Continuação da entrevista a Paulo Rato, iniciada aqui. Fala-se, agora, da intenção manifestanda, há alguns meses, pela Antena 2 da Rádio de conquistar novos, variados e mais jovens públicos.P: Depois de tantos anos a fazer rádio, se deitar um olhar para o futuro pensa que o caminho é investir em programas que contribuam para a "educação dos públicos" mas que têm nichos de audiências ou é a subordinação aos "gostos" do público?R: A "educação dos públicos" dilui-se na quantidade de estações que atravancam as radiofrequências, a maioria sem sombra de intenção cultural ou "educativa" (ou, mesmo, seja do que for). O que passa por muitos microfones e leitores de CDs ou outros suportes de áudio é, não raras vezes, catastrófico. Mas são esses "conteúdos" que atingem (mortalmente?…) vastas audiências. É por isso que considero perigosa a ideia de "aligeirar", com mui deslizante ligeireza, a programação da Antena 2, no intuito de "conquistar novos públicos, sobretudo os jovens".Parecer-me-ia melhor que se aprofundasse e alargasse a programação, partilhando mais esclarecidamente, com a Antena 1 e a Antena 3, a abordagem dos diversos géneros musicais e temas culturais, de modo a que todas as antenas incluíssem "pequenas amostras" dos conteúdos das vizinhas, em quantidades variáveis em cada uma delas: não me chocaria nada que houvesse um pequeno programa semanal sobre a música pop de maior qualidade na Antena 2, porque ela existe e habita o mundo onde estamos e por ela passam e com ela convivem muitos dos jovens criadores culturais. Sabendo distinguir a cultura popular da de massas, não podemos ignorar esta última e o que nela se gera com qualidade. Pelo contrário, parece-me francamente demais uma hora diária de música étnica (era muito mais interessante um programa semanal de meia hora, que houve há uns anos, da autoria de um investigador dessa área, mais tarde professor universitário) e outra de jazz, género que escasseia na Antena 1 e não deve existir na Antena 3.A poesia caberia em todas estas antenas, e não tenho qualquer dúvida de que iria conquistando muitos "fãs". É claro que a Antena 2 terá sempre, neste campo, especiais deveres. Mas sei que, actualmente, o dinheiro escasseia, a rádio passou a ser o parente pobre da "R e T de P", enquanto há gastos que me parecem, em tempo de crise, francamente deslocados no serviço público, como os enviados especiais ao funeral do Michael Jackson ou à "recepção ao Cristiano Ronaldo" (mas, atenção, puritanos!, há que dosear as coisas, incluindo a publicidade, que também pode fazer parte do espectáculo, para alguns sectores da audiência — uma audiência que o serviço público deve procurar manter num patamar aceitável). E, entretanto a UE vigia, qual urubu, não vá o serviço público receber "favores" do Estado e estragar o negócio dos queridos operadores privados.P: Presumo que seja uma pessoa atenta ao ensino da poesia e da música que é facultado às nossas crianças e jovens. Qual a sua opinião a respeito?R: Creio que o ensino da música melhorou muito. Há muito mais escolas e professores, o nível pedagógico é bem mais elevado e temos hoje uma quantidade muito maior de intérpretes de grande qualidade, bem como de jovens compositores. Quanto ao ensino, em geral… não quero bater mais no ceguinho! Quanto ao ensino do Português, é público e notório que os programas têm decaído, os governantes (estes e os outros, não esqueçamos) aparentam ter desistido da educação, embora não queiram confessá-lo. E quanto aos "últimos desenvolvimentos", a Ministra podia ser um génio e os professores uns madraços, todos… Mas, quem é incapaz de descobrir que não é possível (nem útil) insistir em reformas contra a quase totalidade daqueles a quem se aplicam é, na minha modesta (e politicamente incorrectíssima) opinião, demasiado estúpido, mesmo para génio.Tudo junto, os resultados estão à vista e ao ouvido: poesia, para despertar a atenção da maioria dos jovens, terá de incluir muitos "palavrões".Espero que ninguém se ofenda. O que são os chamados "palavrões"? Termos de origem tão nobre e latina (ou grega, ou…) como os outros — em geral relacionados com matérias que as ideologias dominantes foram tornando escusas, pecaminosas, inefáveis! —, de que o povo, i. e., as classes baixas, a ralé, faz uso, à falta de outros, mais eruditos, mas igualmente — inefáveis... Pelo que (perdoe-se-me) a sua utilização não me choca absolutamente nada.A "palavra feia" poderia ser outra, se a sua etimologia fosse diversa. E, depois, os sons não têm culpa das maldades que lhes atribuem e que variam consoante as línguas: se tem algum amigo chamado Rui que tencione visitar a Rússia, recomende-lhe que escolha outro nome para se apresentar...; e há os termos que são perfeitinhos ou "obscenos", conforme o contexto, como o (le) baiser francês; e que malandrice tem, tomado palavra por palavra, o ternurento echar un polvito?Não consigo perturbar-me com estas coisas, como não me comovem outras normas de "etiqueta". Porque é que não posso rapar o prato da sopa? Porque é feio, dizia a minha avó... ora, ora: é mas é para mostrar que "não preciso" — se o menino quiser mais, a criada traz, diria a senhora dona...O que me incomoda é que a vulgarização do palavrão lhe retira as fortes conotações que adquiriu ao longo de tantos séculos de dura vida, tornando a sua utilização — ocasional mas oportuna — inócua, sem significado, incapaz de cumprir a sua função de transmitir uma honesta indignação, uma fúria, um susto, uma dor de martelada num dedo.Como saborear Em Creta, com o Minotauro, do Jorge de Sena, se perderem força expressões como: "(… e, como todos os heróis gregos, um filho da puta…)" ou "toda esta merda douta cagada há séculos pelos nossos escravos, …). Tenham dó! Senão lá se vai todo o encanto dos grandes poemas fesceninos…O que verdadeiramente me choca é que a frequência dessa linguagem "de carroceiro" (classe baixa, ralé!...) traduz uma tal pobreza de vocabulário que a comunicação praticamente deixa de existir. Palavras que eu conhecia quase desde a mais tenra infância são hoje completamente desconhecidas de tais falantes (?) e receio que, com o avanço de tantas e tão boas reformas pedagógicas, o nosso português caminhe para o "grunhês". De resto, com o precioso auxílio dos media (e não "mídia", como os sambistas adoptaram e os nossos especialistas anglocoiso ostentam, orgulhosamente incultos), onde a asneira, falada ou escrita, fervilha.Imagem: http://attambur.com/Imagens0/Banco36/violino1m.jpg
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
"Poesia temperada com música" – 2
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July 13 2009, 1:21pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
"Poesia temperada com música" - 1
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Em 31 de Dezembro de 2008, deixei a nota no De Rerum Natura que o único programa de rádio dedicado inteiramente à poesia e à música se extinguia com o ano. Na altura, percebi que o Os Sons Férteis, assim se chamava esse programa, ia fazer falta. E faz.Ainda a propósito dele, falei com Paulo Rato que, despretensiosa e calmamente, deu voz a centenas de poetas e compositores durante quase quinze anos.Como a conversa se alongou, reparto-a por dois ou três posts, consoante a temática que abordámos.P: Como escolhia o Paulo a poesia que se dizia no seu programa e como é que a “temperava a com a música”? R: Comecei por escolher "temas", numa interpretação bastante lata, sendo os primeiros: a própria poesia, a música e as artes plásticas. Depois, passei a utilizar um critério de "referências": os quatro elementos, as estações e outros. A ideia era utilizar uma fórmula que orientasse a selecção, para evitar repetir demasiado os mesmos autores, o que inevitavelmente aconteceria sem essa orientação. Pensei, desde o início, em aproveitar as efemérides para aprofundar um pouco mais alguns autores.Após a aposentação, sabendo que não seria possível manter o programa por muito mais tempo, devido a disposições legais, empenhei-me em divulgar muitos poetas, sobretudo estrangeiros que, por falta de edições em português, seriam do conhecimento de um reduzido número de ouvintes interessados: foi essa razão de as efemérides passarem a ser quase uma constante.Parte da programação de Dezembro de 2008 pretendeu ser uma homenagem a poetas que, além da sua qualidade literária, são também meus amigos. Foi, naturalmente, a única ocasião em que este critério foi utilizado.Quanto à música, não pretendia que surgisse sistematicamente como simples "ilustração" do texto, embora algumas vezes isso acontecesse. Ocasionalmente, utilizei-a até como comentário irónico ou contraposição ao conteúdo do poema. Procurei partir da junção das duas componentes para chegar a um objecto diferente da sua soma, deixando aos ouvintes a possibilidade de fazerem as suas "leituras". Nunca tive nenhum critério imutável: como me contou o João Pereira Bastos, que era meu ouvinte assíduo ainda antes de ser Director da Antena 2, — "quando parecia que estavas muito "certinho", lá vinha uma maluqueira"...Em relação a poemas (sobretudo em línguas estrangeiras) aproveitados por compositores para canções ou outras obras, pareceu-me sempre interessante utilizar trechos dessas peças musicais, por conterem uma "interpretação musical" do poema, a que se somava, quase sempre, a possibilidade de ouvir, pelo menos, parte do texto na sua versão original.Também recorri a peças instrumentais inspiradas pelo poema ou pelo seu autor: foi o que aconteceu com não poucos programas com textos de Fernando Pessoa, que é referência de numerosas obras musicais de compositores das mais diversas partes do mundo.Usei, com alguma frequência, música popular e /ou étnica.Também utilizei, deliberadamente, música de menor qualidade ou em más interpretações, com intenções que, espero, não terão passado despercebidas à maioria dos ouvintes.Sem carácter obrigatório, procurei acompanhar os poemas com obras da mesma época, por se inserirem no mesmo movimento artístico. O que também justifica o recurso muito frequente à música contemporânea. Mas também usei obras contemporâneas com textos antigos e vice-versa. Quando dedicava uma semana inteira a um poeta cuja obra fora alvo da atenção de compositores de diferentes épocas, procurava abranger essas abordagens tão diversas.Tentei também divulgar a música, erudita ou genuinamente popular, dos países dos autores que escolhia: um dos casos mais inacreditáveis é o do Brasil, de que, em Portugal, praticamente só se conhece o Villa-Lobos.P: Além da poesia e da música que ficou em si, o que lhe ficou mais d’ Os Sons Férteis?R: O próprio programa me levou a alargar muito significativamente os meus conhecimentos musicais. Foi-me muitíssimo grato o retorno do programa: o apreço manifestado por pessoas que muito considero, intelectualmente e/ou pelas suas posições e intervenções cívicas; o apoio de muitos outros ouvintes e a atenção que prestavam ao programa, não raras vezes alertando para qualquer anomalia na sua emissão; os inúmeros pedidos de envio dos poemas, de identificação das edições de que constavam, ou dos trechos musicais e das gravações que os incluíam, o que me obrigou a muito trabalho "suplementar", mas gratificante — ainda que, por vezes, com meses de atraso, em particular quando dirigi os arquivos sonoros, creio que nunca deixei ninguém sem resposta.Também foi francamente enriquecedora a colaboração de vários colegas que passaram pelo programa, na leitura de poemas, e que se foram afastando, por razões profissionais ou de reforma, e a dedicação e virtuosidade da Eugénia Bettencourt, que me acompanhou até final — e não se trata aqui de uma lista de vénias cerimoniais, a que sou completamente avesso, mas de evocar uma efectiva partilha cultural e estética e uma edificação de afectos.Finalmente, o programa proporcionou-me o contacto, em absoluto não esperado, com muitos poetas, com quem estabeleci laços que vão de um cordial mútuo apreço a amizades fortes, o que constitui um património inapreciável e que me aquece o coração.P: Terminou a sua nota de despedida de Os Sons Férteis dizendo “A poesia, essa, continua". Na altura em que a ouvi surgiu-me a pergunta que agora lhe faço: é um desejo ou uma certeza, quando termina um dos poucos programas que lhes era dedicado?R: A poesia continua, sem cuidar dos desejos de cada um, ou da existência de programas de rádio ou televisão que lhe sejam dedicados. A sua divulgação é que pode ser descurada.Foi o que pretendi transmitir a quem me ouvisse: a poesia continua, com quem a cria, quem a lê, quem a desvenda a outros. E cada um pode recorrer àquilo que tem ao seu alcance, para não perder a poesia. Também desejo que a poesia volte às emissões da Antena 2.Sabemos que continua a haver quem goste de coisas de que não pode usufruir, por falta de meios ou de oportunidade. Raras serão as pessoas que podem adquirir todas as obras musicais que gostam de ouvir (ou gostariam, se as conhecessem). A rádio (o serviço público) tem o dever de lhes dar isso: o prazer de voltar a escutar o que conhecem, a informação e a experiência do que não conhecem. O mesmo se dirá em relação à poesia.É por isso que é tão importante a existência de um serviço público que possa proporcionar essa fruição a todos os amantes de coisas infelizmente excluídas pela cultura de massas e pouco atraentes para o negócio. Como são a música erudita ou a literatura.É por isso, também, que é tão importante ter em conta qual é, na realidade, o público que precisa do que uma programação lhe pode dar, e não apenas o "alvo" (target, em ignorantês), i. e., o público que se pretende atingir, de acordo com os ditames de uma das coisas mais imbecis que a "economia de mercado" criou — o marketing, em geral interpretado por umas criaturas embalsamadas em estado de virginal e convicta ignorância.Pode não parecer, mas há uma diferença de perspectiva… essencial.O desejo que tenho é de que o serviço público de rádio e televisão consiga vencer os seus inimigos jurados e a irresponsabilidade de quem os serve. Ainda muito recentemente, a UE excretou nova legislação, para apertar ainda mais o cerco ao serviço público, em geral, mas com consequências para o de rádio e televisão. Tudo em nome da sagrada "livre-concorrência", o bezerro de ouro dos dias de hoje, a que tudo se sacrifica — a democracia, a cultura, a liberdade (a sério).Outra coisa muito importante que me ficou foram os convites para dizer poesia em sessões públicas, de que devo destacar uma especial colaboração com a Associação Promotora do Museu do Neo-Realismo e com a Livraria Círculo das Letras.Imagem: Bibliothèque de Vieira da Silva
July 11 2009, 6:41am | Comments »
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Música para um Mundo Melhor
http://terrear.blogspot.com/2009/06/musica-para-um-mundo-melhor.html
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June 29 2009, 10:38am | Comments »
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SIMETRIA MUSICAL
http://dererummundi.blogspot.com/2009/06/simetria-musical.html
A propósito de simetrias musicais, e com os agradecimentos a Carlos Medina Ribeiro, publico um excerto musical de um compositor inglês que pode ser tocado de quatro maneiras.
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June 16 2009, 8:45am | Comments »
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Mozart, Números e Simetrias
http://dererummundi.blogspot.com/2009/06/mozart-numeros-e-simetrias.html
Informação recebida da Fábrica Ciência Viva de Aveiro:Conversa com Carlota Simões sobre «Mozart, Números e Simetrias»Esta quarta-feira, 17 de Junho, pelas 21h30, acontece mais um «Espaço Ciência – Café de Ciência», desta vez sobre Matemática e Música. Ao som da ópera «A Flauta Mágica», Carlota Simões, Professora da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, vai associar números e padrões matemáticos à obra de Mozart. A organização desta iniciativa está a cargo da Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro e da Câmara de Estarreja. A sessão tem lugar na Biblioteca Municipal de Estarreja.As primeiras composições de Mozart datam de 1761, quando ele tinha apenas cinco anos de idade. Apesar da sua curta vida, Mozart compôs cerca de seiscentas obras, entre elas várias óperas, sinfonias e missas. Quanto tempo levaria um copista a copiar, à vista, toda a obra de Mozart?Existe um jogo de salão que se julga ter sido concebido por Mozart e que permite produzir, com a ajuda de dois dados, cerca de 46 milhares de biliões de composições musicais diferentes, todas elas ao estilo de Mozart. Quão grande é mesmo este número? E como se obtém a partir de um inocente jogo de dados? E… Que simetrias podem ser encontradas numa sonata? Ou num dueto? Que números mágicos se escondem e se revelam em sons ao longo da sua ópera maçónica A Flauta Mágica?Ao som da Flauta Mágica, Carlota Simões, Professora da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, vai associar números e padrões matemáticos à obra de Mozart, para responder às questões.Recorde-se que o Espaço Ciência resulta de uma organização conjunta entre a Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro e a Câmara de Estarreja e realiza-se na Biblioteca local integrado nas comemorações do 60º aniversário da atribuição do Prémio Nobel da Medicina ao Prof. Egas Moniz.Data: quarta-feira, 17 JunhoLocal: Biblioteca Municipal de EstarrejaHorário: 21h30-23h00Público-alvo: jovem e adultoEntrada livre
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June 15 2009, 10:58am | Comments »
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When the Stars Go Blue
http://terrear.blogspot.com/2009/06/when-stars-go-blue.html
Pausa breve.
June 5 2009, 4:12pm | Comments »
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Canto e Drama no Museu
http://dererummundi.blogspot.com/2009/05/canto-e-drama-no-museu.html
No âmbito do XI Festival Internacional de Teatro de Tema Clássico realiza-se no dia 17 de Maio, pelas 21h00, um espectáculo lírico pelo Grupo de Canto e Drama do Conservatório de Música de Coimbra. O palco será o Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra.
May 16 2009, 4:54am | Comments »
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Schubert - Symphony n.8 Unfinished
http://terrear.blogspot.com/2009/05/schubert-symphony-n8-unfinished.html
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May 9 2009, 8:34am | Comments »
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A. Dvorak - Slavonic dance No. 2 in E minor op. 72
http://terrear.blogspot.com/2009/04/dvorak-slavonic-dance-no-2-in-e-minor.html
April 30 2009, 4:12pm | Comments »
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O dever de educar para a Música
http://dererummundi.blogspot.com/2009/04/o-dever-de-educar-para-musica.html
Décima segunda sessão do ciclo O dever de educar, no próximo dia 28 de Abril, pelas 18h15, na Livraria Minerva Coimbra.Mudando um pouco a rota deste ciclo, propomo-nos, agora, pensar no dever de educar em áreas específicas do saber.Começamos pela Música, um dos primeiros ensinamentos da escola, e delineamos algumas perguntas para a próxima sessão: Como tem sido encarado esse ensinamento ao longo do tempo? Para que serve? Que ligações estabelece com outras aprendizagens? Qual o seu lugar nos nossos currículos? O que se pode fazer para se educar musicalmente as crianças e os jovens?O convidado é Manuel Rocha, músico com formação clássica e carreira diversificada, é membro da Brigada Victor Jara e professor de violino no Conservatório de Música de Coimbra. A sua cultura musical e o seu empenho na aprendizagem da Música, têm-no envolvido em vários projectos educativos.Local: Livraria Minerva (Rua de Macau, n.º 52 - Bairro Norton de Matos), em Coimbra.Próxima sessão: 12 de Maio.As sessões deste ciclo são quinzenais e estão abertas ao público.
April 26 2009, 9:49am | Comments »




