mas Mrs. Robinson conseguiu fazê-lo com espantosa facilidade. O escândalo norte-americano do Monicagate não tinha dinheiro nem religião. O escândalo português da Casa Pia não tinha família nem religião (a propósito: quando é que o tribunal, finalmente, profere sentença?). Nem Monicagate, nem Casa Pia: o escândalo irlandês é, pura e simplesmente, imbatível. Mrs. Robinson pronunciou-se sobre o primeiro caso, quando Hillary Clinton era candidata presidencial, criticando-a por ela ter perdoado as infidelidades do esposo: “Nenhuma mulher pode aceitar o que ela tolerou ao marido quando este era presidente.” Sobre o caso português, não se pronunciou directamente mas, na mesma altura em que vivia o seu romance com o teen-ager, afirmou em Westminster (foi gravado e encontra-se nos registos oficiais): "Não pode haver acto mais vil, excepto a homosexualidade e a sodomia, do que o abuso sexual de crianças inocentes”. A mistura da religião excede, porém, bastante a intenção da primeira dama da Irlanda do Norte de dar o dinheiro à igreja evangélica. Acontece que a sua condenação do adultério e da homosexualidade radica na sua militância religiosa. A Bíblia, a começar pelos livros do Antigo Testamento que, levados à letra, condenam à morte tanto os adúlteros como os homosexuais, serve-lhe, no discurso político, de referência permanente. Declarou a um jornal de Belfast: “Pode-se pensar em algo mais revoltante do que um homem com um homem ou uma mulher com uma mulher ou crianças sexualmente abusadas? O que digo baseia-se na Bíblia, na palavra de Deus. Não percebo como é que as pessoas se surpreendem quando cito as Escrituras.”O marido, que entretanto suspendeu funções, perdoou-lhe, ao que parece. Quem não lhe perdoou foi o partido, o Partido Unionista Democrático (DUP), liderado pelo marido, que não esteve com meias medidas e a expulsou, temendo a contestação política de outros grupos unionistas e dos nacionalistas do Sinn Féin. Tudo isto se passa numa região onde paira o espectro da guerra civil entre os unionistas, protestantes, e os separatistas, católicos, e onde há um recente acordo de paz, que levou a um governo de coligação entre o DUP e o Sinn Féin. Pormenor curioso: o jovem amante de Mrs. Robinson é católico. Quem também não lhe perdoa são os homosexuais britânicos, que fizeram uma oferta a Kirk McCambley para que ele pose para a capa da sua revista.O refrão de “Mrs. Robinson”, a famosa canção de Simon e Garfunkel que surgiu na banda sonora do filme, diz: “And here's to you, Mrs. Robinson / Jesus loves you more than you will know”. Se Deus é infinitamente misericordioso, pode ser que perdoe os pecados de Mrs. Robinson...
January 15 2010, 2:00am | Comments »
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Deslumbramento
http://terrear.blogspot.com/2010/01/deslumbramento.html
Por indução de CGS.
January 7 2010, 3:54pm | Comments »
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Lhasa de Sela
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Lhasa de Sela, a jovem que cantava em várias línguas e de quem se disse "não estar interessada no estrelato, na fama ou no dinheiro", "parcendo que cantava apenas por imperativo de consciência", morreu.Sobre ela escreveu hoje João Bonifácio:"Desde a primeira vez que a sua voz se ouviu em disco que Lhasa surgiu aos melómanos como um ser vindo de outro mundo. Do seu álbum de estreia, La Llorona, composto a meias com o magnífico músico Yves Desroisiers, constavam apenas baladas cambaleantes, que versavam mitos pagãos mexicanos, amores de faca e alguidar, o sangue, a morte e as cartas que trazem a fortuna e a desgraça e nos traçam o destino (...)Filha de pai mexicano e mãe americana-judia-libanesa, Lhasa não cresceu como a maior parte das raparigas. Os seus pais eram nómadas, e ela passou os primeiros anos de vida com eles e os irmãos on the road entre os Estados Unidos e o México. Todas as noites, em vez de ver televisão, os irmãos faziam um teatrinho ou cantavam. Isto marcou-a ao ponto de após a digressão de La Llorona se ter juntado a um circo em França.A sua história de vida valeu-lhe o epíteto cantora nómada, mas quem teve oportunidade de privar com ela tem a impressão de o nomadismo não se dever a uma qualquer mania aventureira, antes a uma irrequietude natural e à incapacidade de conviver com a indústria musical".
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January 5 2010, 9:29am | Comments »
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Música e Palavras para abrir o Mundo
http://terrear.blogspot.com/2009/12/musica-e-palavras-para-abrir-o-mundo.html
A CRIAÇÃO, DE HAYDNFelizes estes homens que podiam escrever da Criação,confiadamente compor-por mais dores que sofressemenquanto humanos e como seres viventes-tão jubilantes cânticos do criar do Mundo.Era belo, era bom, era perfeito o Mundo.É certo que o cantavam quando apenas criado,e o par humano pisava sem pecadoo jardim paradisíaco.Nós nem mesmo em momentos únicos,raríssimos, epifânicos-e não só por não crermos no pecado-,não podemos.Jorge de Sena(via Amélia Pais)
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December 31 2009, 8:04am | Comments »
