Il est deux façons symétriques de ne pas mettre les élèves en situation d’apprendre : le retour de tâches répétitives, dépourvues d’attrait spéculatif, et l’imposition d’exigences irréalistes. Il arrive, qu’en classe, on passe sans transition d’un cas de figure à l’autre.Plus souvent qu’on ne le pense, les élèves (sans qu’il s’agisse nécessairement des meilleurs) apprécieraient les vrais défis intellectuels à relever, ce qui les changerait de la monotonie scolaire.L’idée d’objectif-obstacle2 s’inscrit dans cette recherche d’un entre-deux où l’activité intellectuelle puisse être stimulée au maximum.Elle fait interagir deux termes qui d’ordinaire s’opposent, puisque l’obstacle est trop souvent pensé comme ce qui empêche d’atteindre l’objectif.Mais l’athlète pourrait-il franchir le fil du saut en hauteur, s’il l’envisageait comme l’obstacle qui interdit son passage de l’autre côté?Il faut donc conférer aux obstacles un caractère plus dynamique, en considérant leur franchissement comme les objectifs vrais de la formation.Le problème est qu’actuellement, si l’on a des idées sur le «quoi enseigner», on est moins au clair sur les transformations intellectuelles à obtenir des élèves.Cela empêche même de repérer leurs progrès effectifs, faute de disposer des outils pour les penser. Cette situation contribue à désinvestir les maîtres, souvent démobilisés par les effets pervers de la sociologie de la reproduction, et ainsi désinvestis de leur fonction et de leur identité propres.C’est pourtant là une exigence décisive en termes de professionnalisation des enseignants. Et c’est là une condition indispensable pour penser la construction de situations didactiques efficaces.Astolfi, Jean Pierre, L’école pour apprendre.ESF, 1992
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O Importante é o Obstáculo
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December 29 2010, 12:23pm | Comments »
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Desde las teorías implícitas a la docencia como práctica reflexiva
http://terrear.blogspot.com/2010/12/desde-las-teorias-implicitas-la.html
Problema: El trabajo traza una ruta para comprender la relación entre las concepciones pedagógicas de los profesores y su quehacer en las aulas de clase. Estructura de la discusión: Partiendo del enfoque cognitivo, que brinda elementos teóricos para abordar las creencias, los constructos y las teorías docentes, se llega al enfoque alternativo, que se centra en el análisis de las prácticas para mostrar la imposibilidad de separarlas de las intencionalidades del profesor y del contexto socio-cultural en que está inmerso. Luego se delinea un marco de referencia de las prácticas pedagógicas actuales, para lograr la comprensión y el mejoramiento permanente de los procesos de enseñanza y aprendizaje, en el camino hacia la formación del buen profesor que la Sociedad del Conocimiento demanda.Conclusión: El buen profesor de este siglo es quien tiene un conocimiento experto y la competencia para establecer vínculos de confianza con sus estudiantes; soporta su ejercicio docente en la ética del cuidado.Palabras clavePráctica pedagógica, docencia, investigación pedagógica, reflexión práctica, Sociedad de la InformaciónTexto integral
December 11 2010, 3:41pm | Comments »
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Pedagogia da Performance: do uso poético da palavra na prática educativa
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A palavra [...] não é o símbolo ou o reflexo do que significa, função servil, e sim o seu espírito, o sopro na argila. Uma coisa não existe realmente enquanto não nomeada: então, investe-se da palavra que a ilumina e, logrando identidade, adquire igualmente estabilidade [...] a palavra, sendo o espírito do que – ainda que só imaginariamente – existe, permanece ainda, por incorruptível, como o esplendor do que foi, podendo, mesmo transmigrada, mesmo esquecida, ser reintegrada em sua original clareza. Distingue, fixa, ordena e recria: ei-la (Lins, 2003, p. 180). O que é o ato pedagógico senão um anelo poético-político, um desígnio premeditado de constituição, formação e, ulteriormente, de transformação do indivíduo pela comunicação? É o anelo da comunicação, com efeito, que funda, de maneira expressa, o sujeito e seu conhecimento – nas acepções que comumente lhe atribuem, seja sujeito de ou sujeito a; isso porque ser sujeito éser, invariavelmente, em relação. A busca pelo êxito da comunicação corresponde, nesse sentido, à busca pelo êxito do próprio ato da educação, isto é, a constituição e a expressão de sujeitos – no sentido forte da palavra, daquela mesma formulada pela promessa moderna, ainda não realizada, da autonomia e da emancipação.Texto integral
November 30 2010, 9:26am | Comments »
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Dimensões formativas do ensino superior no século XXI: o sentido democrático na formação inicial e continuada dos profissionais da escola básica
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Todo um número.
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November 30 2010, 1:11am | Comments »
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Formação Pedagógica no Ensino Superior
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Um dos pilares no desenvolvimento de respostas aos novos desafios no ensino superior é, indiscutivelmente, o corpo docente e a sua “formação pedagógica‑profissional”. Kogan (2001) prefere esta designação à de formação pedagógica, na medida em que pretende sublinhar a aplicação do conhecimento pedagógico em sentido lato, isto é, a competência concreta do professor universitário para incentivar e apoiar o estudante universitário nas suas aprendizagens. Por seu lado, Ambrósio (2001, p. 93), defendendo uma formação de professores que ultrapasse a simples melhoria das competências técnicas de organização e de gestão do acto pedagógico, contrapõe, ao conceito de formação pedagógica dos professores do ensino superior, o conceito de “construção do conhecimento pedagógico e das competências formativas dos Professores/ Investigadores Universitários”, sublinhando a dupla função de ensino e de investigação destes docentes.A abordagem actual da formação pedagógica dos professores do ensino superior deixa, assim, de ter características exclusivamente técnicas e utilitárias, para incluir a discussão sobre questões contextuais, relacionadas coma a situação concreta dos docentes, bem como questões curriculares, ultrapassando claramente os temas exclusivamente disciplinares.Nas palavras de Garcia (1999, p. 253), a formação dos docentes do ensino superior só poderá ser eficaz se:Partir das necessidades actuais e futuras da organização e dos seus membros;Se centrar na prática profissional e partir da reflexão crítica em relação ao próprio ensino;Visar a construção de um saber específico, de carácter técnico e fundamentado cientificamente; Partir do próprio professor, para ser feita de forma colaborativa, em grupo e com os colegas, valorizando‑se a importância da formação nos departamentos, em primeira instância, e institucional, num segundo momento.A definição de áreas relevantes e de momentos cruciais para a formação dos professores do ensino superior não tem sido, todavia, tarefa fácil. Em primeiro lugar, parece inquestionável a importância da socialização profissional supervisionada, no início da carreira docente. Porém, uma formação ao longo do exercício profissional é também essencial, sublinhando‑se a importância formativa do contacto com outros profissionais e do respeito pelos ciclos de crescimento profissional (Alarcão & Sá‑Chaves, 1994; Zeichner, 1993).Patrícia PintoTexto integral
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November 28 2010, 10:14am | Comments »
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Investir na Pedagogia. Investir nos Professores. Investir na Autonomia
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Neste livro, faço apelo a uma utilização urgente e mais completa dos nossos recursos naturais. Trata-se de um ponto essencial para o bem-estar e para a saúde das nossas comunidades. A educação deveria ser o pro¬cesso que desenvolve todos os recursos, mas, pelas razões que aqui expus, é frequente isso não acontecer. Muitas das pessoas de que falei neste livro afirmam que durante a sua escolarização não identificaram os seus verdadeiros talentos. Não é nenhum exagero dizer que muitas delas só encontraram as suas verdadeiras capacidades depois de saírem da escola, depois de recuperarem da educação recebida. Como afirmei no início, não creio que os professores sejam a causa do problema. É um problema inerente aos nossos sistemas educativos. Com efeito, a educa¬ção só solucionará os seus verdadeiros desafios se conferir poder aos professores criativos e apaixonados, e estimular a imaginação e a moti¬vação dos alunos.As ideias e os princípios fundamentais do Elemento têm implica¬ções em cada uma das áreas educativas. O programa curricular do século XXI tem de ser radicalmente transformado. Descrevi a inteligência como sendo variada, dinâmica e distintiva. Eis o que isso significa para a educação. Em primeiro lugar, temos de eliminar a actual hierarquia das disciplinas. Dar mais importância a umas disciplinas do que a outras só serve para consolidar as pretensões antiquadas do industrialismo e viola o princípio da variedade. Muitos estudantes são submetidos a uma edu¬cação que marginaliza ou ignora os seus talentos naturais. A arte, a ciência, as humanidades, a educação física, as línguas e a matemática estão ao mesmo nível no que se refere aos contributos essenciais para a educa¬ção de um aluno.Em segundo lugar, temos de pôr em questão o conceito de «matérias». Durante gerações, fomentámos a crença de que a arte, a ciência, as humanidades e as demais matérias eram completamente diferentes umas das outras. Mas a verdade é que têm muito em comum. Há muita técnica e objectividade na arte, assim como há muita paixão e intuição na ciência. O conceito de matérias separadas que não têm nada em comum viola o princípio do dinamismo.Os sistemas escolares não devem basear os seus currículos na ideia de matérias separadas entre si, mas na ideia bastante mais fértil de disciplinas. A matemática, por exemplo, não se reduz a um conjunto de informações que se tem de aprender, mas também é um esquema complexo de ideias, competências práticas e conceitos. É uma disciplina - ou antes, um conjunto de disciplinas. E podemos dizer o mesmo do teatro, da arte, da tecnologia, etc. O conceito de disciplina possibilita um programa curricular fluido, dinâmico e interdisciplinar.Em terceiro lugar, o currículo tem de ser personalizado. A aprendizagem ocorre na mente e na alma de indivíduos, não nas bases de dados dos testes de escolha múltipla. Duvido que haja por aí muitas crianças que acordem de manhã a perguntar-se como poderão ajudar a melhorar a média de leitura do seu estado. A aprendizagem é um processo pessoal, sobretudo se estivermos interessados em permitir que as pessoas alcancem o Elemento. Os processos educativos actuais não tomam em consideração nem os estilos individuais de aprendizagem nem o talento. Desse modo, violam o princípio da distinção.Muitos dos que citei neste livro concordariam com isto. Para eles, a libertação chegou com a descoberta da sua paixão e com a possibilidade de se dedicarem a ela. Como afirma Don Lipsld: «O mais importante é incentivar as crianças a seguirem algo que as entusiasme. Quando me interessei pela magia, recebi um grande estímulo e apoio. Dediquei-me à magia com a mesma intensidade com que agora me dedico aos meus trabalhos artísticos. Um miúdo pode não praticar basebol, mas gostar desse desporto, conhecer as estatísticas de todos os jogadores e saber quem deveria ser vendido a esta ou àquela equipa. Pode parecer uma coisa inútil, mas quem sabe se esse miúdo não acabará por vir a ser presidente de uma equipa de basebol? Se uma criança for a única da sua turma a gostar de ópera, esse gosto deve ser reconhecido e encorajado.Independentemente da sua aplicação, o entusiasmo é a coisa mais importante a desenvolver».O Elemento tem implicações no ensino. Existem demasiados movimentos de reforma concebidos para tornarem a educação à prova de professores. Os sistemas de maior sucesso no mundo assumem uma posição contrária. Investem nos professores.Ken Robinson, Obra citada
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November 26 2010, 4:51pm | Comments »
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A Transformação da Pedagogia
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A transformação da pedagogia na universidade exige que os professores contrariem o divórcio entre ensino, investigação e desenvolvimento profissional, nomeadamente através da constituição de comunidades de prática que desenvolvem, avaliam e disseminam experiências pedagógicas. Este tem sido um objectivo central de um conjunto de projectos desenvolvidos na Universidade do Minho desde 2000 por equipas multidisciplinares. Na presente comunicação, traça-se o historial destes projectos, evidenciando os seus avanços e contratempos, o que permite problematizar tensões e condições da reconfiguração da pedagogia como campo de estudo e de intervenção.Palavras-chave – transformação, pedagogia, universidadeTexto integtral
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November 23 2010, 3:52pm | Comments »
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A Centralidade da Pedagogia
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Quase todos os sistemas educativos públicos do planeta estão em processo de reforma: na Ásia, na América, na Europa, em África e no Médio Oriente. Existem duas razões principais. A primeira é económica. Todas as regiões do mundo estão perante o mesmíssimo desafio económico: como educar o seu povo para que encontre trabalho e crie riqueza num mundo que muda mais depressa do que nunca. A segunda razão é cultural. As sociedades mundiais querem tirar proveito da globalização, mas não querem perder a sua identidade no processo. Por exemplo, a França quer continuar a ser francesa e o Japão, japonês. As identidades culturais estão sempre a evoluir, mas a educação é uma das vias através das quais as comunidades tentam controlar a velocidade da mudança. Daí haver sempre tanto interesse no conteúdo dos programas educativos.O erro de muitos políticos é acreditarem que, na educação, a melhor maneira de enfrentar o futuro é melhorando o que se fez no passado. Há três processos principais na educação: o currículo, que é aquilo que o sistema educativo espera que os alunos aprendam; a pedagogia, o processo através do qual o sistema ajuda os alunos a fazê-lo; e a avaliação, o processo que permite verificar se os alunos estão a aprender ou não. A maioria dos movimentos reformistas centra-se no currículo e na avaliação.Por norma, os políticos tentam controlar o currículo e especificar o que os alunos devem aprender. Ao fazê-lo, tendem a consolidar a velha hierarquia das disciplinas, dando grande ênfase às disciplinas que figuram no topo da hierarquia existente (o regresso às origens de que falámos anteriormente). Na prática, isto significa que empurram ainda mais as outras disciplinas - e os alunos que nelas se evidenciam - para as margens da educação. Por exemplo, nos Estados Unidos, mais de 70 por cento das escolas reduziram ou eliminaram as disciplinas artísticas por causa do programa «Nenhuma Criança Fica Para Trás».Em seguida, dão grande ênfase à avaliação. Não se trata de algo mau em si mesmo. O problema está no método utilizado. Normalmente, os movimentos de reforma educativa atêm-se cada vez mais aos testes estandardizados. Esta opção desencoraja a inovação e a criatividade na educação, as duas coisas que permitem que as escolas e os alunos se desenvolvam. O impacto negativo que os ilimitados testes padronizados têm na moral de estudantes e professores são demonstrados por vários estudos. Também existem inúmeras evidências anedóticas.Há pouco tempo, um amigo contou-me que, em Outubro, a sua filha de oito anos comentou que a professora não lhes tinha ensinado nada desde o início do ano. A menina disse aquilo porque a escola exigia que os docentes se centrassem na preparação dos exames estatais estan¬dardizados. A filha do meu amigo achava enfadonho rever continuamente aqueles exames e preferia que, em vez disso, a professora «ensinasse». Curiosamente, quando o meu amigo e a mulher tiveram a reunião semestral com a professora, esta queixou-se de não poder perder demasiado tempo com um programa de leitura que adorava porque a administração da escola a obrigava a preparar os alunos para os exames distritais que se realizavam todos os trimestres. Os bons professores vêem a sua própria criatividade suprimida.Ken Robinson, Obra citada
November 23 2010, 2:14pm | Comments »
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Pedagogia da Proximidade, acompanhamento, exigência e apoio
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« La pédagogie de soutien permet de « prouver » que le système scolaire dans le mode simultané fait ce qu’il faut pour évoluer, elle aménage, alors qu’il aurait fallu changer la pédagogie dans la rupture. Le changement intégré dans l’institution ne permet pas le développement de la pédagogie différenciée dont l’institutionnalisation de la pédagogie de soutien a signé la mort. »Jean Houssaye « Non, la différenciation pédagogique n’est pas morte. N’oublions pas que l’homogénéité est une fiction qui a une fonction sociale : faire croire qu’être un bon élève, c’est appartenir à un ensemble homogène qui a les mêmes compétences. »Françoise Clerc « Ce qui est écrit dans les textes ne signifie pas qu’ils soient appliqués, mais ces textes officiels témoignent d’une profondeur de pensée. Il y a derrière de vrais projets pédagogiques et politiques. La question est celle du pilotage dans la durée des réformes instituées qui ne permet pas leur mise en place, on n’en fait pas d’évaluation, on oublie les intentions de départ. »Jean-Paul Delahaye « Le principe de base en Finlande est d’assurer à tous des chances égales d’avoir une formation : tout est mis en œuvre en amont pour éviter l’échec scolaire. »Minna Puustinen « Poser le principe d’aider les élèves en difficulté, c’est oublier une donnée préalable de l’enseignement : la difficulté vient souvent du fait qu’un travail n’a pas été donné en fonction des besoins de l’élève. »André Ouzoulias « Pour l’accompagnement éducatif, il faudrait une vraie politique d’établissement, avec un vrai cahier des charges et un cadre fort, avec des bilans L’accompagnement éducatif doit être autre chose… qu’un moyen d’avoir des heures supplémentaires défiscalisées. »Jean-Michel Zakhartchouk « La question pour moi était de trouver comment rendre intelligent ce qui nous était demandé. » Agnès Paon « Les enseignants ne baissent pas les bras et ce sont eux qui sont déstabilisés de ne pas réussir à aider correctement les élèves qui ont des difficultés. »Michelle Olivier « Quand on parle du scandale du marché de l’angoisse c’est qu’il y a deux logiques qui s’affrontent : la logique libérale qui met en compétition les individus, la compétition étant nécessaire à la réussite de quelques-uns, et une autre logique selon laquelle l’éducation doit sortir du système financier. »Anne-Charlotte Keller « On a une intervention au domicile parce que si on veut créer un lien c’est impossible en dehors des familles, accompagner c’est multiplier les liens, les points de contact. »Christophe Paris « Parmi les questions essentielles que pose l’accompagnement : comment les enseignants organisent-ils les apprentissages, en ayant en tête que les enfants ont accès à une quantité d’informations ? Comment plus généralement prendre en compte ce que les enfants ont en tête, en dehors de l’école, et qu’est-ce que l’école doit apporter en plus ? »Patrice BridMais
November 7 2010, 11:59pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Conta-me, agora!
http://terrear.blogspot.com/2010/10/conta-me-agora.html
(...)A prática com esta experiência tem mostrado o quanto temos dificuldade de falar e/ou escrever sobre o vivido. Parece que a trajetória cultural da escola é embotadora desta habilidade e o individualismo social estimulado nos dias de hoje também não favorece este exercício. Além disso, a construção da idéia de que o saber cotidiano distancia-se do conhecimento científico, também foi responsável pela não exploração desta histórica forma de construir informações. Greenne (1995,p.84), abordando a formação docente e refletindo sobre esta situação afirma que, freqüentemente, o professor é tratado como se não tivera vida própria, como se não tivera corpo, uma linguagem, uma história ou uma interioridade...Sua biografia pessoal foi esquecida, assim como as diferentes maneiras com as quais expressa a si mesmo através da linguagem, dos horizontes que percebe, as perspectivas com as quais olha o mundo.A perspectiva de trabalhar com as narrativas tem o propósito de fazer a pessoa tornar-se visível para ela mesma. O sistema social conscientemente envolve as pessoas numa espiral de ação sem reflexão. Fazemos as coisas porque todos fazem, porque nos disseram que assim é que se age, porque a mídia estimula e os padrões sociais aplaudem. Acabamos agindo sobre o ponto de vista do outro, abrindo mão da nossa própria identidade, da nossa liberdade de ver e agir sobre o mundo, da nossa capacidade de entender e significar por nós mesmos. Para o educador esta perspectiva é fatal, porque não só ele se torna vítima destes tentáculos, como não consegue estimular seus discípulos a que se definam a si mesmos como indivíduos.É preciso recuperar a condição da racionalidade prática tão bem explicitado por Pérez Gomez para dizer que o professor tem de ser o sujeito da análise que faz de seu próprio cotidiano, implicando a imersão consciente do homem no mundo de sua experiência, num mundo carregado de conotações, valores, intercâmbios simbólicos, correspondências afetivas, interesses sociais e cenários políticos (1992, p.103). Texto Integral
October 10 2010, 4:05pm | Comments »



