O Elemento é o ponto onde a aptidão natural e a paixão pessoal se encontram. O aspecto comum entre as pessoas referidas neste capítulo e a maioria das pessoas referidas ao longo deste livro é o facto de fazerem aquilo de que gostam, o que as torna mais autênticas. Consideram que o tempo passa de maneira diferente e que estão mais vivas, mais concentradas, mais entusiasmadas do que nunca.Dentro do seu Elemento, são levadas para além das experiências comuns de prazer e felicidade. Não estamos apenas a falar de risos, bons momentos, pores-do-sol e festas. Quando entramos no nosso Elemento, ligamo-nos a algo fundamental para a nossa identidade, o nosso desígnio e o nosso bem-estar. Recebemos um sentido de auto-revelação, com¬preendemos quem realmente somos e o que é suposto fazermos das nossas vidas. É por isso que muitas das pessoas neste livro descrevem a descoberta do seu Elemento como uma epifania. Como encontramos o Elemento em nós próprios e nos outros? Não há uma fórmula rígida. O Elemento é diferente para cada um de nós. Aliás, é essa a questão. Já agora, não estamos limitados a um Elemento. Alguns poderão sentir uma paixão idêntica por uma ou mais actividades e serem igualmente bons em todas elas. Outros poderão ter uma única paixão e aptidão que os preenche mais do que qualquer outra coisa. Não existem regras. Mas há, por assim dizer, elementos do Elemento que nos fornecem um esquema que nos permite saber o que procurar e o que fazer. O Elemento tem duas características principais e são necessárias duas condições para se entrar nele. As características são aptidão e paixão. As condições são atitude e oportunidade. A sequência é mais ou menos esta: eu tenho; eu adoro; eu quero; onde está? Ken Robinson, obra citada
-
João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
O Que é o Elemento?
http://terrear.blogspot.com/2010/11/o-que-e-o-elemento.html
- Tags:
- paixão
- Antologia educação
- acção
November 14 2010, 3:04pm | Comments »
-
João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
A Menina do Lápis Castanho
http://terrear.blogspot.com/2010/03/menina-do-lapis-castanho.html
O início da crónica de hoje de Miguel Santos Guerra. De facto, o paradigma da educação de infância tem muito a ensinar a todos os outros ciclos educativos. Não será possível ver? E depois agir?Me preocupan mucho los efectos secundarios del sistema educativo. Entre otros, el aplastamiento de la creatividad, de la espontaneidad y de la inventiva que puede acarrear una práctica rutinaria, repetitiva y homogeneizadora.Bastaría comprobar el clima de una aula de educación infantil y compararla con un aula universitaria. Entre una y otra experiencia han pasado muchos años en los que se ha primado la repetición, el silencio y la rutina. El color del espacio, el calor de las relaciones, la efervescencia de las iniciativas, la diversidad de las actividades, la viveza del diálogo, la espontaneidad de las intervenciones de un aula de infantil tienen poco que ver con la rigidez y la frialdad de muchas aulas universitarias.“Enfrentemos la realidad, lo que la escuela hace, por la general, es interrumpir continuamente los intentos de los niños de retomar la altamente concentrada intensidad del juego”, dice la autora del hermoso libro que voy a comentar a continuación. Se titula “La niña del lápiz marrón” y lo ha escrito Vivian Gussin Poley, prestigiosa maestra de infantil, en la Editorial Amorrortu. Vivian recibió el premio McArthr Award por su labor pionera en la técnica de narración de historias en el aula .Hace bien la autora en decir “en general”.Y yo hago bien en subrayarlo. Para que nadie que pone toda su carne en el asador se sienta acusado o acusada de poner zancadillas a la creatividad. Para que ninguna persona que dedica su vida a cultivar el ingenio se sienta metida en el saco que lleva una etiqueta negativa.Dice esta ilustre maestra (no sólo son ilustres los académicos): “yo también necesito que en la clase haya pasión. Necesito la intensa preocupación de un grupo de niños y maestras que inventan nuevos mundos mientras aprenden a conocer recíprocamente sus sueños. Inventar es estar vivo, Más que a la ausencia de calificaciones, yo me resisto a la ausencia de imaginación…”.Texto integral
March 6 2010, 11:18am | Comments »
-
João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Amor e paixão como facetas da educação: a relação entre escola e apropriação do saber
http://terrear.blogspot.com/2008/10/amor-e-paixo-como-facetas-da-educao.html
Este artigo parte da proposição geral de que o amor e a paixão são elementos essenciais da prática educativa escolar. Contudo, ao contrário de algumas tendências contemporâneas que sustentam que a face amorosa da educação repele a verdade e o conhecimento objetivo, e se realiza como uma experiência lingüística, defendo que o Eros primordial da educação escolar não se efetiva quando se abre mão do
October 18 2008, 9:23am | Comments »
1
