Engajamento é a prática deste capítulo. Engajamento não significa forçar, bajular, trapacear, barganhar, pressionar ou acuar alguém para fazer alguma coisa do seu jeito. Engajamento é a arte e a prática de gerar centelhas de possibilidade para os outros.Na Idade Média, quando acender um fogo do nada era um trabalho árduo, as pessoas normalmente carregavam uma caixa de metal contendo cinzas ardentes, mantendo-as acessas durante todo o dia com pequenas porções de gravetos. Isto significa que alguém poderia acender um fogo facilmente onde quer que fosse, porque ele sempre carregava uma chama.E nosso universo é repleto de chamas. Temos ao alcance de nossas mãos a infinita capacidade de acender a chama da possibilidade. Paixão, em vez de medo, é uma força propulsora. Abundância, em vez de escassez, é o contexto. O fato de Walter Zander acender uma pequena chama em seu jovem filho fez com que Ben acordasse Rostropovich para a possibilidade. O maestro levou isto adiante e envolveu Ben em uma aventura de alto risco, que, por sinal, foi magnífica, com o próprio Dutilleux, o compositor, presente ao festival de Évian. Assim, a prática do engajamento diz respeito a dar-se como possibilidade para outros, e estar pronto, por seu turno, para pegar as centelhas que provêm deles. Diz respeito a tocar junto como parceiros em um campo de luzes. E os passos para esta prática são:1. Imagine que as pessoas são um convite para o engajamento.2. Esteja pronto para participar, disposto a ficar comovido e inspirado.3. Apresente aquilo que irá acendê-lo.4. Não tenha dúvida de que os outros estão ávidos para pegar as centelhas.Benjamin Zander, Obra Citada infra
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Implicação e comprometimento
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April 16 2010, 3:10pm | Comments »
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