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Funções do Professor?
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February 10 2009, 12:27pm | Comments »
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Carreira e Carreiras... únicas e múltiplas
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Ensino UniversitárioProfessor CatedráticoProfessor Associado c/ agregaçãoProfessor Associado e Auxiliar c/ agregaçãoProfessor AuxiliarAssistente e LeitorAssistente EstagiárioVencimento base à entrada: 1.636,83 € (exclusividade)Vencimento base no topo: 5.401,54 € (exclusividade)Cada categoria tem diversos escalões. Ensino PolitécnicoProfessor Coordenador c/ agregaçãoProfessor Coordenador c/ agregaçãoProfessor AdjuntoAssistente do 2º Triénio (Mestres ou Doutores)Assistente do 2º TriénioAssistente do 1º TriénioVencimento base à entrada: 1.636,83 € (exclusividade)Vencimento base no topo: 4.664,97 € (exclusividade)Fonte e informação mais completa.
February 9 2009, 10:42am | Comments »
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ALTERAÇÕES AO ESTATUTO DA CARREIRA DO PESSOAL DOCENTE DO ENSINO SUPERIOR POLITÉCNICO
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Antes de analisar o suposto absurdo da divisão da carreira em professor e professor titular, irei fazer diversas aproximações preliminares."(...) A Carreira do Pessoal Docente do Ensino Superior Politécnico, à semelhança da sua congénere universitária, debate-se com idênticos problemas de bloqueios administrativos à progressão na carreira, sobretudo a nível do acesso à categoria de professor coordenador. Por exemplo, no ano transacto, de entre os cerca de 1600 professores adjuntos, apenas 60 foram promovidos a professor coordenador. Para ultrapassar esta situação, também aqui propomos a criação de quadros de dotação global, seguindo-se uma técnica análoga à proposta para o ensino superior universitário.Entendemos também como prementes algumas alterações aos estatutos de carreira, nomeadamente:a criação da categoria de professor titular, equiparada em termos remuneratórios, à categoria de professor catedrático;a valorização do grau académico para a progressão na carreira, com a exigência do mestrado, doutoramento e agregação, para acesso às categorias de professor adjunto, professor coordenador e professor titular, respectivamente;a criação e reforço das condições para a aquisição de graus académicos; o reforço da estabilidade contratual, que permita pôr fim às inúmeras situações de injustiça e precaridade de emprego que se verificam neste sector do ensino superior;a resolução da situação precária e indefinida dos encarregados de trabalhos.MEDIDAS SOBRE VÍNCULOS E MOBILIDADE DO PESSOAL DOCENTE DO ENSINO SUPERIOR E DOS INVESTIGADORES DA CARREIRA DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICAFonte: SNESup
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February 9 2009, 10:34am | Comments »
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Da Cidadania Docente
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Um tema fora de moda. Aqui.
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February 8 2009, 3:21pm | Comments »
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Satisfação profissional e auto-estima em professores dos 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico
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A relevância e o interesse acerca da satisfação profissional dos professores surge pelo facto de a ela aparecerem associadas variáveis tão importantes como a auto-estima, o bem-estar físico e mental, a motivação, o empenho, o envolvimento, o stresse, absentismo/abandono, o sucesso, a realização profissional dos professores. De igual modo, sabemos também que sentimentos de insatisfação e mal-estar afectam não só professores mas também os alunos, pois o desinvestimento e a falta de motivação dos professores contribui directamente para o desinteresse dos alunos na sala de aula e consequentemente, para a menor qualidade do processo de ensino-aprendizagem.O objectivo deste trabalho é tentar perceber quais os níveis de satisfação profissional evidenciado pelo professores portugueses, bem como os factores que estão por detrás da verdadeira satisfação profissional, analisando também os efeitos que poderão ter variáveis como o grupo disciplinar a que pertencem os professores e os anos de docência que possuem. Visamos ainda perceber se a satisfação/insatisfação na dimensão profissional do sujeito se repercute na sua auto-estima. Para tal foram utilizados dois instrumentos, a Rosenberg self-esteem scale e o Questionário de Satisfação no Trabalho para Professores. Participaram no presente estudo 79 professores de cinco escolas dos 2.º e 3.º ciclos da região de Vale do Tejo.A partir dos resultados encontrados concluiu-se que os professores apresentavam baixos níveis de satisfação profissional, sendo essa insatisfação justificada predominantemente por factores socio-políticos. Encontraram-se igualmente diferenças significativas associadas às variáveis em estudo, os Anos de docência e o Grupo disciplinar dos docentes, sendo respectivamente os professores a meio da carreira (7 a 15 anos) e os professores de Educação Artística e Físico-motora, quem revelou níveis superiores de satisfação profissional. No mesmo sentido, foram encontradas fortes correlações entre a satisfação profissional e a auto-estima dos docentes. Concluiu-se igualmente que grande parte da variação registada na auto-estima se associava à dimensão “Alunos”.Palavras-chave: Professores, satisfação profissional, mal-estar docente, auto-estima.Texto integral
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February 8 2009, 3:11pm | Comments »
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O docente e sua subjetividade nos processos motivacionais
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Aqui.
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February 8 2009, 2:59pm | Comments »
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UMA PROPOSTA PARA O ENSINO PORTUGUÊS
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É preciso transformar as escolas em espaços de invenção e criação. Os melhores professores sempre o souberam fazer ao longo dos tempos, muitas vezes subrepticiamente, mas, agora, estão quase impedidos de o fazer dado o peso dos programas. A medida que proponho é , assim, simples e nem sequer custa dinheiro. É a de que o Ministério aceite a regra de preparar programas correspondentes só a dois terços das aulas e aceite serem os professores a definirem localmente as matérias e o modo de darem as aulas restantes, incluindo a sua avaliação. Considero ser o melhor modo de valorizar e dignificar a profissão docente e de transformar as escolas nos espaços criativos de que a sociedade precisa.A crise da Educação é geral em toda a Europa e não sairemos dela sem medidas verdadeiramente inovadoras que sejam compreendidas pelo País e tenham a sua aprovação. Gostaria muito de ver esta e outras medidas discutidas pelos professores e tidas em conta pelo Ministério.António BrotasFonteSó acrescentaria: deveria ser assim para todas as disciplinas.
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February 8 2009, 9:27am | Comments »
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Ser Docente
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A Crónica de hoje de Miguel Santos Guerra: (...)El gran magistrado Pericles, cuya personalidad marcó todo el siglo V antes de Cristo, hasta el punto de conocerse a éste como Siglo de Pericles, entendió de forma cabal la misión del maestro como forjador de la personalidad y la conciencia de los pueblos.En cierta ocasión, mandó reunir a todos los genios y artistas que habían contribuido a engrandecer Atenas. Fueron llegando los arquitectos, los ingenieros, los escultores, los guerreros que defendieron la ciudad, los filósofos que propusieron nuevos sentidos a la vida… Estaban todos allí, desde el matemático que descubría en el número el sentido helénico de la exactitud hasta el astrónomo que se asomaba al universo para contemplar la armonía de las estrellas. Pericles cayó en la cuenta de una ausencia notable: faltaban los pedagogos, personas muy modestas que se encargaban de llevar a los niños por el camino del aprendizaje.- ¿Dónde están los pedagogos, Preguntó Pericles. No los veo por ninguna parte. Vayan a buscarlos.Cuando, por fin, llegaron los pedagogos, habló Pericles:- Aquí se encontraban los que, con su esfuerzo, embellecen y protegen a la ciudad. Pero faltaban ustedes, que tienen la misión más importante y elevada de todas: la de transformar y embellecer el alma de los atenienses.Luego expliqué por qué la tarea docente es hoy difícil, compleja, problemática y arriesgada. Me remití a Manuel Rivas que, en un artículo titulado “Amor y odio en las aulas”, dice: “Mucha gente todavía considera que los maestros de hoy viven como marqueses y que se quejan de vicio, quizá por la idea de que trabajar para el Estado es una especie de bicoca perfecta. Pero si a mí me dan a escoger entre una expedición “Al filo de lo imposible” y un jardín de infancia, lo tengo claro. Me voy al Everest por el lado más duro. Ser enseñante no solamente requiere una cualificación académica. Un buen profesor o maestro tiene que tener el carisma del presidente del Gobierno, lo que ciertamente está a su alcance; la autoridad de un conserje, lo que ya resulta más difícil y las habilidades combinadas de un psicólogo, un payaso, un disc jockey, un pinche de cocina, un puericultor, un maestro budista y un comandante de la Kfor. Conozco a una profesora que sólo desarmó a sus alumnos cuando demostró tener unos conocimientos futbolísticos inusuales, lo que le permitió abordar con éxito la evolución de las especies”.Dije luego por qué ser docente es importante, hermoso y apasionante. Por qué ser docente es ser inmortal. Cité a Rubem Alves: “Enseñar es un ejercicio de inmortalidad. De alguna forma seguimos viviendo en aquellos cuyos ojos aprendieron a ver el mundo a través de la magia de nuestra palabra… Por eso el profesor nunca muere”. Texto integral
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February 7 2009, 8:54am | Comments »
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Entendendo o trabalho colaborativo em educação e revelando seus benefícios
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Este trabalho tem como objetivo discutir e afirmar a importância do desenvolvimento de atividades colaborativas nas escolas. O texto está baseado em ampla revisão de literatura voltada para: a teorização acerca dos processos psicológicos envolvidos nesse tipo de atividades, com base, principalmente, na psicologia sócio-histórica; e a análise dos resultados de diferentes investigações que enfocaram as atividades colaborativas entre professores e estudantes, de maneira a retirar delas algumas conclusões úteis para o trabalho em Educação.A revisão foi realizada com base em pesquisas publicadas em livros, artigos de periódicos, teses, dissertações e anais de eventos tradicionais da área, no Brasil e em outros países. Ela inclui, também, pesquisas desenvolvidas no âmbito do projeto "Trabalho colaborativo em Educação: desenvolvimento e benefícios", coordenado pela autora deste texto, que vem se dedicando, nos últimos cinco anos, a estudar a temática. O texto não tem a pretensão de constituir-se em um "estado da arte" sobre o trabalho colaborativo, sendo possível, inclusive, que não inclua resultados de investigações consideradas fundamentais por outros pesquisadores. Devido à extensão da produção relacionada ao assunto, sua revisão exaustiva seria tarefa infindável. Assim, apresenta dados de estudos considerados metodologicamente sólidos e teoricamente relevantes que foram reunidos com o objetivo de resumir e divulgar, pelo menos em parte, o conhecimento já produzido sobre a importância do trabalho colaborativo na Educação.Palavras-chave: trabalho colaborativo, trabalho docente, aprendizagem, psicologia sócio-histórica.Texto integral(e também para perceber as óbvias dificuldades)
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February 5 2009, 3:55pm | Comments »
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Profissão docente na instituição escolar: a historicidade das práticas e culturas profissionais
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Neste ensaio, apresentamos para debate um tema bastante tratado no campo da pesquisa em educação: a constituição da profissão docente. Muito já se produziu a respeito dessa temática considerando, por exemplo, a relação entre o trabalho e a condição de classe, de gênero e a identidade profissional constituída ao longo da trajetória de vida dos docentes. Nosso intuito é mostrar a relevância de pesquisas que procurem compreender a realização da profissão docente nas instituições escolares a partir da investigação das práticas sociais que nela se realizam e, ao mesmo tempo, reafirmar a importância da perspectiva teórico-metodológica marxista para esta análise, especialmente porque nos remetem à historicidade das práticas profissionais. A reorientação das políticas educacionais parece indicar a valorização do docente - ideologia do profissionalismo - e ao mesmo tempo contém os elementos que permitirão no cotidiano da escola, aprofundar os processos de realização de trabalho alienado. Paralelamente ao processo de reforma educacional, observa-se a produção de análises fundamentadas em conceitos "pós-modernos" a orientar a compreensão do trabalho, da formação e da própria constituição da profissão docente. Sem pretender esgotar a vasta bibliografia já produzida sobre o assunto, apontamos alguns limites desses conceitos para a compreensão da profissão docente, os quais parecem coincidir com os pressupostos neoliberais nas políticas educacionais, o que, no nosso entender, reafirma a relevância das categorias marxistas para a pesquisa em educação.Palavras-chave: culturas profissionais, práticas profissionais, trabalho docente, políticas educacionais, educação e trabalho.Texto Integral
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February 5 2009, 3:53pm | Comments »

