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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
"Boa noite, sou um orgulhoso Português"
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January 11 2011, 6:54am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
Por favor, tenham juízo!
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Se Portugal falhar, falhamos todos.Não é só José Sócrates e o seu governo.Falhamos todos, os 10 milhões de Portugueses.Não percebo esta ideia do "quanto pior melhor", esta "partidarite" cega, verdadeiramente estúpida e infantil que usa a palavra "ELES" como se não estivéssemos todos no mesmo barco. Se isto afundar, afundamos todos. Não interessa de quem é a culpa próxima. Porque visto bem, a culpa é de todos nós.Não é só do governo nem de José Sócrates.Eles anunciaram ilusões e mentiram. Mas a maioria comprou a ilusão e aceitou a mentira. E não podem dizer que não foram avisados. Muitos avisaram. Só nas ultimas eleições, Manuela Ferreira Leite fartou-se de avisar, usou o slogan "Política de Verdade". A maioria não quis saber. Votou no mal menor, votou naquele que falava melhor, naquele que se vestia melhor e tinha melhor "marketing". José Sócrates voltou a ganhar e quase com maioria absoluta.Portugal tem de resistir. Não pode falhar. Agora não!Agora somos bombardeados por notícias que ameaçam diariamente com o FEE e com o FMI. Se isso acontecer quer dizer que PORTUGAL, NÓS, FALHAMOS. Não são ELES os socialistas, ou José Sócrates, ou o Governo. Somos NÓS, os PORTUGUESES, e PORTUGAL.Perder a credibilidade é um caminho de um só sentido.Agora é altura de cerrar fileiras pelo país. Não é por José Sócrates ou pelo Governo. Esses já morreram. Mas pelo país que somos todos nós.Tenham juízo, POR FAVOR.
January 10 2011, 5:47am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
GEOGRAFIA
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Eu nasci aqui,no entanto não reconheço este lugar.Falamos a mesma língua,no entanto não entendo o meu povo.Esta é a minha terra,ela mata-me aos poucos,no entanto regresso sempre ao seu estranho domíniocomo um homem doente à sua dor.Felipe Juaristi(Versão de Luís Parrado a partir da tradução do basco para o inglês de Amaia Gabantxo reproduzida em Six basque poets, selecção e introdução de Mari Jose Olaziregi, Arc, Todmorden, 2007, p. 71).(via Amélia Pais)
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January 5 2011, 4:26am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Mensagem do Embaixador da Grã Bretanha ao abandonar Portugal
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Coisas que nunca deverão mudar em PortugalPortugueses: 2010 tem sido um ano difícil para muitos; incerteza, mudanças, ansiedade sobre o futuro. O espírito do momento e de pessimismo, não de alegria. Mas o ânimo certo para entrar na época natalícia deve ser diferente. Por isso permitam-me, em vésperas da minha partida pela segunda vez deste pequeno jardim, eleger dez coisas que espero bem que nunca mudem em Portugal.9:55 Segunda feira, 20 de Dezembro de 20101. A ligação intergeracional. Portugal é um país em que os jovens e os velhos conversam - normalmente dentro do contexto familiar. O estatuto de avô é altíssimo na sociedade portuguesa - e ainda bem. Os portugueses respeitam a primeira e a terceira idade, para o benefício de todos.2. O lugar central da comida na vida diária. O almoço conta - não uma sandes comida com pressa e mal digerida, mas uma sopa, um prato quente etc, tudo comido à mesa e em companhia. Também aqui se reforça uma ligação com a família.3. A variedade da paisagem. Não conheço outro pais onde seja possível ver tanta coisa num dia só, desde a imponência do rio Douro até à beleza das planícies do Alentejo, passando pelos planaltos e pela serra da Beira Interior.4. A tolerância. Nunca vivi num país que aceita tão bem os estrangeiros. Não é por acaso que Portugal é considerado um dos países mais abertos aos emigrantes pelo estudo internacional MIPEX.5. O café e os cafés. Os lugares são simples, acolhedores e agradáveis; a bebida é um pequeno prazer diário, especialmente quando acompanhado por um pastel de nata quente.6. A inocência. É difícil descrever esta ideia em poucas palavras sem parecer paternalista; mas vi no meu primeiro fim de semana em Portugal, numa festa popular em Vila Real, adolescentes a dançar danças tradicionais com uma alegria e abertura que têm, na sua raiz, uma certa inocência.7. Um profundo espírito de independência. Olhando para o mapa ibérico parece estranho que Portugal continue a ser um país independente. Mas é e não é por acaso. No fundo de cada português há um espírito profundamente autónomo e independentista.8. As mulheres. O Adido de Defesa na Embaixada há quinze anos deu-me um conselho precioso: "Jovem, se quiser uma coisa para ser mesmo bem feita neste país, dê a tarefa a uma mulher". Concordei tanto que me casei com uma portuguesa.9. A curiosidade sobre, e o conhecimento, do mundo. A influência de "lá" é evidente cá, na comida, nas artes, nos nomes. Portugal é um pais ligado, e que quer continuar ligado, aos outros continentes do mundo.10. Que o dinheiro não é a coisa mais importante no mundo. As coisas boas de Portugal não são caras. Antes pelo contrário: não há nada melhor do que sair da praia ao fim da tarde e comer um peixe grelhado, acompanhado por um simples copo de vinho.Então, terminaremos a contemplação do país não com miséria, mas com brindes e abraços. Feliz Natal.(via APS)
December 22 2010, 4:01am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
A Geração mais qualificada de sempre está a deixar o país!
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November 24 2010, 3:25am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Do esplendor de Portugal
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Do Discurso de António Barreto, no dia de Portugal, de Camões e das Comunidaddes:(...) Os nossos maiores heróis, com Camões à cabeça, ilustraram-se pela liberdade e pelo espíritoinsubmisso. Pela aventura e pelo esforço empreendedor. Pela sua humanidade e, algumas vezes,pela tolerância. Infelizmente, foram tantas vezes utilizados com o exacto sentido oposto: obedientes ou símbolos de uma superioridade obscena. (...) Antonio Barreto 10Junho Publish at Scribd or explore others: portugal
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June 11 2009, 4:33am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
O Esplendor de Portugal
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Como levantar hoje, de novo, o esplendor de Portugal?Relendo a Causa da Decadência dos Povos Peninsulares de Antero de Quental.(...)Não posso pois apelar para a fraternidade das ideias: conheço que as minhas palavras não devem ser bem aceites por todos. As ideias, porém, não são felizmente o único laço com que se ligam entre si os espíritos dos homens. Independente delas, se não acima delas, existe para todas as consciências rectas, sinceras, leais, no meio da maior divergência de opiniões, uma fraternidade moral, fundada na mútua tolerância e no mútuo respeito, que une todos os espíritos numa mesma comunhão - o amor e a procura desinteressada da verdade. Que seria dos homens se, acima dos ímpetos da paixão e dos desvarios da inteligência, não existisse essa região serena da concórdia na boa-fé e na tolerância recíproca! Uma região onde os pensamentos mais hostis se podem encontrar, estendendo-se lealmente a mão, e dizendo uns para os outros com um sentimento humano e pacífico: és uma consciência convicta! É para essa comunhão moral que eu apelo. E apelo para ela confiadamente, porque, sentindo-me dominado por esse sentimento de respeito e caridade universal, não posso crer que haja aqui alguém que duvide da minha boa-fé, e se recuse a acompanhar-me neste caminho de lealdade e tolerância. (...)
June 10 2009, 8:10am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... pauloquerido.net
Em Portugal não há trabalhadores nem patrões. Somos todos colaboradores e empresários
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Em Portugal não existem trabalhadores, há colaboradores. Ninguém é despedido, há ajustamentos às necessidades de produção. As empresas não fecham a porta, deslocalizam a produção. Não existe perda do poder de compra, há contenção salarial. É populista e demagógico lembrar as crescentes disparidades salariais, devendo antes realçar-se que o mérito deve ser premiado e os gestores têm que estar identificados com os interesses da empresa. Que são os mesmos dos trabalhadores. Desculpem, dos colaboradores” escreveu Pedro Sales no Arrastão (O economicamente correcto) e eu gostava de ter escrito isto, limitei-me aqui a assinalar com negrito uma passagem particularmente gritante e portanto vão lá ler o resto, que recomendo (e daqui por uma horinha voltem, para mais um artigo sobre as crises).
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October 23 2008, 7:30am | Comments »
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