Simplesmente aconteceu — é o melhor que a web tem, proporcionar às pessoas estas formas de se auto-organizarem. Usando inteligentemente o Twitter, um grupo de deputados, jornalistas, bloggers e cidadãos levaram mais longe a noção de debate. Pela primeira vez, os cidadãos puderam comentar LIVREMENTE e em directo, no mesmo “espaço” que os (alguns dos) deputados, os acontecimentos e peripécias do debate quinzenal que leva o Governo à Assembleia da República. Basta para o efeito usar o Twitter e tirar partido de uma forma de organização de conteúdos tão simples que mete dó: as hashtags. Basicamente, marcar com um mesmo termo cada um dos diálogos relativos à mesma conversa. Assim, com a hashtag #deb15, podemos em seguida seguir em directo, ou em diferido, toda a conversa através da pesquisa do Twitter ou de serviços que a usam. Aqui: http://search.twitter.com/search?q=#deb15
-
João Marques passando os olhos por... pauloquerido.net
Histórico: debate quinzenal participado em directo pelos cidadãos!
http://pauloquerido.pt/politica/historico-debate-quinzenal-participado-em-directo-pelos-cidadaos/
January 28 2009, 10:02am | Comments »
-
João Marques passando os olhos por... pauloquerido.net
Participação fracassada no debate quizenal sobre o estado da nação
http://feedproxy.google.com/~r/MasCertamenteQueSim/~3/oRISNX2IVSo/
Só posso classificar de fracasso a minha tentativa de participação, como cidadão, no debate online disponibilizado pelo blog SIC/Parlamento Global, o qual permitia comentar em directo o debate no Parlamento sobre o Estado da nação e no qual participaram, entre outros, vários jornalistas parlamentares, alguns deputados e pelo menos um ministro. Fracasso desde logo porque dos 3 comentários que introduzi no sistema, 2 ficaram retidos pela moderadora. Fracasso ainda porque esperava uma participação maior por parte dos cibernautas, em especial os bloggers que seguem de perto os assuntos políticos. Disse isso mesmo, enquanto alerta para a eventual correcção dos processos de divulgação do evento, que fora da Assembleia da República teve uma participação pública muito mais reduzida do que eu esperava de um acontecimento do género, que creio ter sido pioneiro. Após ter sido bloqueado pela terceira vez, ainda por cima com um comentário que reputo de pertinente, educado, correcto, construtivo e respeitador de todas e quaisquer normas de procedimentos em acontecimentos de qualquer género, remeti-me ao silêncio. Para meu espanto, a transmissão terminou com a frase “Infelizmente algumas pessoas estão a usar este blogue de forma fraudulenta” — o que me levou a concluir que alguém se terá introduzido no sistema e feito passar por algum dos deputados ou jornalistas, uma vez que nenhuma da meia dúzia de cidadãos que participou pareceu ter abusado dos nomes de registo, sendo todos nomes absolutamente normais e não conotáveis ou confundíveis com os bem identificados nomes dos participantes internos (aqui a transcrição pública do “debate público”) Mais tarde, em conversa com um dos cidadãos participantes, fiquei a saber que também ele vira os seus comentários retidos. O Gabriel Silva usa no Blasfémias o termo “censurados” e eu devo dizer que só não o uso porque sei, por experiência pessoal, o que custa a um jornalista ver-se acusado de censor, mas compreendo a indignação ao ponto da solidariedade. Ver também: Her master voice?, por Gabriel Silva.
- Tags:
- Política
- parlamento
December 18 2008, 8:21am | Comments »
1

