(...)Do Relatório disponibilizado pelo GAVE em relação à realização dos Testes Intermédios obtém-se uma imagem um pouco deprimente. Enquanto se não sair do paradigma do Comando e do Controlo mais ou menos remoto, não sairemos da cepa torta.Algumas passagens da introdução, revelam uma percepção disfórica. Afinal estes testes estão muito longe de atingir um patamar de qualidade aceitável; fraca dinâmica de conhecimento e partilha a nível dos departamentos curriculares; excessiva presença da dimensão sumativa; generalizada falta de informação dos alunos e famílias sobre os objectivos e natureza dos testes; e afinal nada de novo, nada que não se tenha já diagnosticado no relatório anterior...Relatório Aqui. E a questão central que é obrigatório colocar é a seguinte: o que faz mover as escolas e os professores? O que é que os faz querer agir de um modo educacionalmente mais sustentado e eficaz?
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Testes Intermédios em meta-avaliação
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December 29 2010, 7:00am | Comments »
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Um País do Outro Mundo!
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Recebo hoje uma mensagem, da qual transcrevo breves sequências:(...) Da não existência de aquecimento nas Escolas, passamos a tê-las com sistemas sofisticadíssimos de climatização e renovação de ar (aquilo que os americanos fazem abrindo as janelas…) cujo consumo energético é insuportável para as parcas finanças públicas…· Da degradação dos edifícios das Escolas Secundárias (por absoluta falta de recursos – como eu me lembro…), passámos para a Parque Escolar, com projectos “do outro mundo”, atribuídos, sem concurso, a gabinetes de arquitectura de primeira linha, adjudicados a grandes empresas, uma vez mais sem concurso público, atingindo valores m2 indubitavelmente escandalosos…Deita-se ao lixo tudo que existia. Somos um País rico!"Quando a história da Parque Escolar for escrita, muita gente não acreditará! Não acreditará nos milhões de euros que se deitaram fora, não acreditará no novo riquismo insuportável, não acreditará nos custos de manutenção astronómicos, não acreditará no sistema de gestão hipercentralizado, não acreditará nas gritantes assimetrias e desigualdades, não acreditará na usurpação do valioso património do Estado por parte de uma empresa (ainda que para já pública), não acreditará nas rendas anuais que o Ministério da Educação está já a pagar ao novo senhorio, não acreditará...
December 28 2010, 5:09am | Comments »
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els enseignements internationaux peut-on tirer de PISA cette année ?
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Por Jean-Claude EminEn termes de comparaisons internationales, l’analyse la plus intéressante concerne des caractéristiques que l’on rencontre plus fréquemment dans les systèmes éducatifs dont les résultats sont les meilleurs, c’est-à-dire ceux qui associent efficacité (niveau élevé de résultats globaux) et équité (faible impact de la situation sociale des élèves sur leurs résultats) :peu de « différentiation », c’est-à-dire, pas d’orientation précoce dans des filières différentes selon les résultats des élèves ; des écoles où règne la mixité sociale ; peu, voire pas de redoublement ; peu d’exclusions ou de transferts entre écoles d’élèves « agités » ou aux faibles résultats ;un degré d’autonomie des écoles plutôt important en matière de curriculum, associé à une faible compétition entre écoles quant au recrutement des élèves (autrement dit, la liberté de choix de l’école apparait comme un facteur plutôt négatif) ;des moyens consacrés à des traitements élevés pour les enseignants plutôt qu’à de faibles tailles de classes.Une telle analyse doit évidemment être approfondie et relativisée ; en effet, ces conditions sont relatives (elles sont plus marquées dans certains des pays les plus performants et elles connaissent des modalités qui peuvent être différentes selon les pays) ; et elles ne sont ni nécessaires, ni suffisantes (certains pays performants ne les connaissent pas, et certains pays qui les connaissent ne sont pas performants) [1]. Elle rejoint cependant des conclusions déjà étayées dans la littérature internationale sur l’éducation.Fonte
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December 13 2010, 5:01am | Comments »
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A construção dos tempos escolares
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O presente estudo analisa a concepção de tempo, considerando sua construção sócio-histórica e cultural. Apresenta algumas heranças dos tempos escolares, mostrando que estes são construções humanas e, por isso mesmo, passíveis de transformações. Os tempos escolares fazem referência ao início e à duração da escolarização (tempos de escola); à organização da escolarização (tempos de escolarização); às construções consolidadas no interior das instituições escolares (tempos na escola). Ao apresentar a abrangência da noção de tempos escolares, o presente estudo incita a busca de inovações políticas e escolares que produzam alternativas aos tempos escolares vigentes e indica a necessidade de construir tempos escolares mais humanos, mais atentos às necessidades dos sujeitos da educação.Palavras-chave: Tempo Escolar; Política Educacional; Organização Escolar.Texto integral
December 11 2010, 3:55pm | Comments »
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A Educação Precisa de Ser Transformada
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Em terceiro lugar, os políticos penalizam as escolas que têm «deficiências». No caso do programa «Nenhuma Criança Fica Para Trás», as instituições de ensino que não atingem os objectivos durante cinco anos seguidos, independentemente das circunstâncias socioeconómicas, vêem-se confrontadas com o despedimento de professores e directores, com o encerramento das instalações e com a passagem destas últimas para as mãos de organizações privadas ou do próprio Estado. Essas escolas tentam por todos os meios conformar-se com a hierarquia e a cultura de uniformização, e o medo fá-las renunciar a qualquer esforço em favor da criatividade ou da adaptação às necessidades e talentos específicos dos seus alunos.Permita-me que fale com clareza. Não sou contra os exames estandardizados em geral. Se decido submeter-me a um exame médico, quero que me façam alguns testes estandardizados. Quero que os meus níveis de açúcar e de colesterol sejam comparados com os de outras pessoas. Quero que o meu médico utilize um teste e uma escala padronizados e não qualquer coisa que lhe tenha ocorrido a caminho do trabalho. Mas, em si mesmos, os exames só são úteis enquanto parte de um diagnóstico. O médico tem de saber o que fazer com os meus resultados e dizer-me o que devo fazer de acordo com a minha fisiologia específica.Passa-se o mesmo na educação. Os exames estandardizados, se correctamente utilizados, podem proporcionar informações fundamentais para apoiar e melhorar a educação. O problema surge quando esses testes se convertem em algo mais do que uma simples ferramenta e se tornam o centro da educação.Quaisquer que sejam as suas repercussões educativas, os exames estandardizados são actualmente um grande negócio. Há um móbil económico considerável por detrás da crescente confiança nos testes padro-nizados. Segundo o Gabinete Governamental de Contabilidade (GGC) dos Estados Unidos, cada estado iria gastar entre 1,9 e 5,3 biliões de dólares entre 2002 e 2008 a fim de implementar os exames requeridos pelo programa «Nenhuma Criança Fica Para Trás». Estes valores apenas incluem custos directos. Os custos indirectos poderiam multiplicá-los por dez. A maior parte desse dinheiro vai parar a empresas privadas que criam, administram e corrigem os testes. Os exames estandardizados passaram a ser uma indústria em expansão. Utilizando os números do CESPI-ELE-lS GGC, estas empresas poderiam gerar mais de cem biliões de dólares em sete anos.O leitor já terá reparado que não falei de ensinar. Isto porque, normalmente, os políticos não parecem compreender a sua importância fundamental enquanto pilar da educação. Estou convencido, com base em décadas de trabalho realizado neste campo, que a melhor maneira de se melhorar a educação não é centrando-se no currículo ou na avaliação, por mais importantes que ambos sejam. O método mais eficaz para se melhorar a educação é investindo na melhoria do ensino e no estatuto dos grandes professores. Não há nenhuma grande escola em nenhum ponto do mundo que não possua grandes professores. Mas há muitas escolas medíocres com as estantes cheias de programas escolares e testes padronizados.O facto é que, tendo em conta os desafios que enfrentamos, a educação não precisa de ser reformada: precisa de ser transformada. A chave dessa transformação está em personalizar a educação e não em uniformizá-la - descobrir os talentos individuais de cada criança, colocar os estudantes num ambiente onde queiram aprender e onde possam identificar de forma natural as suas verdadeiras paixões. A chave está em adoptar os princípios fundamentais do Elemento. Algumas das inovações educativas mais estimulantes e de maior sucesso no mundo inteiro ilustram o verdadeiro poder desta abordagem. Ken Robinson, Obra citada
November 24 2010, 3:45pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Esperando pelo Superman ou o sinal da nossa desgraça
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Está causando este mes un gran impacto el film Waiting For Superman (“Esperando a Superman”), dirigido por el gran documentalista Davis Guggenheim, conocido por otro anterior (“Una verdad incómoda”) sobre el calentamiento del planeta, que obtuvo un óscar de la Academia. Esperando a Superman, cuyo reportaje se puede ver en Internet mientras llegue su estreno próximo en España, describe –de modo desgarrador – un panorama sombrío del sistema educativo público americano, incapaz de proporcionar una buena educación a todos los niños y niñas.Si la Ley de Educación promovida en 2002 por Georg Bush quería que “ningún niño se quede fuera” (No Child Left Behind), esta película muestra cómo millones de niños abandonan su educación forzados por el sistema; por lo que se requieren medidas urgentes para atajar el fracaso de muchas escuelas públicas. Como dice en la película un docente innovador (Geoffrey Canada): “o los niños se están volviendo más estúpidos año tras año, o algo está mal en nuestro sistema educativo”.Esperando a Superman, en la que participa Bill Gates y que ha ganado el Audience Award en el último Festival de Sundance, está provocando –además– un gran revuelo en el mundo educativo, por el apoyo que da, como escuelas innovadoras, al movimiento de las llamadas escuelas “charter” (escuelas subvencionadas con gestión privada) y por hacer un cierto ataque a los sindicatos de profesores, acusados de proteger entre sus miembros a docentes incompetentes. Al margen de esto, hay una dura crítica al sistema educativo americano, no ya sólo porque, entre los 30 países desarrollados, Estados Unidos se ubica en los últimos puestos en ciencias y matemáticas, sino porque no puede dar la educación que cada niño merece, a menos le toque la lotería de caer en una buena escuela, como en el caso de los cinco niños del documental.El futuro de un niño no debe depender de un sorteo.Al margen de su orientación liberal, lo bueno de la película, además de denunciar la situación, es que –más que señalar culpables– alienta la necesidad de un cambio. Si el actual sistema educativo es deficiente, a cada uno de nosotros –usted, yo, padres, maestros, contribuyentes, ciudadanía en general– nos concierne actuar para arreglarlo. La lección más importante que se obtiene viendo el film es que hay que comprometerse a hacer algo. La obra se centra especialmente en los casos más prometedores, con enfoques innovadores de algunos profesores y profesoras que intentan mejorar la situación. Es el caso del protagonista Geoffrey Canada en la Harlem Children's Zone, donde se muestra cómo el destino de los niños puede verse decidido dependiendo de la escuela donde caigan y el profesor que les toque. El presidente Obama ha hecho suya la película, aunque algunos profesores han llamado a un boicot, especialmente por no reflejar cómo otras escuelas públicas están trabajando duro y obteniendo buenos resultados en contextos desfavorecidos (recordemos Escuelas democráticas, el libro-informe de Apple y Beane).Si Superman es el añorado héroe que, con poderes extraordinarios, podía solucionar los problemas; en educación no existe tal superhéroe. “Uno de los días más tristes de mi vida fue cuando mi madre me dijo ‘Superman no existe’”, confiesa el reformador educativo Geoffrey Canada. “Ella pensó que yo estaba llorando porque, como Santa Claus, no es real. Pero yo lloraba, porque nadie iba a venir con suficiente poder para salvarnos”.En Educación muchas veces esperamos también a un Superman (una nueva ley educativa, un cambio de gobierno, unas nuevas teorías educativas o estrategias didácticas) pero, en efecto, puede ser triste reconocerlo: tales dioses salvadores, en esta época descreída, no existen. En el siglo pasado, lo hemos intentado casi todo y comenzamos este con un fracaso escolar que, lejos de disminuir, se incrementa. Si alguna lección se ha sacado de tantos intentos reformadores es que las reformas externas no cambian sustantivamente las escuelas. A lo sumo, cabe esperar que, como la kryptonita en el caso de Superman, no entorpezcan el trabajo cotidiano del profesorado. En este inicio del siglo XXI, como ha dicho Antonio Nóvoa, estamos volviendo a un “regreso de los profesores” al centro de las preocupaciones. Es una verdad extendida que la calidad de la educación no puede exceder a la calidad de sus docentes.Al final, el Superman real es, como Mr. Canada, un buen profesor en cada aula, dentro de una buena escuela. Hacer lo posible porque esto suceda es el Superman que esperamos, no ninguno que vuele por los aires. Se trata entonces, como ha dicho Linda Darling-Hammond, de tomar las medidas precisas para garantizar un profesorado altamente cualificado y comprometido con su trabajo en cada clase. Esta podría ser, recordando a Nietzsche, la “gran política”: posibilitar las condiciones para que tenga lugar en el mayor número y, particularmente, en los contextos más desfavorecidos. Este es el sine qua non de la educación.ANTONIO BOLÍVARCatedrático de Didáctica. Universidad de Granada(a quem agradeço a sugestão)Fonte
November 12 2010, 5:04pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
"Julgo que todos saberão o que são as Metas de Aprendizagem"
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Retomando no De Rerum Natura a questão da Metas de Aprendizagem, entendidas como instrumento essencial para conduzir todo o ensino não superior - Educação, Pré-escolar, Ensino Básico e Ensino Secundário -, transcrevemos o essencial da conferência proferida pela actual Ministra da Educação, em 14 de Setembro passado, para apresentação das que foram elaboradas até ao momento ."Julgo que todos saberão o que são as Metas de Aprendizagem (…), procuramos fazer uma determinação clara para cada ano e cada disciplina de quais são aprendizagens que devem se adquiridas nesse ano e nessa disciplina. O projecto de Metas de Aprendizagem insere-se numa estratégia global de desenvolvimento do Currículo Nacional que foi delineada pelo Ministério da Educação, a partir de Dezembro de 2009, e que visa esta determinação (...) de referentes de gestão curricular que sejam desenvolvidos ao longo dos vários anos de escolaridade e que funcionem como instrumentos de apoio aos professores, apoio à gestão do currículo, tratando-se de uma estratégia que tem sido seguida em vários países com bastantes sucesso, com resultados efectivos no que respeita à monitorização do trabalho e aos resultados de aprendizagem.Nós tivemos em conta a experiência e os resultados do trabalho efectuado nesta linha em vários países e também de projectos de investigação sobre este domínio e foi como base nessa informação que decidimos lançar este projecto.Neste momento já estão realizadas metas correspondentes a cada uma das disciplinas e áreas disciplinares desde o pré-escolar até ao final do 9.º ano do Ensino Básico (…). São nove conjuntos de metas que já estão realizados. Uma outra equipa (…) definiu também metas para a Educação para a Cidadania que serão lançadas com a mesma metodologia (…).As metas destinam-se (…) em primeiro lugar aos professores, que poderão usá-las para preparar a sua gestão curricular, para preparar as aulas, para orientar e avaliar as aprendizagens dos alunos. Mas destinam-se também aos pais dos alunos, às famílias, para que possam acompanhar mais de perto as aprendizagens dos seus filhos, dos seus educandos. E aos próprios alunos, que ter ali um instrumento no qual podem verificar quais são as (…) aprendizagens que devem focalizar como essenciais em cada ano de escolaridade.Como disse também, não são documentos normativos, não são prescritivos, mas são referenciais. Pretende-se que o uso que efeito das metas decorra do reconhecimento da sua utilidade, da sua utilidade prática, por parte dos professores em primeiro lugar, mas também por parte dos alunos e das famílias.A nossa expectativa, Ministério da Educação é fornecer um instrumento de apoio aos docentes que lhe permita focalizar melhor todo o seu trabalho e também permita clarificar os conhecimentos e as competências de base para cada ano e disciplina e ajustar a incidência do ensino e também os instrumentos de avaliação concebidos e usados pelos professores normalmente no seu trabalho da sala de aula, como também os instrumentos de avaliação de aferição, elaborado pelo Gave, e também os exames quando vierem a ser elaborados para o Ensino Secundário.Finalmente, posso dizer-vos que o fito essencial, o objectivo essencial deste projecto é, no quadro da missão do Ministério da Educação, melhorar a aprendizagem de aprendizagem, melhorar os resultados escolares.Quanto ao processo de trabalho que foi seguido, o Ministério celebrou um contrato, através da DGIDC, com uma entidade externa, o Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, tendo a coordenação ficado a cargo do Professor Natério Afonso (…). O Instituto de Educação constituiu uma equipa composta por especialistas de várias instituições que foram coordenadas por especialistas nas áreas científicas e didácticas (…).O projecto foi apresentado em reuniões com associações científicas e associações profissionais, os documentos foram também enviados a estas associações, a quem foi solicitada uma apreciação técnica de pareceres e sugestões e actualmente já recebemos (…) os pareceres das instituições que foram consultadas e a equipa de especialistas encarregue de elaborar o documento final está a ajustá-lo, a aprefeiçoá-lo em função destes pareceres (...).Eu disse documento final mas este nunca será um documento completamente fechado. As metas de aprendizagem, porque à semelhança de outros países que desenvolvem esta estratégia, é sempre possível ajustar, melhorar e ir mais longe. Portanto, podemos dizer que este é um primeiro passo para uma estratégia que se irá desenvolver em que o documento das metas vai sendo objecto de aperfeiçoamento sucessivo em função não só dos pareceres científicos como sobretudo da monitorização que vai se feita no terreno (…).Ao mesmo tempo que se publicarão as metas são também disponibilizados exemplos de actividades que permitem atingir essas metas, de actividades de ensino e de aprendizagem e também exemplos de estratégias de avaliação que permitem verificar se os desempenhos dos alunos realmente correspondem aquilo que são as metas que se visam. Esses exemplos vão ser também ser elaborados pelas equipas de especialistas coordenadas pelo professor Natércio Afonso (…).Em simultâneo, será realizado um processo de monitorização focado em escolas, em dez agrupamentos, que nós iremos seleccionar em função (...) de consulta para verificar quais são os agrupamentos que estão interessandos em participar mais de perto em serem acompanhados na utilização destas metas e na sequência desse convite público será montado um dispositivo de acompanhamento.Naturalmente que tentar-se-á abranger um leque de agrupamentos que abranja vários tipos de situações e na sequência desse trabalho voltarão a ser introduzidos ajustamentos nas Metas e de acordo com a programação do próximo ano, o projecto desenvolve um segunda fase que consiste, por uma lado, no ajustamento das metas que já estão elaboradas e, por outro lado, na definição de metas para o Ensino Secundário, [onde] estão já identificadas doze áreas curriculares que também serão objecto deste trabalho de definição de metas."
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November 11 2010, 5:07am | Comments »
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Estado da Educação 2010 - Para além dos rankings
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October 26 2010, 1:04pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
As Escolas são Organizações Omega?
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É um bom exercício: quantas destas características marcam a acção do Ministério da Educação, a política educatica e as organizações escolares? Não será difícil descortinar que por detrás de diversas medidas de política educativa transposta para o ECD está esta filosofia omega....Las organizaciones Omega son aquellas en donde el área de RH todavía está centralizada y monopoliza todas las decisiones y acciones relacionadas con las personas. Las personas trabajan como meros empleados sometidos a un reglamento interno y a un rígido horario de trabajo. Lo importante es que sean asiduos y puntuales, sin importar lo que hagan en el transcurso de su horario de trabajo. Los cargos son rígidamente definidos, individualizados, aislados y desempeñados dentro de una rutina de trabajo que no cambia y que no requiere que las personas piensen o mejoren su desempeño. Además, pensar y contribuir con creatividad es algo que no ocurre en estas empresas.La denominación que más se ajusta a sus empleados es la de empleados de mano de obra, ya que esas organizaciones solamente requieren personas que desarrollen actividad física y muscular. La mayor pérdida en estas organizaciones no es el despilfarro contabilizado en dinero, materiales o tiempo, sino el despilfarro de talento humano en las fábricas, sin ninguna consideración y de manera cotidiana y continua. EI capital intelectual se desvanece sin ninguna aplicación constructiva. Y de este modo, "la nave va" ... En ellas, es necesario transformar con urgencia el órgano de RH de un centro de gastos en un centro de ganancias capaz de agregar valor a las personas, a la empresa y a los clientes.Idalberto Chiavenato
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October 19 2010, 4:34pm | Comments »
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Mudança de Paradigma
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"Eu sei, mas, por favor, não queiram, porque tudo é tão difícil, complexo e aberto, tudo controlar de cima para baixo, porque isso é uma ilusão profunda e um erro que já tem mais de um século. Desresponsabiliza os actores e não ajuda a avançar, só atrasa. Ilumina a norma, o centro e o poder, mas manieta, oprime e deixa às escuras as iinstituições educativas, a humanidade responsável de cada um, a solidariedade que irrompe. A educação não se reforma, melhora-se nas comunidades locais, nas instituições de educação e nas salas de aula, fazendo cada dia, em equipa, um pouco mais e melhor.Nestes tempos, ditos de crise, a alegria parece "andar com sede" de braços caídos e olhar pesaroso. Como diz a poeta alemã (Hilde Domin) "a alegria, quando tem sede, lambe as lágrimas dos sonhos".Joaquim Azevedo (2009). Repensar a dicotomia educação-trabalho na perspectiva antropológica e sociocomunitária do desenvolvimento humano. Conferência ao Congresso Mundial da Educação Profissional e Tecnológica, Brasília, 24 de Novembro de 2009 (texto polic)Sempre actual. Sempre necessário lembrar. Sobretudo nestes tempos de crise financeira e que arrasta outras crises aindas mais profundas. E que deveria ser o momento de não exportar, a partir do centro, as receitas cegas do corte do défice.
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October 18 2010, 10:17am | Comments »



